O prefeito de Vista Serrana, Emmanuel Dias (PSB), reforçou seu apoio às candidaturas de João Azevêdo e Nabor Wanderley ao Senado Federal. A manifestação integra o movimento de apoios municipais à chapa nesta reta final da campanha.
Emmanuel está à frente da Prefeitura de Vista Serrana desde janeiro de 2025. Ele foi eleito ao com 61,05% dos votos na eleição municipal de 2024.
A posição do prefeito de Vista Serrana soma-se às manifestações de gestores e lideranças municipais em favor das candidaturas de João e Nabor ao Senado. Nas últimas semanas, prefeitos e ex-prefeitos de diferentes regiões da Paraíba também anunciaram apoio aos dois candidatos, desidratando a candidatura de Veneziano.
O ex-prefeito de Cabedelo, Vitor Hugo Castelliano, declarou apoio à candidatura do deputado estadual Hervázio Bezerra (MDB) e anunciou o reforço de lideranças de João Pessoa para o projeto político do parlamentar.
Em publicação nas redes sociais, Vitor Hugo afirmou que levou 30 lideranças da Capital para uma reunião em apoio a Hervázio. Segundo ele, o grupo permanece unido e comprometido com a campanha.
Na mesma publicação, o ex-prefeito estabeleceu uma meta para a disputa: superar a marca de 50 mil votos para Hervázio nas eleições deste ano. “Vamos em busca dos 50 mil votos para o nosso deputado!”, escreveu Vitor Hugo.
Vitor Hugo foi prefeito de Cabedelo por dois mandatos e, na última quarta-feira (23), o Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) manteve o indeferimento do registro de candidatura do ex-prefeito, ao cargo de deputado estadual nas Eleições de 2026. O julgamento dos Embargos de Declaração apresentados pelo candidato, em relação a ação de impugnação, foram julgados na 71ª Sessão Ordinária. Hugo recorreu da decisão do TRE-PB ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), de onde ainda aguarda julgamento.
A 5ª Vara Criminal da Capital, em João Pessoa, tornou sem efeito, nesta sexta-feira (25), a decisão que determinava a soltura do delegado Braz Morroni de Paiva Júnior e dos investigadores Everton Rychelyson da Silva Aires, conhecido como “Bomba”, e Eduardo Jorge Ferreira do Egito, envolvidos na Operação Perfidus.
A decisão anterior havia determinado a expedição de alvarás de soltura e a aplicação de medidas cautelares, mas foi revista após a Justiça constatar que os investigados não estavam presos por este processo específico e que não havia mandados de prisão ativos relacionados aos autos.
Segundo a nova decisão, as prisões dos três ocorreram por determinações expedidas em outros procedimentos. Por isso, os alvarás de soltura não chegaram a ser cumpridos.
O juízo reconheceu que a decisão inicial foi baseada em uma “premissa equivocada”. A Justiça também cancelou as medidas cautelares que haviam sido impostas anteriormente.
A Operação Perfidus, deflagrada pela Polícia Civil da Paraíba, investiga um suposto esquema envolvendo agentes públicos e pessoas ligadas ao tráfico de drogas. De acordo com o Ministério Público da Paraíba, os investigados são acusados de envolvimento no desvio de cerca de 57 quilos de drogas apreendidas em uma ocorrência registrada em setembro de 2025.
O processo permanece suspenso enquanto o Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) analisa um conflito de competência para definir qual vara será responsável pelo andamento da ação.
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou, nesta sexta-feira (25), a proibição dos cassinos online, incluindo o “Jogo do Tigrinho”, e das casas de apostas esportivas (bets) em todo o país.
A medida foi divulgada durante cerimônia em São Paulo pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, que informou que o governo editará uma Medida Provisória (MP) para oficializar a decisão.
Além da MP, o Executivo encaminhará ao Congresso Nacional um Projeto de Lei (PL) com regras mais rígidas para combater o mercado ilegal de apostas.
Segundo o ministro, a partir de 6 de outubro não haverá mais sites de apostas nem patrocínios de bets em funcionamento no Brasil.
O Senador e candidato à reeleição ao Senado Federal Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) recebeu nesta sexta-feira (24) a reafirmação de apoio de um grupo formado por sete vereadores da cidade de Gurinhém. Eles estiveram com Veneziano para traçar as estratégias da reta final da campanha na cidade e região.
O grupo é formado pelos vereadores Paulo Sérgio, Dênis da Padaria, Marcio Zacarias, Acássia Bezerra, Paulo Ricardo, Cassiano Ricardo e Wilson.
“Gurinhém sabe o que o mandato do Senador Veneziano fez, por merecimentos de Gurinhém, de sua gente, ao longo desses últimos anos. A gente pode dar a devida resposta a tudo o que está acontecendo e a Paraíba tem testemunhado, e sei que Gurinhém assim o fará. Nós não estamos sós. Nós temos Deus, temos o povo de Gurinhém e esse grupo de vereadores, que fez questão de estar aqui, ao meu lado. Nós vamos vencer essas eleições e Gurinhém continuará a ter o seu amigo Veneziano, como toda a Paraíba continuará a ter, com as graças de Deus e o apoio das pessoas de bem, que não compactuam com o que está ocorrendo”, afirmou Veneziano.
O ex-prefeito de Cuité, Charles Camaraense, oficializou sua saída do PDT junto ao diretório estadual da legenda. A decisão acontece após o afastamento político entre o ex-gestor e o partido, que atualmente integra o grupo de apoio ao candidato ao Governo da Paraíba Cícero Lucena (MDB).
Charles afirmou que já recebeu convites de outras siglas para uma possível filiação, mas disse que ainda não pretende definir seu futuro partidário. Segundo ele, o momento é de dedicação ao projeto eleitoral do governador e candidato à reeleição Lucas Ribeiro (PP).
“Agora o foco é eleger Lucas Ribeiro”, declarou o ex-prefeito.
Charles Camaraense havia ingressado no PDT quando a legenda ainda fazia parte da base aliada de Lucas Ribeiro. O cenário mudou após o partido não conseguir indicar Rafaela Camaraense para a vaga de vice na chapa governista e decidir apoiar a candidatura de Cícero Lucena.
A Justiça da Paraíba determinou a soltura do delegado Braz Morroni de Paiva Júnior e de outros investigados na Operação Pérfidus, que apura um suposto esquema envolvendo policiais civis e pessoas ligadas ao tráfico de drogas.
Braz Morroni estava preso preventivamente desde junho de 2026, quando foi alvo da operação. Ele e os demais investigados chegaram a se tornar réus em uma ação penal apresentada pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB).
Ao analisar o pedido de revogação da prisão, o juiz entendeu que não havia mais requisitos legais para manter a medida extrema. Segundo a decisão, os fatos investigados teriam ocorrido em setembro de 2025, enquanto os acusados estavam presos temporariamente desde junho deste ano. O magistrado também destacou que a investigação policial já foi concluída, com realização de perícias e demais diligências previstas no processo.
Outro ponto considerado pela Justiça foi o fato de que os investigados já estavam afastados das funções públicas na Polícia Civil, o que reduziria, segundo a decisão, o risco de repetição das condutas utilizando a estrutura policial.
Com a soltura, foram determinadas medidas cautelares alternativas à prisão, como o comparecimento periódico em juízo a cada 30 dias, a proibição de frequentar unidades como a Draco, a Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio da Capital (DCCPAT) e a Cidade da Polícia Civil, além da restrição de contato com testemunhas, investigados e outros réus da operação.
Os investigados também não poderão deixar a comarca de João Pessoa sem autorização judicial e continuarão afastados do cargo policial. Permanecem ainda com armas, distintivos, credenciais institucionais e acessos a sistemas restritos recolhidos.
Conflito de competência
A decisão também manteve o entendimento de que o processo deve tramitar na Vara Militar e de Crimes Envolvendo Organização Criminosa da Capital. A definição final sobre a competência da unidade judicial será analisada pela Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB).
Enquanto o conflito de competência não for resolvido, a Justiça determinou que alguns atos processuais, como análise definitiva da denúncia, recursos da defesa e pedidos de compartilhamento de provas, aguardem a decisão do tribunal.
Ex-prefeito de Cabedelo, Vitor Hugo (Foto: Victor Emmanuel / Sistema Arapuan)
Ex-prefeito de Cabedelo, Vitor Hugo (Foto: Victor Emmanuel / Sistema Arapuan)
O ex-prefeito de Cabedelo e candidato nas eleições deste ano, Vitor Hugo (MDB), anunciou, na manhã desta sexta-feira (25), que fará uma pausa temporária em sua campanha eleitoral. Em vídeo divulgado nas redes sociais, ele afirmou que a decisão foi motivada pelos ataques que, segundo ele, vêm sendo direcionados à sua família.
“Venho, nesta manhã de sexta-feira, comunicar que estamos dando uma freada na campanha diante de tanto massacre à minha pessoa e, agora, à minha família. Quando vai para a família, dói muito”, declarou.
Apesar do anúncio, Vitor Hugo ressaltou que não pretende desistir da disputa eleitoral, mas apenas interromper momentaneamente o ritmo da campanha.
O ex-prefeito também afirmou que tem conduzido a campanha praticamente sozinho e agradeceu o apoio recebido da população, especialmente dos moradores de Cabedelo.
Segundo ele, sua candidatura conta com o respaldo popular e já teria conquistado mais de 10 mil votos em Cabedelo, sem o apoio de grandes lideranças políticas.
Ao final da declaração, Vitor Hugo fez referência às eleições municipais de 2028, afirmando que o próximo pleito está próximo, em uma sinalização de que pretende continuar atuando politicamente.
Lei nº 14.709/2026, publicada nesta sexta-feira (25) no Diário Oficial do Estado, alcança hospitais e clínicas públicos e privados de toda a Paraíba
Hospitais, clínicas e demais estabelecimentos de saúde, públicos e privados, da Paraíba passam a ser obrigados a comunicar às autoridades os casos em que houver indícios ou confirmação de agressão contra pessoas em situação de vulnerabilidade atendidas em suas dependências. É o que determina a Lei nº 14.709/2026, de autoria do deputado estadual Wilson Filho (Republicanos), sancionada pelo governador Lucas Ribeiro e publicada no Diário Oficial do Estado desta sexta-feira (25).
A lei considera em situação de vulnerabilidade crianças e adolescentes, idosos, pessoas com deficiência, vítimas de violência doméstica ou familiar, pessoas incapazes de expressar livremente sua vontade e quaisquer outras que, por condição física, mental, social ou econômica, estejam em situação de fragilidade. Pelo texto, a comunicação deve ser feita de forma imediata ou no menor prazo possível, conforme a gravidade do caso, à autoridade policial, ao Ministério Público e, quando envolver crianças e adolescentes, ao Conselho Tutelar. A notificação deverá conter, sempre que possível, a identificação da vítima, a descrição dos indícios ou da confirmação da agressão, as circunstâncias do atendimento e a identificação do profissional ou da unidade responsável.
A proteção da vítima também está garantida: a lei determina a preservação do sigilo das informações e proíbe a divulgação de dados que possam de alguma maneira a expor, ressalvadas as hipóteses legais. Para Wilson Filho, a unidade de saúde é, muitas vezes, o primeiro e único lugar onde a violência aparece. “Quem chega a um hospital com marcas de agressão não pode sair de lá invisível. Essa lei transforma o atendimento em uma porta de proteção, fazendo com que a informação chegue a quem tem o dever de agir e interromper o ciclo de violência”, afirma o deputado.
Atuação permanente – A nova legislação soma-se a uma trajetória de leis de Wilson Filho voltadas à proteção de quem mais precisa, como a Lei 12.103/2021, que fortalece o protocolo “Sinal Vermelho” de denúncia de violência doméstica em farmácias; e a Lei 12.460/2022, que assegura à mulher o direito a acompanhante em procedimentos médicos nas redes pública e privada. A Lei nº 14.709/2026 entra em vigor 90 dias após a publicação. O Poder Executivo poderá regulamentar os fluxos de comunicação e a integração entre os órgãos envolvidos.
A residência onde estava o presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), deputado Adriano Galdino, foi alvo de uma invasão criminosa na manhã desta sexta-feira (25), no município de Pocinhos, localizado na região de Campina Grande.
De acordo com as primeiras informações, homens armados entraram no imóvel e roubaram objetos pertencentes à família. No momento da ação, Adriano Galdino estava na casa acompanhado da esposa, Eliane Galdino, prefeita de Pocinhos.
As circunstâncias da invasão, o número de envolvidos e a identidade dos suspeitos ainda não foram divulgados. As forças de segurança devem iniciar as investigações para esclarecer o crime e identificar os responsáveis.
O Ministério Público da Paraíba (MPPB) abriu inquérito civil para investigar possíveis irregularidades nos gastos com combustíveis da Secretaria de Transportes de Jacaraú, no Litoral Norte. A apuração busca verificar a regularidade das despesas, contratos e uso de recursos públicos. Até o momento, não há conclusão sobre responsáveis ou prejuízos ao município
A Prefeitura de Mamanguape entregou, nesta quinta-feira (29), a reconstrução do Ginásio Poliesportivo “O Irmãozão”, considerado o maior e mais moderno do Vale do Mamanguape. Fechado desde 2017, o espaço foi totalmente revitalizado com investimento de R$ 2,9 milhões, provenientes de recursos próprios do município e da área da Educação.
A federação formada por PT, PCdoB e PV avisou que pode deixar o bloco de apoio à reeleição de Hugo Motta (Republicanos-PB) caso PL e Novo passem a integrar a aliança. Hugo afirmou que ouvirá os partidos antes de tomar uma decisão, enquanto a federação busca evitar o fortalecimento do PL na estrutura de comando da Câmara dos Deputados.