
O elenco do Palmeiras voltou a São Paulo no início da madrugada desde domingo (31) com a taça da Libertadores na bagagem. A delegação alviverde desembarcou no Aeroporto Internacional de Guarulhos por volta de 0h40, saiu pela pista e foi direto para a Academia de Futebol.
Na zona oeste de São Paulo, torcedores se aglomeraram na porta do CT palmeirense para receber os campeões – desrespeitando os protocolos de combate à Covid-19. Um grupo de torcedores também saudou os jogadores no aeroporto e ficou bem perto do ônibus no portão de saída do local.
O jogo
Aos 53 minutos do segundo tempo, quando a bola cruzou o ar do Maracanã, encontrou a cabeça do atacante Breno Lopes e foi descansar no fundo da rede do Santos, valeu a pena cada uma daquelas vezes em que o torcedor do Palmeiras disse aos amigos, gritou aos jogadores, sussurrou para si mesmo: “A Taça Libertadores é obsessão”. Neste sábado, o título tão desejado desde 1999, tão pedido nestes últimos anos, deixou de ser ambição para se tornar realidade: o Palmeiras é bicampeão da América. O gol da vitória por 1 a 0 nasceu quase no fim, logo após confusão entre Cuca e Marcos Rocha à beira do campo, e saiu da cabeça de um jogador improvável, quase desconhecido, chegado ao clube há menos de três meses – e, desde já, eternizado.
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