Não há gás de cozinha na Paraíba e não há previsão de quando o fornecimento do produto seja normalizado. A informação é do Sindicato de Revendedores de Gás na Paraíba (Sinregás-PB), à 98 FM, Rede Correio Sat, nesta terça-feira (29).
O presidente do sindicato, Marcos Antônio Bezerra, disse que as cargas com botijões estão retidas no Porto de Suape, em Pernambuco, ou na rodovia entre o estado vizinho e a Paraíba, onde a greve de caminhoneiros continua e impede a circulação do produto. O Governo do Estado informou que está negociando para destravar as cargas.
O sindicalista disse à repórter Sandra Macêdo, da Rede Correio Sat, que a Paraíba precisaria de pelo menos cinco dias para normalizar a distribuição de 18 mil botijões em todo o estado. No momento que o gás chegar, precisará ser distribuído sob cotas para atender primeiro hospitais e presídios e só depois seguirá para comercialização.
Sobre preços, Marcos Antônio explicou que eles devem permanecer entre R$ 65 e R$ 70. No caso de revenda clandestina, com preços abusivos, a orientação é não comprar e denunciar à polícia ou ao Procon.
Por Alisson Correia


