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Colômbia corre contra o tempo em busca de sobreviventes de ‘avalanche de lama’

Mais 220 pessoas estão desaparecidas; 400 ficaram feridas
Mais 220 pessoas estão desaparecidas; 400 ficaram feridas

O número de mortos durante um deslizamento de terra que atingiu a cidade colombiana de Mocoa, na província de Putumayo, aumentou para 254, disse o presidente do país, Juan Manuel Santos, citando informações apresentadas pela polícia.

“Esta é uma cifra lamentável”, disse o presidente, citado pela emissora de rádio RCN. De acordo com a Cruz Vermelha colombiana, cerca de 400 pessoas ficaram feridas nos deslizamentos de terra e mais 220 estão desaparecidas.

Fortes chuvas provocaram o transbordamento de rio, inundando centenas de casas com lama na cidade de Mocoa, na fronteira com o Equador e com o Peru. Os deslizamentos de terra destruíram totalmente três distritos e afetaram outros 14. Cerca de 2.500 agentes de segurança e serviços de emergência foram enviados ao local.

O presidente Santos, que chegou ao local para coordenar as operações de busca e salvamento, anunciou a instauração do regime de calamidade pública. Com informações da Sputnik News Brasil.

Jogos Indígenas 2017 acontece de 7 a 11 de abril no Palacete dos Lundgrens

Palacete da Vila Regina vai receber abertura dos jogos indígenas
Palacete da Vila Regina vai receber abertura dos jogos indígenas
Palacete da Vila Regina vai receber abertura dos jogos indígenas

A abertura dos Jogos Indígenas para o ano 2017 vai acontecer no próximo dia 7 de abril e a cidade de Rio Tinto já se prepara para sediar o evento esportivo em diversas modalidades. Como contra partida nesta programação, a Secretaria de Infraestrutura municipal está realizando um mutirão de limpeza no antigo prédio do Palacete na Vila Regina, pra receber as autoridades e os atletas que participarão dos jogos.  

 O calendário esportivo é idealizado pelo Governo do Estado por meio da Secretaria da Juventude, Esporte e Lazer (Sejel). O evento, que reunirá cerca de 300 participantes, acontecerá na aldeia Monte Mór, e vai movimentar integrantes de mais de 40 tribos potiguaras.

Este ano, as disputas ocorrem no período de 7 a 11 de abril. Será a sexta edição consecutiva que o Governo do Estado realiza os Jogos que envolvem índios que habitam no Litoral Norte da Paraíba. As modalidades em disputa são: canoagem, arco e flecha, arremesso de lança, maratona, futebol de campo, cabo de guerra e ainda a corrida do toro.

O secretário Bruno Roberto, titular da Sejel, destacou o trabalho realizado pelo Governo do Estado em expandir a prática do esporte nos diversos povos da Paraíba. “Os Jogos Indígenas provam o quanto o Governo do Estado tem a preocupação de realizar a prática esportiva nos mais diversos segmentos da sociedade. E com muito empenho e determinação por parte da equipe técnica da Sejel, nesta edição de 2017, o esporte movimentará inúmeros locais do nosso estado”, frisou.

Prefeito Fernando Naia e secretário de Infraestrutura Natanael Leal recebeu pesquisadores da UFPB neste sábado (1º)
Prefeito Fernando Naia e secretário de Infraestrutura Natanael Leal recebeu pesquisadores da UFPB neste sábado (1º)

Para o prefeito da cidade, Fernando Naia, as mais variadas práticas esportivas devem ser apoiadas e incentivadas pelos poderes públicos, e destacou que este é um momento importante que o município tem para mostrar aos visitantes as instalações do Palacete da família Lundgren.

“Pretendemos abrir este espaço para funcionar as Secretarias de Assuntos Indígenas, Turismo e Meio Ambiente, além do departamento de cultura. É um espaço com forte potencial turístico, no entanto, uma ampla reforma no prédio requer investimentos significativos. Estamos trabalhando para tornar isso possível, dentro de nossas limitações”, avaliou o gestor.

Da Redação, PBVale

Prefeita Lili viaja a Brasília em busca de investimentos no Turismo e Meio Ambiente

Prefeita Lili participou de audiência no gabinete do senador Raimundo Lira em Brasília
Prefeita Lili participou de audiência no gabinete do senador Raimundo Lira em Brasília
Prefeita Lili participou de audiência no gabinete do senador Raimundo Lira em Brasília

A prefeita Lili Oliveira de Marcação voltou a viajar a Brasília na última semana em busca de recursos para as áreas do Turismo e Meio Ambiente do município. Na agenda da gestora, esteve um encontro com senador paraibano Raimundo Lira (PMDB), no seu gabinete, acompanhada do deputado estadual Ricardo Barbosa (PSB).

Entre as propostas apresentadas, Lili apresentou relatórios e informações voltadas para o Meio Ambiente, já que a cidade detém de uma vasta área de matas, manguezais e áreas de preservação ambiental junto às aldeias. Para a prefeita, preservar esses recursos naturais em consonância com a sustentabilidade turística, é um meio de fomentar o turismo e gerar renda.

 No setor turístico, Lili apresentou demandas como a construção de um portal para a entrada da cidade, uma área pra eventos e construção de diversas ruas em pavimentação de paralelepípedos.

Na sua página oficial o senador Raimundo Lira testemunhou o resultado do encontro. ”Para Baia da Traição reivindicamos a construção de uma Ponte; para Mamanguape, a Bica do Sertãozinho; para o Conde, a urbanização de seis praias; e para Marcação, a construção de um portal na entrada da cidade e calçamentos. Foi uma reunião muito proveitosa e temos a certeza de que alcançaremos resultados positivos”, afirmou.

“O atual pátio de eventos, já não comporta o público e logística preparada para dar comodidade aos participantes dos ventos, eis a nossa preocupação. Já quanto a entrada de nossa cidade, estamos lutando arduamente para que possamos trazer esse projeto do portal na entrada, projeto esse que trará para o nosso município identidade própria pois o mesmo será embasado numa estrutura que traga as nossas raízes e cultura Potiguara”, revelou a prefeita.

“O centro do nosso município ainda possui várias ruas ainda não pavimentadas e estamos lutando para conseguir a pavimentação e assim garantir uma melhor qualidade de vida para o nosso povo”, adiantou.

Da Redação, PBVale

Homem é baleado durante tentativa de latrocínio em Mamanguape

O agricultor José Antonio da Silva Alves, 38, foi baleado após sofrer uma tentativa de latrocínio na madrugada deste sábado (1º). Ele foi alvejado nas plantações de cana de açúcar que ficam próximas da Usina Monte Alegre, em Mamanguape, no Litoral Norte paraibano.

No momento do crime, José Antonio estava trabalhando e foi surpreendido por dois homens que estavam armados. “Eles tentaram roubar o motor do equipamento que eu estava trabalhando e atiraram”, disse a vítima em conversa com a polícia.

José foi socorrido pela Polícia Militar para o Hospital Geral de Mamanguape, em seguida transferido para o Trauma, na Capital.

Até o fechamento desta publicação os suspeitos não tinham sido presos. A Polícia Civil investiga a ação criminosa.

Da redação, PBVale 

Após ataques do senador, Temer rompe com Renan

A aliança entre Michel Temer e Renan Calheiros foi rompida, de acordo com assessores do presidente. O cenário já vinha se desenhando há algumas semanas, desde que o líder do PMDB no Senado resolveu fazer duras críticas ao governo. “Não existe casamento forçado”, resumiu um auxiliar de Michel Temer.

Calheiros chegou a gravar vídeos e postá-los em suas redes sociais, desaprovando as propostas do Planalto, em especial a reforma da Presidência.

Segundo informações da coluna Painel, da Folha de S. Paulo, a decisão de usar perfis na internet para divulgar conteúdo explosivo rendeu um apelido a Renan no Planalto: “Trump do agreste”.

Para a Presidência, a tática do senador é clara: realinhar-se com o PT de olho na eleição em Alagoas, seu estado. Acredita que Renan busca, acima de tudo, suporte em diversas alas da Casa para segurar o tranco que se aproxima com os desdobramentos da Lava Jato.

Em meio a tanta especulação, Calheiros tem minimizado o racha. “Nem lembrava mais como era bom ser oposição”, disse, recentemente. Porém, sabe que pode atrapalhar os planos do governo. Como líder, tem a prerrogativa de indicar relatores de projetos e integrantes de comissões.

Terceirização pode aumentar processos, reduzir concursos e comprometer benefícios

Tornar as empresas terceirizadas mais qualificadas com a nova legislação, sancionada nessa sexta-feira (31) pelo presidente Michel Temer, é uma das apostas de especialistas ao analisar o tema. Para os críticos da lei, no entanto, direitos trabalhistas ficarão prejudicados.

Após a sanção do texto, empresários da área não esperam uma migração “em massa” das contratações diretas para a prestação de serviços a terceiros, e sim uma formalização nos setores que já contratam dessa forma. A falta de detalhamento da legislação, porém, pode dar margem a ações na Justiça, contrariando a tese de que traria mais segurança jurídica às empresas.

Em 2014, havia 12,5 milhões de vínculos ativos nas áreas tipicamente terceirizadas e 35,6 milhões de trabalhadores eram contratados diretamente, número que tende a se inverter, de acordo com os contrários ao texto. Já os representantes da indústria e do comércio creditam à necessidade de contratação, à modernização do Estado e à maior produtividade os benefícios da nova lei.

Relator do projeto, o deputado Laércio Oliveira (SD-SE) acredita que os trabalhadores ficarão mais protegidos porque as empresas contratantes serão responsáveis “subsidiárias” pelas obrigações trabalhistas. “Nenhuma empresa pública nem privada vai terceirizar todas as suas atividades. Isso não vai ocorrer em hipótese alguma. O mercado vai se autorregular a tal ponto de não terceirizar tudo”, afirma.

O parlamentar explica que a terceirização não envolve diretamente as pessoas, e sim a prestação de serviços que podem ser oferecidos por empresas especializadas. “De repente, o hospital quer terceirizar o serviço de enfermagem, porque existem empresas no Brasil que só trabalham com isso. A empresa prestadora disponibiliza para aquele cliente a mão de obra especializada na área. Essa diferenciação é importante para entender o projeto”.

As mudanças permitem a contratação de trabalhadores para exercer cargos em todas as áreas da empresa, inclusive na atividade-fim. Além disso, a contratação poderá ocorrer de forma irrestrita em empresas privadas e na administração pública. Atualmente, não existe uma legislação específica sobre a terceirização, mas decisões judiciais têm permitido a terceirização apenas para as chamadas atividades-meio, ou seja, funções secundárias que não estão diretamente ligadas ao objetivo principal da empresa, como serviços de limpeza, vigilância e manutenção.

Concursos públicos

De acordo com o presidente da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), Germano Siqueira, as carreiras de Estado não correm o risco de ser terceirizadas. Ele avalia, no entanto, que pode haver menos cargos destinados a concursos públicos. “Carreiras de apoio já são, hoje em dia, terceirizadas. Então, a possibilidade de ampliar a terceirização nessas funções é muito efetiva. Com isso, há não só o risco de precarização, mas a possibilidade de haver clientelismo político, nepotismo.

Ele cita como exemplo, além dos enfermeiros, o próprio corpo médico de um hospital. “Eu não tenho a menor dúvida de que vai diminuir a quantidade de cargos destinados a concursos públicos. Nas escolas, isso pode acontecer com os professores. Uma companhia aérea pode terceirizar todo o seu corpo de pilotagem, na medida em que não há um limite. Mas, acho que tudo isso são matérias que os magistrados vão interpretar e examinar, para ver o real limite da lei”, prevê.

No ensino, a preocupação de especialistas é quanto ao aumento das chamadas Organizações Sociais, que são contratadas em alguns estados para cuidar da administração de escolas.

Direitos

Para o subprocurador-geral do Ministério Público do Trabalho (MPT), Ricardo José Macedo de Britto Pereira, a maior rotatividade dos trabalhadores pode comprometer a concessão de benefícios básicos, como décimo terceiro salário e férias. “O problema é que toda vez que você coloca um intermediário na relação de trabalho, haverá a tentativa de explorar para ter ganho maior. A empresa que faz intermediação [terceirizada] também quer ganhar. Além disso, não há nenhuma garantia de que o empregador não dispense o seu empregado direto e o contrate em seguida em uma empresa prestadora de serviços. A lei não previu isso. Agora tem esse risco, o que é muito ruim”, observa Pereira.

Segundo ele, outro ponto negativo é a permissão de empresas com capital social muito baixo. De acordo com a nova lei, empresas com até dez empregados deverão ter capital mínimo de R$ 10 mil. “São pequenas empresas que não terão o cuidado necessário com o ambiente do trabalho, e isso só vai confirmar dados de que a terceirização causa o adoecimento no trabalho, alto grau de acidentes, violação de vários direitos”, enumera.

Para o representante do MPT, órgão que anteriormente havia divulgado uma nota técnica solicitando o veto, a lei “não traz direitos”, apenas uma “liberação geral no campo das relações de trabalho”. Ele acredita que as “diversas interpretações” da legislação darão espaço a questionamentos no Poder Judiciário, tanto na Justiça do Trabalho quanto no Supremo Tribunal Federal (STF). Além do caso analisado esta semana no STF, que tirou a responsabilidade da administração pública em passivos trabalhistas, outros recursos relativos à terceirização tramitam na corte.

Divulgado em março, estudo feito pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostra que os trabalhadores terceirizados recebem salários entre 23% e 27% mais baixos, têm uma jornada maior e ficam durante menos tempo na empresa.

Com base em dados do Ministério do Trabalho e na Classificação Nacional de Atividades Econômicas, o estudo comparou informações registradas entre 2007 e 2014. Mostrou também que a rotatividade dos terceirizados e o afastamento por acidente de trabalho são maiores que entre os contratados diretamente.

Segurança jurídica

“Acredito que está havendo um pavor desnecessário nessa questão, porque não é possível você ter uma modalidade de contrato terceirizado hoje, que vem a ser os serviços especializados, no sentido de trazer alguma insegurança. Pelo contrário, é para dar segurança de proteção ao trabalhador que presta serviços para essas empresas terceirizadas”, contrapõe o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira. Ele também avalia que a nova legislação não vai acabar com os concursos públicos, pois atualmente já existem categorias que atuam em determinados órgãos, como o próprio Judiciário.

Para Vander Morales, presidente da Federação Nacional dos Sindicatos de Empresas de Recursos Humanos (Fenaserhtt), que reúne 32 mil empresas e cerca de 2,5 milhões de trabalhadores na área, em todo o Brasil, muitas empresas exercerão no Brasil algum tipo de terceirização especializada. “Isso vai ser bom para o mercado, para o próprio trabalhador. Pode resultar em maiores salários. A rotatividade vai até diminuir, porque hoje há uma insegurança. Alguns contratos são interrompidos por falta de clareza na lei. Haverá um compromisso maior do trabalhador com a empresa e elas passarão por uma qualificação maior. Essa é a mudança imediata”, diz Morales.

“Geralmente, as empresas terceirizadas não cumprem todos os seus deveres. Terminam o contrato e deixam de pagar verbas rescisórias e trabalhistas”, afirma o presidente da Anamatra. Na opinião de Germano Siqueira, a insegurança jurídica deve permanecer porque a lei tem brechas.

Vander Morales não concorda com a ideia de que o país está atrasado ao aprovar somente agora mudanças que podem ser um ponto de partida para revolucionar o mundo do trabalho. “Na verdade, atrasados estão aqueles que querem fazer uma terceirização que corta direitos”.

De acordo com o presidente da Fenaserhtt, o número de empresas terceirizadas pode aumentar, já que surgirão novas tendências. “Muitas profissões de hoje vão desaparecer. O Brasil tem que mirar no futuro do trabalho. Como é que isso está acontecendo no mundo, com tantas pessoas precisando trabalhar? Precisamos desenvolver formas. Não precisamos ficar amarrados a um único modelo”, analisa.

Sancionada com três vetos pelo presidente Michel Temer, a nova lei, que trata também do trabalho temporário, foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União de ontem (31).

O presidente do Tribunal Superior do Trabalho, Ives Gandra, sinalizou que o STF deve ser chamado a se pronunciar sobre a polêmica.

Por Redação, com Agência Brasil

Ataques no CE terminam com suspeitos mortos e bando seria do RN e da PB

Agências foram detonadas
Agências foram detonadas
Agências foram detonadas

Pelo menos cinco suspeitos morreram e outros 15 são procurados pela polícia durante um ataque a banco que sitiou a cidade de Jaguaruana, no interior do Ceará, a 183 km de Fortaleza, na madrugada deste sábado (1º). Segundo testemunhas, o grupo era formado por paraibanos. A suspeita é que mais bandidos estejam baleados e possam aparecer mortos a qualquer momento por estarem escondidos e sem ajuda médica.

De acordo com o Portal CNews (TV Cidade/Record Fortaleza), o bando com cerca de 20 pessoas fortemente armadas chegou à cidade atirando e causou terror entre moradores. 

O grupo explodiu duas agências bancárias da cidade, mas parte da ação foi frustrada pela polícia e houve intensa troca de tiros. Segundo o CNEws, pelo menos cinco suspeitos morreram e a polícia local informou que o bando era formado por integrantes do Rio Grande do Norte e da Paraíba. Outras pessoas teriam ficado feridas com os tiros e seriam inocentes e todas foram socorridas para hospitais da região.

Um vídeo compartilhado pela TV Cidade/Record mostra parte do horror provocado na cidade de apenas 30 mil habitantes, com a intensa troca de tiros entre bandidos e policiais. Veja aqui. Até a manhã deste sábado, a polícia ainda estava trabalhando na ocorrência.

Do Portal Correio 

Prédio do antigo banco Paraiban já pode ser vendido

Prédio do Paraiban em João Pessoa
Prédio do Paraiban em João Pessoa
Prédio do Paraiban em João Pessoa

O governo do Estado está autorizada a alienar, mediante venda, dois imóveis pertencentes ao Poder Executivo, incluindo o prédio do antigo Paraiban, na Avenida Epitácio Pessoa, em João Pessoa. O outro imóvel fica em Brasília.

De acordo com a publicação no Diário Oficial do Estado deste sábado (1º), O preço mínimo de venda será fixado com base no valor de mercado do imóvel, estabelecido em avaliação feita pela Superintendência de Obras do Plano de Desenvolvimento da Paraíba (Suplan) ou pela Caixa Econômica Federal. Veja aqui, já na primeira página.

Os deputados da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) aprovaram no dia 15 de março o projeto de lei encaminhado pelo governador Ricardo Coutinho (PSB) que autoriza a venda do prédio do antigo banco do Estado.

Do Portal Correio 

Sancionada lei que estende prazo para repatriação de recursos

Foi sancionada sem vetos a lei que reabre o prazo para repatriação e regularização de ativos (bens, valores, créditos e direitos) mantidos no exterior e não declarados. A Lei 13.428/17 foi sancionada na quinta-feira (30) pelo presidente Michel Temer e publicada nesta sexta-feira (31) no Diário Oficial da União. Falta agora a regulamentação da matéria pela Receita Federal, o que deverá ocorrer em até 30 dias. As informações são do Notícias ao Minuto. 

Com a nova lei, o prazo para a repatriação passou de 38 para 120 dias, que serão contados a partir da data de regulamentação da Receita Federal. O patrimônio a ser declarado será aquele em posse do declarante em 30 de junho de 2016. As mudanças serão feitas na Lei 13.254/16. Informações são da Agência Câmara.

A tributação total também mudou. O texto estabelece 15% de Imposto de Renda e 20,25% de multa. Dos valores arrecadados com a multa, 46% serão repartidos com os estados e os municípios por meio dos fundos de participação (FPE e FPM).

Complementar declaração

Para o contribuinte que aderiu ao programa de regularização até 31 de outubro do ano passado, o texto permite complementar a declaração, pagando os novos tributos sobre o valor adicional e convertendo os valores dos bens pela cotação do dólar do último dia de junho de 2016.

O projeto interessa ao governo federal, aos governos estaduais e às prefeituras, porque ajuda no equilíbrio das contas públicas com o reforço na arrecadação. Na edição anterior do programa, no ano passado, o governo federal arrecadou R$ 46,8 bilhões.

Parentes

Um dos pontos mais polêmicos do projeto era a autorização para que cônjuges e parentes de políticos com mandatos aderissem ao programa.

A lei que valeu para a repatriação no ano passado, sancionada pela então presidente Dilma Rousseff, proibiu a adesão por parte de detentores de cargos, empregos e funções públicas de direção ou eletivas, assim como a de seus cônjuges e parentes até segundo grau.

Ao aprovar a segunda edição do programa, o Senado alterou esse trecho, detalhando os cargos eletivos — presidente da República, senador, deputados federal, estadual e distrital, governador, prefeito e vereador — e os agentes públicos atingidos pela vedação, mas retirando do texto a proibição a cônjuges e parentes.

Na Câmara, o relator, deputado Alexandre Baldy (PTN-GO), manteve a redação dada pelos senadores e acrescentou um trecho para convalidar a permissão de adesão por parte de cônjuges e parentes. Na votação em Plenário, os deputados decidiram retirar do texto as alterações feitas pelo Senado e pelo relator para manter intacto o artigo da lei que proíbe a adesão tanto por parte de mandatários e agentes públicos quanto por parte dos respectivos cônjuges e parentes até segundo grau.

Assim, permanece proibida a possibilidade de parentes de mandatários e agentes públicos regularizarem ativos mantidos no exterior.

Baldy também incluiu trecho no substitutivo para impedir que declaração incorreta em relação ao valor dos ativos implique a exclusão do regime de regularização, permitindo à Fazenda exigir complementação de pagamento por meio do lançamento do tributo em auto de infração.

A extinção da punibilidade dos crimes, entretanto, ocorrerá apenas com o pagamento integral dos tributos e dos acréscimos lançados.

Ao aderir ao regime, o contribuinte será anistiado de vários crimes tributários relacionados aos valores declarados, como sonegação fiscal ou descaminho, e de outros listados em leis específicas, a exemplo da lei sobre lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

Não residentes

Os não residentes no Brasil em 30 de junho de 2016 não poderão aderir ao programa. O líder do governo no Senado, senador Romero Jucá (PMDB-RR), disse que a questão poderá ser analisada e regulamentada pela Receita Federal futuramente.

Sete exposições estão em cartaz na Estação Cabo Branco este mês, em JP

Estação Cabo Branco
Estação Cabo Branco

Sete exposições de artes plásticas e visuais podem ser vistas no primeiro pavimento da Torre Mirante da Estação Cabo Branco durante este mês de abril.

Estão em cartaz: ‘Caminhos de João Vianey’, ‘Bem Natural’ (Tiba Magalhães), ‘Faces’ (Antônio Labas), ‘História dos Orixás’ (Ricardo Pessoa), ‘Entre Páginas’ (Coletiva), exposição de’ Poesia à mão – Haicai e outros poemas’ (Valmir Neves) e’ Memórias de Tobias Sauter’.

O horário de visitação no espaço expositivo é de terça a sexta-feira das 9h às 18h. Sábados, domingos e feriados das 10h às 19h, com entrada gratuita.

Conheça as obras

A exposição ‘Os Caminhos de João Vianey’ ficará em cartaz até o dia 18 de maio e consiste em um retrato espontâneo do próprio universo, em que apresentam influências de elementos que o acompanham desde a juventude.

Em ‘Faces’, o artista plástico Antônio Labas expõem 90 esculturas, dividida em três séries: ‘Equilíbrio’, que são esculturas produzidas em alumíio policromado, emoldurados por aço; a série ‘Primitivo’, em aço inox e alumínio policromado e a série ‘Todas as Mulheres do Mundo’, que são esculturas em madeira e aço.

Na ‘História de Orixás’ o artista plástico pernambucano Ricardo mostra dez xilogravuras de 30 x 40 centímetros com imagens dos orixás, (Oxalá, Iemanjá, Ogum, Oxossi, Exú, Oxum, Xangô, Omulú) e mais a oferenda do menino brasileiro.

Nas xilogravuras são elaboradas usando a técnica fechada onde ele valoriza as silhuetas das imagens dos orixás mergulhadas na imensidão do negro, dando a imagem em valor plástico diferente, como se cada xilogravura flutuasse no universo.

Em ‘Poesia à mão – Haicai e outros poemas’ o escritor Valmir Neves apresenta pequenos poemas de sua autoria, postais de poesia, desenho e ilustrações.

A exposição ‘Entre Páginas’ é resultado da Semana Nacional de Quadrinhos, que aconteceu na casa em fevereiro, e prossegue em cartaz no primeiro pavimento da Torre.

Nela o visitante vai encontrar desenhos antigos desenhos e traços da personagem Mônic,a do desenhista Maurício de Souza, Thanos, de autoria de Mike Deodato, Bidu, Papa Capim, Super Woman da DC Comics, Velta, de Emir Ribeiro, Matrioska, de Gabriel Jardim; Primas, de Alberto Pessoa, quadrinho que concorreu ao HQ Mix e outros.

Em ‘Memória Tobias Sauter’ (Gira Mundo) o visitante vai encontrar obras de sua última exposição ‘Gira Mundo’. São telas e instalações do artista fruto de suas andanças pelo mundo e também de material reciclado que ele catava nas praias de João Pessoa.

Já em ‘Bem Natural’ conta com 15 imagens que expressam um panorama de narrativas do cotidiano, com o mote da visão como elemento que encurta distância. O autor, Tiba Magalhãe, é formado em Artes pela UFPB e em 1995 participou de um curso de Fotografia e Laboratório P&B, promovido pelo Senac.

Da Assessoria 

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