
Durante agenda de campanha em São Paulo, nesta quarta-feira (21), o candidato à Presidência da República pelo PL, senador Flávio Bolsonaro, afirmou que aceita abrir seus sigilos bancário, fiscal e telefônico, mas condicionou a medida à adoção de exigências adicionais envolvendo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A discussão teve início após o debate promovido pela TV Bandeirantes, no último domingo (18). Na sequência, a defesa de Lula protocolou petições no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e no Supremo Tribunal Federal (STF) autorizando a quebra de seus sigilos, desde que Flávio Bolsonaro adotasse a mesma medida.
Ao comentar o caso, o senador criticou a iniciativa da campanha petista e afirmou que a abertura dos próprios dados deve ser acompanhada da divulgação de outras informações relacionadas ao presidente.
Entre as condições apresentadas por Flávio Bolsonaro estão a quebra de sigilo das contas do Instituto Lula, a divulgação dos gastos realizados com cartões corporativos da Presidência da República utilizados por Lula e pela primeira-dama Janja da Silva, além da inclusão dos registros telefônicos de um ex-chefe de gabinete ligado ao PT.
As petições apresentadas pelas campanhas seguem em análise no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e no Supremo Tribunal Federal (STF), que deverão decidir sobre os pedidos.




