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quarta-feira, 6 maio 2026
                          

PSB bate o martelo e indica Alckmin para vice de Lula

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Redação PB Vale
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O PSB realizou um evento oficial para indicar Geraldo Alckmin (PSB) para concorrer a vice na chapa presidencial do ex-presidente Lula (PT). Gleisi Hoffmann, presidente Nacional do PT, também esteve no evento. No próximo dia 14, o partido deve aprovar o nome de Alckmin.

Chamado por Gleisi de “companheiro Geraldo Alckmin”, o ex-governador de São Paulo agradeceu a confiança a a honra de ter sido indicado para ser vice de Lula. “Política não é uma arte solitária, nós vamos somar esforços para a construção do nosso país”, disse Alckmin. “Temos hoje um governo que atenta a democracia e atenta contra as instituições.”

“O presidente Lula, no último ano de seu governo, em 2010, o PIB brasileiro cresceu 7,5%. Quero somar meus esforços ao presidente Lula para a gente recuperar renda, empregos dos brasileiros e a população poder ter dias melhores. Chega de sofrimento para o povo brasileiro”, afirmou. “Vamos colocar nosso nome à disposição para que a gente possa trabalhar pelo Brasil.”

Lula afirmou que a relação entre PT e PSB é histórica. “Conseguimos demonstrar que duas forças que têm projeto, duas forças que têm princípios podem se juntar em um momento que é de interesse do povo”, disse o ex-presidente. O petista elogiou Gleisi Hoffmann e afirmou que a presidente do partido não tem medido esforços para que Lula e Alckmin vençam a eleição.

Ao falar com Geraldo Alckmin, Lula pediu para ser chamado de “companheiro Lula” e avisou que chamará o colega de chama de “companheiro Alckmin”. O ex-presidente afirmou que a polarização que protagonizou contra Alckmin e Serra era uma “polarização civilizada”, em que os adversários se respeitava.

Lula afirmou que a relação entre ele e Alckmin sempre foi “respeitoso e civilizado” e relembrou encontros entre eles quando o petista era presidente e ia ao estado de São Paulo, governado por Alckmin.

O presidente do PSB, Carlos Siqueira, afirmou que o que está em risco na eleição de outubro é a democracia. “Não é uma eleição da esquerda contra a direita, mas da democracia contra o autoritarismo”, declarou.

A parceria foi oficializada nesta sexta-feira (8), mas há meses havia uma articulação para a formação da chapa entre Lula e Alckmin. O movimento é uma tentativa do petista de ir mais para o centro do espectro político e atrair mais eleitores, com o objetivo de derrotar Jair Bolsonaro (PL).

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