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Enchentes deixam mais de 100 mortos na Colômbia

Número de feridos é chega a 180 pessoas
Número de feridos é chega a 180 pessoas

Pelo menos 102 pessoas morreram com os deslizamentos de terra em Mocoa, capital do departamento de Putumayo, no sul da Colômbia.

O número de feridos é de 180. Cerca de 200 pessoas ainda estão desaparecidas.

De acordo com relatos da mídia, a causa do acidente começou com fortes chuvas na região, que resultaram em transbordamentos dos rios e deslizamentos de terra.

Foi relatado que o presidente Juan Manuel Santos chegará ao local da tragédia. 

“Com dor, lamento o falecimento de compatriotas, em deslizamento na última noite em Mocoa, Putumayo. Eu viajo esta manhã para a região”, escreveu o presidente em seu Twitter.

Da Sputnik

Acordo entre Brasil e Peru facilitará exportações

Brasil firma primeiro acordo internacional de compras governamentais
Brasil firma primeiro acordo internacional de compras governamentais

Novo acordo comercial entre Brasil e Peru vai facilitar exportações. A aprovação do Acordo de Ampliação Econômico-Comercial, firmado pelos dois governos e aprovado no Senado, estabelece liberalização de serviços e abertura dos mercados de compras públicas.

Com a medida, as licitações peruanas de bens e serviços passam a estar abertas para as empresas brasileiras, bem como as licitações brasileiras estarão abertas para as empresas peruanas.

Na área de serviços, os compromissos assumidos pelo Peru superam significativamente, em termos quantitativos e qualitativos, as obrigações em matéria de serviços que o País tem na Organização Mundial do Comércio (OMC).

Prestadores de serviços brasileiros passam, portanto, a ter melhores condições de participação em setores de grande interesse, como tecnologia de informação e comunicação, serviços de turismo, de transporte, de engenharia, de arquitetura e de entretenimento.

Na área de investimentos, o acordo prevê garantias de não discriminação, garantem o curso de prevenção de controvérsias e mecanismo de arbitragem. Há também a previsão para estabelecimento de agendas de cooperação e facilitação de investimentos em áreas com potencial para o fomento de um ambiente mais dinâmico para os negócios.

O Acordo Comercial entre Brasil e Peru também inclui um capitulo de investimentos nos moldes dos Acordos de Cooperação e Facilitação de Investimentos que já foram assinados com outros países da América Latina e da África.

Intercâmbio comercial

Em 2016, as exportações brasileiras para o Peru cresceram 7,3% em relação ao ano anterior, passando de US$ 1,8 bilhão para US$ 1,9 bilhão. A participação do país subiu de 0,9% para 1,1%, posicionando-se como o 27º destino das exportações brasileiras no ano.

Já as importações brasileiras do Peru atingiram US$ 1,2 bilhão. A participação do Peru elevou-se de 0,7% para 0,9%. O país foi o 27º fornecedor estrangeiro ao Brasil em 2016.

Diante desses números, a balança comercial com o Peru resultou em superávit de US$ 712,5 milhões. Em 2015, o superávit foi de US$ 559,3 milhões.

A corrente de comércio (exportações e importações) entre os dois países somou US$ 3,1 bilhões em 2016, aumento de 3,7% sobre o ano anterior, de US$ 3 bilhões. O Peru foi o 31º país com maior fluxo de comércio com o Brasil em 2016. Com informações do Portal Brasil.

Temer sanciona lei de terceirização sem salvaguardas a trabalhadores

O presidente Michel Temer sancionou na noite desta sexta-feira (31) o projeto de lei que regulamenta a terceirização no país. A iniciativa foi publicada em edição extra do “Diário Oficial da União” e inclui vetos parciais a três pontos da proposta.

Um deles é a possibilidade de prorrogação do prazo de até 270 dias de contrato temporário de trabalho. Os outros dois parágrafos foram vetados porque repetem direitos já previstos na Constituição Federal.

A ideia inicial era de que o presidente sancionasse a iniciativa aprovada pela Câmara próximo ao prazo de 12 abril, em um evento no Palácio do Planalto com a presença de parlamentares e empresários.

Ele, contudo, foi recomendado a antecipá-la para evitar novas pressões e eventuais retaliações de um grupo de senadores peemedebistas, que pediu em carta ao presidente para vetar integralmente a proposta.

O principal insatisfeito com a iniciativa é o líder do partido, Renan Calheiros (PMDB-AL), que tem feito críticas públicas às propostas econômicas sugeridas pelo Palácio do Planalto.

Segundo um assessor presidencial, a antecipação também teve como objetivo tentar blindar a reforma previdenciária de ameaças de represálias de deputados federais, que também vinham pressionando o presidente a vetar integralmente a proposta da terceirização.

Com a antecipação da medida, o Palácio do Planalto desistiu de fazer uma medida provisória para incluir as salvaguardas para os trabalhadores afetados pela terceirização. A ideia voltou a ser de incluí-las no relatório da reforma trabalhista, cuja expectativa é de que seja votada no mês que vem.

A equipe econômica pretende incluir pontos como a garantia aos terceirizados dos mesmos serviços de alimentação, transporte e atendimento médico dos contratados diretamente e restrições para evitar que as empresas demitam seus funcionários e os recontratem na sequência como terceirizados.

Ela também deve prever a obrigatoriedade de a “empresa-mãe” fiscalizar se a terceirizadora está cumprindo suas obrigações trabalhistas e previdenciárias. Esse ponto é considerado essencial para evitar queda na arrecadação da Previdência Social, uma das maiores preocupações do Palácio do Planalto com a terceirização.

Pela proposta aprovada, por exemplo, a prestadora de serviços não precisa oferecer o benefício a seus funcionários, mesmo que exerçam o mesmo cargo. A salvarguarda que deve ser incluída, no entanto, equipara os benefícios.

A inclusão das mudanças tem como objetivo, além de evitar que o governo seja acusado de promover a precarização do mercado de trabalho, evitar problemas jurídicos pela falta de uma regulamentação mais completa da chamada “pejotização”, o que não é feito pelo texto sancionado.

PLANEJAMENTO

Nesta sexta-feira (31), o presidente também efetivou no cargo o ministro Dyogo Oliveira, que atuava desde maio como interino no Planejamento.

Para tomar a iniciativa, Temer consultou o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), que deixou o posto após a Folha de S.Paulo revelar gravação de conversa com o o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado.

No áudio, o peemedebista sugeriu a Machado que uma “mudança” no governo federal resultaria em um pacto para “estancar a sangria” representada pela Operação Lava Jato, que investiga ambos.

Dyogo estava como interino por uma questão política, já que Jucá ainda era considerado ministro licenciado. Com a pressão da equipe econômica, Temer decidiu efetivá-lo. Com informações da Folhapress.

Em mobilização contra reforma da Previdência, deputados a favor da terceirização são alvos de protesto

A mobilização nacional que acontece em diversas cidades brasileiras contra a reforma da Previdência teve início em João Pessoa por volta das 15h. A concentração do ato aconteceu em frente ao Lyceu Paraibano, no Centro, e os manifestantes seguem pela avenida Getúlio Vargas em direção ao Parque da Lagoa.

Além de ser contra a ampliação do tempo de contribuição e ampliação da idade mínima para que os trabalhadores possam se aposentar, os manifestarem também protestam contra a aprovação da terceirização do trabalho para todas atividade, aprovada na Câmara Federal na Semana passada.

Na mobilização os cinco deputados federais que votam a favor da matéria, Benjamin Maranhão (SD), Aguinaldo Ribeiro (PP), Pedro Cunha Lima (PSDB), André Amaral (PMDB) e Rômulo Goveia foram alvos do protesto. Os manifestantes carregavam placas com as imagens dos deputados e dizeres como “inimigo do povo”.

Em mais um ato organizado por centrais sindicais e entidades sociais, os manifestantes pediram a saída do presidente Michel Temer (PMDB). O peemedebista virou boneco na manifestação com rosto de vampiro. Vários grupos carregavam faixas e cartazes reivindicando “fora Temer”.

Do Blog do Gordinho / Fotos: Denie Rabello 

Terceirização de atividade-fim deve ser decidida no STF, diz TST

O presidente do TST (Tribunal Superior do Trabalho), ministro Ives Gandra (na foto ao lado de Temer), disse nesta sexta (31) que a regulamentação da terceirização da atividade-fim de empresas deve ser decidida no STF (Supremo Tribunal Federal). “Nós temos dois projetos que tratam da mesma matéria. Se os dois conseguirem ser aprovados você pode sim criar uma lei que assimile as vantagens de cada um. Acho que a questão vai acabar sendo resolvida pelo próprio STF”, disse.

No dia 22 de março, a Câmara dos Deputados aprovou o projeto que trata da terceirização para qualquer tipo de atividade de empresas privadas e do setor público. Mas também está em tramitação no Senado Federal uma alternativa ao projeto de lei aprovado pelos deputados.

A aprovação do projeto pelos deputados ocorreu sob forte protesto de representantes de centrais sindicais e de parlamentares da oposição, que tentaram sem sucesso obstruir a votação. Como o projeto já tinha sido analisado pelo Senado, o texto aprovado pelo plenário seguiu direto para a sanção presidencial.

“Está se pensando realmente no projeto do Senado ser utilizado para uma espécie de híbrido, pegando um pouco de cada um. Eu acho muito difícil conseguir isso”, disse o ministro.

Ives Gandra participou nesta sexta (31), em Brasília, do 9º Encontro Interempresarial de Jurídico Trabalhista, em que especialistas e representantes de empresas de mais de 30 setores da economia discutiram a reforma trabalhista. O evento foi organizado pelo Grupo Interempresarial de Jurídico Trabalhista em parceria com o Instituto Via Iuris de Direito de Trabalho.

REFORMA TRABALHISTA

O presidente do TST voltou a defender uma legislação trabalhista enxuta, com direitos constitucionais garantidos, e que prestigie as negociações coletivas.

“Se fossemos pensar em uma CLT [Consolidação das Leis do Trabalho] ideal seria com os direitos comuns a todos os trabalhadores, e tudo o que diz respeito a condições de trabalho de cada setor, aí teríamos as negociações coletivas, acordo e convenções que são estabelecidas entre sindicatos e cada uma das empresas dos setores de produção específicos”, disse.

Para o ministro, a flexibilidade da legislação é a garantia de emprego, principalmente em épocas de crise. “Nesses momentos, o trabalhador quer uma proteção real. Se deixar uma legislação muito rígida, o empregador não tem condições de manter o trabalhador. Se conseguir uma flexibilização através de negociação coletiva, vai se resolver muito a questão da empregabilidade. Não se dá, por exemplo, um reajuste da inflação, mas se consegue a garantia de emprego”, disse.

Segundo ele, às vezes, as indenizações deferidas aos trabalhadores em processos trabalhistas e os direitos criados pela jurisprudência acabam onerando de tal forma a empresa que muitas vezes ela pensa duas vezes antes de contratar o trabalhador. Gandra explicou que, como está sendo proposto, a cada norma flexibilizada há uma vantagem compensatória para o trabalhador. “O patrimônio jurídico do trabalhador como um todo é mantido”, ressaltou Gandra.

O Projeto de Lei 6.787/2016 altera a CLT e outros dispositivos possibilitando que, nas negociações entre patrão e empregado, os acordos coletivos tenham mais valor do que o previsto na legislação, permitindo, entre outros pontos, o parcelamento de férias e mudanças na jornada de trabalho.

A proposta enviada pelo Executivo recebeu mais de 800 emendas na comissão especial da Câmara dos Deputados criada para analisar a matéria. A previsão é de que a proposta seja apreciada na primeira quinzena de abril.

Para o conselheiro jurídico do Instituto Via Iuris de Direito de Trabalho, Adalto Duarte, o número de emedas é um sinal da importância do tema, mas que não é o momento de uma grande reforma e sim de focar nas ações emergenciais.

“O governo estava certo, enviou uma proposta de minirreforma. O desafio agora é conseguir organizar tudo isso e, em vez de aproveitar mais de 800 emendas, fazer com que sejam cerca de 30, mas que tenha impacto na geração de emprego e renda, que para as empresas signifique segurança jurídica e para o trabalhador que não está empregado signifique a possibilidade de retornar rapidamente ao mercado de trabalho”, disse Duarte. Com informações da Folhapress.

Globo se manifesta sobre caso de José Mayer: ‘Medidas sendo tomadas’

A Globo decidiu se pronunciar sobre o assunto, e através de sua assessoria
A Globo decidiu se pronunciar sobre o assunto, e através de sua assessoria
A Globo decidiu se pronunciar sobre o assunto, e através de sua assessoria

Nesta sexta-feira (31), repercutiu em toda a imprensa a denúncia feita pela figurinista da Globo Su Tonania, que disse ter sido assediada pelo ator José Mayer. A própria profissional fez um texto falando do assunto e foi publicado pelo jornal ‘Folha de S.Paulo’.

No texto publicado por Tonani, a figurinista revelou que ele chegou a tocar em suas partes íntimas e a chamou de ‘vaca’.

Agora, a Globo decidiu se pronunciar sobre o caso, e através de sua assessoria informou que o assunto foi apurado e que as medidas necessárias estão sendo tomadas.

Confira a nota da emissora enviada à imprensa: 

“A Globo repudia toda e qualquer forma de desrespeito, violência ou preconceito. E zela para que as relações entre funcionários e colaboradores da emissora se deem em um ambiente de harmonia e colaboração, de acordo com o Código de Ética e Conduta do Grupo Globo. Todas as questões são apuradas com rigor, ouvidos todos os envolvidos, em busca da verdade. Desta forma e tendo o respeito como um valor inegociável da empresa, esse assunto foi apurado e as medidas necessárias estão sendo tomadas. A Globo não comenta assuntos internos.”

Do Notícias ao Minuto

Detran muda distribuição de senhas para tentar reduzir filas e reclamações

A partir desta segunda-feira (3), as senhas para atendimento no setor personalizado na sede do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-PB), em Mangabeira, em João Pessoa, serão entregues até as 15h.

A medida é adotada pela Direção do órgão para tentar atender melhor aos usuários (uma média de 800 por dia), evitando transtornos com acúmulos de processos e filas excessivas, já que o expediente é encerrado às 16h30.

Por Redação, com Agência Brasil

Geraldo Luís participará de reality de emagrecimento

A ideia é deixa-lo com “shape de bailarino”
A ideia é deixa-lo com “shape de bailarino”
A ideia é deixa-lo com “shape de bailarino”

O apresentador Geraldo Luís vai ganhar em breve um novo visual. O contratado da Record participará de um reality de emagrecimento. Segundo informações do colunista Flávio Ricco, a atração será exibida dentro do programa de Geraldo e tem estreia prevista para o final do próximo mês.

Outros apresentadores da RecordTV estão sendo convidados para gravar mensagens de apoio, e dar uma força ao apresentador, que enfrentará uma dieta alimentar rígida e exercícios específicos.

A ideia é deixa-lo com “shape de bailarino”. Geraldo garante que vai levar tudo a sério, pois além da beleza, precisa fazer isso devido à saúde.

Aumenta rejeição ao governo Temer, diz pesquisa

A desaprovação do governo Temer pôde ser comprovada na última pesquisa do Ibope, divulgada nesta sexta-feira (31). Consideram a administração federal ótima/boa apenas 10% dos entrevistados. Já os que acreditam que a gestão é ruim/péssima ficou na casa dos 55%.

Com 31% ficou o público que acredita em um governo regular. Não responderam à pesquisa, realizada a pedido da Confederação Nacional da Indústria (CNI), 4%. O estudo contou com a participação de duas mil pessoas, entre 16 e 19 de março.

De acorco com o Bahia.Ba, a desaprovação de Temer saltou 3%. No último levantamento, o peemedebista apareceu com aprovação de 13%, enquanto 46% consideravam o governo “ruim/péssimo” e 35%, “regular” – à época, 6% não souberam opinar ou não responderam.

Do Notícias ao Minuto 

Contas de luz vão aumentar em abril, anuncia Aneel

As contas de luz de abril vão incluir a bandeira vermelha, o que vai implicar na cobrança de taxas extras para todos os consumidores do País. A decisão foi anunciada nesta sexta-feira (31) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Com a bandeira vermelha, que será aplicada em seu primeiro patamar, será adicionado R$ 3,00 a cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos.

O sistema de bandeiras é atualizado mensalmente pela Aneel, que avalia a situação dos reservatórios em todo o País para tomar uma decisão. Em março, as chuvas já tinha ficado abaixo das expectativas, o que levou à necessidade de acionar mais termelétricas para abastecer o País.

Na avaliação da agência, a situação se agravou. A preocupação agora é poupar água nos reservatórios para garantir que não haja escassez depois do fim do período chuvoso. Para guardar essa água, é necessário ligar mais usinas termelétricas.

Há mais de um ano a bandeira vermelha não era acionada. O recurso ficou acionado durante todo o ano de 2015 e janeiro e fevereiro de 2016. De lá para cá, as contas mensais oscilaram entre bandeiras verdes e amarelas.

A bandeira vermelha possui dois patamares de cobrança. Quando o custo das termelétricas ligadas supera R$ 422,56 por megawatt-hora (MWh), a Aneel utiliza o primeiro patamar da bandeira vermelha, que adiciona entre R$ 3,00 a cada 100 kWh consumidos. Se o valor for superior a R$ 610,00 por MWh, o sistema atinge o segundo patamar da bandeira vermelha, cujo acréscimo é de R$ 3,50 a cada 100 kWh.

Em março, esse custo ficou entre R$ 211,28 por MWh e R$ 422,56 por MWh, nível em que é aplicada a bandeira amarela, que adiciona R$ 2,00 para cada 100 kWh consumidos.

De dezembro a fevereiro, havia vigorado a bandeira verde, sem nenhuma cobrança adicional na conta de luz, porque o custo das térmicas acionadas ficou abaixo de R$ 211,28 por Mwh. Com informações do Estadão Conteúdo.

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