Resposta da ex-prefeita foi endereçada a matéria publicada no PBVale, por ocasião da entrevista concedida pelo ex-prefeito Braga
Resposta da ex-prefeita foi endereçada a matéria publicada no PBVale, por ocasião da entrevista concedida pelo ex-prefeito Braga
A redação do PBVale recebeu e-mail da ex-prefeita de Rio Tinto Magna Gerbasi (PMDB), em resposta as críticas dirigidas a sua gestão, pelo também ex-prefeito José de Almeida Braga (PSD), quando em entrevista coletiva recente a imprensa do Vale do Mamanguape, sugeriu que a pmdebista teria que dar explicações a população rio-tintense ‘pelas obras inacabadas’.
No texto que traz o título: ‘Deus tenha misericórdia de Rio Tinto’, a ex-prefeita por dois mandatos, lembra que obras inacabadas ‘são aquelas que ficam sem conclusão e sem dinheiro na conta, o que não teria sido o caso da gestão Magna Gerbasi’, relatou.
Magna rebateu as críticas lembrando ainda das obras executadas pelo ex-prefeito, depois de ter deixado o mandato no ano de 1996, citando a ponte de Curral de Fora e as Escolas de Barra de Mamanguape e Brejinho de Marcação.
A seguir, confira a nota:
“Deus tenha misericórdia de Rio Tinto”
Só para que o ex-prefeito não pense que o povo de Rio Tinto sofre de amnesia é bom lembrar que obras inacabadas são aquelas em que ficam sem conclusão e sem o dinheiro na conta, o que não foi o caso da gestão Magna Gerbasi pois as obras em continuidade TODAS ficaram com seus recursos aplicados em conta, basta verificar no SAGRES do tribunal de contas.
OBRA INACABADA E NEM INICIADA ACONTECEU NA GESTAO DO EX PREFEITO que teve de construir depois que tinha deixado o mandato, a ponte de Curral de Fora e as escolas de Barra de Mamanguape e de Brejinho de Marcação que na época fazia parte de Rio Tinto, para não ter as contas reprovadas. Mas o dinheiro que é bom não estava mais na conta da Prefeitura. Quem gastou o dinheiro daquelas obras e com que? Responde Dr. Braga. Pergunta ao povo dessas comunidades, os mais antigos que eles vão dizer se não é verdade! Cuidado juventude com as conversas mal contadas de alguns políticos. Conversem com os mais velhos, com os funcionários antigos que eles vão lhes dizer a verdade sobre o mandato deste doutor.
Pra finalizar é bom perguntar ao povo de Rio Tinto e aos seus funcionários se é correto deixar 07 meses de salario atrasados, e vários pais de família passando fome? É perseguição politica reprovar as contas de quem faz isso? Para não falar de tantas outras coisas que a população já sabe! Nada pessoal contra o senhor mas, francamente, tá na hora de deixar de assombrar o povo de Rio Tinto. Cada vez que você fala em voltar o povo tem um ataque de pânico. Com todo respeito você pode até ser um bom médico, mas, de gestão você não sabe nada. Se você se acha tão bom ofereça seus préstimos a sua cidade natal, que também é uma cidade pequena, lhe conhece desde criança e com certeza vai saber reconhecer os seus méritos, se você os tiver. Que Deus em sua infinita bondade tenha misericórdia de Rio Tinto.
William Bonner fala sobre cobertura equivocada da Globo das Diretas Já, em 1984, no Jornal Nacional
A Globo admitiu pela primeira vez na TV que errou na cobertura das Diretas Já, movimento em defesa das eleições diretas para presidente da República em 1983 e 1984, no final da Ditadura Militar (1964-1985). Ontem (21), no segundo capítulo da série do Jornal Nacional sobre os 50 anos do jornalismo da emissora, William Bonner relembrou o comício de 25 de janeiro de 1984, noticiado pela Globo se fosse uma comemoração do aniversário de São Paulo, e disse que a emissora reconheceu a abordagem “como um erro”.
“Essa reportagem provocou muita polêmica ao longo de muitos anos porque, embora ela falasse do comício das Diretas, o texto que introduzia a reportagem, lido pelo apresentador na época, não falava em comício pelas Diretas”, disse Bonner no especial. Em seguida, foi ao ar o texto lido pelo jornalista Marcos Hummel, então apresentador do Jornal Nacional: “Um dia de festa em São Paulo. A cidade comemorou seus 430 anos com mais de 500 solenidades. A maior foi um comício na praça da Sé”.
“Isso aí foi visto durante muitos anos como uma tentativa da Globo de esconder as Diretas e, obviamente, depois de muitos anos também, foi reconhecido como um erro”, admitiu Bonner logo em seguida.
O jornalista encerrou rapidamente a polêmica e divulgou o site de memória da Globo para quem quiser saber mais detalhes sobre a cobertura polêmica. Na internet, a emissora já havia admitido erro na cobertura das Diretas Já.
O especial sobre o jornalismo da Globo é dividido por décadas. O primeiro capítulo abordou o período entre 1965, ano de fundação da emissora, e 1974. A segunda parte mostrou acontecimentos entre 1975 e 1984. Além das Diretas Já, foram relembrados o nascimento do primeiro bebê de proveta (1978), a Lei da Anistia (1979) e as Copas do Mundo de 1978 e 1982.
Ontem (22), foi ao ar os fatos que a Globo cobriu entre 1985 e 1994, como a morte de Tancredo Neves (1985), o polêmico debate presidencial entre Fernando Collor e Lula (1989), a morte do piloto Ayrton Senna (1994) e o tetracampeonato do Brasil no futebol (1994).
Sede do Sindicato dos Servidores Público Municipal de Rio Tinto
Sede do Sindicato dos Servidores Público Municipal de Rio Tinto
O presidente da Federação dos Trabalhadores em Serviços Públicos Municipais do Estado da Paraíba, Francisco de Assis Pereira, lamentou o episódio que anulou as eleições para presidente do Sindicato dos Servidores Público Municipais de Rio Tinto. A eleição foi anulada depois de decisão do juiz Clovis Rodrigues do TRT – 13ª Região da Vara do Tribunal e, da juíza substituta da Comarca de Rio Tinto, Elza Bezerra da Silva Pedrosa, cancelado o processo eleitoral que seria realizado no último sábado (18).
A Ação Cautelar Inominada foi impetrada pelo representante da chapa (2). A chapa (1) tinha como representante o então candidato José Azevedo de Melo.
A seguir, confira nota enviada a redação do PBVale na tarde desta quarta-feira (22), pelo presidente da Federação:
“FEDERAÇÃO DOS TRABALHADORES EM SERVIÇOS PÚBLICOS MUNICIPAIS NO ESTADO DA PARAÍBA
O presidente da federação Francisco de Assis Pereira lamentou do episódio acontecido no Sindicato dos Servidores Municipais de Rio Tinto. Já vimos da justiça há muito tempo há trás de conceder suas decisões em ambas às instâncias, como por exemplo, o juiz da vara comum com o juiz da vara da esfera federal e justiça do trabalho, advento da emenda constitucional, EC n.45/2004 que define as competências, me parece que tem juiz que não tem conhecimento da medida tomada pelo Supremo Tribunal Federal, a corte máxima do poder da justiça, ou alguns juízes concedem liminares sabendo assim mesmo das suas incompetências, é preciso que isso seja reparado e fiscalizado pela sociedade, se há interferência fora da lei, nas decisões de algumas liminares, que tem prejudicado pessoas com essas medidas, muitas das vezes advogados fazem manobras levando o erro ao magistrado, que o prejudicado não tem tempo para recorrer destas “liminares” dada por parte de magistrados(A) da primeira instancia, ficando assim a pessoa prejudicada, não tendo hora e nem dia para contestar a incompetência do magistrado. Foi o que aconteceu na decisão anulando a eleição do sindicato, por alegação do advogado, que as assembleias dos trabalhadores que reformou o estatuto elegeu a comissão eleitoral democraticamente, quando o seu autor não participou de nenhuma assembleia, o pedido dele foi acatado pela juíza do trabalho infringindo a liberdade sindical e autonomia sindical conquistada na constituição de 1988 o que a juíza poderia fazer era declarar a incompetência, já que o advogado usou de ma fé, pois já tinha uma decisão da justiça competente, e que a magistrada da justiça comum deveria também não ter concedido liminar, deixando acontecer a eleição e caso a alegação do advogado fosse verídica anularia o pleito, as magistradas foram equivocadas e decidirão anular o pleito deixando os trabalhadores sem entender o verdadeiro papel da justiça provocado por um advogado que levou o equivoco das mesmas e o pleito não aconteceu no dia 18 de abril de 2015 na cidade de Rio Tinto. Deixando centenas de trabalhadores revoltados. O sindicato já impetrou petição para juntar o processo e remeter para a justiça comum e pedir a incompetência da justiça do trabalho. E deixar os trabalhadores decidir pelo destino do seu sindicato de interferências do Estado.Veja decisão do STF.
CONFLITO POSITIVO DE COMPETÊNCIA. JUSTIÇA ESTADUAL E JUSTIÇA DO TRABALHO. AÇÕES DE RITO ORDINÁRIO MOVIDAS POR SINDICALIZADOS REGIDOS POR REGIME ESTATUTÁRIO CONTRA SINDICATOS DE SERVIDORES PÚBLICOS MUNICIPAIS. ELEIÇÃO DE REPRESENTANTES SINDICAIS. CONEXÃO. REUNIÃO DOS PROCESSOS NA JUSTIÇA ESTADUAL. INEXISTÊNCIA DE RELAÇÃO DE TRABALHO. 1. No caso dos autos, entre duas ações em comento há inquestionável laço de conexão, determinado pela identidade de objeto, pois ambas as ações – de pedidos antagônicos – versam sobre a regularidade ou não de um mesmo processo eleitoral de entidade sindical. Impõe-se, portanto, a reunião dos processos, a fim de evitar julgamento conflitante (CPC, art. 105). 2. O STF, ao apreciar medida cautelar na ADIN n. 3.395 (Min. Cezar Peluso, DJ de 10.11.06), referendou medida liminar que, interpretando o inciso I do art. 114 da CF/88, excluiu da competência da Justiça do Trabalho as causas envolvendo entidades de Direito Público e seus respectivos servidores, submetidos a regime estatutário. 3. A mesma orientação deve ser adotada na interpretação do inciso III do art. 114 da CF, que atribuiu à Justiça do Trabalho competência para processar e julgar as demandas ‘entre sindicatos, entre sindicatos e empregadores e entre sindicatos e trabalhadores’. Tal norma de competência não se aplica a demandas entre sindicato e seus sindicalizados, quando estes são regidos por normas estatutárias de direito administrativo. 4. Conflito conhecido e declarada a competência do Juízo de Direito da 3a Vara Cível da Comarca de Campos dos Goytacazes – RJ para ambas as ações (CC 95868/RJ, Rel. Min. Teori Albino Zavascki, Primeira Seção, DJ 01.09.08).
CONFLITO DE COMPETÊNCIA. ELEIÇÃO SINDICAL. EMENDA CONSTITUCIONAL 45/2004. SINDICATO REPRESENTATIVO DE SERVIDORES PÚBLICOS ESTATUTÁRIOS. DECISÃO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL NA ADI-MC 3395. APLICAÇÃO. ENTENDIMENTO DA PRIMEIRA SEÇÃO. COMPETÊNCIA DA JUSTIÇA COMUM. 1. Trata a hipótese dos autos de ação proposta com o objetivo de discutir questões atinentes a processo eleitoral de sindicato representativo de servidores públicos estatutários. 2. Em tais casos, a jurisprudência que se firmou na Primeira Seção desta Corte é no sentido de que a competência para exame da controvérsia permanece no âmbito da Justiça Comum, em razão do entendimento manifestado pelo Supremo Tribunal Federal na ADI-MC 3.395/DF. Precedente: CC 86.387/RS, 1a Seção, Rel. Min. Teori Albino Zavascki, DJ de 10.9.2007. 3. Conflito conhecido para declarar a competência do Juízo de Direito da 1a Vara Cível da Comarca de Porto Velho/RO, o suscitado” (CC 94825/RO, Rel. Ministra Denise Arruda, Primeira Seção, DJ 08.09.08).
Sexta-feira dia 24 de abril de 2015, o presidente do sindicato convocara assembleia geral dos sindicalizados para decidirem o destino do sindicato e as eleições do mesmo”.
Deputados aprovaram emenda que permite a terceirização de qualquer setor de uma empresa privada.
Deputados aprovaram emenda que permite a terceirização de qualquer setor de uma empresa privada.
“Deputados estenderam benefícios previstos no texto a prestadores de serviço do setor público. A proposta, que regulamenta o trabalho terceirizado no setor privado, será enviada ao Senado.”
A Câmara dos Deputados concluiu nesta quarta-feira (22) a votação do projeto de lei da terceirização (PL 4330/04). Foi aprovada em Plenário uma emenda que permite a terceirização das atividades-fim das empresas do setor privado e que alterou diversos pontos do texto-base da proposta. O texto seguirá para o Senado.
A emenda, de autoria do PMDB e do Solidariedade, foi aprovada por 230 votos a 203. O texto não usa os termos atividade-fim ou atividade-meio, mas permite a terceirização de qualquer setor de uma empresa.
Assinada pelo relator do projeto, deputado Arthur Oliveira Maia (SD-BA), e pelo líder do PMDB, deputado Leonardo Picciani (RJ), a emenda também ampliou os tipos de empresas que podem atuar como terceirizadas, abrindo a oferta às associações, às fundações e às empresas individuais (de uma pessoa só). O produtor rural pessoa física e o profissional liberal poderão figurar como contratante.
Outra mudança em relação ao texto-base é a diminuição, de 24 para 12 meses, do período de quarentena que ex-empregados da contratante têm de cumprir para poder firmar contrato com ela se forem donos ou sócios de empresa de terceirização. Os aposentados não precisarão cumprir prazo. A quarentena procura evitar a contratação de ex-empregados por meio de empresas individuais.
Já a subcontratação por parte da contratada (“quarteirização”) somente poderá ocorrer quando se tratar de serviços técnicos especializados.
Empregos ou precarização
O líder do PDT, deputado André Figueiredo (CE), criticou a proposta. “Querem transformar celetistas em PJ [pessoa jurídica]. O projeto original falava em 24 meses e, agora, está em 12. Vai facilitar a burla do projeto legítimo da terceirização”, afirmou.
Para o relator, Arthur Oliveira Maia, o projeto foi debatido durante bastante tempo. Ele ressaltou que a diferenciação entre atividade-meio e atividade-fim foi criada pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST). “Essa diferenciação só existe no Brasil e não foi criada por esta Casa, que tem a função de legislar”, criticou.
A terceirização da atividade-fim é condenada pelos sindicalistas com o argumento de que fragilizará a organização dos trabalhadores e, consequentemente, sua força de negociação com as empresas. Já os empresários argumentam que essa sistemática de contratação trará mais agilidade e redução de custos para a contratante, com efeitos na economia.
A diretoria da Petrobras informou, há pouco, que a empresa teve prejuízo de R$ 6,2 bilhões com os desvios de recursos investigados pela Operação Lava Jato, da Polícia Federal. O resultado líquido de 2014 ficou negativo em R$ 21,6 bilhões.
Ao apresentar o balanço auditado do ano passado, que já foi entregue à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o gerente executivo de Desempenho Empresarial da Petrobras, Mario Jorge da Silva, disse que os ajustes de ativos foram de R$ 50,8 bilhões, somando os R$ 6,2 bilhões referentes a gastos adicionais capitalizados indevidamente e R$ 44,6 bilhões do provisionamento decorrente da desvalorização de ativos, o chamado Impairment.
Usando metodologia baseada no conteúdo da investigações do Ministério Público Federal, os valores referentes à Lava Jato referem-se a 3% do valor de contratos com 27 empresas membros do cartel entre 2004 e 2012. Entre as diretorias, a de Abastecimento foi responsável pelo desvio de R$ 3,4 bilhões, a de Exploração e Produção, por R$ 2 bilhões, e a de Gás e Energia, por R$ 700 milhões.
Os professores da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) reúnem-se em assembleia geral nesta quinta-feira (23/4) para discutir uma proposta de indicativo de greve nacional dos servidores públicos federais (SPF). A mobilização faz parte das ações da campanha salarial unificada dos SPF lançada no dia 25 de fevereiro.
A assembleia está prevista para começar às 9h e será realizada no auditório 412 do CCHLA, no campus I, reunindo tanto os professores que atuam em João Pessoa (na Cidade Universitária e no campus V, localizado no bairro de Mangabeira), quanto os da unidade do Centro de Ciências Jurídicas de Santa Rita e os do campus IV (Litoral Norte). Nos campi de Areia e Bananeiras, a reunião aconteceu nesta quarta-feira.
Entre os 20 itens que formam a pauta de reivindicações dos servidores públicos federais estão: reajuste linear de 27,3%, política salarial permanente, com correção das distorções e reposição das perdas inflacionárias, data-base em 1º de maio, direito de negociação coletiva, conforme previsto na Convenção 151 (da Organização Internacional do Trabalho) e paridade salarial entre ativos e aposentados.
Ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef
Ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef
O juiz federal Sérgio Moro condenou hoje (22) o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef na ação penal sobre os desvios na construção da Refinaria Abreu e Lima, da Petrobras. A refinaria, em Pernambuco, é a principal obra investigada na Operação Lava Jato.
Costa recebeu pena de sete anos e seis meses de prisão por lavagem de dinheiro e participação em organização criminosa. Youssef foi condenado a nove anos e dois meses por lavagem de dinheiro. A condenação ocorre um ano após a abertura do processo. Seis acusados de operar empresas de fachada também foram condenados. Todos podem recorrer à segunda instância da Justiça Federal.
Na sentença, Moro negou pedido de perdão judicial feito pelos advogados dos acusados. Embora eles tenham feito acordos de delação premiada para delatar o esquema de desvios nos contratos entre empreiteiras e a Petrobras, o juiz entendeu que o perdão não pode ser concedido, devido à gravidade dos crimes.
“Não cabe, porém, como pretendido, o perdão judicial. A efetividade da colaboração não é o único elemento a ser considerado. Nesse aspecto, considerando a gravidade em concreto dos crimes praticados e a elevada reprovabilidade de sua conduta, não cabe perdão judicial”, decidiu o juiz.
Apesar de não conceder o perdão, Moro manteve os benefícios concedidos ao ex-diretor no acordo de delação. Costa cumpre prisão domiciliar desde o ano passado e vai ficar na mesma situação até outubro, quando deverá passar para o para o regime semiaberto.
“Embora o acordo fale em prisão em regime semiaberto a partir de 1º de outubro, reputo mais apropriado o recolhimento noturno e no final de semana com tornozeleira eletrônica, por questões de segurança decorrentes da colaboração e da dificuldade que surgiria em proteger o condenado durante o recolhimento em estabelecimento penal semiaberto”, disse Moro.
No caso de Youssef, o doleiro vai cumprir três anos em regime fechado, mesmo se for condenado nas outras ações penais a que responde na Justiça, oriundas da Lava Jato. Após o período, o condenado passará para o regime aberto. Ele está preso desde o ano passado. O tempo será descontado da pena.
Na sentença, ficou comprovado que os desvios ocorreram por meio de repasses do Consórcio Nacional Camargo Corrêa, responsável pela obra da refinaria, para seis empresas de fachada, controladas pelo doleiro Alberto Youssef. Segundo o juiz, houve centenas de operações de superfaturamento de mercadorias e simulação de serviços prestados que envolveram R$ 18,6 milhões.
“A operação de lavagem, tendo por antecedentes crimes de peculato, tinha por finalidade propiciar o pagamento de vantagem indevida, ou seja, viabilizar a prática de crime de corrupção, devendo ser reconhecida a agravante. Observo que, nas circunstâncias do caso, ela não é inerente ao crime de lavagem, já que o dinheiro sujo, proveniente de outros crimes, serviu para executar crime de corrupção”, disse o juiz.
Na defesa, os advogados de Paulo Roberto Costa alegaram que o acusado cumpria exigências impostas pelo partido que o indicou para o cargo, o PP, e que se arrependeu dos crimes. A defesa de Youssef alegou que ele não era chefe do esquema criminoso que “servia ao financiamento político e a um projeto de poder”.
De acordo com o Ministério Público Federal, a construção inacabada da Refinaria Abreu e Lima foi orçada em R$ 2,5 bilhões, mas foram pagos até agora mais de R$ 20 bilhões.
Jogos Indígenas 2015 serão abertos nesta quinta-feira na Baía da Traição
Evento se estenderá até domingo (26) e terá a participarão 300 índios.
Os Jogos Indígenas 2015 terão início nesta quinta-feira (23) na aldeia São Francisco, no município da Baía da Traição, localizado no Litoral Norte da Paraíba. A solenidade de abertura está marcada para às 9h, com desfile das 30 tribos potiguaras inscritas na competição, além de apresentação de grupos de dança das aldeias localizadas próximas à aldeia anfitriã.
O evento se estenderá até domingo (26) e terá a participarão 300 índios das cidades de Marcação, Rio Tinto e Baía da Traição. A estimativa é que 300 índios das três cidades onde as tribos potiguaras estão enraizadas participarão. Na abertura, ainda terá o juramento do atleta na linguagem tupi guarani, bem como o acendimento da tocha olímpica, que será feito pelo vice-campeão mundial de surf, o índio Elivelton dos Santos.
Esta será a quarta realização dos Jogos e o secretário de Estado da Juventude, Esporte e Lazer (Sejel), Tibério Limeira, ratifica o compromisso do Governo do Estado em expandir o esporte para todos os povos. “O Governo do Estado vai realizar esses Jogos pelo quarto ano consecutivo e mostra o quanto se preocupa em levar o esporte para todos os segmentos da sociedade. Este ano será mais uma grande festa, justamente no mês que é comemorado o Dia do Índio”, disse.
As modalidades oferecidas nos Jogos Indígenas 2015 são: futebol, futsal, cabo de guerra, arco e flecha, corrida do tóro, canoagem e mini maratona. O evento é uma realização do Governo do Estado, por meio da Sejel, em parceria com as prefeituras de Marcação, Rio Tinto e Baía da Traição.
Homem é assassinado dentro de casa em Itapororoca, no Litoral Norte da PB
Vítima era natural da cidade do Conde, Litoral Sul paraibano.
“Polícia acredita em acerto de contas. Caso será investigado pela 7ª Delegacia Seccional.”
Na tarde desta quarta-feira (22), José Carlos Santos de Araújo, de 34 anos, foi morto a golpes de objeto perfuro cortante na cabeça, no Bairro São João III, na cidade de Itapororoca. De acordo com informações da Polícia Militar, o crime aconteceu dentro de uma casa no momento em que a vítima bebia e se drogava na companhia de outro homem, até o momento, apontado como principal suspeito.
Segundo a PM, as informações são desencontradas, mas confirma que José Carlos era usuário de drogas, possivelmente, com passagem pela polícia. Ele era natural do Conde, município localizado no Litoral Sul da Paraíba.
Em depoimento, o suspeito ainda sob efeito de drogas, não soube informar o que teria acontecido. A polícia acredita em acerto de contas.
Agentes da polícia científica estiveram no local para realizar a perícia. O caso será investigado pela 7ª Delegacia Seccional de Mamanguape. O corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) em João Pessoa.
O número de migrantes que atravessam o Mediterrâneo pode aumentar este ano para 500 mil se nada for feito para conter os traficantes de pessoas, alertou hoje (22) o secretário-geral da Organização Marítima Internacional das Nações Unidas, Koji Sekimizu.
Ele apelou para um esforço multinacional para garantir a segurança dos migrantes e para identificar aqueles que fazem o tráfico para obter lucro apesar do risco. “Esta é uma questão muito séria”, disse Sekimizu, ao discursar numa conferência em uma exposição marítima internacional em Cingapura.
“Está na hora de pensar verdadeiramente como acabar com a passagem perigosa de migrantes a bordo de embarcações pequenas e muito inseguras. Temos de agir”, disse.
Sekimizu disse que trabalha com outras agências da ONU para criar uma base de dados de traficantes de seres humanos, mas não deu detalhes.
Mais de 170 mil migrantes atravessaram o Mediterrâneo em 2014 – 3 mil dos quais morreram no mar, segundo Sekizimu.
No mais recente incidente, no domingo (19), cerca de 800 morreram quando a embarcação em que viajavam naufragou perto da Líbia.
“Se não fizermos nada, penso que este ano veremos 500 mil migrantes atravessar o Mediterrâneo e, potencialmente, 10 mil morrerem”, alertou Sekizimu.
Ele ressaltou o papel central que os governos europeus têm na questão e apontou as bem-sucedidas operações contra a pirataria nas águas da Somália como exemplo de como a comunidade internacional pode convergir esforços no Mediterrâneo.
O prefeito de Vista Serrana, Emmanuel Dias (PSB), reafirmou apoio às candidaturas de João Azevêdo e Nabor Wanderley ao Senado. A adesão fortalece a chapa na reta final da campanha e amplia o movimento de lideranças municipais que deixaram de apoiar Veneziano Vital do Rêgo.
O prefeito de Ingá, Jan de Manoel da Lenha (PL), mudou seu apoio ao Senado e declarou voto em João Azevêdo e Nabor Wanderley, deixando a candidatura de Veneziano Vital do Rêgo. Para governador, ele segue apoiando Lucas Ribeiro.