A Procuradoria-Geral da República (PGR) enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) parecer a favor do perdão do restante da pena do ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu, condenado em 2013 a sete anos e 11 meses de prisão, no julgamento da Ação Penal 470, o processo do mensalão.
Em agosto do ano passado, antes de ser preso em Brasília, pelas investigações da Operação Lava Jato, Dirceu cumpria, em regime aberto, a pena definida no julgamento. Ele cumpriu dois anos e nove dias e, se não tivesse sido preso novamente, já teria direito à condicional.
Na manifestação, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, reconheceu que Dirceu cometeu falta grave pelos novos delitos praticados durante o cumprimento da pena, que determinaram a condenação dele na Lava Jato. No entanto, o procurador entendeu que o fato não impede a concessão do benefício.
Indulto
Janot explicou que o decreto presidencial, editado todos os anos, somente impede a concessão do indulto se o condenado tiver cometido falta grave um ano antes da publicação, que ocorreu no 24 de dezembro do ano passado. Na sentença, o juiz Sérgio Moro reconheceu que os crimes de Dirceu aconteceram até 13 de novembro de 2013.
A defesa de Dirceu alega que o ex-ministro tem direito ao benefício, conforme decreto anual da Presidência da República, publicado no Diário Oficial da União do dia 24 de dezembro do ano passado. O indulto é concedido com base em manifestação do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária, acolhida pelo ministro da Justiça, e considerando a tradição por ocasião das festividades do Natal. Agora, o pedido será julgado pelo ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal.
Em maio, o ex-ministro José Dirceu foi condenado pelo juiz federal Sérgio Moro a 23 anos e três meses de prisão pelos crimes de corrupção, de lavagem e de pertinência à organização criminosa. A pena deverá ser cumprida inicialmente em regime fechado. Cabe recurso da condenação.
A nação é alvo frequente de ataques, principalmente de separatistas curdos
Um atentado terrorista no Aeroporto de Ataturk, em Istambul, na Turquia, matou pelo menos dez pessoas na noite desta terça-feira (28) e feriu outras 20.
A informação é do ministro da Justiça, Bekir Bozdag. Segundo ele, dois suicidas se explodiram durante um confronto com a polícia. O Aeroporto de Ataturk é o mais movimentado da Turquia.
De acordo com a “CNN” turca, as bombas teriam sido acionadas no terminal internacional, mas ainda não há uma confirmação oficial do local exato das explosões. As autoridades de telecomunicações do país proibiram a divulgação de imagens que mostrem a cena do ataque, um tipo de censura recorrente na Turquia em caso de ações terroristas.
A nação é alvo frequente de ataques, principalmente de separatistas curdos.
Nos últimos meses, o grupo Falcões pela Libertação do Curdistão (TAK) realizou diversos atentados em solo turco. Suas atividades são motivo de controvérsia, já que alguns acreditam que o TAK é apenas uma franja do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), a mais ativa organização militante curda, enquanto outros defendem que ele é totalmente independente.
Com 26 milhões de pessoas, os curdos são a maior etnia sem Estado próprio em todo o mundo.
Eles reclamam soberania sobre um território que cobre majoritariamente o Sudeste da Turquia e o Norte do Iraque e da Síria. Estima-se que o conflito de décadas com Ancara já tenha deixado mais de 40 mil mortos.
Além disso, a Turquia é alvo do Estado Islâmico (EI), uma vez que integra uma ampla coalizão internacional contra o grupo jihadista.
* A matéria foi atualizada às 17h48 para inclusão de novas informações
Estudante foi morto em padaria da família, na Capital
Estudante foi morto em padaria da família, na Capital
Maria Celeste, de 26 anos, presa por contratar criminosos para executar o irmão durante um suposto assalto a uma padaria, em João Pessoa, planejou a morte da vítima por R$ 13 mil para ficar com o patrimônio da família avaliado em R$ 1 milhão. O estudante de Veterinária da UFPB Marcos Antônio Filho, de 28 anos, foi morto em junho deste ano por ter descoberto vendas de bens da família de forma ilegal e transações criminosas de Maria Celeste. A conclusão é da Polícia Civil da Paraíba e foi divulgada durante entrevista coletiva nesta terça-feira (28), um dia depois de seis pessoas terem sido presas, suspeitas na trama. Um sétimo suspeito foi preso nesta terça (28).
Investigações
De acordo com investigações da Polícia Civil, comandadas pelos delegados Aldrovilli Grisi e Júlia Valesca, há dois anos, o pai de Maria Celeste morreu e ela começou a comandar os negócios da família, que incluem a padaria no Jardim Luna, que foi o local do crime. Durante esse período, a jovem cuidava da mãe que ficou depressiva devido à perda do marido, e Celeste se mostrava uma pessoa amorosa. Porém, segundo a polícia, ela sempre mantinha a mãe dopada com antidepressivos e com isso começou a se desfazer dos bens da família.
Conforme divulgado em coletiva pela polícia, foram vendidos um carro e uma casa avaliados em mais de R$ 400 mil. Segundo a Polícia Civil, Marcos Antônio descobriu no escritório da irmã uma procuração falsa com o nome dele para venda de um veículo. Além disso, o estudante teria encontrado no WhatsApp da irmã uma conversa dela tramando um assalto a um dos compradores dos bens.
A polícia concluiu que, após a descoberta, Marcos Antônio começou a pressioná-la pelo dinheiro da venda dos bens. Os delegados informaram que a jovem tentou despistar o irmão, mas sem sucesso. Maria Celeste então teria decretado a morte do irmão. Conforme a Polícia Civil, foi pouco mais de um mês para a contratação do pessoal, planejamento e execução. Pelo assassinato, os executores receberiam R$ 13 mil, mas o dinheiro não foi pago.
Sigilo telefônico
A Delegacia de Homicídios de João Pessoa chegou até a suspeita depois da quebra de sigilo telefônico da vítima, autorizado pela Justiça. Inicialmente, o crime começou a ser investigado pela Delegacia de Roubos e Furtos depois da suspeita de que o caso poderia se tratar de um latrocínio (roubo seguido de morte).
Com a quebra do sigilo do celular de Marcos Antônio, houve uma mudança no rumo das investigações e o caso passou a ser comandado pela Delegacia de Homicídios. Segundo o delegado Aldrovilli Grisi, a polícia encontrou no celular da vítima várias ligações e conversas entre Marcos e Celeste, nas quais ele a questionava sobre a venda do patrimônio e a forma das transações. O sigilo telefônico da suspeita foi quebrado e a Polícia Civil descobriu o planejamento do crime.
Crime
No dia 4 de junho deste ano, segundo a Polícia Civil, Maria Celeste atraiu o irmão até a padaria da família sob o pretexto de que o dinheiro da venda dos bens seria repassado para ele. Ela repassou a localização da padaria pelo WhastApp e a foto da vítima para os executores. De posse das informações, a dupla foi até o estabelecimento e praticou o crime. Marcos Antônio não reagiu ao suposto assalto, se ajoelhou e foi atingido com um tiro à queima roupa. Alguns objetos pessoais da vítima foram levados para despistar as investigações.
De acordo com a polícia, Celeste teria tirado o dinheiro do caixa da padaria e saído do local, alegando que iria comprar farinha de trigo. Nesse momento, os suspeitos agiram.
Vida de luxo
Segundo levantamento da Polícia Civil, Maria Celeste é homossexual e teria um relacionamento amoroso com duas jovens, que trabalhavam para ela na padaria. Com o dinheiro da venda dos bens, a suspeita alugou uma casa no valor de R$ 2,5 mil onde promovia festas. Além disso, a jovem arcava com as despesas das namoradas, fazia viagens e mantinha uma vida de luxo.
Alvo dos executores seria ‘desconhecido’
Durante entrevista coletiva da Polícia Civil, em João Pessoa, as pessoas contratadas para matar Marcos Antônio revelaram que não conheciam o alvo e que praticaram o crime porque Maria Celeste disse que era um homem que estaria cobrando uma dívida a ela. Eles falaram que a suspeita de planejar o crime não revelou que a vítima era o próprio irmão. O grupo disse que, caso soubesse o grau de parentesco, não teria matado o jovem, mas a mandante.
Pagamento aos executores
Segundo a polícia, pela morte de Marcos Antônio, Maria Celeste revelou que pagaria R$ 13 mil. O valor combinado não foi pago e ela tentou repassar outra quantia menor que o preço combinado, mas o novo valor não foi aceito e ela começou a ser cobrada. Para a quitação da dívida, Celeste tentou retirar a moto do irmão apreendida pela polícia que seria vendida. Ao tentar retirar o veículo da Central de Polícia Civil em João Pessoa, ela foi presa e denunciada pelos comparsas.
Ainda conforme o delegado Aldrovili Grisi, Maria Celeste não tinha passagem pela polícia e permaneceu em silêncio durante todo o interrogatório.
O prejuízo aos cofres públicos causado por um um esquema de fraude em licitações e desvio de recursos em obras da região de Patos, no Sertão paraibano, são estimados em R$ 2,8 milhões. A quadrilha é investigada pela Operação Desumanidades, que foi deflagrada na manhã desta terça-feira (28).
Foram expedidos três mandados de prisão preventiva, que ainda não foram cumpridos, além de 14 conduções coercitivas e 2 mandados de busca e apreensão, todos cumpridos. O prefeito de Quixaba, Júlio César de Medeiros (PMDB), foi conduzido para a sede do Ministério Público Federal em Patos.
A Justiça Federal autorizou a divulgação das fotos dos três empresários que seguem foragidos. As imagens foram publicadas no site do MPF da Paraíba. Os cidadãos devem comunicar a qualquer órgão de segurança pública o paradeiro dos foragidos. Os mandados estão incluídos no banco nacional de mandados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Foram alvos de busca e apreensão a Prefeitura de Quixaba e a casa do prefeito. Três empresários do ramo da construção civil foram presos. Ainda estão entre os conduzidos coercitivamente dois servidores municipais de Quixaba, representantes de empresas, sócios e familiares. Todos são obrigados a prestarem depoimento ao MPF.
A operação é conjunta, uma parceria entre Departamento de Polícia Federal (DPF), Ministério da Transparência, Fiscalização e Controle (MTFC), o Tribunal de Contas Estadual (TCE) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Primeira fase A primeira fase da Desumanidades aconteceu no dia 4 de dezembro de 2015. Foram cumpridos 18 mandados de busca e apreensão e 10 conduções coercitivas, expedidas pelo Tribunal Regional Federal (TRF) da 5ª Região. As ordens judiciais foram cumpridas nas cidades de Patos, Emas, ambas no Sertão, e João Pessoa, Cabedelo e Bayeux, na Região Metropolitana da capital.
De 21 a 27 de junho deste ano, 2664 motoristas foram multados nas estradas da Paraíba durante a Operação Festas Juninas 2016 da Polícia Rodoviária Federal (PRF), de acordo com informações divulgada pelo órgão nesta terça-feira (28). Destes, 1.192 foram multados por excesso de velocidade e 1.472 por outras infrações de trânsito. Além disso, 22 pessoas foram presas.
Estes dados são referentes à Operação Festas Juninas 2016. O esquema policial foi deflagrado no dia 21 deste mês e apresentou queda em todos os indicadores de acidentes, feridos e mortos. O número de acidentes, por exemplo, caiu de 83 em 2015, para 32 neste ano. Os acidentes graves caíram de 18 para oito.
Segundo a PRF, a operação teve o objetivo de garantir aos usuários das rodovias federais, segurança, conforto e fluidez do trânsito. O reforço na fiscalização foi concentrado nas Regiões Metropolitanas de João Pessoa, Campina Grande e no Sertão Paraibano.
A PRF priorizou algumas ações para redução da violência do trânsito, com o combate à embriaguez ao volante, o excesso de velocidade, as ultrapassagens indevidas e a condução irregular de veículos de duas rodas (motos, motonetas e ciclomotores).
Até 2030, 69 milhões de menores de 5 anos morreriam de causas evitáveis.
Até 2030, 70 milhões de menores de 5 anos morreriam de causas evitáveis.
Quase 70 milhões de crianças morrerão antes dos cinco anos até 2030 e 167 milhões viverão em pobreza extrema nesse ano se a comunidade internacional não investir já nas mais crianças pobres, alertou hoje (28) o Fundo das Nações Unidas para a Infância – Unicef.
Intitulado “Uma oportunidade justa para todas as crianças”, o relatório anual do Unicef revela que, embora o mundo tenha registado progressos na infância, essas melhorias não foram uniformes e as desigualdades marcam a vida de milhões de crianças.
“Quando olhamos para o mundo de hoje, somos confrontados com uma verdade desconfortável, mas inegável: As vidas de milhões de crianças são arruinadas pelo simples fato de terem nascido num determinado país, comunidade, género ou circunstância”, escreve o diretor-geral da organização, Anthony Lake, no prefácio do relatório.
Para ele, “agora é o momento de agir” porque, se o mundo não acelerar o ritmo de progresso, 69 milhões de crianças morrerão, em sua maioria de causas evitáveis, antes de completarem cinco anos, até 2030, o ano em que terminam os Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis, definidos no ano passado.
África
Nesse mesmo ano, as crianças da África subsaariana terão 10 vezes mais probabilidade de morrer antes dos cinco anos do que as dos países ricos e nove em cada dez crianças a viver em pobreza extrema estarão naquela área, alertou Anthony Lake.
Se nada for feito, mais de 60 milhões de crianças em idade escolar estarão fora da escola e cerca de 750 milhões de mulheres terão sido casadas na infância.
O diretor-geral da Unicef sublinha que o futuro não tem de ser tão sombrio e lembra que muitos dos constrangimentos que impedem o mundo de ajudar estas crianças não são técnicos.
“São uma questão de compromisso político. São uma questão de recursos. E são uma questão de vontade coletiva”, alertou.
O relatório revela que investir nas crianças mais vulneráveis pode produzir benefícios imediatos e a longo prazo, tanto para as próprias crianças como para a sociedade.
Segundo o documento, cada ano adicional de escolaridade que uma criança frequenta se traduz em um aumento de cerca de 10% dos rendimentos que aufere na idade adulta e, por cada ano adicional de escolaridade que os jovens de um país completam, as taxas de pobreza diminuem cerca de 9%.
“Mais do que nunca, devemos reconhecer que o desenvolvimento só é sustentável se puder ser continuado – sustentado – pelas gerações futuras”, escreveu Anthony Lake.
E exemplifica: “Quando ajudamos um menino a ter acesso aos medicamentos e nutrição de que precisa para crescer saudável e forte, não só aumentamos as suas hipóteses na vida, como reduzimos os custos sociais e económicos associados à doença e à fraca produtividade”.
O prefácio do diretor-geral termina com um apelo: “Nós conseguimos. A injustiça não é inevitável. A desigualdade é uma escolha. Promover a equidade – uma oportunidade justa para cada criança, para todas as crianças – também é uma escolha. Uma escolha que podemos fazer e devemos fazer. Pelo seu futuro, e pelo futuro do nosso mundo”.
O não julgamento pelas casas legislativas não deve livrar os gestores incluídos na chamada lista dos “fichas-sujas” do TCE de serem alvos de ações de impugnação de registro de candidaturas, caso venha disputar as eleições deste ano. Das 611 prestações de prefeitos rejeitadas pelo TCE nos últimos oito anos, apenas 239 foram apreciadas.
A falta da apresentação de decreto legislativo pelos legislativos municipais chamou à atenção do conselheiro Fernando Catão, corregedor do TCE, que propôs a edição de uma resolução normativa obrigando os presidentes das câmaras municipais enviarem ao TCE a ata da sessão em que as contas foram apreciadas, com as exposições dos motivos que levaram à rejeição do parecer da Corte de Contas, com os elementos técnicos “Essa omissão deve ser corrigida. O TCE precisa de um retorno das casas legislativas sobre essa questão e não basta apenas rejeitar o parecer do Tribunal, mas tem que haver a justificativa e apresentação dos critérios técnicos que levaram a essa posição”, argumentou o corregedor.
De acordo com o vice-presidente do TCE, André Carlo Torres, as condenações, de acordo com a nova legislação, por si só já serão suficientes para que o Ministério Público Eleitoral peça a impugnação de possíveis pedidos de registros de candidaturas dos integrantes da lista, principalmente, dos que contam com imputações do débito.
Torres também chamou atenção para a questão temporal, explicando que se dentro de um prazo limite, de 60 dias do recebimento do acórdão sem que a Câmara se pronunciar, deve prevalecer a decisão do TCE.
Condições para inelegibilidade
Por outro lado, nem todos os integrantes da lista de gestores com contas rejeitadas pelo TCE podem ser considerados “fichas-sujas” ou ser alvo de ação para impugnação de registro de candidatura por inelegibilidade, caso venham se candidatar ao pleito. São considerados inelegíveis os que tiveram contas rejeitadas por irregularidade insanável e por decisão irrecorrível da Corte de Contas. Ressalvados os casos em que a questão estiver sendo submetida à apreciação do Judiciário, ou que haja sentença judicial favorável ao interessado, em cumprimento ao disposto na Lei das Eleições.
A Lei da Ficha Limpa diz ainda que são inelegíveis para qualquer cargo os que forem condenados, em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão colegiado da Justiça Eleitoral, por corrupção eleitoral, por captação ilícita de sufrágio, por doação, captação ou gastos ilícitos de recursos de campanha ou por conduta vedada aos agentes públicos em campanhas eleitorais.
O município de Mamanguape realiza nesta terça-feira (28) a tradicional festa dos padroeiros São Pedro e São Paulo. A comemoração, que é uma das maiores da região e do estado, sempre atraí um grande número de turistas e visitantes para o município, que vem no intuito de se divertir e de aproveitar o melhor do forró.
O evento acontecerá na Praça da Matriz, no Centro da cidade, e terá a sua abertura oficial às 22h00. No palco, três atrações irão animar o público. Os shows ficarão por conta das bandas Forró de Farra, Rafael Sacanão e Forró da Sacanagem e do Mano Walter, uma das maiores sensações de forró do momento.
A Prefeitura preparou tudo para receber bem não apenas os seus munícipes, mas também todas as pessoas que decidirem visitar a cidade nesse dia. As equipes de segurança da Guarda Municipal receberão o reforço de seguranças particulares e do monitoramento eletrônico além, é claro, de contar com o valioso apoio dos órgãos de Segurança Pública, a exemplo das polícias Civil e Militar.
Nesta terça-feira (28), dia do evento, as repartições públicas municipais não funcionarão em virtude do ponto facultativo decretado para data. O trânsito também sofrerá alterações e será desviado, durante o período necessário para a realização da festa, pela rua Marquês do Herval para os motoristas que saírem da Rua São João com destino ao Centro da cidade.
Fakes utilizados para difamação online de políticos começam a pagar por crimes
As redes sociais tornaram-se um autêntico fenômeno de popularidade que se confundem com o próprio conceito de internet para vários brasileiros. Se por um lado esta nova forma de comunicação propicia surgimento de vários negócios, amizades, relacionamentos e até casamentos, por outro, tem sido cenário para a prática de inúmeros abusos previstos na nossa legislação. Principalmente, em período eleitoral.
Um perfil criado nas redes sociais com fotos e informações de terceiros como se fossem próprios pode ser considerado crime. Ainda que todos saibam deste alcance e o ato de parecer uma brincadeira, o perfil “fake” leva o seu autor a responder por falsa identidade ou de falsidade ideológica, diz o delegado especializado em investigações de crimes cibernéticos, Higor Jorge. Segundo ele, à medida que cresce o uso da internet, aumenta também as possibilidades das redes sociais se tornarem objetos de crimes, o que, aliás, já tem acontecido.
“O processo é complexo, pois envolve elementos da investigação tradicional, mas também de inteligência eletrônica”, diz Higor. Conforme o policial, boa parte dos casos tem sido esclarecidos. “Os crimes de internet deixam rastros”.
Além disso, o perfil criado com a finalidade de obter vantagem ilícita, induzindo ou mantendo alguém em erro pode ser enquadrado no crime de estelionato.
Diz o TSE – Já são consideradas práticas criminosas, por exemplo, “a contratação direta ou indireta de grupo de pessoas com a finalidade específica de emitir mensagens ou comentários na internet para ofender a honra ou denegrir a imagem de candidato, partido ou coligação”.
Contratar colaboradores com essa finalidade poderá ser punido com detenção de dois a quatro anos e multa de R$ 15 mil a R$ 50 mil. Já as pessoas que forem contratadas para realizar tais ações também incorrerão em crime e poderão ser punidas com detenção de seis meses a um ano, com alternativa de prestação de serviços à comunidade pelo mesmo período, e multa de R$ 5 mil a R$ 30 mil.
Pois bem, por outro lado, a internet deve resguardar a individualidade, a privacidade e liberdade dos usuários, mas isso não significa que pode tudo. Nas redes, como na vida social, temos direitos mais também deveres. O Marco Civil da Internet (oficialmente chamado de Lei nº 12.965, de 23 de abril de 2014) é a lei que regula o uso da Internet no Brasil, por meio da previsão de princípios, garantias, direitos e deveres para os internautas, bem como a determinação de diretrizes para a atuação do Estado.
A internet deixou de ser “terra de ninguém”. Pessoas que se escondiam atrás de fakes para caluniar outras estão sendo descobertas e respondendo até criminalmente pelas postagens. Mesmo assim, com a proximidade das eleições para prefeitos e vereadores, a tendência, segundo especialistas, é que o número de perfis falsos dispare.
Alerta
O cientista político Fábio Pacano alerta: ataques feitos a fakes podem, inclusive, prejudicar a imagem de políticos devido à relevância das redes sociais. “Porém, se o autor é desconhecido, o que ele publica não pode ter crédito, é como se fosse fofoca”, explica. E alerta os frequentadores da internet e das redes sociais: “O internauta não deve replicar postagens sem critérios. A partir do momento que compartilha, se torna coautor”.
Quando uma publicação adentra no campo dos crimes contra a honra, ultrapassa os limites da liberdade de expressão, de acordo com o advogado e especialista em direito da informática e internet Paulo Sá Elias.
“O cidadão tem o direito de opinar, de reclamar, de criticar. As críticas, por mais duras e veementes que possam ser, não são passíveis de responsabilidade por conta do caráter mordaz ou irônico, ou até mesmo em razão de seu rigor”, explica.
Entretanto, toda vez que uma calúnia, difamação ou injúria for cometida contra um político ou um cidadão – a polícia, a Justiça – devem ser acionadas. “Polícia, Poder Judiciário e Ministério Público já possuem profissionais especializados em crimes cometidos pela internet”, destaca o especialista.
Por Lenilson Balla, com pesquisa em EPTV, CBN, GGN e TSE
Exército colombiano: trata-se do pior acidente da aviação militar registrado na Colômbia
Dezessete militares que viajavam em um helicóptero Mi-17 de fabricação russa morreram quando a aeronave caiu em uma região montanhosa do centro da Colômbia, aparentemente devido às más condições climáticas, informou nesta segunda-feira o ExércitoNacional colombiano.
O helicóptero se acidentou no domingo perto do município de Pensilvania, no Estado de Caldas, localizado na Cordilheira Central dos Andes colombianos, 180 quilômetros ao noroeste da capital Bogotá.
“As primeiras hipóteses indicam que o acidente poderia estar relacionado com o mau tempo naquela região”, disse um comunicado do Exército.
O helicóptero caído se deslocava entre a cidade de Quibdó, a capital do Estado de Chocó, e a base militar de Tolemaida, no centro do país.
Trata-se do pior acidente da aviação militar registrado na Colômbia desde que 16 policiais morreram em agosto, quando o helicóptero UH-60 Black Hawk norte-americano em que voavam caiu em uma região de selva no noroeste do país durante uma operação contra o narcotráfico.
As Forças Armadas da Colômbia têm dezenas de helicópteros Mi-17 e Black Hawk usados na ofensiva contra as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), as gangues de criminosos e o narcotráfico em meio a um conflito interno de mais de meio século que deixou mais de 220 mil mortos.
O governador reeleito Lucas Ribeiro reuniu mais de 100 prefeitos e lideranças políticas, em Campina Grande, para reforçar a campanha de Lula no segundo turno. Durante o encontro, ele destacou a parceria entre os governos estadual e federal, defendeu a continuidade de investimentos na Paraíba e convocou as lideranças a intensificarem a mobilização nos municípios.
Lagoa de Dentro realiza, de 14 a 18 de outubro, a Rota Cultural Raízes do Brejo 2026, com uma programação voltada à valorização da cultura nordestina. O evento contará com atrações culturais, gastronomia, artesanato e shows musicais, fortalecendo o turismo e as tradições do município.