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quinta-feira, 17 setembro 2026
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Índia: Milionário doa fortuna para se tornar monge

Há décadas que Bhanwarlal Doshi pensava em mudar de vida para alcançar o seu moksha (salvação), mas nunca tinha tido a coragem para deixar a família
Há décadas que Bhanwarlal Doshi pensava em mudar de vida para alcançar o seu moksha (salvação), mas nunca tinha tido a coragem para deixar a família
Há décadas que Bhanwarlal Doshi pensava em mudar de vida para alcançar o seu moksha (salvação), mas nunca tinha tido a coragem para deixar a família

Um dos homens mais ricos da Índia doou a sua fortuna, avaliada pela Forbes em R$ 1,8 bilhão, para se tornar num homem religioso.

Segundo a BBC, Bhanwarlal Doshi, que é conhecido como o ‘Rei do Plástico’ devido ao setor no qual construiu o seu ‘império’, decidiu seguir o jainismo, uma das religiões mais rigorosas e tradicionais da Ásia. Para isso, ele precisou renunciar aos bens materiais – além de ter um respeito máximo pela vida, o que inclui respeitar insetos.

O milionário é casado e até então só usava roupas de marca. Agora, vai trocar a vida familiar por uma de reclusão. As roupas de luxo vão dar lugar a túnicas e nem sapatos Doshi irá usar. A maior parte da sua fortuna será doada a obras religiosas.

O correspondente hindu da BBC conta que esta não foi uma decisão tomada repentinamente. Há décadas que Doshi pensava em mudar de vida para alcançar o seu moksha (salvação), mas nunca tinha tido a coragem para deixar a família.

Só agora, o até então milionário conseguiu convencer a família a deixá-lo partir para uma vida espiritual. Em declarações ao jornal indiano ‘Ahmedabad Mirror’, um dos filhos de Doshi mostrou-se orgulhoso pela decisão do pai. “Estamos orgulhosos dele. A honra e o respeito que ele recebeu quando anunciou a sua decisão é algo que precisamos ver para crer”, disse Rohit.

Da redação, com BBC

Operação da polícia suíça tem seleção brasileira como alvo

Seleção treina na Granja Comary Créditos: Rafael Ribeiro / CBF
A suspeita é de que um dos jogos entre Brasil e Argentina, no Catar, foi a forma pela qual o Catar pagou propinas para Ricardo Teixeira e Julio Grondona para garantir o Mundial de 2022.
A suspeita é de que um dos jogos entre Brasil e Argentina, no Catar, foi a forma pela qual o Catar pagou propinas para Ricardo Teixeira e Julio Grondona para garantir o Mundial de 2022.

A polícia suíça fez uma operação para confiscar documentos na sede da Kentaro, empresa que entre 2006 e 2012 organizou os jogos da seleção brasileira em nome de investidores sauditas. A suspeita é de que um dos jogos entre Brasil e Argentina, no Catar, foi a forma pela qual o Catar pagou propinas para Ricardo Teixeira e Julio Grondona para garantir o Mundial de 2022.

A alta cúpula da Kentaro confirmou à reportagem a operação da polícia, que ocorreu no mesmo dia em que José Maria Marin foi preso em Zurique. Mas garantiu que a empresa está colaborando e que foram eles mesmos que entregaram para o investigador independente da Fifa, Michael Garcia, provas em relação ao jogo.

A suspeita do Ministério Público da Suíça é de que, em novembro de 2010, o jogo entre Brasil e Argentina no Catar foi realizado como forma de transferir dinheiro para dirigentes.

As investigações sobre o Catar confirmam a reportagem do jornal O Estado de S. Pauloque, em 2013, revelou com exclusividade como os amistosos da seleção eram usados por dirigentes para o enriquecimento de dirigentes e troca de favores. Os recursos passavam ainda por paraísos fiscais e contas em Andorra.

Para a Fifa, porém, o dinheiro daquela partida não estaria “conectado” com a compra de votos para que o Catar recebesse a Copa de 2022. A reportagem apurou que cada federação recebeu três vezes o valor de uma partida normal. Dois contratos separados foram assinados. Um deles trazia o valor oficial. O outro seria para o dinheiro que beneficiaria cartolas.

Oficialmente, o Catar indicou que gastou 4 milhões de euros no jogo e, naquele momento, o discurso de seus cartolas era de que a partida era uma forma de mostrar que o país estava “pronto para receber o Mundial”.

Três semanas depois, tanto o Brasil como a Argentina votaram pelos árabes na escolha da sede da Copa. Mesmo negando a relação entre o jogo e o voto, a Fifa sugere que, a partir de agora, amistosos em países que concorrem a um evento sejam “mais transparentes”. A entidade também quer que qualquer acordo assinado no mesmo evento, inclusive de transmissão e comerciais, sejam anunciados.

O alerta não ocorre por acaso. Naquele mesmo dia do jogo, ex-presidente da CBF, Ricardo Teixeira, assinaria uma extensão do contrato com uma empresa árabe, a ISE, prolongando os direitos da companhia até 2022 para organizar os amistosos da seleção brasileira. Teixeira declarou ainda que votou pelo Catar e era um aliado de Mohamed Bin Hammam, do Catar.

O informe da Fifa aponta que uma empresa que pertencia a um conglomerado do Catar “financiou o evento”. “Um rico sócio da entidade do Catar organizou o apoio, supostamente para fazer lobby por um investimento no setor do esporte”, indicou o informe, sem dar detalhes.

Segundo os organizadores da Copa de 2002, a entidade que pagou pelo evento não tem relação com o torneio da Fifa e nem com a Associação de Futebol do Catar. De acordo com esses dirigentes, “os fundos para organizar o jogo não veio do Catar 2022 e nem da Associação e o total pago para financiar o jogo era comparável às taxas que se pagam por outros jogos envolvendo times de elite”.

Apesar da versão dos dirigentes, a investigação indicou que os contratos para o jogo podem ser violações do Código de Ética da Fifa. “O financiamento do evento e sua estrutura contratual levantam, em parte, preocupações em particular em relação a certos arranjos relacionados com pagamentos para a Associação de Futebol da Argentina”. Com informações do Estadão Conteúdo.

Da redação, com Notícias ao Minuto

Após 11 ano fora, Tom Cavalcante volta à Globo

Após 11 ano fora, Tom Cavalcante volta à Globo
O ator vai participar do Domingão do Faustão, relembrando seus personagens de maiores sucesso, como João Canabrava.
O ator vai participar do Domingão do Faustão, relembrando seus personagens de maiores sucesso, como João Canabrava.

O comediante Tom Cavalcante, voltará a aparecer na tela da Tv Globo no próximo dia 21 de junho, segundo o colunista Daniel Castro, do Uol. Tom estava proibido de frequentar a emissora carioca há 11 anos, desde que rescindiu o contrato para trabalhar na Record, de onde saiu há 4 anos.

O ator vai participar do Domingão do Faustão, relembrando seus personagens de maiores sucesso, como João Canabrava. A partir do dia 15 de junho, Tom comandará a sitcom #PartiuShopping, no canal de televisão a cabo, Multishow.

Ainda de acordo com a coluna de Daniel Castro, desde que Tom deixou a emissora do Bispo Macedo, Fausto Silva já insistia com a direção da Globo para levá-lo novamente para a telinha global, porém o pedido sempre foi negado. Até o rei Roberto Carlos, tentou intervir a favor de Cavalcante mas também não surtiu efeito.

A sitcom #Partiushopping é a estreia do comediante na Tv paga, onde terá dois programas. A segunda produção ainda não foi definida.

Da redação, com Notícias ao Minuto 

Confira as arrecadações financeiras das Prefeituras do Vale no mês de maio

Os 11 municípios do Vale receberam em impostos, tributos e transferências voluntárias mais de 20 milhões em Maio
Os 11 municípios do Vale receberam em impostos, tributos e transferências voluntárias mais de 20 milhões em Maio
Os 11 municípios do Vale receberam em impostos, tributos e transferências voluntárias mais de 20 milhões em Maio

Uma informação que é importante todo cidadão ter ciência em relação as arrecadações tributárias, através de repasses aos municípios, seja pelo Estado ou Governo Federal; diz respeito ao tão propagado Fundo de Participação dos Municípios (FPM).  Para as milhares de cidades brasileiras, além dos tributos concentrados no (FPM), há outras fontes de receitas que tais Prefeituras detêm mensalmente; das quais o PBVale apresenta em matéria especial nesta sexta-feira (5).  

Os municípios dispõem de diversas fontes de receitas, com as quais pagam os seus custos, os salários do prefeito, dos vereadores e dos funcionários, investem em ações sociais (saúde, educação, assistência social etc.) e ainda fazem obras (asfalto, construção de escolas, entre outras).

Em primeiro lugar, vêm as receitas de impostos que, segundo a Constituição, devem ser cobrados pelos municípios. São eles: – Imposto sobre Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU); – Imposto sobre Transmissão de Bens Intervivos (ITBI), devido quando se vende um imóvel; e – Imposto sobre Serviços (ISS), com exceção de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação.

Conforme lembra o repórter João Carlos Teixeira do Jornal do Senado, há ainda as transferências voluntárias, por convênios firmados pelo município com o estado e a União, comuns nas áreas de saúde, saneamento e educação. Alguns municípios possuem outra fonte de receitas bastante generosa: as compensações financeiras, destinadas a indenizar a exploração de recursos naturais, como petróleo, gás natural, água (barragens para geração de energia, por exemplo) ou minérios. São os royalties e as chamadas participações especiais.

No Vale do Mamanguape, os municípios que lideram a lista de arrecadações no mês passado são: Mamanguape com R$ 4.446.342,43 (quatro milhões, trezentos e quarenta e seis mil, trezentos e quarenta e dois reais e quarenta e seis centavos), seguido por Rio Tinto, com arrecadação total de R$ 3.055.155,42 (três milhões, cinquenta e cinco mil, cento e cinquenta e cinco reais e quarenta e dois centavos).

Exemplos de repasses ‘aparte do FPM’, só no mês de maio, Mamanguape recebeu dos royalties do petróleo a quantia de R$ 284.227,83. No mesmo período, Mataraca recebeu do departamento nacional de produção mineral (DPM) a quantia de R$ 111.666,27. Rio Tinto, que tem uma extensa área rural, recebeu do IMPOSTO TERRITORIAL RURAL (ITR) R$ 68.926,08.

A seguir, confira o total de repasses arrecadados pelos 11 municípios do Vale do Mamanguape no mês de maio, incluindo além do FPM, FUNDO ESPECIAL DO PETROLEO, ICMS, ITR, ICS , DEPARTAMENTO NACIONAL DE PRODUCAO MINERAL, FUNDEB e SNA – SIMPLES NACIONAL:

Mamanguape: R$ 4.446.342,43 C

Rio Tinto: R$ 3.055.155,42 C

Baía da Traição: R$ 1.320.632,20 C

Marcação: R$ 1.257.286,08 C

Capim: R$ 1.150.148,55 C

Cuité de Mamanguape: R$ 1.239.655,13 C

Itapororoca: R$ 2.278.705,77 C

Curral de Cima: R$ 1.082.195,51 C

Jacaraú: R$ 2.286.906,71 C

Pedro Régis: R$ 1.207.707,73 C

Mataraca: R$ 1.976.305,00 C

A Constituição garante que 25% do que é arrecadado pelos estados com o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e 50% dos recursos provenientes do Imposto sobre a Propriedade de Veículo Automotor (IPVA) sejam repassados aos municípios. Os estados também são obrigados a repassar um quarto dos 10% da arrecadação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) que recebem da União, calculados proporcionalmente à contribuição de cada estado com a exportação de bens industrializados.

Entre os impostos de competência da União, parcelas do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR), do Imposto de Renda (IR) e do IPI são reservadas aos municípios. Do ITR, o município fica com 50% da arrecadação em seu território, e a União com o restante.

Outro tributo federal dividido com estados e municípios é a Contribuição por Intervenção no Domínio Econômico (Cide), paga atualmente sobre combustíveis. Dos 29% entregues pela União aos estados, 10% seguem para os municípios melhorarem sua malha viária.

O patrimônio público do município também pode ser explorado economicamente e gerar receitas. Aplicações financeiras, venda de bens móveis e imóveis, aluguéis, entre outros, compõem essas receitas. E há ainda receitas com as taxas cobradas dos permissionários de transporte coletivo, de mercados e feiras, matadouros, cemitérios etc.

Completam as fontes de receitas dos municípios as multas, taxas e penalidades impostas a obras irregulares, a atualização monetária de impostos pagos em atraso e a cobrança da dívida ativa, entre outras.

Da redação/PBVale

Com informações do Jornal do Senado e Banco do Brasil

 

TCE quer que prefeitos assinem termo de conduta e realizem concursos públicos

Conselheiro do TCE-PB Arnóbio Viana

“Prefeituras paraibanas gastam mais de R$ 820 milhões com prestadores temporários”

Conselheiro do TCE-PB Arnóbio Viana
Conselheiro do TCE-PB Arnóbio Viana

As Prefeituras da Paraíba gastaram mais de R$ 820 milhões com contratos de prestadores de serviço em 2014. Os dados são do levantamento feito pelo Tribunal de Contas da Paraíba, da última quarta-feira (3).

A Prefeitura Municipal de João Pessoa lidera a lista dos municípios que mais gastaram com servidores temporários, chegando a um terço do valor total gasto pelas demais prefeituras no estado. De acordo com o levantamento, a administração da Capital gastou no ano passando o montante de R$ 291.550.102,39. Em dezembro de 2014, conforme dados do Sagres do TCE, a cidade possuía 22.332 prestadores de serviço.

A contratação dos prestadores é permitida na constituição para atender a necessidade temporária de excepcional interesse público, que poderá ser efetuada contratação de pessoal por tempo determinado, observando-se critérios e condições a serem estabelecidos em lei.

O conselheiro do TCE-PB Arnóbio Viana informou que irá convocar os prefeitos paraibanos para uma reunião com o objetivo de que eles assinem um termo de conduta para diminuir o número de contratos com prestadores de serviço e para que assumam o compromisso de realizar concurso público para preencher o quadro de servidores das prefeituras.

“Nós vamos chamar os prefeitos por intermédio do presidente do Tribunal [Artur Cunha Lima]. Será assinado uma espécie de termo de ajustamento de conduta, que aqui no Tribunal nós chamamos pacto. Pacto de ajustamento técnico operacional”, explicou.

Arnóbio Viana ressaltou que a não adequação dos prefeitos ao termo de conduta poderá implicar na reprovação das contas no TCE-PB. “O prefeito então ficará no compromisso de realizar concurso público para então preencher essas vagas no futuro a partir da assinatura do pacto. O descumprimento dele terá interferência na avaliação da prestação de contas”, avisou

Veja a lista com os dez municípios que gastaram mais com prestadores de serviço:

João Pessoa – R$ 291.550.102,39
Campina Grande – R$ 89.267.321,93
Bayeux – R$ 20.503.556,82
Cabedelo – R$ 17.698.232,30
Sousa – R$ 13.439.931,87
Patos – R$ 12.506.957,20
Queimadas – R$ 11.842.475,91
Conde – R$ 11.001.917,58
Pedras de Fogo – R$ 10.967.607,65
Santa Rita – R$ 10.680.606,86

Com PortalCorreio

Instituto Vem cuidar de mim lança livro “Minha filha teve câncer” na capital

Lançamento do Livro Minha filha teve câncer
Lançamento do Livro Minha filha teve câncer
Lançamento do Livro Minha filha teve câncer

Na última quarta-feira (3), o Rotary Club Bancários sediou o lançamento do livro “Minha filha teve câncer”, escrito por João Eduardo Melo, criador da campanha Vem cuidar de mim. O livro relata a história que a família viveu desde que sua filha Maria Luisa foi diagnosticada com um tipo raro de câncer até a sua recuperação. O autor diz que espera que este livro transmita força, determinação e esperança aos leitores. 

Em reconhecimento ao exemplo de superação e ao trabalho social exercido por João Eduardo Melo, os Correios lançou um selo personalizado alusivo ao livro. Para conduzir esta homenagem, estavam presentes o gerente de vendas dos Correios Barôncio de Castro Lucena e o coordenador de vendas Ednaldo Flor da Silva. 
O livro também recebeu o voto de aplauso da Assembléia Legislativa, proporcionado pelo deputado estadual Caio Roberto. Na oportunidade foi apresentado o projeto do Instituto Vem cuidar de Mim, também criado por João Eduardo Melo, uma obra de inclusão social para crianças e adolescentes que apresentam diagnósticos de risco, para o qual a renda arrecadada com a venda dos livros está sendo destinada. 
“Maria está curada e esperamos que através deste livro e do instituto Vem cuidar de mim, famílias recebam forças e ânimo para lutar”, relatou emocionada Leila, esposa de João Eduardo Melo.

O autor ainda dedicou algumas páginas ao trabalho voluntário desenvolvido pela riotintense Lurdinha Silva, que atua no Hospital Napoleão Laureano com o figurino representado pela “Palhaça Bom te ver”.

Como fazer para adquirir o livro “Minha filha teve câncer” ?escrito pelo papai de Mamá João Eduardo Melo:

1) Amigos de João Pessoa

Liguem ou enviem e-mail para:

(083) 99983-9357 – Eri
(083) 98824-5152 – Suely
(083) 98826-4881 – Leila

contato@vemcuidardemim.com.br

2) Amigos de outras cidades ou Estados

Depositar o valor de R$ 35,00 já incluído o frete, na conta:

Banco do Brasil
Ag 4453-9
Conta 12.039-1
Variação 51
Maria Luiza Sales de Melo

e enviar nome e endereço completo com o CEP correto, anexando o comprovante de depósito para o e-mail contato@vemcuidardemim.com.br

Da redação, PBVale

Com informações do Portal Zona Sul

Inscrições do concurso público para servidores do MPPB são prorrogadas

O procurador-geral de Justiça Bertrand de Araújo Asfora informou na tarde desta quarta-feira (3) que as inscrições para o concurso público para servidores do Ministério Público da Paraíba (MPPB) foram prorrogadas até as 14h da próxima segunda-feira (8), em virtude da grande quantidade de boletos gerados e devido ao feriado de Corpus Christi desta quinta-feira (4).

Leia mais: Inscrições para concurso de servidores do MPPB terminam nesta 4a feira

Cento e cinco vagas estão sendo oferecidas para cargos de técnico ministerial (que exigem nível médio completo) e analista ministerial (nível superior), além de cadastro reserva. As remunerações variam de R$ 3,3 mil a R$ 4,9 mil.

As inscrições só podem ser realizadas pelo site da Fundação Carlos Chagas (www.concursosfcc.com.br). A taxa para os cargos de técnico ministerial é R$ 85,00, já para analista ministerial o valor é de R$ 100,00. O pagamento do boleto poderá ser efetuado em dinheiro ou cheque do próprio candidato. Em caso de cheque, somente será considerado quitado após a respectiva compensação.

O concurso também prevê vagas para candidatos com deficiência e dois exemplares do edital em braile estão sendo disponibilizados para consulta aos candidatos com deficiência visual. Para ter acesso a eles, basta se dirigir à Diretoria Administrativa do MPPB, localizada no Anexo V, na Rua Treze de Maio, no Centro de João Pessoa. As provas do concurso estão programadas para o dia 19 de julho.

Saiba as condições de prisão dos cartolas da Fifa

José Maria Marin, um dos presos
José Maria Marin, um dos presos
José Maria Marin, um dos presos

Uma hora de banho de sol, trabalho manual à tarde, três refeições por um valor total de 14 euros por dia: os sete dirigentes da Fifa, detidos em 27 de maio, continuam dormindo na prisão e são submetidos ao regime carcerário habitual de Zurique.

Os cartolas, entre eles o brasileiro José Maria Marin, ex-presidente da CBF, foram presos a pedido da justiça americana, num hotel de luxo da cidade suíça, onde viajaram para assistir ao congresso da entidade.

Eles foram indiciados com suspeitas de participar de um gigantesco esquema de corrupção que movimentou dezenas de milhões de dólares desde os anos 1990. Os sete são alvo de um pedido de extradição para os Estados Unidos.

Além de Marin, estão presos na Suíça Jeffrey Webb (Ilhas Cayman), vice-presidente da Fifa e presidente da Concacaf; Eduardo Li (Costa Rica), membro dos comitês executivos da Fifa e da Concacaf; Julio Rocha (Nicarágua), diretor de desenvolvimento na Fifa; Costas Takkas (Grã-Bretanha), adjunto do gabinete do presidente da Concacaf; Eugenio Figueredo (Uruguai), atual vice-presidente da Fifa; e Rafael Esquivel (Venezuela), membro executivo da Conmebol.

Onde estão os cartolas?

Os sete dirigentes se encontram em prisões diferentes do cantão de Zurique, mantidos em sigilo. De acordo com a imprensa suíça, são localizadas nas cidades de Dielsdorf, Limmattal, Meilen, Pfäffikon, Winterthur e Zurique.

Quais são as condições de detenção?

Os detentos têm direito a tomar banho de sol uma hora por dia, explicou Rebecca de Silva, do departamento de justiça de Zurique. Eles não podem usar o computador pessoal e não têm acesso à internet ou telefone celular. Os advogados podem vê-los durante os horários de visita, e familiares só podem visitá-los mediante a autorização da autoridade que decretou a detenção.

O que eles fazem?

Eles acordam às 7h e tomam o café da manhã. Durante a manhã e a tarde, têm a possibilidade de trabalhar: embalar pacotes, fabricar cabos, colocar etiquetas em mercadoria, ou ajudar na cozinha. Na parte da tarde, o trabalho termina às 16h. Se não trabalham, precisam permanecer na cela. O almoço e o jantar são tomados na cela. O valor total diário da comida é de 15 francos suíços por dia (cerca de 14,3 euros). No cardápio: uma carne ou peixe, carboidratos e às vezes legumes ou frutas enlatados. À noite, podem apagar as luzes quando desejam.

É possível praticar esporte na prisão?

Os detentos podem correr no pátio da prisão, durante a hora de banho de sol. Também podem emprestar livros na biblioteca.

Como são as celas?

As celas têm 12 metros quadrados, com rádio, banheiro, uma mesa e uma cadeira. É possível alugar uma televisão.

Como os cartolas estão vestidos?

Eles podem continuar usando a própria roupa, em virtude da presunção de inocência.

Quanto tempo dura o processo de extradição?

Se o pedido de extradição chegar dentro do prazo de 40 dias, a pessoa continua presa até o fim do processo. A duração do processo não depende apenas da complexidade do caso, mas também do detento. Se esgotar todos os recursos possíveis, o processo pode durar seis meses.

Entenda o caso

Investigações conduzidas pelo FBI, nos EUA, culminaram na prisão de sete dirigentes de peso no futebol em Zurique, na Suíça. Reunidos para a eleição do próximo presidente da entidade, os cartolas foram detidos pela polícia suíça no hotel Baur au Lac. Entre eles, está o ex-presidente da CBF entre 2012 e 2015 e atual vice da entidade, José Maria Marin, que permanece detido na Suíça.

No total, a investigação chegou a 14 nomes. Além dos sete dirigentes que já foram presos, sete foram indiciados. O brasileiro José Lázaro Marguiles, que seria um intermediário nas operações ilegais, é um deles. Outras quatro pessoas, incluindo o empresário José Hawilla, do grupo Traffic, são réus confessos no esquema. Dessas 18 pessoas, 11, entre elas Marin, foram banidas pela Fifa de quaisquer atividades ligadas ao futebol.

As acusações são de extorsão, fraude, conspiração e lavagem de dinheiro para acordos em torneios como as Eliminatórias, Copa América, Libertadores e Copa do Brasil. O esquema dura, pelo menos, 20 anos e movimentou mais de US$ 150 milhões (R$ 476 milhões) até agora. O valor pode ser muito maior.

Com a prisão dos cartolas e as notícias sobre o andamento das investigações, a pressão sobre a Fifa só aumentou. Diante deste cenário, Joseph Blatter, presidente que havia sido reeleito ao seu quinto mandato no dia 29 de maio, renunciou ao cargo. O secretário-geral da entidade e braço-direito do suíço, Jérôme Valcke também está em situação delicada pela suspeita de participar de pagamento de propina.

O escândalo respingou até mesmo no ex-presidente da CBF, Ricardo Teixeira, que deixou o comando da confederação em 2012. No Brasil, a Polícia Federal pediu o indiciamento do cartola por quatro crimes (lavagem de dinheiro, evasão de divisas, falsidade ideológica e falsificação de documentos público). Entre 2009 e 2012, Teixeira teria movimentado R$ 464,5 milhões de suas contas bancárias, o que chamou a atenção das autoridades.

Como funcionava o esquema

Empresas de marketing esportivo subornavam dirigentes para ganhar apoio e colocar sua marca nos eventos da Fifa, Conmebol, CBF e outras entidades. Foi assim que Marin recebeu cerca de R$ 2 milhões por ano da empresa Traffic, por direitos de transmissão da Copa do Brasil, como propina, de acordo com as investigações. Marin também está envolvido em acusações de suborno de edições da Copa América até 2023.

Nem o contrato da CBF com a Nike escapou do FBI. A acusação é de pagamento de suborno em relação ao contrato da principal patrocinadora da Seleção Brasileira, que vem desde 1996. “O futebol é um belo jogo. Mas foi sequestrado. A vítima é o futebol. Essas pessoas conseguiram muito dinheiro graças ao amor que esse esporte desperta”, disse o diretor do FBI, James Comey. “Estamos dando um cartão vermelho para a Fifa”, completou Richard Webber, da Receita Federal americana.

AFP-Band

Mineradora pertencente a deputado da Paraíba é interditada pela Justiça

Mineradora pertencente a deputado da Paraíba é interditada pela Justiça
Mineradora tentava chegar, pelo subsolo, a jazida interditada, diz MPF. No último dia 27, deputado disse que empresa está regularizada.
Mineradora tentava chegar, pelo subsolo, a jazida interditada, diz MPF. No último dia 27, deputado disse que empresa está regularizada.

A Justiça Federal em Patos, no Sertão da Paraíba, decidiu interditar a empresa Paraíba Tourmaline Mineração, que pertence ao deputado estadual João Henrique (DEM-PB). A decisão foi tomada em resposta a pedido do Ministério Público Federal na Paraíba (MPF-PB), por meio da Procuradoria da República. O objetivo da interdição é impedir a invasão, pelo subsolo, de área pertencente à empresa Parazul Mineração Comércio e Exportação, que foi interditada durante a fase ostensiva da ‘Operação Sete Chaves’. Em caso de descumprimento do mandado, a multa pode chegar a até R$ 50 mil por dia.

O G1 tentou contato com o deputado João Henrique, bem como com a assessoria de imprensa dele, para comentar a decisão judicial, mas, até a publicação desta reportagem, nenhuma das ligações foi atendida. No último dia 27, quando os resultados da ‘Operação Sete Chaves’ foram divulgados, a assessoria do deputado encaminhou nota à imprensa e declarou que “a empresa está completamente regular perante a Receita Federal e o DNPM (Departamento Nacional de Produção Mineral), sendo a única que dispõe de concessão de lavra para o minério turmalina”.

Além disto, a nota informou que o deputado iria contribuir “incondicionalmente com as investigações, porque também é vítima desses criminosos que vêm praticando o crime de lavra clandestina na região, através de empresas com ramificações em Parelhas, no Rio Grande do Norte, Governador Valadares, em Minas Gerais, Bangkok, Tailândia, Hong Kong, China, Houston e Las Vegas”.

De acordo com o MPF, a  Paraíba Tourmaline Mineração e a Parazul Mineração Comércio e Exportação disputam na Justiça uma área em que foi localizada nova jazida de turmalina paraíba. O pedido do Ministério Público Federal foi feito com base em um processo ajuizado pela Parazul contra as empresas Paraíba Tourmaline e  Mineração Equador.

Interdição
O MPF fundamentou o pedido de interdição com base em informações fornecidas por policiais federais que, ao cumprirem mandado de interdição da área da empresa Parazul, constataram que após a deflagração da Operação Sete Chaves, funcionários da empresa Paraíba Tourmaline, intensificaram os trabalhos de escavação para chegar, pelo subsolo, na mesma jazida [local de extração de turmalina paraíba] encontrado pela mineradora Parazul.

Conforme as investigações realizadas pelos agentes federais, há três locais de extração na área da Paraíba Tourmaline, contudo, os trabalhos em dois locais foram paralisados com objetivo de concentrar as atividades de escavação, inclusive com utilização de explosivos, em apenas um deles, justamente o que fica mais próximo da área explorada pela empresa Parazul.

A área que concentra os esforços dos trabalhadores da empresa Paraíba Toumaline fica a apenas cem metros da jazida pertencente à empresa Parazul, onde aconteciam as escavações e extração ilegal da turmalina paraíba. A investigação aponta que a distância pelo subsolo pode ser ainda menor, não chegando a 50 metros.

Conforme verificado pela invesrtigação, os trabalhadores da Paraíba Tourmaline encontram-se divididos em três equipes que se revezam 24 horas, inclusive em finais de semana, com objetivo de atingir o local onde foi descoberto o nova jazida.

Segundo o relato policial, o objetivo da Paraíba Tourmaline é chegar o mais rápido possível ao local de extração e obter o minério antes que uma decisão judicial ou administrativa possa paralisar as atividades exploratórias de sua empresa.

Relembre o caso
O esquema de extração ilegal da turmalina paraíba, desarticulado durante operação conjunta entre a Polícia Federal e o MPF movimentou mais de R$ 2,5 milhões entre os oito investigados. De acordo com o delegado da Polícia Federal Fabiano de Lucena Martins, o potencial exploratório da mina era de cerca de 1 bilhão de dólares.

Os detalhes da investigação, que teve início em 2009, foram divulgados em entrevista coletiva na sede da Polícia Federal, em Cabedelo. Foram apreendidos carros de luxo, uma quantia em dinheiro não divulgada e algumas pedras de turmalina. Nenhuma das prisões realizadas na operação foi feita na Paraíba, segundo a polícia.

Os suspeitos serão indiciados pelos crimes de lavagem de dinheiro, usurpação de patrimônio da União, organização criminosa, contrabando e evasão de divisas. A operação ‘Sete Chaves’ ocorreu nas cidades paraibanas de João Pessoa, Monteiro e Salgadinho e também nos municípios de Parelhas e Natal, no Rio Grande do Norte, além de Governador Valadares (MG) e São Paulo (SP).

Turmalina paraíba é considerada uma das pedras mais caras do mundo; uma única pedra de turmalina azul pode chegar a valer R$ 3 milhões (Foto: Reprodução/TV Cabo Branco)
Turmalina paraíba é considerada uma das pedras mais caras do mundo; uma única pedra de turmalina azul pode chegar a valer R$ 3 milhões (Foto: Reprodução/TV Cabo Branco)

Esquema
Durante a entrevista coletiva, a Polícia Federal apresentou um mapa  do caminho que as pedras faziam no esquema (veja abaixo). Segundo a PF, o esquema criminoso começava com a extração da pedra no distrito de São José da Batalha, em Salgadinho (PB). Uma empresa paraibana existente no local não possuía licença para extração da pedra, mas segundo as investigações, as pedras paraibanas eram extraídas pela empresa, ilegalmente, e enviadas para uma mina na cidade de Parelhas (RN), onde ganhavam certificados legais de exploração.

Da redação, com G1PB

Modelo carcerário brasileiro não diminui criminalidade, avaliam especialistas

Modelo carcerário brasileiro não diminui criminalidade, avaliam especialistas
Entre os condenados, enquanto 69% cumprem pena em regime fechado, apenas 31% estão nos regimes semiaberto ou aberto.
Entre os condenados, enquanto 69% cumprem pena em regime fechado, apenas 31% estão nos regimes semiaberto ou aberto.

O aumento da população carcerária brasileira sem uma melhora na percepção de segurança pública pela população demonstra que o modelo carcerário brasileiro está equivocado, na avaliação de dois especialistas ouvidos pela Agência Brasil sobre as conclusões do Mapa do Encarceramento: os Jovens do Brasil, divulgado na última quarta-feira (3).

Segundo o estudo, divulgado pelas secretarias Nacional de Juventude e de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), entre 2005 e 2012, a população carcerária brasileira cresceu 74%. No período, o número de presos subiu de 296.918 para 515.482. A maioria tem entre 18 anos e 29 anos, é negra e cumpre penas entre quatro e oito anos por crimes contra o patrimônio ou ligados às drogas. Cerca de 38% da população carcerária estão presos em caráter provisório, ou seja, ainda não foram julgados. Entre os condenados, enquanto 69% cumprem pena em regime fechado, apenas 31% estão nos regimes semiaberto ou aberto.

“Não se trata de deixar impunes os autores de crimes menos violentos, mas sim de aplicar uma pena cujos resultados sejam melhores para a sociedade e para o próprio apenado, que terá mais chances de se recuperar. Hoje, os que cometem crimes contra o patrimônio e que poderiam ser punidos com penas alternativas são mantidos presos, enquanto crimes graves, como os homicídios, na maioria das vezes não são esclarecidos”, disse.

“De que adianta discutirmos penas mais severas se conseguimos identificar apenas um de cada dez homicidas, deixando outros nove impunes? É uma discussão que não faz o menor sentido em um país com índices tão baixos de esclarecimento de crimes graves. Mesmo assim, cada vez que há um crime de maior repercussão, o Poder Público responde com propostas de aumento das penas, de endurecimento das leis”, completou Langeani.

O pesquisador João Trajano Sento-Sé, do Laboratório de Análise da Violência da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), é taxativo: o sistema prisional brasileiro funciona mal. “Ele é seletivo e extremamente cruel, pois não ressocializa nem oferece oportunidades de reinserção positiva na sociedade. Estamos encarcerando mais, por mais tempo, sem com isso reduzirmos as taxas de criminalidade. E o mais bizarro é que grande parte desses mais de 500 mil presos já poderia estar em liberdade ou cumprindo penas alternativas. Ou seja, nem mesmo os direitos previstos por leis são garantidos a essas pessoas.”

Defensores da tese de que o endurecimento das penas e a aprovação de leis apresentadas como resposta imediatista à comoção pública diante de casos de repercussão midiática não resolvem os problemas da violência e da segurança pública, Langeani e Sento-Sé são contrários à redução da maioridade penal. “A população não quer um sistema mais ou menos duro. O que os cidadãos cobram é melhorias na segurança pública. Só que temos uma elite política conservadora que identifica os sistemas Judiciário e de execução penal com o mero exercício punitivo e que vem conseguindo convencer parte da população, que está assustada. Daí a associação entre endurecimento das leis e melhoria na segurança pública. Só que essa associação é falha e estão aí os números para provar isso”, disse Sento-Sé.

Para Langeani, atualmente há um crescimento do número de prisões de pessoas portando pequenas quantidades de drogas. “Muitas mulheres têm sido presas tentando ingressar em presídios levando pequenas quantidades de drogas para seus maridos ou companheiros. E esse aumento da população carcerária feminina está associado à nova lei de drogas que, visivelmente, também não está funcionando. Estamos apenas enchendo as cadeias sem diminuir o mercado de drogas, o número de usuários e a violência”, acrescentou o coordenador, ao destacar que as prisões atualmente têm servido para criar e fortalecer organizações criminosas.

Da redação, Por Alex Rodrigues

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