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2018 começará com a maior ‘Superlua’ do ano

© Getty Images
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O ano de 2018 terá início com uma “Superlua”, que acontecerá no dia 1º de janeiro, às 19h56, pelo horário de Brasília.

O satélite natural atingirá seu perigeu, ou seja, distância mínima da Terra, neste horário, ficando a 356,5 mil km da superfície do planeta (a distância normal é de 384 mil km).

Apesar de não ser perceptível, a próxima Superlua será a de maior proximidade com a Terra no ano de 2018. Ela estará 100 km mais próxima que a última, que ocorreu em 3 de dezembro de 2017.

O evento foi descrito pela NASA como a “Trilogia da Superlua”, já que o fenômeno também se repetirá em 31 de janeiro de 2018, quando será acompanhado por um eclipse total do astro.

Quando o fenômeno ocorre duas vezes em um mesmo mês, ele é chamado de “Superlua Azul”. De acordo com o “Virtual Telescope Project”, uma plataforma online de telescópios, tanto a Lua Nova quanto a Cheia podem ser “Superluas”, desde que atinjam a distância mínima da superfície terrestre.

O satélite natural se movimenta ao redor do planeta em uma órbita elíptica, portanto sua distância para a Terra não é constante, variando entre o perigeu (mínima) e o apogeu (máxima). Com informações da Ansa.

Temer descumpre acordo e prefeituras ficam sem aporte financeiro

Tota Guedes
Tota Guedes

O presidente da Federação das Associações de Municípios da Paraíba, Tota Guedes, lamentou o recuo do Governo Federal na liberação o de recursos na ordem de R$ 2 bilhões que seriam destinados às prefeituras de todo o país.

O Auxílio Financeiro aos Municípios (AFM) foi confirmado pelo presidente Michel Temer em 2 eventos em que Tota participou fazendo questão de levar em ambos momentos mais de 100 prefeitos paraibanos para Brasília.

“O AFM foi uma das lutas do nosso país que teve origem com prefeitos da na nossa Paraíba em um grupo de whattsapp. Com muita insatisfação e repudio que recebo a informação de que o presidente da República não vai publicar a Medida Provisória de liberação do AFM”, disse Tota.

O movimento municipalista foi surpreendido pela informação da Casa Civil de que o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, e da Fazenda, Henrique Meirelles, se negam a assinar a Medida Provisória e comunicam que irão criar um Programa Especial de Auxílio aos Municípios. Esse programa deverá passar pelo Congresso Nacional para ser aprovado, fazendo com que estes recursos cheguem efetivamente aos cofres municipais somente em fevereiro ou março de 2018.

“A grande maioria dos prefeitos paraibanos estavam aguardando essa ajuda financeira para amenizar o difícil ano de 2017. Queda de receitas e dificuldades financeiras foram as grandes marcas desse ano, e agora essa facada no final. Precisamos repensar a forma de trabalhar e agir diante do poder executivo federal”, frisou Tota.

Famup

Paulino cita opções de apoio a Lula, caso o petista dispute a eleição de 2018

Fátima e Roberto Paulino visitam Lula em SP
Fátima e Roberto durante visita ao ex-presidente Lula, em SP

O ex-governador Roberto Paulino (MDB), durante a festa de confraternização na Casa 15, em Guarabira, apresentou uma série de alternativas e possibilidades de seu apoio político ao ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva, caso o petista venha disputar a Presidência da República em 2018.

Perguntado por Fato a Fato sobre seu posicionamento em relação a disputa pela Presidência da República no próximo ano, o vice-presidente estadual do MDB disse que, como seu partido dificilmente apresentará candidato, há grande possibilidade de apoio ao ex-presidente Lula.

“Se a disputa for entre Aécio e Lula, voto em Lula. Se for entre Ciro e Lula, eu voto em Lula. Se a campanha for entre Marina e Lula, votarei em Lula. Se for entre Alckmin e Lula, também vou votar em Lula. Se for entre Bolsonaro e Lula, voto em Lula”, afirmou Paulino.

Caso o MDB venha lançar candidato, Paulino disse que a tendência é apoiar o nome lançado pelo partido. “Mas tudo depende de muita coisa”, ponderou.

Voto contra – Para a surpresa do povão e das lideranças presentes à confraternização na Casa 15, realiza na última sexta-feira (22), o ex-governador Roberto Paulino comentou que, se a disputa para presidente da República for entre Ricardo Coutinho e Lula, aí ele vota no governador da Paraíba.

Fato a Fato

Luciano Cartaxo lidera disputa para Governo do Estado; confira os números

No primeiro cenário, Luciano surge com 41,6% das intenções de voto

Às vésperas do início de 2018, o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSD), aparece como favorito na disputa ao Governo do Estado, na capital paraibana. Cartaxo lidera todos os cenários avaliados ainda neste mês de dezembro pelo Instituto 6Sigma, em pesquisa encomendada para consumo interno.

De acordo com os números, aos quais o Portal MaisPB teve acesso, o gestor supera mais do que a soma de todos os possíveis adversários no território pessoense e apresenta uma das mais baixas rejeições entre o eleitorado de João Pessoa, cidade que administra há cinco anos.

Cenário 1 – João Pessoa

No primeiro cenário medido pelo Instituto, Luciano Cartaxo (PSD) surge com 41,6% das intenções de voto. Em seguida aparecem o senador José Maranhão (PMDB), com 10,2%, e em terceiro a vice-governadora Lígia Feliciano (PDT), com 5,5%.

Lançado pelo PSB há cinco meses, o secretário João Azevedo (PSB) alcança 3,8%, seguido do prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSDB), com 3,5%. O número de votos brancos e nulos foi de 22,1%. O percentual de quem ainda não sabe em quem votar ou preferiu não responder foi de 13,3%.

Cenário 2 – João Pessoa

Em uma segunda avaliação, o prefeito da capital segue liderando com 39,7% das intenções de voto. Neste cenário, os senadores Cássio Cunha Lima (PSDB) e José Maranhão (PMDB) apresentam 10,2% e 9,2%, respectivamente.

O secretário João Azevedo (PSB) fica com 4,8%, acompanhado pela vice-governadora Lígia Feliciano (PDT), com 3,8%. Brancos e nulos somaram 20,8%. 11,5% dos eleitores informaram não saber ou preferiram não responder.

Rejeição – João Pessoa

Luciano Cartaxo surpreende com apenas 4,5% de rejeição na cidade que administra, seguido do prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues, com 3,3%. Os senadores Cássio Cunha Lima e José Maranhão aparecem com os maiores índices, com 31,1% e 13,5%, respectivamente. Já o secretário João Azevedo apresentou 5,8%, tecnicamente empatado com a vice-governadora Lígia Feliciano, com 5,1%.

Dados técnicos – A pesquisa do instituto 6Sigma foi realizada entre os dias 02 e 07 de dezembro deste ano. Foram ouvidos mais de mil entrevistados, em todas as regiões de João Pessoa. A estratificação da amostra teve como parâmetro os indicadores fornecidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), além do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A margem de erro é de quatro pontos percentuais para mais ou para menos.

Intenção estimulada – Governador (Cenário 01)

Luciano Cartaxo (PSD): 41,6%

José Maranhão (PMDB): 10,2%

Lígia Feliciano (PDT): 5,5%

João Azevedo (PSB): 3,8%

Romero Rodrigues (PSDB): 3,5%

Brancos e nulos: 22,1%

Não sabe e não respondeu: 13,3%.

Intenção estimulada – Governador (Cenário 02)

Luciano Cartaxo (PSD): 39,7%

Cássio Cunha Lima (PSDB): 10,2%

José Maranhão (PMDB): 9,2%

João Azevedo (PSB): 4,8%

Lígia Feliciano (PDT): 3,8%

Brancos e nulos: 20,8%.

Não sabe e não respondeu: 11,5%.

Rejeição estimulada – Governador

Cássio Cunha Lima (PSDB): 31,1%

José Maranhão (PMDB): 13,5%

João Azevedo (PSB): 5,8%

Lígia Feliciano (PDT): 5,1%

Luciano Cartaxo (PSD): 4,5%

Romero Rodrigues (PSDB): 3,3%

MaisPB

Walcyr Carrasco repudia liberdade de assassinos de Daniella Perez

© Divulgação/ TV Globo

O novelista Walcyr Carrasco usou suas redes sociais para mandar uma mensagem de apoio à colega Gloria Perez, ao relembrar os 25 anos da morte de Daniella, filha da autora. Na postagem feita nesta quinta (28), Carrasco mostrou repúdio pelos assassinos, Guilherme de Pádua e Paula Thomaz, que vivem em liberdade.

“25 anos que perdemos Daniella Perez pelas mãos de assassinos torpes que hoje estão soltos, refazendo suas vidas. Ela mudou de nome, ele virou pastor de igreja. Um abraço carinhoso à amiga @gloriafperez que, em meio à dor e à saudade, se mantém forte lutando por Justiça”, escreveu o autor.

Relembre o caso que chocou o país, AQUI.

Piso do magistério terá aumento real de 3,9% no ano que vem

O ministro da Educação, Mendonça Filho, assinou hoje (28) a portaria que estabelece um aumento de 6,81% para o piso salarial dos professores para 2018. O reajuste anunciado segue a Lei do Piso, que estabelece a atualização anual do piso nacional do magistério, sempre a partir de janeiro.

Segundo o MEC, por estar acima do índice de inflação previsto para este ano, o piso nacional do magistério terá um ganho real de 3,9% e um salário de R$ 2.455,35, para jornada de 40 horas semanais. Nos últimos dois anos, os professores tiveram um ganho real de 5,22%, o que corresponde a R$ 124,96, de acordo com a pasta.

Para o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Heleno Araújo, o percentual está dentro do esperado, pois foi calculado de acordo com o mecanismo já utilizado nos últimos anos.

No entanto, ele alerta para o fato de que faltam dois anos para o cumprimento da meta 17 do Plano Nacional de Educação, que estabelece que até 2020 o salário médio dos professores deve ser equiparado com o salário médio de outras profissões. “Vai precisar de um esforço maior do MEC, junto com estados e municípios para que essa meta seja alcançada até 2020”, disse Araújo.

O piso salarial dos docentes é reajustado anualmente, seguindo as regras da Lei 11.738/2008, a chamada Lei do Piso, que define o mínimo a ser pago a profissionais em início de carreira, com formação de nível médio e carga horária de 40 horas semanais. O critério adotado para o reajuste desde 2009 tem como referência o índice de crescimento do valor mínimo por aluno ao ano do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Com informações da Agência Brasil.

Barca de dispensados do Fluminense tem oito jogadores; confira

© MAILSON SANTANA/FLUMINENSE FC
© MAILSON SANTANA/FLUMINENSE FC

De olho na redução drástica de custos do departamento de futebol, o Fluminense anunciou a dispensa de oito jogadores de seu elenco.

O clube não conta mais com Diego Cavalieri, Henrique, Wellington Silva, Artur, Marquinho, Higor Leite, Maranhão e Robert. A medida visa abrir espaço na folha salarial do Fluminense, considerada muito inchada. A informação foi inicialmente veiculada pelo “Globo Esporte” e confirmada pela reportagem.

“O Fluminense está trabalhando para ter um grupo de jogadores que permita formar uma equipe competitiva em 2018, e que caiba no seu orçamento, dentro da atual conjuntura. Não queremos repetir os erros das contratações de 2015 e 2016. É uma mudança pontual que visa reduzir a folha salarial”, disse Marcus Vinícius Freire, diretor executivo geral do clube.

O clube prevê uma redução de cerca de R$ 45 milhões no custo do departamento de futebol para 2018, o que tornará o orçamento ainda mais apertado para a próxima temporada.

Folhapress

Coreia do Norte, Catalunha e 1º ano de Trump marcaram o noticiário

© Reuters
© Reuters

O cenário internacional em 2017 foi marcado por vários conflitos regionais com repercussões globais, como a  crise dos refugiados, o primeiro ano de governo de Donald Trump marcado por decisões polêmicas, a redução dos territórios ocupados pelo Estado Islâmico e a crise nuclear provocada por testes atômicos da Coreia do Norte.

Veja um resumo de alguns fatos que ocorreram no mundo:

Primeiro ano de Donald Trump

Nos Estados Unidos, o grande fato de 2017 foi a posse do presidente Donald Trump, em janeiro. Com um polêmico estilo de administrar focado no mote “América Primeiro”, ele provocou reações no mundo inteiro por conta de uma política externa claramente protecionista. Logo no início do seu governo, Trump anunciou que o país iria abandonar a Parceria Transpacífico.

Também nos primeiros dias de governo, ele assinou um decreto barrando a entrada de refugiados e cidadãos de sete países muçulmanos, medida que gerou grandes reações internas e externas e uma batalha com a Justiça, fazendo com que a resolução passasse por diversos ajustes até que no final do ano recebeu aprovação para impedir a entrada de cidadãos de várias nações. Outro tema polêmico de Trump foi o prometido muro na fronteira com o México, que ele não conseguiu implementar este ano, mas não está descartado.

Trump sofreu outras derrotas. Ele tentou substituir o sistema de saúde do governo anterior, o Obamacare, mas não conseguiu apoio do seu próprio partido.

Durante o ano, Trump tentou desviar a atenção do envolvimento de membros de sua equipe com oficiais russos durante a campanha eleitoral de 2016, acusados de prejudicarem a então candidata Hillary Clinton. O assessor de segurança nacional, Michael Flynn, foi obrigado a se demitir, acusado de ter mantido conversas inapropriadas com o embaixador russo em Washington, Sergei Kislyak. Também demitido, o diretor do FBI, James Comey, depôs no Senado dizendo que o presidente o havia pressionado para que ele abandonasse as investigações.

Na área de meio ambiente, Trump promoveu cortes na Agência de Proteção Ambiental, reduziu áreas protegidas, aprovou a construção de oleodutos em terras indígenas e adotou medidas para revitalizar a indústria do carvão. No plano externo, o país abandonou em junho o Acordo de Paris de combate às mudanças climáticas, gerando fortes críticas internas e externas e isolando ainda mais os Estados Unidos  no cenário internacional.

No final de 2017, uma primeira grande vitória no Congresso: a aprovação da reforma tributária, que promove cortes nos impostos para empresas e promete diminuir a carga tributária para a classe média. A medida também deve ter um impacto negativo, pois, sem contrapartida em corte de gastos, a perspectiva é que o déficit anual dos Estados Unidos aumente ao longo da próxima década.

Os norte-americanos endureceram a política com Cuba, que havia sido flexibilizada pelo ex-presidente Barack Obama; e adotaram uma postura crítica com várias sanções contra a Venezuela, país imerso em grande crise política e social.

No começo de dezembro, Trump reconheceu Jerusalém como capital de Israel, provocando grandes protestos em todo o mundo árabe e uma condenação unânime pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas.

EUA x Coreia do Norte

Na política externa, Trump assustou o mundo por conta da batalha retórica travada com o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, depois de uma série de testes nucleares do regime de Pyongyang. Em discurso nas Nações Unidas, o republicano prometeu “destruir totalmente” o país asiático, que denominou “patrocinador do terrorismo”. Já a Coreia do Norte reagiu afirmando que os discursos do norte-americano eram uma declaração de guerra e que os Estados Unidos pagariam pelas ameaças. Os norte-coreanos sofreram sanções das Nações Unidas por causa do programa nuclear e de mísseis balísticos.

Eleições na Europa

Na Europa, o ano de 2017 foi marcado por eleições em países importantes, onde a extrema-direita, apesar de não ter vencido, vinha crescendo e se tornou uma força importante em várias nações, a exemplo da Holanda, França, Áustria e Alemanha. Os resultados trouxeram alívio para o bloco europeu, depois da emergência do nacionalismo com a saída do Reino Unido do bloco, o Brexit, em junho de 2016.

A eleição na Holanda, em março, serviu como um primeiro teste e também um freio na extrema-direita na Europa, com a vitória do primeiro-ministro liberal Mark Rutte, que bateu o ultradireitista Geert Wilders, com um discurso antieuropeu e que chegou a liderar as pesquisas.

Na França, em maio, o novato Emmanuel Macron, do movimento En Marche!, renovou a política francesa e, aos 39 anos, venceu a eleição presidencial, derrotando forças tradicionais e, principalmente, a extrema-direita liderada por Marine Le Pen. Na Alemanha, a chanceler conservadora Angela Merkel conquistou seu quarto mandado, em um pleito marcado pela entrada no Parlamento do partido de extrema-direita Alternativa para a Alemanha (AfD), com quase 90 representantes.

Catalunha

Na Espanha, o conflito independentista na Catalunha esteve no centro do noticiário, quando a região autônoma promoveu um referendo em outubro, no qual a maioria votou a favor da independência, em um pleito conturbado, que resultou em mais de 500 feridos.

O referendo foi considerado ilegal pelo governo da Espanha, que suspendeu a autonomia da Catalunha, destituiu o presidente catalão Carles Puigdemont e marcou novas eleições, que ocorreram no último dia 21 de dezembro, com os separatistas ganhando maioria no Parlamento e o direito de indicar o novo presidente.

A polêmica, entretanto, continua, uma vez que há divisão entre os próprios catalães, e o governo espanhol já avisou que não vai permitir a independência da região.

Brexit

As negociações do Reino Unido com a União Europeia (UE) para definir os termos do processo de saída dos britânicos do bloco continuaram. Após meses de debates, em dezembro, os líderes da UE autorizaram o início da segunda fase do Brexit, que visa a definir o período de transição e os futuros laços comerciais entre o bloco europeu e o Reino Unido. As decisões têm de ser aprovadas por todos os Estados-membros da UE e pelo Parlamento Europeu.

O acordo que estabelece as relações da saída do Reino Unido da UE abrange aspectos como os direitos dos cidadãos da UE que residem no Reino Unido; os direitos dos cidadãos britânicos que vivem nos 27 países da UE; os compromissos financeiros assumidos pelo Reino Unido enquanto Estado-membro; a sede das agências europeias que se encontram atualmente no país, questões transfronteiriças (especialmente entre o Reino Unido e a República da Irlanda) e compromissos internacionais realizados pelo Reino Unido.

Atentados

Em 2017, o Estado Islâmico perdeu quase todo o território que controlava. Foi derrotado nas suas duas capitais: Mossul, no Iraque; e Raqqa, na Síria. As perdas reduziram as chances de manutenção e expansão de um califado. No entanto, o número de atentados em outras partes do mundo aumentou, cometidos por simpatizantes, lobos solitários ou pequenos grupos. Foram registrados ataques na Grã-Bretanha, Barcelona (Espanha). Em uma mesquita no norte do Egito, mais de 300 pessoas foram mortas. Na Somália, os ataques foram feitos pelo Al Shabab deixando centenas de mortos. 

Em Las Vegas, nos Estados Unidos, um atirador americano matou 59 pessoas e deixou pelo menos 527 feridos. Outro atentado ocorreu em Nova York, em 31 de outubro, quando um extremista ligado ao Estado Islâmico e residente no país invadiu uma ciclovia com uma van, deixando oito mortos e 11 feridos.

Rohingyas

Vários conflitos regionais levaram à migração de refugiados, motivada por conflagrações na Síria, Líbia, Iraque, Afeganistão, Iêmen, Nigéria, Mianmar, Bangladesh e outros países. Há refugiados também por conta de questões sócio-econômicas e climáticas, principalmente da África subsaariana.

Os rohingyas foram um dos mais atingidos. Muçulmanos, cerca de 600 mil deles tiveram de fugir de Mianmar, país de maioria budista, para Bangladesh. As Nações Unidas e organizações, como Médicos sem Fronteiras, denunciaram que os militares de Mianmar executaram uma política de genocídio e limpeza étnica contra os rohingyas, que são considerados imigrantes ilegais e não têm cidadania em Mianmar, embora vivam na região há séculos.

Assédio sexual 

O mundo foi tomado por uma surpreendente onda de denúncias de assédio sexual, que atingiu principalmente um dos mais famosos produtores de Hollywood, Harvey Weinstein, acusado de assediar sexualmente pelo menos 13 atrizes. Os fatos teriam acontecido ao longo de um período de cerca de 30 anos.

Incêndios florestais

Portugal foi um dos países mais atingidos por incêndios florestais. Foram mais de 100 mortos e centenas de feridos e desabrigados em dois grandes incêndios: em Pedrógão Grande e Góis. Em relação aos últimos dez anos, 2017 teve mais de 440 mil hectares queimados. Relatórios técnicos apontam que as autoridades não agiram de forma adequada e a falta de ação preventiva contribuiu para as tragédias. O primeiro-ministro português, António Costa, anunciou que vai reformular o modelo de proteção civil do país.

A Sérvia, a Bulgária, a Grécia e a Turquia também tiveram inúmeros focos, assim como a Macedônia e a Albânia, em menor intensidade.

Em dezembro, o sul da Califórnia também sofreu com as queimadas. Com informações da Agência Brasil. Com informações da Agência Brasil.

Marcação efetuou pagamento de todos os servidores municipais nesta quinta-feira

A Prefeitura Municipal de Marcação, no Litoral Norte da Paraíba, efetuou o pagamento de todos os funcionários públicos nesta quinta-feira (28). A gestão da prefeita Eliselma Oliveira (Lili/PDT), fecha o ano com a folha de pagamento em dia, além da quitação antecipada da segunda parcela do 13º salário, realizado no último dia 19.

Conforme a prefeita, o pagamento da folha está dentro do cronograma planejado, mesmo em um cenário de adversidade, o que demonstra o compromisso da gestão com os servidores.

“Sabemos que é obrigação de todo gestor manter os salários em dia. Porém, em meio à crise enfrentada, temos nos esforçado bastante para que as contas possam se manter em equilíbrio”, frisou.

Com informações da assessoria

STF suspende trechos polêmicos do indulto de Natal de Temer

© Ueslei Marcelino/Reuters
© Ueslei Marcelino/Reuters

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, acolheu os questionamentos feitos pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, e suspendeu os pontos polêmicos incluídos pelo presidente Michel Temer na concessão do indulto de Natal.

Na semana passada, Temer editou decreto que beneficiou, entre outros criminosos, 40 presos por corrupção no âmbito da Operação Lava Jato com extinção das respectivas penas. 

Na ação ajuizada por Raquel Dodge junto ao STF na noite de quarta-feira (27), a procuradora-geral diz que o decreto do presidente “se destina a favorecer, claramente, a impunidade, dispensando do cumprimento da sentença judicial justamente os condenados por crimes que apresentam um alto grau de dano social, com consequências morais e sociais inestimáveis, como é o caso dos crimes de corrupção, de lavagem de dinheiro e outros correlatos”.

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