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sábado, 3 outubro 2026
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Três são presos e dois apreendidos com arma e drogas em Mamanguape

Foto: Portal PBVale
Foram recuperadas duas motos roubadas
Foram recuperadas duas motos roubadas

Fazendo parte da Operação Saturação, policiais da 2ª CIPM conseguiram prender três maiores e apreender dois adolescentes em Mamanguape, no Litoral Norte do estado. A ação policial ocorreu na tarde desta segunda-feira (2). Um local conhecido como ‘Beco de João Gordo’ servia como boca de fumo.  

Os suspeitos foram identificados como sendo: Marcilio Martins Chaves, 20, Christopher Axelley Nascimento, 18, Jefferson Manoel dos Santos, 18, e dois adolescentes de 17 anos. “No momento da abordagem alguns dos acusados tentaram empreender fuga. Mas, conseguimos conte-los”, disse o Tenente Onireves.

Com eles, foram recuperadas duas motocicletas roubadas, uma delas no município de Sapé, um revolver calibre 38 e certa quantidade de maconha e crack. A denúncia foi recebida pelo Copom da PM, no número 190.

“O dono de uma das motocicletas roubadas reconheceu um dos elementos que já tem passagem. Outras informações dão conta que, o grupo é responsável por alguns delitos na região e trafico de drogas”, destacou o oficial.

O material apreendido e os suspeitos foram encaminhados a 7ª Delegacia Seccional para procedimento.  

Da Redação, PBVale

 

Ônibus da banda Aviões do Forró é arrombado e furtado

20151102110557O ônibus da banda Aviões do Forró foi arrombado e furtado na Orla da Atalaia, zona Sul de Aracaju, na madrugada deste domingo (01), nas proximidades de uma rua que fica ao fundo do antigo hotel Beira Mar.

Segundo a Companhia de Policiamento Turístico (Cptur), o motorista do ônibus foi aconselhado pelos funcionários do hotel, em que ia se hospedar, a deixar o veículo estacionado na porta do estabelecimento, pois ali estaria seguro.

Ainda de acordo com a Cptur, foram levados, malas, bolsas, um aparelho de TV, além de deixarem as acomodações do veículo danificadas.

A polícia já tem informações sobre os suspeitos, mas preferiu manter as investigações em sigilo. Disse ainda que vizinhos do hotel e outras testemunhas viram o momento em que a ação acontecia, mas preferiram ficar em silencio, pois o lugar fica próximo de um área de tráfico de drogas e prostituição.

Por fim, a companhia informou que ao fazer rondas nas proximidades da área encontram alguns pertences em terreno baldio.

Ônibus ficou todo revirado (Foto: Divulgação/Felipe de Pádua)
Ônibus ficou todo revirado (Foto: Divulgação/Felipe de Pádua)

Da Redação, com G1

Aplicativo vai monitorar mensagens de ódio e racismo nas redes sociais

Um aplicativo na internet vai monitorar postagens nas redes sociais que reproduzam mensagens de ódio, racismo, intolerância e que promovam a violência. Criado pelo Laboratório de Estudos em Imagem e Cibercultura da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), o instrumento será lançado este mês e permitirá que usuários sejam identificados e denunciados.

De acordo com o professor responsável pelo projeto, Fábio Malini, os direitos humanos são vistos de maneira pejorativa na internet e discursos de ódio tem ganhado fôlego. “É preciso desmantelar esse processo”, defende. Por meio da disponibilização dos dados, ele acredita que é possível criar políticas públicas “que amparem e empoderem as vítimas”.

Encomendado pelo Ministério das Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos, o Monitor de Direitos Humanos, como foi batizado o aplicativo, buscará palavras-chaves em conversas que estimulem violência sexual contra mulheres, racismo e discriminação contra negros, índios, imigrantes, gays, lésbicas, travestis e transexuais. Os dados ficarão disponíveis online.

A blogueira e professora universitária Lola Aronovich relata ser vítima frequente de agressões e até ameaças de morte pela internet, por defender dos direitos das mulheres. Nos fóruns de discussão em que participa, várias mensagens de ódio são postadas.

Para a blogueira, o monitoramento dos ataques, a investigação e a punição dos autores são importantes para frear crimes, que chegam a extrapolar o mundo virtual. “Mensagens nas redes têm estimulado mortes e suicídios no mundo real”, disse. “Não podemos mais fingir que não acontece”, acrescentou.

Quem não expõe ideias na rede, não está livre de violência. Para a jovem Maria das Dores Martins dos Reis bastou ser negra e postar uma foto no Facebook ao lado do namorado, que é branco, para ser alvo de discriminação. A foto recebeu dezenas de comentários racistas e foi compartilhada em grupos criados especialmente para agredi-la.

“É como se fosse uma diversão para ele. Só que para quem sofre não é legal. Isso dói e machuca”, revelou, que, mesmo após ter denunciado o caso, não viu agressores condenados.

No último sábado (31), a atriz Taís Araújo foi alvo de mensagens racistas nas redes sociais. A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, por meio de nota, informou hoje (2) que a Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) vai instaurar inquérito para apurar o crime. A atriz será ouvida e os autores identificados serão intimados a depor. O racismo é crime no Brasil e, por lei, quem praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional pode ser condenado a reclusão de um a três anos e pagamento de multa.

Saiba onde denunciar crimes cibernéticos:

Site da Safernet: o site recolhe denúncias anôminas relacionadas a crimes de pornografia infantil, racismo, apologia e incitação a crimes contra a vida.
Canal do Cidadão do MPF: o Ministério Público Federal recebe denúncias de diferentes tipos. A pessoa pode optar por manter os seus dados sigilosos ou não. A Procuradoria-Geral da República recomenda aos cidadãos apresentarem o maior número de provas para que o processo possa ter mais agilidade.
Disque 100: o canal recebe denúncias de abuso ou violência sexual. O serviço é coordenado pelo Ministério das Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos. O Disque 100 funciona 24 horas por dia. As ligações são gratuitas e podem ser feitas de qualquer local do Brasil. A denúncia é anônima e as demandas são encaminhadas para as autoridades competentes.

O que devo fazer quando me deparar com um crime cibernético?
1) Guarde todas as provas e indícios possíveis
2) Tire fotos das denúncias, “print screen” e imprima o material
3) Registre as denúncias com o maior número de detalhes
4) Não compartilhe ou replique comentários ofensivos ou que incitem ao crime
5) Crie uma rede de proteção às crianças vítimas. Não permita que ela fique exposta aos comentários ofensivos nas redes sociais

Por Isabela Vieira e Tâmara Freire

‘Quero ter dois filhos’, diz chinesa após fim da política do filho único

Sun Xueyao, de 22 anos, ao lado da mãe, diz que sempre achou que política do filho único acabaria antes de seu casamento
Sun Xueyao, de 22 anos, ao lado da mãe, diz que sempre achou que política do filho único acabaria antes de seu casamento
Sun Xueyao, de 22 anos, ao lado da mãe, diz que sempre achou que política do filho único acabaria antes de seu casamento

O anúncio do fim da política do filho único por casal na China foi encarado como uma boa notícia para chineses que moram em São Paulo. Embora a norma já tivesse sido flexibilizada em 2013, a maior liberdade para os casais escolherem ter um segundo filho parece bem-vinda.

Com o objetivo de reduzir os problemas de superpopulação do país, a política do filho único, que entrou em vigor entre o fim de 1979 e 1980. A medida evitou que a população atual do país chegasse a 1,7 bilhão de habitantes, contra os atuais 1,3 bilhão. 

A estudante universitária Sun Xueyao, de 22 anos, que faz atualmente um intercâmbio na Universidade de São Paulo (USP) aprovou a mudança. “Embora não achasse que a política de filho único fosse tão intolerável, tinha certeza de que no futuro eu teria dois filhos: um menino e uma menina. Tinha certeza de que essa política iria acabar antes do casamento, porque a porcentagem de idosos tem aumentado muito. Essa política não tinha como durar mais tanto tempo”, afirmou.

O envelhecimento rápido da população está entre os efeitos secundários mais prejudiciais da política do filho único para a China. Em 2012, pela primeira vez em décadas, a população em idade ativa caiu. O índice de fecundação no país, de 1,5 filhos por mulher, é muito inferior ao nível que garante a renovação geracional.

Filha única, ela disse que a convivência com quatro primos – todos meninos – na casa da avó amenizou a ausência de um irmão. Todos moravam perto na cidade de Hefei, capital da província de Anhui, no leste da China, onde moram 7,7 milhões de pessoas.

“Cresci muito perto dos meus quatro primos. Cada vez que tinha um feriado, o ano novo chinês, as festas tradicionais, íamos todos para casa da minha avó paterna. Era a única menina, fui muito mimada. Quando criança, não sentia muito a falta de ter um irmão”, lembra.

“Também não me lembro de meus amigos quererem ter um irmão ou irmã. O pessoal aceitava [a restrição]. Era comum, todo mundo era filho único”, conta a estudante do quarto ano do curso de Estudos Portugueses, em Macau.

Com o passar dos anos, no entanto, ela diz ter mudado de ideia com relação a ter um irmão. “Depois que eu entrei na universidade eu comecei a pensar sobre isso. Ser filho único é ser um problema. Você é a única esperança de toda a família, que vai te dar tudo o que você quer. Acho que isso não é muito bom para a criança. Muitos filhos únicos têm o problema de não pensar nos outros”, diz.

Ficar longe da família depois de adulto também se torna uma dificuldade para os filhos únicos já que na China cabe aos filhos tomar conta dos idosos. “Meus pais aceitaram bem a minha ideia de vir para o Brasil, pois dizem que não têm problemas de saúde ou financeiro. Minha mãe me disse: ‘você pode ir onde quiser, viver da maneira que achar melhor. Só não faça coisas ilegais ou más’. Já o meu pai me disse que tem os irmãos e que eles podem se ajudar”, afirmou. Xueyao quer arrumar um trabalho no Brasil e ficar por mais tempo, mas aparenta não se sentir completamente à vontade. “Dor na consciência? Acho que é essa a expressão”, afirma.  

A professora de mandarim Rachel Lau, de 27 anos, que também é filha única, concorda. “Para mim, não foi difícil crescer sozinha, mas, às vezes, queria ter um irmão ou irmã. Parte dos meus amigos tinham irmãos e acho que é mais fácil para eles deixar a China, porque podem alternar com o irmão o cuidado com os pais. Na China, é uma obrigação dos filhos cuidar dos pais. Só agora que estão aparecendo mais abrigos”, observa a professora que deixou a cidade de Wuhan, capital da província de Hubei, há um ano e nove meses para trabalhar no Brasil.

Chinesa Rachel Lau, de 27 anos, ainda não decidiu se quer ter dois filhos
Chinesa Rachel Lau, de 27 anos, ainda não decidiu
se quer ter dois filhos

Para Rachel, a principal vantagem é a maior liberdade que os casais terão no planejamento familiar. “Acho que é uma notícia boa. Os casais terão mais liberdade. Se quiser ter mais um filho só vai depender de você”, ressalta a professora que volta para a China neste fim de ano. Rachel, que deve voltar em breve para a China, ainda não sabe se quer ter mais de um filho. “Ainda não sei, mas acho que seria mais interessante ter dois. Ainda estou pensando. Tem alguns amigos que vão querer ter dois, mas outros vão ficar com um só mesmo”, afirma.

Para o tradutor Lidong Sun, de 40 anos, há dois anos no Brasil, os casais chineses enfrentam um aumento no custo de vida e, por isso, não devem necessariamente optar pelo segundo filho. Apesar da flexibilização nas regras após 2013, pesquisas já mostraram que o número de chineses que querem ter o segundo filho ficou abaixo do esperado.

“Vejo a medida como um processo natural. A China já está ficando uma sociedade envelhecida. Por outro lado, no geral, as pessoas não têm muita vontade de mais filhos principalmente nas grandes áreas urbanas. Embora a saúde e educação sejam públicas, é preciso pagar taxas e acaba ficando caro. A China também não tem um sistema de previdência eficiente, por isso, é costume fazer poupança”, diz.

A restrição no número de filhos foi imposta na China quando a mãe de Lidong estava grávida de sua segunda filha. “Minha mãe conta que as pessoas no trabalho foram conversar com ela, mas ela já estava com gravidez muito avançada. Pelo que entendi, no início o ‘terror’ era menor. Na época ninguém sabia como ia avançar, se via mais como recomendação que como determinação. Piorou um pouco no final dos anos 80”, afirma. A irmã de Lidong hoje tem uma filha de três anos e, na opinião dele, não deve querer outro. “É caro ter filhos e ela acredita que não vai conseguir oferecer uma condição de vida melhor se optar por um segundo”, conta.

O governo chinês sempre defendeu que a restrição ao número de filhos, sobretudo em áreas urbanas, contribuiu para o desenvolvimento do país e para a saída da pobreza de mais de 400 milhões nas últimas três décadas. Lidong Sun acredita que a medida trouxe benefícios. “A China continua mais populosa e conseguiu controlar o crescimento. Também acho que é uma contribuição para o mundo, mas claro, poderia ser feito de outra maneira”, observa.

Por Letícia Macedo, da Redação com G1

Jovem sofre tentativa de homicídio na Baía da Traição

Além de um homicídio e duas pessoas feridas a bala, na noite deste domingo (1), em Baía da Traição, no Litoral Norte do estado, a Polícia Militar também registrou uma terceira tentativa de homicídio já na madrugada desta segunda (2). Um jovem de 22 anos foi baleado na perna e socorrido para o Hospital Geral de Mamanguape (HGM). Nenhum suspeito foi preso.

Leia também: Homem morre com tiro na cabeça e dois são baleados na Praça de Baía da Traição

A vítima foi identificada como sendo Josivan de Oliveira. O pescador contou para os policiais que teria sido alvejado por dois homens armados em uma moto, mas não revelou os motivos. “Conversamos com o rapaz, não quis adiantar as questões do caso. Disse apenas que estava em um bar no rio, e que os elementos já foram logo atirando. Ele ficou com medo e resolveu se esconder em casa, para depois pedir socorro”, falou o sargento Fernando.

Josivan recebeu os primeiros socorros no HGM e foi transferido para o Hospital de Trauma, na Capital. “Vamos investigar a motivação do crime e, a possível ligação com o homicídio e outras duas pessoas baleadas no domingo à noite”, adiantou o policial.

Até o fechamento desta publicação, os atiradores ainda não tinham sido localizados.

Da Redação, PBVale

Homem morre com tiro na cabeça e dois são baleados na Praça de Baía da Traição

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Crime ocorreu por volta das 22h40 deste domingo 1º
Crime ocorreu por volta das 22h40 deste domingo 1º

Três pessoas foram baleadas na noite deste domingo 1º, quando curtiam a noite da Praça central José Barbosa, em Baía da Traição, no Litoral Norte paraibano. Um dos homens que foi atingido com um disparo na cabeça, identificado como Alex de Araújo Venâncio, 24, acabou não resistindo aos ferimentos e morreu após dar entrada ainda com vida no Pronto Atendimento de Rio Tinto.

Outros dois jovens atingidos de raspão na perna e na cabeça, respectivamente, foram socorridos para o Hospital Geral de Mamanguape fora de risco.

“Segundo informações, dois elementos chegaram numa moto e efetuaram os disparos contra os jovens que estavam reunidos, bebendo. Já temos pistas dos suspeitos, não iremos revelar nomes para não atrapalhar as investigações”, relatou o sargento Leite da Força Tática da 2ª Companhia Independente de Polícia Militar de Mamanguape.

O sargento da Polícia Militar adiantou ainda que homens da equipe da Força Tática já estavam na Baía da Traição, atuando na ‘operação de Finados’, e que o crime pode está ligado a uma ‘rixa de gangues’. “Informações extra-oficiais dão conta de que era briga de gangue, mesmo assim, iremos continuar as diligências”, afirmou Leite.

Da redação

PBVale

Mamanguapense de 15 anos lança seu primeiro livro “Mar noturno”

Neyvele Lucas distribuiu autógrafos para os presentes
Neyvele Lucas distribuiu autógrafos para os presentes
Neyvele Lucas distribuiu autógrafos para os presentes

O jovem de 15 anos, Neyvile Lucas, filho do radialista Jota Luiz, lançou na noite deste sábado (31), sua primeira obra literária. Sob os olhares atentos e orgulhosos de amigos de escola, familiares e autoridades, o autor saudou os presentes, agradecendo o apoio principalmente dos seus pais e colaboradores, para a concretização de “Mar noturno”, que começou ser escrito em outubro de 2013.

Veja mais fotos do lançamento: Lançamento do livro “Mar Noturno”, de Neyvele Lucas.

“Comecei minha jornada com Mar Noturno em outubro de 2013, quando escrevi as primeiras páginas. Ao todo, foram oito meses de escrita. Nesses oito meses, passei por diferentes situações envolvendo o trabalho de composição da obra. Surtos e bloqueios criativos não eram mais novidades, vez por outra eu madrugava escrevendo. Em contrapartida, passava dias sem escrever, pois não surgiam ideias”, relatou.

O livro

Uma porta. Aos olhos de Daniel, uma porta comum, completamente inerte. Aos olhos de Clara, a passagem para uma nova vida. Uma vida composta por tribulações, desgraças e sofrimento. Sua tentativa de avisá-lo sobre o perigo que o aguarda é frustrada. Tudo o que Daniel quer é entrar naquele porão, para ele, inofensivo. Seguindo seu desejo, Daniel infiltra-se na densa escuridão do local.

A partir daí, inicia-se uma fase de desconstrução em sua vida, revelando o erro por ele cometido. Uma batalha é travada. De um lado, uma maldição, extraindo cada gota de felicidade que possa haver em seu ser. Do outro, Daniel, vendo a vida desabar à sua frente, sabendo que pode mudar tudo isso com apenas uma escolha.

Assim começa a fascinante e curiosa história de ficção de “Mar noturno”.

Contratado pela Chiado Editora, responsável pela produção da obra, uma das maiores casas editoriais da Língua Portuguesa, Neyvile publicará o livro em Portugal.

A solenidade de lançamento do livro aconteceu na quadra do Instituto Moderno em Mamanguape, acompanhado de um coquetel aos convidados.

Da redação

PBVale

 

 

Campanha Novembro Azul alerta para prevenção do câncer de próstata

Banner Novembro Azul PBVale 2Por ano, são feitos no Brasil cerca de 69 mil diagnósticos de câncer de próstata. Para conscientizar homens sobre a importância da prevenção e diagnóstico desse tipo de câncer, entidades médicas em todo o mundo iniciam neste mês campanha chamada Novembro Azul. No Brasil, a campanha é lançada oficialmente neste domingo (1º), durante o 35º Congresso Brasileiro de Urologia, no Rio de Janeiro.

O movimento surgiu na Austrália, em 2003, durante o Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata, em 17 de novembro.

De acordo com o médico Alfredo Canalini, membro da Comissão de Comunicação da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), o foco da campanha é conscientizar os homens para que façam o exame de próstata, principalmente aos 50 anos, “e mais ainda para aqueles que são do fator de risco, que envolve história familiar forte para câncer de próstata e homens afrodescendentes”.

 “A gente lamenta que alguns desses casos [câncer de próstata] não são feitos no momento em que a doença é inicial. Por isso, a gente enfatiza muito o aspecto do exame rotineiro do homem”.

O urologista explicou que a doença não apresenta sintomas na fase inicial. Quando o câncer de próstata começa a dar sintomas, a doença já está avançada. O câncer de próstata é o mais frequente entre os homens.

Alfredo Canalini destacou que com o aumento da longevidade, a incidência da doença aumentou. “Mais da metade dos tumores malignos de próstata aparece nos homens acima de 65 anos de idade”.

Durante o mês de novembro, especialistas da SBU farão palestras em todo o país para informar e orientar a população masculina a respeito da próstata e também as mulheres. “Elas são as grandes agentes de saúde. São elas que conversam com os maridos e os levam para o médico”, ressaltou Canalini.

O aposentado Laurindo da Silva Carneiro, de 73 anos, morador no Rio de Janeiro, faz questão de seguir à risca as recomendações. Graças aos exames e às consultas periódicas ao urologista, ele detectou um tumor na próstata em etapa inicial e foi operado “Não precisei fazer quimioterapia, nem nada, porque vi a tempo [a doença]. Eu vinha sempre acompanhando, todo ano, também. Foi um sucesso total”, disse.

Laurindo Carneiro contou que  o filho, de 47 anos, segue seu exemplo. Ao ver que a taxa de PSA (Antígeno Prostático-Específico) no sangue estava alta, fez exames que constataram que a próstata estava inchada. O filho do aposentado passou por uma cirurgia há cerca de um mês e passa bem. “Não dá nenhum aviso, não dói [câncer de próstata]. Então, a pessoa tem que estar sempre de olho. Quanto mais cedo, melhor”, recomendou.

Por Alana Gandra

Documento mostra acordo de US$ 250 mil para escolha da sede da Copa de 2006

Franz Beckenbauer (AFP PHOTO / CHRISTOF STACHE)
Franz Beckenbauer (AFP PHOTO / CHRISTOF STACHE)
Franz Beckenbauer (Foto: AFP)

O ídolo do futebol alemão, Franz Beckenbauer, foi uma figura decisiva no suposto caso de propina para a escolha da Alemanha como sede da Copa do Mundo em 2006. As informações são do jornal Daily Mail.

O jornal teve acesso a um documento secreto que mostraria que um acordo em junho de 2000 no valor de US$ 250 mil para que o Bayern de Munique enfrentasse a seleção de Malta em um amistoso, e em troca, os dirigentes malteses votariam a favor da Alemanhã para ser a sede do mundial.

Na época, o ex-jogador era o chefe do comitê organizador da Copa e presidente do Bayern de Munique. Norman Darmanin Demajo, presidente da Federação Maltesa de Futebol, disse ao Daily Mail que Beckenbauer estava “pessoalmente” envolvido nas negociações daquele amistoso.

O que também chama a atenção para o caso é a existência de uma cláusula para que o contrato fosse mantido em sigilo.

O ídolo do futebol alemão já havia sido colocado sob suspeita pela revista alemã Der Spiegel depois que um suposto caixa dois de 6,7 milhões de euros foi usado para comprar votos favoráveis a escolha da Alemanha.

Beckenbauer não nega a transferência e diz que que o episódio foi um erro. No entanto, o ex-jogador negou as acusações de que o dinheiro teria sido usado para compra de votos.

Por R7

Show de fogos de artifício encerra primeiros Jogos Mundiais Indígenas

Diversas etnias indígenas participam do encerramento em Palmas (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Diversas etnias indígenas participam do encerramento em Palmas (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Diversas etnias indígenas participam do encerramento em Palmas (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Um show pirotécnico encerrou os primeiros Jogos Mundiais dos Povos Indígenas (JMPI) na noite desse sábado (31), em Palmas. Fogos de artifício cobriram o céu da Arena Verde ao final da cerimônia de encerramento dos jogos, sob aplausos de milhares de indígenas e não indígenas nas areias e nas arquibancadas. Uma verdadeira maratona de jogos, debates, manifestações e muita celebração chegou ao final.

Foi uma semana intensa de descobertas e trocas culturais. Nações de várias partes do mundo se reuniram em Palmas e entraram para a história como integrantes dos primeiros jogos mundiais. Foram 1.695 indígenas do Brasil e de outros 22 países disputando provas e demonstrando seus esportes típicos.

Os palmenses, turistas e imprensa do mundo inteiro puderam ver, conversar e tirar fotos com pataxós, manokis, karajás, Kuikuros e vários outros índios do Brasil. Os estrangeiros também foram bem recebidos. Mexicanos, bolivianos, neozelandeses, canadenses, dentre outras nações, conquistaram e foram conquistadas pelo público presente. Ganhando ou perdendo, todos eram aplaudidos e celebrados.

A população de Palmas abraçou o evento. A vila dos jogos recebeu uma média de 13 mil pessoas por dia. Até sexta-feira (30), foram 104.856 mil visitas ao complexo, que abrange a Oca da Sabedoria, a Feira de Artesanato, a Feira de Agricultura, o Estádio Nilton Santos e a Arena Verde. Só na última semana, foram 51.492 visitas. Enquanto as últimas provas eram disputadas no início da noite de ontem, visitantes formavam filas enormes para entrar na Feira de Artesanato.

De acordo com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a Feira de Artesanato movimentou, só até a última quarta-feira (28), mais de R$ 300 mil em vendas de produtos produzidos por indígenas de várias etnias. Um grande comércio também foi montado em frente à feira, por iniciativa de diversas etnias, entre elas, Karajá e Pataxó. No local, o movimento também era intenso.

“Do ponto de vista da organização, a gente tem que dizer que foi um sucesso. A gente esperava um público de 100 mil pessoas até o final do evento. Passamos desse número”, avaliou o diretor-geral dos JMPI, Luiz Lobo. Para ele, a maior herança do evento é o encontro de várias culturas. “Mais positivo é essa oportunidade que povos do mundo inteiro tiveram de se encontrar em um só lugar e discutir questões como demarcação de terra, água, sustentabilidade. Acho que esse é o legado maior”.

O articulador dos jogos, Marcos Terena, também comemorou o resultado do evento sobretudo na afirmação das diferentes culturas que existem no mundo. “Não só nós, como organizadores, mas todas as delegações indígenas perceberam a importância do evento com essa grandeza. Afirmamos nossa grandeza, nossa inteligência e nossos direitos de sermos diferentes”.

Terena também lembrou o viés político dos jogos, a visibilidade para as questões indígenas. “Nós mostramos que a medalha principal é o direito à vida. Se não tivermos demarcação das terras, não terá vida e essa riqueza plástica e cultural que nós temos não vai sobreviver no futuro”.

A próxima edição já tem ano e local para acontecer. Indígenas do mundo inteiro se reencontrarão no Canadá, em 2017. “Poderemos receber vocês com toda honra e alegria com que vocês nos receberam aqui. Já convido vocês para participarem dos segundos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas”, disse o líder da etnia Cree, do Canadá, Willy Littlechild.

Por Marcelo Brandão

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