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quarta-feira, 6 maio 2026
                          

Em entrevista ao PBVale, Manoel Junior fala sobre Dilma, Cunha, Lava Jato e Impeachment

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Redação PB Vale
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Deputado Manoel Junior concedeu entrevista ao PBVale
Deputado Manoel Junior concedeu entrevista ao PBVale

O deputado federal Manoel Junior (PMDB) concedeu entrevista ao PBVale na noite desta terça-feira (5), durante os festejos da festa de Reis de Itapororoca. Em conversa com a imprensa, o paraibano que se tornou conhecido como o ‘defensor de Eduardo Cunha’, defendeu a tese de que, ‘se tem culpa, que pague pela culpa’, disse fazendo menções a presidente Dilma e ao seu aliado e presidente da Câmara Federal.

“Quem tem culpa precisa responder pela culpa, Se Dilma tem culpa ela precisa responder pela culpa. Se ela não tem culpa ela é absolvida, se Eduardo Cunha tem culpa ele precisa pagar pela culpa, se ele não tem culpa, ele precisa ser absolvido”, opinou se esquivando de posicionamentos de defesa ou críticas.

Questionado se as chamadas ‘pedalas fiscais’ seriam o suficiente para cassar a presidente Dilma, o parlamentar argumentou que são considerados erros técnicos inclusive praticados por outros presidentes, mas que, no momento oportuno serão analisadas pela comissão especial do impeachment.

Sobre Eduardo Cunha, Manoel rebateu seus críticos e afirmou que todos que são do PMDB são aliados do chefe do Poder Legislativo. “Agora nem o meu CPF vai ser trocado pelo de Eduardo, nem o dele pelo meu”, ironizou.

“O deputado Eduardo Cunha, por exemplo, não nomeou os presidentes, nem os vices presidentes da Petrobrás. O Brasil está ha dois anos envolto na Lava Jato, num processo que começou pelas denúncias evidenciadas pela Justiça Federal e pelo Ministério Público”, criticou.

Em relação as recentes críticas do governador Ricardo Coutinho aos seus antecessores, o deputado considerou como de profunda ingratidão, considerando-se o partido como fundamental para a vitória do socialista no segundo turno das eleições em 2014, e lembrou que enquanto governador, José Maranhão ao deixar o governo, deixou mais de 1 bilhão em caixa para o seu sucessor.

Da redação

PBVale

 

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