
O delegado Braz Morroni de Paiva Junior e o chefe de investigação Eduardo Jorge Ferreira do Egito, conhecido como Mão Branca, foram exonerados dos cargos de confiança que ocupavam na Polícia Civil da Paraíba. As portarias foram publicadas no Diário Oficial do Estado (DOE-PB) desta quinta-feira (29).
A medida trata apenas da saída das funções de chefia exercidas pelos servidores e não representa demissão da Polícia Civil.
Os dois policiais são investigados no âmbito da Operação Pérfidus, que apura suspeitas de participação de agentes públicos em um suposto esquema envolvendo pessoas ligadas ao tráfico de drogas.
Braz Morroni, Eduardo Jorge e o agente Everton Rychelyson da Silva Aires, conhecido como “Bomba”, haviam sido presos em junho deste ano durante as investigações. Em setembro, a Justiça determinou a soltura dos três, com a imposição de medidas cautelares.
Entre as determinações estão o comparecimento periódico à Justiça e a proibição de contato com testemunhas, corréus e demais investigados.
Segundo decisão judicial, os investigados já estavam afastados das funções na Polícia Civil da Paraíba. A Operação Pérfidus segue em andamento para apurar os fatos.




