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domingo, 10 maio 2026
                          

Veja quem são os deputados paraibanos solidários a Eduardo Cunha

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Redação PB Vale
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Aguinaldo Ribeiro
Aguinaldo Ribeiro

“Hoje não foi um dia bom para a Casa”. As palavras são do deputado federal paraibano Aguinaldo Ribeiro (PP), para quem é preciso ter humanidade com Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que foi afastado da presidência da Câmara dos Deputados na quinta-feira (5). Ribeiro é um dos líderes que participaram de reunião logo após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). O encontro foi para discutir alternativas em relação à presidência da Casa, devido ao afastamento do peemedebista. Ribeiro engrossa o coro dos parlamentares que não aceitam o deputado Waldir Maranhão, do seu partido, no comando do Legislativo, e diz que é preciso  “senso de responsabilidade”.

Wellington Roberto
Wellington Roberto

Mas não foi apenas Aguinaldo Ribeiro que demonstrou solidariedade com Eduardo Cunha no dia do seu afastamento. O deputado federal Benjamim Maranhão, fazendo jus ao nome do seu partido, o Solidariedade, foi acompanhado de Paulinho da Força (SP), da mesma sigla, à residência oficial da Presidência da Câmara para chorar lamúrias com Cunha. Na mesma linha seguiu o deputado Wellington Roberto (PR), da tropa de choque do peemedebista na Comissão de Ética da Casa. Para ele, faltou a ampla defesa ser apresentada pelo presidente do Legislativo, apesar das manifestações nos autos registradas na decisão do ministro Teori Zavascki, que foi seguida integralmente pela corte do Supremo.

Deputado Federal Manoel Júnior
Deputado Federal Manoel Júnior

Outros deputados próximos a Eduardo Cunha adotaram o silêncio como regra. O pré-candidato a prefeito de João Pessoa, Manoel Júnior (PMDB), também denunciado na operação Lava Jato, evitou comentar o assunto. Ele também integra a tropa de choque formada para livrar Cunha da cassação no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados. Com Hugo Motta (PMDB) não foi diferente. Ele foi apoiado pelo presidente da Câmara na disputa pela liderança do PMDB na Casa, neste ano, e também foi indicado por Cunha para o comando da CPI da Petrobras, no ano passado. A investigação, devido ao envolvimento de Cunha nos escândalos, acreditem, terminou sem recomendar o indiciamento de ninguém.

Blog de Suetoni Souto Maior

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