Três homens foram presos e seis veículos foram apreendidos, nessa terça-feira (1º), durante a quarta fase da ‘Operação Clone’. Na ação, a polícia desarticulou uma quadrilha que agia em um esquema de roubos e clonagens de veículos na Grande João Pessoa, em Pernambuco e no Rio Grande do Norte.
Segundo a polícia, a operação começou no bairro do José Américo, Zona Sul da Capital, onde um homem foi preso, e seguiu pelo bairro Renascer, em Cabedelo, município da Grande João Pessoa, onde um homem foi preso e reconhecido como foragido da penitenciária de Parnamirim, no Rio Grande do Norte.
Com o suspeito preso, foram apreendidos três carros. Já no bairro de Intermares, também em Cabedelo, o segundo suspeito foi preso e outro veículo foi apreendido.
“Todos os presos são naturais do Rio Grande do Norte, mas agiam na Paraíba e em Pernambuco, de onde também encomendavam os veículos que seriam clonados. Também apreendemos documentos que podem ser do Detran, cuja autenticidade será confirmada por meio de perícia realizada pelo Instituto de Polícia Científica”, explicou o delegado Tércio Chaves.
Os presos foram autuados por associação criminosa, receptação de veículos roubados e adulteração.
Neymar foi ao centro de treinamento do Barcelona na manhã desta quarta-feira (2), mas não chegou a treinar com os companheiros.
De acordo com o jornal espanhol As, o atacante brasileiro esteve precisamente por 42 minutos no CT.
O jogador aproveitou para comunicar aos colegas de equipe e a comissão técnica do Barça que a sua decisão está tomada: irá assinar contrato com o Paris Saint-Germain.
O jornal Mundo Deportivo diz que tudo está acertado entre as partes envolvidas e que Neymar poderá ser oficializado como reforço do clube parisiense nas próximas horas.
Ao que tudo indica, o brasileiro irá tirar de Paul Pogba o “título” de jogador mais caro da história do futebol: 222 milhões de euros, algo em torno de R$ 815 milhões.
Plenário da Câmara durante votação da denúncia contra Temer (Foto: Gilmar Felix/Câmara dos Deputados)
Plenário durante votação da denúncia contra Temer (Foto: Gilmar Felix)
A Câmara dos Deputados rejeitou a denúncia contra o presidente Michel Temer. Isso porque eram necessários o mínimo de 342 votos para autorizar o Supremo Tribunal Federal (STF) a investigar o presidente. No entanto, a soma dos votos a favor do parecer da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) contrário à admissibilidade da denúncia, ausências (13) e abstenções (1) impede que esse número seja alcançado. A vitória do governo foi conquistada durante a votação da bancada do Rio de Janeiro.
Com o resultado, a Câmara não aprova a admissibilidade para que o Supremo Tribunal Federal (STF) investigue Temer.
Para autorizar o STF a abrir investigação contra Temer pelo crime de corrupção passiva, eram necessários 342 votos contra o parecer do deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG).
Com essa decisão, a denúncia é suspensa e só pode ser retomada depois que Temer deixar a Presidência da República. No dia 26 de junho, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou ao STF a denúncia contra Temer, com base na delação premiada de Joesley Batista, dono do grupo JBS. Foi a primeira vez que um presidente da República foi alvo de um pedido de investigação no exercício do mandato.
Três dias depois, a presidente do STF, ministra Cármem Lúcia, enviou ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a denúncia com pedido de autorização para que a Corte Máxima do país possa investigar Temer.
Com o impedimento da autorização, caberá ao presidente da Câmara dos Deputados comunicar ao STF o resultado da votação e a impossibilidade de abrir investigação contra o presidente.
Votação
A primeira sessão começou pontualmente às 9h. A oposição apresentou cinco requerimentos pedindo o adiamento da votação, mas todos foram rejeitados. Cinco deputados da oposição chegaram a protocolar no Supremo Tribunal Federal (STF) um mandado de segurança pedindo que a Corte garantisse, por meio de uma liminar com efeito imediato, a manifestação do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, no plenário da Câmara. O pedido foi indeferido pela ministra Rosa Weber, do STF.
Durante a sessão, o relator do parecer Abi-Ackel e o advogado de Temer, Antônio Maris, falaram e defenderam o arquivamento da denúncia. Depois, deputados contra e a favor do parecer se revezaram no microfone para apresentar seus posicionamentos. Após cinco horas de debate, Rodrigo Maia encerrou a primeira sessão. Pelo regimento da Casa, a sessão deliberativa pode durar quatro horas, prorrogáveis por mais uma. Se não estiver em andamento nenhuma votação, a sessão deve ser encerrada e o presidente deve abrir outra. Com isso, uma nova sessão foi aberta e começou a recontagem do quórum em plenário, com a oposição voltando a apresentar os requerimentos de adiamento da votação.
A base governista reuniu quórum necessário e os debates foram retomados, com os partidos encaminhando a votação das bancadas, quando orientam os deputados como devem votar. Após o encaminhamento, Maia iniciou a votação nominal: cada deputado era chamado ao microfone para proferir seu voto.
Histórico
A denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República chegou à Câmara no dia 29 de junho. Na denúncia, Temer é acusado de ter se aproveitado da condição de chefe do Poder Executivo e ter recebido, por intermédio de um ex-assessor, Rodrigo Rocha Loures, “vantagem indevida” de R$ 500 mil. O valor teria sido ofertado pelo empresário Joesley Batista, dono do grupo JBS, investigado pela Operação Lava Jato.
Segundo a Constituição Federal, um presidente da República só pode ser investigado no exercício do mandato se a Câmara autorizar o andamento do processo.
Durante a tramitação na Câmara, a denúncia motivou diversas discussões em torno do rito de análise e tramitação da denúncia.
A denúncia foi analisada inicialmente pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e recebeu do primeiro relator, deputado Sergio Zveiter (PMDB-RJ), voto favorável para a autorização da investigação. O parecer de Zveiter foi rejeitado pela maioria dos membros da comissão, que aprovaram um parecer substitutivo, elaborado por Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG), recomendando o arquivamento do processo.
Ao longo da tramitação na Câmara, o processo mobilizou a liderança da base governista em torno da busca de apoio ao presidente. Partidos da oposição também adotaram diferentes estratégias nos últimos meses na tentativa de garantir a autorização para abertura da investigação.
Os oposicionistas criticaram a troca de membros na CCJ e a liberação das emendas parlamentares antes da votação na comissão e no plenário, enquanto os governistas argumentavam que a denúncia contra Temer precisava de provas concretas e que a investigação do presidente poderia causar mais instabilidade ao país.
O juiz federal Sérgio Moro aceitou ontem (1°) mais uma denúncia contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no âmbito da Operação Lava Jato, desta vez no caso do sítio de Atibaia (SP). Além de Lula, também viraram réus na ação penal o ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro, o pecuaristas José Carlos Bumlai e mais dez pessoas.
Com isso, o ex-presidente passa a ser réu em cinco ações penais: três na Lava Jato, uma na Zelotes e outra na Operação Janus. Além disso, há duas semanas, o petista foi condenado a nove anos e seis meses de prisão no caso do triplex em Guarujá (SP). Lula nega que tenha participado de qualquer esquema criminoso.
Segundo a denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF), a Odebrecht e a OAS pagaram reformas feitas no sítio de Atibaia, utilizado por Lula e pela família dele, com recursos desviados de contratos superfaturados da Petrobras.
“Parte dos valores de vantagem indevida acertados nos referidos contratos teria sido destinada a agentes da Petrobras e parte a “caixas gerais de propinas” mantidas entre os grupos empresariais e agentes do Partido dos Trabalhadores. Parte dos valores foram utilizados em reformas do aludido Sítio de Atibaia”, diz trecho da denúncia.
Na denúncia, o MPF calcula que percentual de 1% a 3% de propinas pagas em vários contratos assinados entre a Petrobras e as construtoras seriam destinados a Lula e ao PT. Em seu despacho, Moro afirma que a denúncia apresenta “indícios suficientes” de autoria e materialidade e, por isso, é “inevitável” “algum aprofundamento na valoração e descrição das provas”.
O juiz determinou prazo de 10 dias para que os réus apresentem respostas às acusações.
Comissão organizadora teve reunião com prefeito para debater festejos de setembro
O prefeito de Rio Tinto, Fernando Naia, nomeou na tarde desta terça-feira (1º), a comissão organizadora das festividades da semana da Pátria, que vai do dia 1º a 8 de setembro deste ano. O gestor assinou e entregou as portarias durante reunião realizada no auditório do PSF do Conjunto Eduardo Ferreira, no centro do município.
Compõem a comissão a secretária de educação – Tida Freitas, o secretário de desenvolvimento urbano – Natanael Leal, assistência social – Iona Suelena, secretária adjunta de saúde – Rafaela Keila de Medeiros Marinho, diretor de turismo – Silvonetto Oliveira, coordenador de comunicação – Felipe França, e o membro representante do Tiro de Guerra 07/001, sub-tenente Josenildo de Souza, que presidirá a comissão.
Sub-tenente do Tiro de Guerra presidirá comissão
Durante o encontro o prefeito pediu empenho e planejamento a toda equipe responsável pela organização das festividades, desde a abertura do desfile cívico de 1º de setembro na Praça João Pessoa, como o desfile de 7 de setembro na rua da Mangueira, Cavalgada da Independência no dia 6, e o acompanhamento das atrações artísticas na Praça da Vitória e a Vaquejada no Parque Deputado Balduino Minervino de Carvalho.
Fernando Naia e sub-tenente Josenildo de Souza foram bastante taxativo em relação ao cumprimento dos horários da programação. Principalmente no desfile do dia 7 de setembro. A programação no dia da independência do Brasil começará as 8h da manhã com o hasteamento dos pavilhões nacional, estadual e municipal na Praça João Pessoa. As 8h30 sairá a revista com as autoridades, com destino ao palco instalado na rua da Mangueira. As 9h será dado início ao desfile cívico.
Portaria de nomeação da nova comissão organizadora
Na noite do dia 7, haverá shows na Praça da Vitória com as bandas: Harrisson Barros, Rafael Sacanão, Sirano e Sirino e Walkiria Santos. Este ano a Vaquejada de Rio Tinto completa 70 anos, com mais de R$ 20 mil em prêmios.
“Apesar das dificuldades financeiras por qual passa os municípios, e, em Rio Tinto não é diferente, conseguimos fechar uma programação a altura do calendário turístico do município. Estamos mantendo o nível de nossas festividades, ajustando o necessário para que possamos manter e ampliar nossas tradições. Este ano teremos uma grande vaquejada, com muitos vaqueiros de vários Estados”, adiantou o prefeito.
O Governo federal realizou neste ano 200 mil perícias em segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e decidiu cancelar 80 mil auxílios-doença em todo o Brasil. Na Paraíba foram realizadas 3.819 perícias pelo Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) e 2.925 benefícios foram cortados.
Além disso, 592 benefícios foram convertidos em aposentadoria por invalidez, 110 em auxílio-acidente, 16 em aposentadoria por invalidez com acréscimo de 25% no valor do benefício e 176 pessoas foram encaminhadas para reabilitação profissional. No estado, 13.221 benefícios de auxílio-doença serão revisados.
As análises do MDS foram feitas em cima, sobretudo, de casos de pessoas que estavam há mais de dois anos sem passar por uma revisão do INSS. O intuito do governo é economizar R$ 2,6 bilhões por ano. Segundo os dados do MDS, a estimativa de economia na Paraíba é de R$ 50,9 milhões.
O auxílio-doença é um direito que o cidadão tem de receber dinheiro quando fica impossibilitado de trabalhar por causa de doença ou de ter sofrido algum acidente. Para receber os recursos, o segurado do INSS precisa passar por um exame médico que ateste a impossibilidade de trabalhar. O laudo precisa sempre ser renovado. As informações são do Portal Correio.
A Polícia Militar da cidade de Rio Tinto, no Litoral Norte paraibano, registrou na noite desta segunda-feira (31), um crime de homicídio no Sítio Bom Vista, zona rural do município. A vítima foi um homem identificado pelo nome de Nildo. Os suspeitos não foram localizados. As informações são do repórter Williams Soares (Língua de Aço).
A polícia foi acionada para o local após a população ouvir disparos de arma de fogo. Uma testemunha informou que estava bebendo com a vítima quando dois homens se aproximaram e já foram efetuando vários disparos. Nildo era natural de Santa Rita na Grande João Pessoa, foi alvejado pelo menos cinco vezes e morreu no local.
Até o fechamento desta publicação, os atiradores não haviam sido encontrados. A polícia investiga as causas do homicídio, mas trabalha com a hipótese de acerto de contas pelas características do crime. O caso será acompanhado pelo Núcleo de Homicídios da 7ª Seccional da região.
Insegurança no campus da UFPB em Mamanguape preocupa alunos e professores
Insegurança no campus da UFPB em Mamanguape preocupa alunos e professores
Estudantes e professores do campus da UFPB em Mamanguape, cidade na zona da mata da Paraíba, estão preocupados com a insegurança nas imediações do instituição. Relatos de abordagens em estradas que dão acesso ao campus e a falta de iluminação pública são alguns dos problemas apontados pela comunidade acadêmica de Mamanguape.
A professora Graziellen Gelli contou que foi abordada duas vezes na BR-101 quando seguia para a universidade. “Eu estava voltando da aula, aproximadamente às 10h30 da noite, jogaram uma pedra muito grande na estrada, a gente não conseguiu desviar e rasgou o pneu do carro. Tivemos que parar às 10h30 da noite, eu estava com meu bebê no carro. Na segunda vez, tinham dois caminhões atravessados na pista”, relatou.
Ainda de acordo com a docente, outros relatos semelhantes estão sendo feitos por outras pessoas. “A gente fica à deriva”, concluiu Graziellen. No caso dos ônibus que levam estudantes de cidades menores até o campus da UFPB em Mamanguape, os assaltantes chegaram a invadir o veículo e concluir o roubo.
De acordo com a aluna Micarla Lopes, um dos assaltos aconteceu assim que o ônibus que levava estudantes de Jacaraú, no qual ela seguia, entrou na BR-101. “O motorista foi abordado, renderam ele, entraram e roubaram tudo”, lamentou. Ainda segundo os estudantes, assaltos também foram registrados dentro do próprio campus.
O capitão Jailton do Santos, subcomandante da Companhia de Polícia Militar de Mamanguape, destacou que a polícia segue realizando buscas na área da universidade, inclusive dando apoio à Polícia Rodoviária Federal (PRF) em ocorrências reportadas na rodovia BR-101.
A PM já prendeu diversas pessoas suspeitas de roubo nas proximidades. Somente nesse início de ano foram mais de 70 prisões. Neste primeiro semestre foram mais de 60 armas de fogo apreendidas. O que ocorre é que muitas vezes, algumas pessoas que são presas até por três vezes, são postas em liberdade e continuam praticando crimes”, avaliou.
Em nota, a UFPB informou que mantém 11 postos de vigilância dentro do campus de Mamanguape. Sobre a iluminação, a UFPB repassou que solicitou à Prefeitura de Mamanguape que fosse melhorada. A prefeitura municipal, por sua vez, não respondeu aos contatos feitos pela TV Cabo Branco.
A determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que extingue zonas eleitorais na Paraíba vai encontrar resistência dos juízes eleitorais. O juiz membro do TRE Breno Wanderley já se manifestou contrário ao zoneamento eleitoral no Estado. “Eu sou contra a redução”, dispara secamente Breno.
Por iniciativa da presidência, o Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba vai discutir em audiência pública nesta terça-feira (1), às 9h, o documento, publicado no Diário da Justiça Eletrônico (DJE) de maio, que estabelece que os tribunais regionais eleitorais devam extinguir as zonas eleitorais localizadas no interior dos estados.
A ordem de extinção das zonas eleitorais foi assinada através de Portaria nº 372, pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Gilmar Mendes.
A medida, que pode atingir 49 das 77 existentes na Paraíba, é motivo de indignação de Breno: “O TSE trabalhou muito anos para alcançar um número maior de eleitores e agora quer reduzir. Eu não entendo”.
Breno Wanderley, disse ainda que não vê nenhuma justificativa plausível para diminuir as zonas eleitorais no estado e indaga: “Qual o beneficio financeiro que trará?”.
A ordem do presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes, é que os tribunais regionais eleitorais apontem em até 90 dias quais as zonas eleitorais devem ser extintas.
A possível anulação da eleição da mesa diretora da Câmara Municipal de Itapororoca, realizada em 1ª de janeiro deste ano, deve ser julgada nesta terça-feira (1º), pelo Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB). O imbróglio teve início após o vereador Francisco Augusto Meireles, conhecido como Chico da Saelpa, se ausentar da votação , que terminou empatada em 5 a 5.
Questionado sobre sua ausência na sessão do dia 1º de janeiro, Chico da Saelpa alegou ter sido coagido por homens desconhecidos e intimidado a entrar em um carro, que o levou para fora da cidade.
Com o empate, o vereador Jailson Fernandes foi declarado eleito presidente da Casa pelo critério de ser o parlamentar mais votado. Integrantes da chapa adversária, encabeçada pelo vereador Rodrigo, contestaram o resultado e disseram que o regimento prevê que o eleito deveria ser o vereador mais velho.
“Ele (Rodrigo) passou os quatro anos sem questionar o nosso regimento, agora vem dizer que o regimento é nulo”, disse Jaílson.
Já o vereador Rodrigo disse estar confiante na Justiça, que “deverá reverter a decisão da eleição da Câmara”. O parlamentar lembrou que em todas as Casas Legislativas o quesito adotado é o que prevê a eleição do candidato mais idoso. “Estamos procurando a Justiça para dirimir essa questão, mas confiantes na reversão do resultado”, arrematou.
A Prefeitura de Pedro Régis anunciou Jonas Esticado, Fabiana Souto e Doninho Oliveira como atrações da Festa da Padroeira 2026. O evento será realizado no dia 13 de novembro, em homenagem a Nossa Senhora de Fátima, reunindo tradição, música e celebração em praça pública.
O TSE suspendeu a cassação da prefeita de Areia, Silvia Cunha Lima, e autorizou sua permanência no cargo até o julgamento definitivo do recurso contra a decisão do TRE-PB.
O TJPB autorizou a Câmara de Bayeux a realizar uma nova eleição para a Mesa Diretora do biênio 2027/2028. A decisão busca evitar que o Legislativo municipal inicie o próximo ano sem dirigentes definidos.