Vice-presidente Geraldo Alckmin e presidente Lula, acompanhados de Lú Alckmin e Janja, descem a rampa do Planalto durante a Cerimônia em Defesa da Democracia - Foto: Ricardo Stuckert / PR

Exatos três anos após os atos antidemocráticos ocorridos em Brasília, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reforçou nesta quinta-feira, 8 de janeiro, que a data deve ser lembrada como um momento de resposta do Brasil àqueles que atentaram contra o Estado Democrático de Direito.

“O 8 de janeiro está marcado na História como o dia da vitória da democracia. Vitória sobre os que tentaram tomar o poder pela força, desprezando a vontade popular expressa nas urnas”, afirmou Lula, durante a Cerimônia em Defesa da Democracia, no Palácio do Planalto. A solenidade relembrou os ataques às sedes dos Três Poderes e reafirmou o compromisso das instituições com a preservação da ordem democrática no país.

Para Lula, o 8 de janeiro deve sempre ecoar como lembrança de uma ameaça que pode voltar, caso as instituições não se mantenham sólidas. Para reforçar esse pensamento, Lula citou o poeta hispano-americano George Santayana: “Aqueles que não conseguem lembrar o passado estão condenados a repeti-lo.”

PAÍS JUSTO — Segundo o presidente, não há democracia plena sem justiça social, redução das desigualdades e garantia de direitos para todos. “A verdadeira democracia exige a construção de um país cada vez mais justo e menos desigual, com mais direitos e menos privilégios. Um país onde a saúde e a educação de qualidade sejam direito de todos, e não privilégio de quem pode pagar por elas”, afirmou Lula.

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