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‘Muriçocas do Miramar’ acaba com 27 pessoas levadas ao posto da PM

Suspeito de tráfico foi preso com cocaína e dinheiro
Suspeito de tráfico foi preso com cocaína e dinheiro
Suspeito de tráfico foi preso com cocaína e dinheiro

Vinte e sete pessoas foram levadas até o posto de comando e controle da Polícia Militar durante o desfile das Muriçocas do Miramar, nessa quarta-feira (22).

Segundo divulgado pela PM, seis pessoas foram flagradas fazendo desordem e cinco foram detidas por agressão. Outras quatro portavam facas. Ainda conforme o balanço, a polícia encontrou três pessoas com loló e três mulheres foram presas por roubo de celulares.

Ainda houve identificação de uma pessoa suspeita de tráfico de drogas, que portava cocaína e dinheiro trocado, e uma flagrada com objeto suspeito. As outras duas conduções ao posto da PM foram por desacato e ato obsceno.

Das 27 pessoas, apenas cinco foram conduzidas para delegacias: as três mulheres por roubo de celulares, o suspeito de tráfico e o que cometeu desacato e resistiu à prisão.

Da Secom-PB

Ministro do STF determina novas eleições em até 15 dias no TJPB

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Roberto Barroso, determinou, nesta quinta-feira (23), a realização de novas eleições para presidente, vice-presidente e corregedor do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB). Barroso acatou parcialmente o pedido liminar feito em mandado de segurança pelo desembargador Saulo de Sá e Benevides.

De acordo com a decisão de Barroso, a eleição deve acontecer em até 15 dias. Até a realização do pleito, a atual gestão deve permanecer provisoriamente no comando do tribunal.

O atual presidente, desembargador Joás de Brito Pereira Filho havia assumido o comando da Corte no último dia 1º, após o STF suspender a eleição da mesa diretora em dezembro do ano passado. À época, o então relator do processo, ministro Teori Zavascki (in memoriam), havia determinado a realização de um novo pleito, anulando a eleição vencida em novembro pelo desembargador João Alves.

A decisão de Zavascki acatou reclamação feita pelos desembargadores Márcio Murilo e Joás de Brito, que alegaram erro procedimental, já que os desembargadores escolhidos não haviam sido os mais antigos da Corte, o que desrespeita entendimento firmado pelo próprio Supremo.

Do PBVale, com Portal Correio 

Aguinaldo Ribeiro é o novo líder do governo Temer na Câmara Federal

Aguinaldo Ribeiro é o relator da reforma tributária.
Aguinaldo Ribeiro
Aguinaldo Ribeiro

O Palácio do Planalto confirmou nesta quinta-feira (23) o deputado federal paraibano Aguinaldo Ribeiro (PP) como novo líder do governo do presidente Michel Temer na Câmara dos Deputados. Ele ganhou a disputa na base pelo posto.

Aguinaldo é irmão da deputada estadual Daniela Ribeiro (PP) e filho do vice-prefeito de Campina Grande (PB), o ex-deputado Enivaldo Ribeiro.

O até então líder do governo, André Moura (PSC-SE), já enfrentava instabilidades no cargo, mas neste ano viu aumentar a pressão por sua saída.

Tanto Moura quanto Ribeiro integram o chamado centrão, grupo político que perdeu força após a eleição de Rodrigo Maia (DEM-RJ) para a presidência da Câmara. Aguinaldo era o nome preferido de Rodrigo Maia.

Ribeiro foi ministro das Cidades do governo da ex-presidente Dilma Rousseff e líder do PP na Câmara.

Do Portal Correio

Secretaria de Eventos e Turismo divulga programação oficial do carnaval 2017 de Marcação

Carnaval 2017 de Marcação
Carnaval 2017 de Marcação
Carnaval 2017 de Marcação

Para seguir com o calendário de eventos do município, a Secretaria de Eventos e Turismo divulgou na noite desta quarta feira (22) a Programação oficial do Carnaval 2017 em Marcação. Segundo a prefeita Lili, a nova gestão preparou uma programação diferenciada e o turista que visitar a cidade durante os dias de momo, além da beleza natural e exuberante das aldeias, vai poder encontrar uma nova estrutura na praia de Coqueirinho, onde serviços de melhorias estão sendo realizados nas estradas, bem como abertura de nova via de acesso.

Confira nota e programação publicada pela assessoria da Prefeitura de Marcação:

“Mesmo em meio a tantas dificuldades que possam impossibilitar a Prefeitura de realizar o carnaval 2017, esforços não foram poupados para que uma programação extensa fosse oferecida para os foliões marcacãoenses e turistas que poderão usufruir desde a Sexta (24) até Terça (28) com programações que não se resumem apenas à área central da cidade (24 e 25), mas às Aldeias Camurupim (dia 27), Tramataia (dias 26, 27 e 28) e também uma das maiores expectativas que é o ‘Coqueirinho Folia’ realizado na Aldeia/Praia de Coqueirinho do Norte”.

Clique nas imagens para conferir toda programação:

Vereador denuncia irregularidade na entrega de cheques para blocos carnavalescos em Capim

Neto Chaves
Neto Chaves

Na cidade de Capim, no Litoral Norte paraibano, o vereador de oposição Neto Chaves (PMDB) protocolou denuncia no Ministério Público Estadual da Comarca de Mamanguape, apontando irregularidades praticadas pela Secretaria de Cultura do município.

Conforme relato e documentos apresentados no MP pelo parlamentar, alguns cheques no valor de R$ 500 (quinhentos reais) de uma empresa pertencente à vereadora Tereza Carvalho (PSDB), foram entregues pelo órgão municipal como forma de apoio cultural aos blocos carnavalescos de Capim.

“Já denunciamos o fato no Ministério Público. No dia 2 de março, após o feriado de carnaval, estaremos levando a denuncia para a tribuna da Câmara de Vereadores. Como se explica cheques de uma empresa do setor privado pagando conta da Prefeitura? Empresa que pertence a uma vereadora da bancada do prefeito? Por mais boa vontade que tenha, está errado. O prefeito, a secretária de cultura e a vereadora vão ter que dar satisfações do que é isso”, disse.

O empreendimento citado na denuncia é a MT Comércio de Materiais para Construção, administrado pelo filho da parlamentar, o empresário Rogério Carvalho.

Até o fechamento desta publicação, o PBVale tentou contato com a vereadora Tereza Carvalho, a secretária de cultura Cláudia Luziette e o prefeito Thiago Lisboa, mas não foram localizados.  

Da Redação, PBVale

População vai ser obrigada a pagar conta de luz mais cara por causa de dívida do governo

Lâmpadas incandescentes devem ser retiradas do mercado até 2016 (Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

Nove concessionárias de transmissão de energia que renovaram suas concessões antecipadamente em 2012 vão receber indenizações de R$ 62,2 bilhões nos próximos oito anos. Operação será repassada para as tarifas de energia dos consumidores, ou seja, a população vai ser obrigada a pagar uma dívida que foi feita pelo governo federal em 2012. A estimativa da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) é que o efeito deste pagamento nas contas de luz seja de 7,17%, que será aplicado nos próximos reajustes.

Mas, segundo a Aneel, isso não significa que haverá um reajuste desta ordem na tarifa final, já que outros fatores afetam a tarifa de energia elétrica. O impacto refere-se a penas ao item “transmissão de energia elétrica”, que é um dos acordos que compõe a tarifa.

O valor da indenização foi definido nessa terça (21) pela Aneel, com a aprovação da metodologia para cálculo da remuneração dos ativos não depreciados das transmissoras de energia elétrica. A remuneração é uma gratificação paga pelos investimentos feitos pelas empresas que renovaram suas concessões antecipadamente em 2012. A lista inclui as concessionárias CEEE , Celg , Cemig , Chesf, Copel , Cteep , Eletronorte , Eletrosul e Furnas.

Em 2012, a então presidente Dilma Rousseff publicou a Medida Provisória 579, para antecipar a renovação das concessões de energia, mas as empresas deveriam baixar em 20% o custo da tarifa para os consumidores, e receberiam indenizações por investimentos que ainda não tinham sido amortizados.

Por Redação, com Agência Brasil

TCE-PB reunirá presidentes de câmaras para orientar sobre controle e gestão

TCE anulou concurso por temer que a realização do certame inviabilizasse a futura gestão municipal

O Tribunal de Contas do Estado da Paraíba reunirá, no próximo dia 3 de março, os presidentes da Câmaras de todos os 223 municípios do estado para repassar orientações acerca dos sistemas de controle da Corte. Denominado “O TCE e o Legislativo: Encontro de Orientações aos Presidentes de Câmaras”, o evento será aberto pelo conselheiro presidente André Carlo Torres e acontecerá no Centro Cultural Ariano Suassuna, do TCE-PB.

A Assessoria Técnica do Tribunal vai orientá-los sobre como acessar e fazer uso das ferramentas disponibilizadas para esse controle. As orientações neste sentido ficarão a cargo do chefe da Astec, Ed Wilson Fernandes. A exposição sobre a Ouvidoria da Corte será feita por Ênio Martins Norat. E a auditora Zaíra Guerra abordará o tema “Orçamento, Subsídios e Limites do Poder Legislativo”.

A procuradora geral do Ministério Público de Contas junto ao TCE, Sheyla Barreto, abordará “Aspectos Relevantes do Processo Legislativo”, em palestra programada para às 11:50 h. Em seguida, o encontro será encerrado pelo conselheiro Marcos Costa, coordenador da Escola de Contas Conselheiro Otacílio Silveira – Ecosil -, responsável pelos eventos de capacitação, seminários e cursos promovidos pelo Tribunal.

MANUAL – Logo na recepção, durante o credenciamento a ser feito entre às 7:30 h a 8:30 h, os vereadores vão receber um manual impresso contendo informações sobre abrangência e limites de suas atribuições e, principalmente, orientações sobre as obrigações que têm, enquanto gestores de verbas públicas, para com o Tribunal de Contas.

Da Ascom/TCE-PB

TCE-PB acata recurso e aprova contas de Totó Ribeiro

Totó Ribeiro
Totó Ribeiro
Totó Ribeiro

O Pleno do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB) aprovou nesta quarta-feira (22) as contas do então presidente da Câmara Municipal de Curral de Cima, Totó Ribeiro (PSDB), relativas a 2012. Os conselheiros acataram recurso e modificaram a decisão por unanimidade.

“Sempre me pautei por uma administração séria e sabia que não poderia ter as contas irregulares. Agora tudo ficou esclarecido e o Tribunal de Contas trouxe a verdade com a aprovação das minhas contas”, destacou Totó.

Inicialmente as contas de Totó tinham sido julgadas irregulares por despesas não comprovadas e pelo não recolhimento de R$ 50 mil para a Previdência Social.

No recurso apresentado ao TCE-PB, foi esclarecido pelo advogado Marco Villar que todas as despesas foram devidamente comprovadas e que o repasse da Previdência não foi executada por problema do repasse do duodécimo por parte da Prefeitura que deixou de repassar R$ 54 mil.

Com base na defesa feita pelo advogado, o relator da matéria, o conselheiro Fábio Nogueira, votou favorável a reformulação e aprovação das contas após constatar que tudo estava regular. O entendimento do relator foi seguido pelos outros conselheiros.

Da Assessoria

Vaticano passa a monitorar uso de imagens do Papa

O Vaticano anunciou hoje (22) que passará a monitorar o uso da imagem do papa Francisco e dos brasões da Santa Sé.

“A Secretaria de Estado efetuará uma sistemática atividade de vigilância para monitorar as modalidades com as quais a imagem do Papa e dos brasões da Santa Sé são utilizadas, com possíveis intervenções caso seja necessário”, disse um comunicado oficial.

Mas o Vaticano não esclareceu se o procedimento foi adotado por ocorrência dos cartazes e manifestos espalhados por Roma com uma foto de Jorge Mario Bergoglio e críticas a seu Pontificado.   

“A Secretaria de Estado tem, entre suas funções, a de tutelar a imagem do Santo Padre para que Sua mensagem possa chegar aos fieis de maneira íntegra e Sua pessoa não seja instrumentalizada”, completou o comunicado.

Da ANSA

PB tem apenas 55,1% do efetivo previsto em lei estadual para PM

Os efetivos das PMs (Polícias Militares) pelo Brasil não alcançam o previsto pelas respectivas leis estaduais. Na Paraíba, a legislação prevê um efetivo de 17.935 policiais, porém, a Polícia Militar conta apenas com 9.874 profissionais.

Um levantamento feito pelo UOL revela que 25 das 27 PMs têm menos militares que o previsto em lei estadual que fixa o número ideal de cada batalhão. A única exceção é o Espírito Santo –o Maranhão não foi levado em conta no levantamento, uma vez que a assessoria do governo diz desconhecer uma lei que determine este número.

As leis estaduais estipulam, em média, que as PMs deveriam ter quase 600 mil policiais. Atualmente, a média é de 430 mil militares por Estado –em 11 deles, a tropa vem caindo anualmente desde 2012. Somando os batalhões, o deficit nacional é de cerca de 170 mil militares.

Para criar os quadros e vagas, as corporações devem ter leis específicas que fixam o efetivo de policiais, com distribuição dos cargos –por patentes e batalhões de atuação, por exemplo. A lei, porém, não obriga os Estados a manterem os quadros preenchidos, então os números são tratados como o que seria o efetivo ideal do Estado.

Para fazer o levantamento das tropas atuais, o UOL consultou as 27 PMs nas unidades de federação. Nos casos de Goiás e Mato Grosso do Sul, as entidades afirmaram que não poderiam informar o total presente na tropa porque se trata de um “dado sigiloso”. Já Santa Catarina não respondeu ao pedido. Nesses casos, a reportagem usou como parâmetro o dado mais recente informado pelo Estado ao Anuário Brasileiro da Segurança Pública 2016.

22 Estados têm menos de 80% do que é fixado em lei

Das 27 unidades da federação, apenas quatro têm tropas com mais de 80% do efetivo fixado em lei: São Paulo, Ceará e Minas Gerais, além do Espírito Santo.

Na outra ponta, há casos em que a tropa não é nem sequer metade do efetivo fixado em lei. Em Goiás, onde há a maior distorção, em 2014 o efetivo era de quase 12 mil militares, quando o número previsto em lei supera os 30 mil –38,9% do ideal.

Há um projeto em discussão na Assembleia Legislativa goiana, enviado pelo governo, que reduz o efetivo fixado para 16 mil. O governo alega que a lei em vigor é antiga (de 2002) e despreza, por exemplo, reserva de 10% para mulheres.

Nos últimos anos, as tropas também foram se reduzindo em muitos casos. Onze unidades viram o número de efetivo cair: Acre, Amapá, Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Rondônia, São Paulo e Tocantins.

O caso mais emblemático é o Rio Grande do Sul, que entre 2012 e fevereiro deste ano perdeu mais de 5.000 militares da ativa –caindo de 24,1 mil para 18,8 mil. O Estado passa por uma grave crise financeira nos últimos anos e, sem recursos, praticamente não contratou policiais para suprir os que foram para reserva.

Não há responsabilização prevista aos Estados

A discussão sobre policiais militares ganhou força após a paralisação de PMs no Espírito Santo. Mesmo sendo o único Estado que cumpre a lei, com a paralisação, 143 pessoas foram mortas durante 11 dias.

Segundo um procurador de Estado consultado pela reportagem, não há responsabilização prevista aos gestores estaduais por não preencher os cargos porque o governo deve ter como parâmetro a lei federal. “Tudo dependerá da possibilidade de provimento e, principalmente, a capacidade financeira para contratação, levando em conta aos questões orçamentárias e o cumprimento da LRF [Lei de Responsabilidade Fiscal]”, afirma.

A LRF determina que os Estados não podem gastar mais do que 49% da receita corrente líquida com a folha de pagamento. Caso excedam, sofrem sanções, que chegam á suspensão de repasses federais ao ente e responsabilização do gestor.

O pesquisador Ivênio Hermes, que também é advogado e membro sênior do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, explica que os governos e Tribunais de Contas levam em conta os limites propostos da LRF para não contratar mais PMs. Para ele, a lei deveria ser flexibilizada porque “é imprudente falir todo o sistema de segurança.”

“Defendi em artigo científico na Senasp [Secretaria nacional de Segurança Pública] é que deve ser feita um flexibilização da LRF exclusivamente para concurso público e contratação de operadores de Segurança Pública. Sem isso, não se tem acesso à saúde, educação, equipamentos públicos como praças e quadras, lazer, trabalho, transporte e outros”, alega.

“Impunidade impera em decorrência da falta de efetivo”

Ivênio Hermes, pesquisador e coordenador do Observatório de Violência Letal Intencional, ligado à Universidade Federal Rural do Semi-Árido, afirma que, em regra, há um baixo efetivo de PMs no Brasil –o que seria um indicador importante para explicar a alta violência.

“A impunidade impera em decorrência da falta de efetivo. No Brasil é um bom negócio matar, afinal as possibilidades de ser preso e indiciado são mínimas. A polícia ostensiva trabalha com o mínimo de efetivo e a máxima da desvalorização”, afirma.

Hermes avalia que, além da falta de pessoas, há também pouca preparação dos policiais. “Os Estados não promovem capacitação continuada para todo o efetivo, nem a reposição de efetivo planejada conforme as previsões de aposentadoria e defasagem de acordo com a legislação das instituições. Vemos espasmos de contratações que se tornarão levas de aposentadorias no futuro.”

“Nosso problema tem a ver com modelo de policiamento”

Para Robson Sávio Reis Souza, coordenador Núcleo de Estudos Sociopolíticos da PUC (Pontifícia Universidade Católica) de Minas Gerais e membro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, as leis que fixam efetivo não devem ser encaradas como referenciais perfeitos das tropas das PMs.

“A fixação de efetivo geralmente é feita pela Assembleia, ou indicadas pelas próprias corporações, mas é mais um número discricionário, não leva em contas vários critérios que devem ser analisados. Muitas vezes o aumento de efetivo atende muito mais a interesses corporativos do que serve para reduzir a criminalidade”, afirma.

Souza diz que não há como estipular um número genérico de policiais por habitantes. Ele acredita que o número ideal de PMs em um Estado deve levar em conta muitas variáveis locais. “Não existe conta milagrosa. Isso depende, em parte, da própria efetividade da polícia, como de outros indicadores, como a efetividade da Justiça, percepção do crime. Área menos violenta demanda menos que uma violenta”, explica.

Ainda segundo Souza, o aumento no número de PMs não significa, necessariamente, resultados positivos na luta contra a violência. “No caso brasileiro, o grande drama é que, nos últimos 15 anos, houve um aumento exponencial do investimento em segurança, e os indicadores têm piorado. O nosso problema tem a ver com o modelo de policiamento. São duas polícias que trabalham de forma competitiva, disputam espaços institucionais e não trabalham de forma cooperativa. Há muito desperdício de recursos humanos”, afirma.

Do UOL

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