20.7 C
Mamanguape
domingo, 13 setembro 2026
Bayeux
Início Site Página 2756

Governo lança mais duas linhas de crédito do Empreender e libera R$ 2,9 milhões

Semana do empreendedor
Semana do empreendedor
Semana do empreendedor

O Governo do Estado lançou, na sexta-feira (9), mais duas linhas de crédito do Empreender Paraíba: Empreender Profissional Liberal e Empreender Motos, como parte das comemorações da Semana do Empreendedor. Na solenidade, realizada no auditório da Escola Técnica Estadual de João Pessoa, em Mangabeira, também foram liberados créditos para os empreendedores da cidade de João Pessoa, no valor de aproximadamente R$ 3 milhões.

Na ocasião, o secretário executivo do Programa Empreender, Tibério Limeira, explicou que com as novas demandas o programa vem sendo aprimorado e lança agora mais duas linhas de crédito. Ele explicou que a linha do Profissional Liberal é dirigida especialmente aos recém-formados que desejarem abrir um empreendimento e precisam de crédito para compra de equipamentos.

Já a linha Empreender Motos surge de demandas e negociações com sindicatos que envolvem profissionais que usam a moto como meio de trabalho. “Com o crédito, os profissionais poderão não somente renovar o equipamento por outro mais novo e menos poluente, como também adquirir equipamentos de segurança”, disse o secretário, que ainda fez ainda a entrega de cheques no valor de R$ 2,945 milhões para empreendedores de João Pessoa.

Presente ao evento, a deputada estadual Estela Bezerra ressaltou que o Empreender Paraíba é um importante de fomento à economia paraibana e destacou o avanço do programa com o lançamento de mais duas linhas de crédito.

Desde 2011, o Governo do Estado liberou mais de R$ 100 milhões em créditos pelo Programa Empreender – valor apontado pelo secretário executivo Tibério Limeira como uma marca importante. Em 2015, já foram investidos mais de R$ 27 milhões para empreendedores de toda Paraíba.

O Dia do Empreendedor foi comemorado oficialmente no dia 5 de outubro e durante toda a semana foram promovidos eventos em comemoração à data. De 2 a 7 de outubro, aconteceram diferentes capacitações. No dia 2 de outubro, foi realizado nas dependências da PBPrev o Plano de negócios do Empreender Paraíba para mais de 100 empreendedores de João Pessoa. Na segunda-feira (5), houve Curso de capacitação do Empreender Paraíba para mais de 100 empreendedores de João Pessoa na Funetec.

 

Playboy não vai mais publicar fotos de mulheres nuas

Playboy, revista lançada em 1953 com uma capa sexy de Marilyn Monroe (Foto: Reprodução)
Playboy, revista lançada em 1953 com uma capa
sexy de Marilyn Monroe (Foto: Reprodução)

Decisão é devido à concorrência de sites pornográficos, diz publicação. No entanto, continuará a publicar fotos de mulheres em poses provocantes.

A Playboy, revista lançada em 1953 com uma capa particularmente sexy de Marilyn Monroe, anunciou que, em face da concorrência de sites pornográficos, vai parar de publicar fotos de mulheres nuas.

No entanto, continuará a publicar fotos de mulheres em poses provocantes. Simplesmente, elas não vão estar nuas, explicou o diretor da Playboy Scott Flanders ao jornal “New York Times”.

A revista está à procura de uma nova imagem, ante os sites pornográficos que oferecem gratuitamente “todos os atos sexuais imagináveis. (A publicação de fotos nuas) está totalmente ultrapassada agora”, explicou.

A decisão foi tomada após uma reunião com o fundador da revista, Hugh Hefner. Com o advento da pornografia na internet, a Playboy, que vendia 5,6 milhões de cópias em 1975, não vende mais do que 800 mil atualmente.

Em agosto de 2014, a Playboy já havia removido de seu site todas as fotos nuas, o que fez com que a média de idade de seus leitores passasse de 47 a 30 anos, e o número de visitas aumentasse quatro vezes, de 4 a 16 milhões por mês.

A revista vai continuar a apresentar a “playmate” do mês, mas pretende se adaptar para ser vista por um público de 13 anos ou mais, explicou um dos diretores, Cory Jones.

Apesar de ser conhecida principalmente pela publicação de fotos de mulheres nuas, a Playboy também publicou ao longo dos anos entrevistas com grandes figuras da história.

Foi em suas páginas que Martin Luther King disse que “a América é hoje uma nação muito doente”, que Malcolm X discutiu a luta pelos direitos dos negros, que o músico de jazz Miles Davis explicou que, para os negros, “seria muito melhor se o racismo desaparecesse, se pudéssemos nos livrar desta úlcera que atormenta o estômago”.

A revista também publicou contos de escritores famosos, como Vladimir Nabokov, Margaret Atwood ou Haruki Murakami e imagens de fotógrafos famosos como Helmut Newton e Annie Leibovitz.

G1

Aumento nas mensalidades provocam redução de alunos beneficiados pelo FIES em 2015, denuncia Efraim Filho

Deputado federal Efraim Filho (DEM)
Deputado federal Efraim Filho (DEM)
Deputado federal Efraim Filho (DEM)

O deputado federal Efraim Filho (Democratas-PB), apresentou uma pesquisa nacional que engloba dados relativos à educação pública e privada e uma das conclusões do estudo, a queda do número de alunos beneficiados pelo Financiamento do Ensino Superior (Fies) em 2015.

Segundo a pesquisa, de 2010 até junho de 2015, o número de beneficiados pelo programa somou 2,1 milhões de alunos, mas a taxa anual de novos contratos deve cair pela metade este ano, depois das mudanças feitas pelo Ministério da Educação no final de 2014, disse Efraim Filho.
De acordo com o deputado paraibano, a redução de beneficiados pode comprometer uma das principais metas do Plano Nacional de Educação (PNE), a de manter 33% dos jovens de 18 a 24 anos nas universidades até 2020. Hoje, essa taxa é de 16,8%. “O número de contratos de financiamento deu um salto de 2010 a 2015, mas caiu pela metade este ano, o que pode atrasar em cinco anos o cumprimento da meta do PNE”, informou Efraim Filho.
– O governo federal mais uma vez permanece na teoria e a pátria educadora precisa sair do campo teórico e ir para o campo prático,  como entusiasta do programa, continuarei acompanhando e cobrando de perto tudo o que acontece com o FIES, buscando acima de tudo garantir ao estudante os seus direitos e conquistas, pois todos temos direito a educação – concluiu
Mudanças: O Fies é um programa do governo federal, criado em 1999, que empresta dinheiro para alunos de instituições privadas de ensino superior. Em 2010, no final do governo Lula, houve uma alteração no programa para incluir mais pessoas, com juros abaixo da inflação. As taxas de juros caíram de 6,5% para 3,4% ao ano. Pesquisas indicaram que o acesso ao crédito estava causando distorções no ensino superior. 
Uma pesquisa da CM Consultoria concluiu que uma das consequências do maior acesso ao financiamento foi o aumento dos valores das mensalidades das instituições privadas de ensino superior, que também serviu como um incentivo para que alunos, até então bolsistas, aderissem ao programa.
Os gastos do Fies aumentaram de R$ 1,1 bilhão em 2010, para R$ 13,7 bilhões em 2014, o que fez com que o Ministério da Educação (MEC) restringisse o acesso ao programa no final do ano passado.
Em dezembro, o aluno passou a ser obrigado a fazer pelo menos 450 pontos no Enem para ter direito ao financiamento. Além disso, diminuiu de 12 para oito o número de pagamentos do governo às universidades ao longo do ano. 
Para se inscrever o beneficiário tem que ter renda mensal bruta de, no máximo, 20 salários mínimos e não pode estar inadimplente com o Programa de Crédito Educativo. Em troca da mensalidade, o aluno contemplado paga R$ 50 a cada três meses, taxa que continua a ser paga por um período de 18 meses após a conclusão do curso. Depois disso, começa o período de amortização da dívida, que é de 13 anos nos casos em que o curso durou quatro anos.
Da redação
Com assessoria

Saiba mais sobre as contas de Eduardo Cunha na Suíça

O presidente da Câmara adota a estratégia Maluf
O presidente da Câmara adota a estratégia Maluf
O presidente da Câmara adota a estratégia Maluf

“Deputados pedem a cassação de Eduardo Cunha por causa das contas secretas que somam 2,4 milhões de dólares”

Em resposta a um requerimento apresentado pela bancada de deputados do PSOL, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, confirmou, por meio de ofício, a existência de contas bancárias na Suíça atribuídas ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha, e seus familiares. Sem mencionar os valores depositados, o documento assinado por Janot e remetido aos parlamentares na quinta-feira 8 informa ainda que os saldos das contas foram bloqueados pelas autoridades daquele país.

Leia mais: Deputados de seis partidos representam contra Cunha na Corregedoria da Câmara

Na verdade, os recursos estão inacessíveis desde abril, quando o banco Julius Bar identificou Cunha, sua mulher, a jornalista Cláudia Cordeiro Cruz, e uma das filhas do deputado como beneficiários finais de contas secretas que somam 2,4 milhões de dólares, cerca de 9 milhões de reais.

A própria instituição financeira reportou as suspeitas de origem ilícita do dinheiro ao procurador-geral suíço, Michael Lauber, que instaurou um inquérito contra o deputado por suspeita de corrupção e lavagem de dinheiro. Mais recentemente, o Ministério Público da Suíça firmou um acordo de colaboração com o Brasil e passou a compartilhar informações com a Procuradoria-Geral da República.

A revelação reforça as suspeitas contra o presidente da Câmara, acusado de receber propinas da Petrobras. Em julho deste ano, Júlio Camargo, um dos delatores da Operação Lava Jato, afirmou à Justiça Federal no Paraná que Cunha exigiu 5 milhões de dólares decorrentes de contratos para a construção de navios-sonda da Petrobras. No fim de setembro, o lobista João Augusto Rezende Henriques, ligado ao PMDB, admitiu à Polícia Federal ter feito repasse de dinheiro para uma conta no exterior que tinha o deputado como beneficiário final. 

Além disso, segundo as investigações da Lava Jato, o Julius Bar é um dos bancos que abrigou parte dos desvios da Petrobras. Dois integrantes da Diretoria Internacional da estatal, o ex-diretor Jorge Zelada e o ex-gerente Eduardo Musa, mantinham contas secretas na instituição. 

Vamos desenhar: dois delatores acusam Cunha de exigir propina. Autoridades suíças identificam contas suspeitas do deputado em um dos bancos do país. O banco também recebeu depósitos de ao menos outros dois acusados no escândalo. Falta mais o quê?

Bem ao estilo Paulo Maluf, o presidente da Câmara continua a negar a titularidade de contas no exterior. Em 1º de outubro, o deputado Chico Alencar, líder do PSOL, chegou a usar a tribuna da Câmara para questioná-lo sobre a existência de recursos depositados na Suíça.

O presidente da Câmara desviou o olhar e não respondeu. No dia seguinte, por meio de nota, o peemedebista reiterou o depoimento que havia dado à CPI da Petrobras: “Não tenho qualquer tipo de conta em qualquer lugar que não seja a que está declarada no meu Imposto de Renda”.

Por ora, a oposição, retrato da indignação seletiva, permanece como um dos principais sustentáculos políticos de Cunha. Desde fevereiro, quando o deputado derrotou o PT e assumiu o comando da Câmara, ele mantém articulação com lideranças do PSDB, do DEM e do Solidariedade, as três principais legendas que pedem o impeachment de Dilma Rousseff.

Na segunda-feira 5, o deputado Carlos Sampaio, líder do PSDB, não hesitou em sair em defesa do presidente da Câmara, mesmo diante da informação sobre as contas secretas na Suíça: “Ele tem, por ora, o benefício da dúvida”.

A aliança parece, porém, estar com os dias contados. “Cunha é carne morta”, sentenciou Alberto Goldman, vice-presidente do PSDB e ex-governador de São Paulo. “Até quando vai resistir, ninguém sabe. Mas que vai cair, vai. E levando gente junto”, emendou o senador tucano Tasso Jereissati. Aécio Neves, por sua vez, tentou consertar a fala do colega da Câmara. “O que o líder Carlos Sampaio disse é que está aguardando as provas para a confirmação das denúncias, que não quer se antecipar à condenação. Ninguém vai defender ninguém se isso acontecer.”

Na quarta-feira 7, um grupo de 30 deputados de sete partidos diferentes protocolou uma representação na Corregedoria da Câmara na qual pede a cassação do mandato de Cunha. Com isso, o deputado perderia o direito ao foro privilegiado no julgamento da Lava Jato. No dia seguinte, a bancada do PSOL anunciou a disposição de abrir outra frente.

Pretende ingressar no Comitê de Ética da Câmara com um processo por quebra de decoro parlamentar. A peça incluirá o ofício de Janot que confirma as contas na Suíça. “Agora, com este documento formal e oficial, temos plena condição de fazer esta representação. As condições políticas para ele permanecer na presidência acabaram”, afirmou Alencar.

Com o controle da Mesa Diretora da Casa Legislativa, Cunha faz pouco caso das iniciativas. “São os mesmos que entraram com mandado de segurança para a maioridade penal, os mesmos que entraram com mandado de segurança para financiamento de campanha, para interromper votação, que fizeram manifesto contra a Presidência. São os mesmos. Já estou habituado.É uma oposição conhecida”. Reforçou, ainda, não pretender abandonar o comando da Câmara: “Não há a menor possibilidade de eu renunciar, licenciar ou qualquer coisa do gênero”.

Carta Capital

Pouca presença de negros na TV leva a racismo na infância, dizem especialistas

Para especialistas, é preciso fortalecer a identidade das crianças negrasMarcello Casal Jr/Arquivo/Agência Brasil
Para especialistas, é preciso fortalecer a identidade das crianças negrasMarcello Casal Jr/Arquivo/Agência Brasil
Para especialistas, é preciso fortalecer a identidade das crianças negrasMarcello Casal Jr/Arquivo/Agência Brasil

O estudante Anderson Ramos passou boa parte da 4ª série (hoje 5º ano) sendo chamado de “macaco”, “preto fedido”, “sujo” e ouvindo “piadas” por causa do cabelo crespo. As ofensas vinham de colegas da escola que, assim como ele, tinham 10 anos. O menino relatava os casos para a professora, que nada fez, e para a mãe, que demorou a entender que o filho estava sendo vítima de injúrias raciais.

“Quando comecei a chorar muito para não ir à escola e pedi para raspar o cabelo, minha mãe percebeu que eu estava sofrendo com aquilo, mesmo sem eu saber direito o que era”, afirma Ramos, hoje com 20 anos. “Quando a gente é criança, não tem maturidade para fazer a leitura do que aconteceu, mas sente a dor que o racismo causa. E não é brincadeira de criança, é racismo”, diz o estudante.

Apesar de pouco discutido, o racismo na infância e nas escolas existe e precisa ser enfrentado, na opinião de professores e especialistas ouvidos pela Agência Brasil. Eles destacam a pouca representação de crianças negras nos meios de comunicação como uma das causas do problema.

Professora da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (UnB) e coordenadora do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da instituição, Renísia Garcia Filice acredita que o racismo existe dentro das escolas e ocorre de forma cruel, efetiva e naturalizada. Para ela, essa atitude na infância é fruto do que a criança viu ou vivenciou fora do ambiente escolar.

“A criança pode ter vivenciado isso numa postura dos pais, em algum comentário ou até em algo que os professores fizeram ou deixaram de fazer”, diz Renísia. Segundo ela, alguns professores se omitem em situações de racismo pela falta de informação, por naturalizar os casos ou achar que não é um problema. “Por isso, são necessárias práticas pedagógicas para que as crianças se percebam iguais e com iguais direitos”, acrescenta.

Ildete Batista dá aula para crianças de 5 anos em uma escola no Distrito Federal. Ela afirma que as questões raciais aparecem principalmente no momento de disputa e durante as brincadeiras. Professora há mais de 20 anos, Ildete afirma que faltam referências para as crianças. “O que fica como belo é o que se aparece na TV, nos livros – inclusive nos materiais didáticos. A gente vê muitas propagandas, livros de histórias infantis em que os personagens são brancos.”

A professora desenvolve, na escola, um trabalho contra o racismo e para colocar mais referências africanas na educação. Isso, segundo Ildente, vem dando resultados. “No início do ano, uma menina me disse que não gostava do cabelo dela, por ser crespo. Em um desenho, por exemplo, ela se fez loira do olho azul. Agora, no final do ano, ela se desenha uma criança negra com cabelo enrolado. Isso mostra que o trabalho tem que ser feito e, se ele é feito com respeito, a gente consegue vencer esses problemas”, acredita.

Segundo o professor do curso de direito da UnB Johnatan Razen, quando há ofensas entre crianças, no colégio, os pais devem relatar o caso à escola, para a que a instituição promova ações educativas. “Se o caso envolver um professor ou a ofensa vier da instituição – como obrigar uma aluna a alisar o cabelo –, cabe acionar a Justiça”, orienta. Se tiver conhecimento de atitudes racistas dentro do espaço e se omitir, a escola também pode ser responsabilizada penalmente, de acordo com Razen.

Representação

Para a professora do curso de comunicação social da Universidade Católica de Brasília (UCB) Isabel Clavelin, há uma tendência de aumento na representação de crianças negras nos meios de comunicação, nos últimos anos. “Mas elas figuram em papéis de coadjuvantes, e a representação está aquém da proporção de negros no Brasil”, diz a pesquisadora.

“Isso tem um efeito devastador, porque a criança se vê ausente ou não se vê como ela realmente é. Ela está sempre atrás. A interpretação dessas mensagens tem um efeito muito danoso, que é a recusa, de se retirar do espaço da centralidade”, afirma Isabel. “Enfrentar o racismo na infância é crucial e deve mobilizar toda a sociedade brasileira, porque ali estão sendo moldadas todas as possibilidades de identidade das pessoas”, acrescenta.

A escritora Kiussam de Oliviera, que trabalha com a literatura infantil com o objetivo de fortalecer a identidade das crianças negras, afirma que falta representação positiva. “Em um país de maioria negra, não se justifica uma televisão totalmente branca, como nós temos. A partir do momento que as emissoras entenderem que o público negro é grande, nós viveremos uma fase diferente desta que estamos passando, onde há violência por conta da cor da pele, agressões focadas na raça – cada vez mais banalizada.”

O estudante João Gabriel, de 11 anos, sente falta de mais crianças negras na televisão. “Nos desenhos e nos programas de TV, quem é gordo e negro está sempre sendo xingado, é sempre tímido e os outros zoam dele. Aí a gente vê isso e acha que é sempre assim. Os colegas acham que todos precisam ser iguais e ser diferente é ruim.”

Novo Programa

O desenho Guilhermina e Candelário mostra o cotidiano de dois irmãos e do avô, todos negrosDivulgação/TV Brasil
O desenho Guilhermina e Candelário mostra o cotidiano de dois irmãos e do avô, todos negrosDivulgação/TV Brasil

Com a maioria dos personagens negros, começa hoje a ser exibido na TV Brasildesenho colombiano Guilhermina e Candelário. Para marcar a passagem do Dia da Criança, a emissora exibirá quatro episódios em sequência, às 9h45 e às 13h. A partir daí, o desenho será transmitido de segunda a sábado, na Hora da Criança, faixa de programação de segunda a sexta das 8h15 às 12h e das 12h30 às 17h; e no sábado, das 8h15 às 12h.

A série mostra o cotidiano dos dois irmãos, cuja capacidade de sonhar transforma cada dia em aventura. A cada dia, eles esperam ansiosamente a chegada do Vô Faustino, a quem contam suas aventuras. O avô desfruta das histórias narradas pelos netos e compartilha sua experiência de vida e sabedoria.

Coproduzida pelo Señal Colombia e pela Fosfenos Media, a animação Guilhermina e Candelário é um dos primeiros desenhos do gênero com protagonistas negros a ser exibido na TV aberta brasileira.

Agência Brasil

Mamanguape: Unidade Integrada de Saúde divulga balanço da programação das crianças

Evento contou com a presença da primeira dama de Mamanguape e atual prefeita de Cuité, Isaurina Meireles
Evento contou com a presença da primeira dama de Mamanguape e atual prefeita de Cuité, Isaurina Meireles
Evento contou com a presença da primeira dama de Mamanguape e atual prefeita de Cuité, Isaurina Meireles

Com o tema “Unidade Integrada da Criança”, a Unidade Integrada da Saúde da Família de Mamanguape, fez um balanço e divulgou o resultado da programação realizada na manhã da última quinta-feira (8), voltada para as crianças da cidade.

De acordo com a direção da Unidade, Elder Sergio, o setor recebeu doações de comerciantes e autoridades.

“Arrecadamos quatrocentos brinquedos, duzentos quites de roupas. Foram distribuídos mil e quinhentos cachorros quentes com refrigerantes. Mil sacos de pipocas e bombons. Além de estrutura como pula-pula e brincadeiras educativas”, informou o diretor.  Segundo a organização, o evento realizado nas instalações da Unidade de Saúde da Família, reuniu cerca de mil pessoas, entre pais e filhos que prestigiaram as brincadeiras.

“Contamos ainda com o apoio da Secretaria de Saúde, Rotary Clube Mamanguape, Rosa Mística, do ex-prefeito Fábio Fernandes, e do ex-vereador Beto Fernandes. Além do apoio institucional do atual prefeito Eduardo Carneiro de Brito”, destacou Elder.

“Foi um evento bastante positivo, agradeço além dos que colaboraram com doações, a todos os profissionais que se empenharam nesta realização. Estamos muitos felizes, afinal, as crianças são o futuro do nosso Brasil”, concluiu o diretor do órgão.

A Unidade Integrada de Saúde da Família Nossa Senhora do Rosário foi inaugurada no último dia 20 de março e dentro da sua estrutura comporta as Unidades Básicas de Saúde da Família do Centro e João XXIII, e ainda um Núcleo de Apoio a Saúde da Família (NASF), que atendem de forma conjunta aos seus usuários.

Da redação

Brasil encerra preparação de forma descontraída e com apoio da torcida

Créditos: Rafael Ribeiro / CBF
Créditos: Rafael Ribeiro / CBF
Créditos: Rafael Ribeiro / CBF

O ambiente da Seleção Brasileira ficou mais leve no final da tarde desta segunda-feira. No último dia de preparação para a partida contra a Venezuela, o técnico Dunga permitiu o acesso de jornalistas e torcedores ao Presidente Vargas nos minutos finais de um treinamento recreativo e viu a sua equipe receber apoio de aproximadamente 1.000 pessoas que estavam nas arquibancadas do estádio.

Quando Dunga deixou a privacidade de lado, o seu time já realizava um trabalho recreativo, com muitas brincadeiras entre os jogadores. Alguns deles, liderados pelo zagueiro Gil, que se comoveu com uma faixa de um torcedor, animaram-se também para saudar o público presente à beira do campo.

O clima foi bem diferente daquele do primeiro treinamento do Brasil em Fortaleza, realizado após a derrota por 2 a 0 para o Chile na primeira rodada das Eliminatórias para a Copa do Mundo. Também no Presidente Vargas, a Seleção não foi capaz de atrair a atenção de nem 100 torcedores na ocasião.

Apesar de Dunga não ter mostrado a equipe que ensaiou para o compromisso da noite de terça-feira, no Castelão, duas alterações são quase certas. O lateral esquerdo Filipe Luís e o meia Lucas Lima deverão substituir Marcelo e Oscar diante dos venezuelanos.

Da redação, com Gazeta Esportiva

Especialista recomenda cuidados com alergias infantis

Especialista recomenda cuidados com alergias infantis

As alergias infantis, muito comuns, são um dos principais temas do Congresso Brasileiro de Pediatria, que vai até o dia 16 no Rio. Segundo o pediatra Dennis Burns, diretor científico da Sociedade Brasileira de Pediatria, essa é uma das áreas da medicina em que mais se tem feito avanços, principalmente com anticorpos naturais. As maiores preocupações são com alergias alimentares, que aparecem mesmo nos recém-nascidos. “A primeira providência é procurar um pediatra”, aconselha. Veja outras dicas na entrevista para o quadro Mais Saúde, do Repórter Rio.

Da redação, com TV Brasil 

Enem: como conseguir nota 1.000 na redação?

Enem: como conseguir nota 1.000 na redação?

Vista como bicho-papão pela maior parte dos candidatos, a redação do Enem vale de 0 a 1.000 pontos. No primeiro episódio da websérie Fica a Dica Enem, o professor Marcelo Freire explica de que forma essa nota é composta e dá dicas sobre como sair bem em cada uma das cinco competências que serão avaliadas no texto do candidato.

Não sabe por onde começar a estudar para redação do Enem? De início é importante você saber que os 1.000 pontos da prova são na verdade divididos em cinco competências, cada uma vale 200 pontos. Essas chamadas competências podem ser traduzidas como aspectos do seu texto que serão observadas pelo corretor do texto, como explica o professor Macelo Freire. Saiba quais são as cinco competências e confira as dicas do professor:

1) Demonstrar domínio da modalidade escrita formal da Língua Portuguesa

“Você tem que dominar pontuação, acentuação, escrever dentro da norma culta. Você precisa demonstrar para o corretor que você escreve com clareza e objetividade”.

2) Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo em prosa

“É a competencia que eu chamo de ‘começar com o pé direito’. Voce vai mostrar ao corretor que você entende a proposta de redação, que você possui  conhecimento das diversas áreas do saber e que você escreve dentro dos limites do texto disserartivo-argumentativo”.

3) Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista

Essa competência exige que você saiba o que é a a tese: a tese é o seu ponto de vista, o que você pensa sobre o asusnto? Não basta apenas falar sobre o assunto da prova, você precisa posicionar-se”.

4) Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação

“É a competência da argumentação e mais uma vez o Enem quer que você demonstre o domínio de gramática. Nesse caso, o domiínio de conectivos e conjuções. Estude bastante as conjuções para dar  progressão e sequência lógica ao seu texto”.

5) Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos

“É a proposta de intervenção, você precisa apresentar uma solução que esteja dentro dos direitos humanos, não pode ser nada que fuja da nossa legislação”.

Da redação, com Produção WEB/EBC

Cana-de-açúcar gera vagas de emprego e ajuda economia

Paraíba foi o estado que mais criou vagas de emprego em agosto de 2015.
Paraíba foi o estado que mais criou vagas de emprego em agosto de 2015.
Paraíba foi o estado que mais criou vagas de emprego em agosto de 2015.

Adriel Matias da Silva tem 34 anos e estava desempregado há um mês quando recebeu em agosto de 2015 a proposta de trabalho da Destilaria Japungu, na cidade de Santa Rita, na Grande João Pessoa. Um mês depois do contato, Adriel está empregado no setor do almoxarifado em uma das usinas da destilaria responsável por uma das maiores produções de cana-de-açúcar do estado.

Adriel foi um dos 1.470 novos empregados na cidade de Santa Rita no mês de agosto deste ano. A cidade foi a terceira do país que mais empregou no período, conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O ranking lista as cidades com mais de 30 mil habitantes.Mamanguape, no Litoral Norte, também aparece entra as primeiras  da lista, com 1.180 postos de trabalho criados no período. A Paraíba foi o estado com o melhor desempenho em agosto, com 4.293 vagas de trabalho.

O resultado do mês na Paraíba representa um crescimento de 1,06% em relação ao total de assalariados com carteira assinada em julho. Segundo o Caged, esse desempenho é decorrente das atividades de fabricação de açúcar e do cultivo da cana, ligadas aos setores de indústria da transformação e agropecuária, respectivamente. O setor sucroalcoleiro inicia as contrações no período de julho e agosto, tendo em vista a colheita e o processamento da cana-de-açúcar.

Neste caso, a maior parte das contratações é temporária, com contratos que variam de sete a nove meses. Mas Adriel Matias não integra o quadro que deve sair ao final do período de colheita por ocupar um cargo com estabilidade. “Recebi uma proposta de uma empresa de outro local e pouco tempo depois uma proposta ainda melhor dessa nova usina em que estou trabalhando. Preferi a Japungu por ser em Santa Rita, onde eu moro, e por já ter trabalhado com a empresa”, comentou.

O chefe do setor pessoal da usina onde Adriel Matias trabalha, Carlos Figueiredo, comentou que a maioria é contratada para os serviços diretos de colheita e transporte da cana, bem como no setor industrial de moagem e produção do álcool. “Esses dois setores, da colheita e transporte, e da indústria, empregam um grande percentual do pessoal contratado nesse período. Nossos contratos podem chegar a até nove meses, a depender da colheita”, explicou.

Mesmo se tratando de contratações temporárias, Carlos Figueiredo ressalta que na destilaria em que ele trabalha é feita uma base de dados com os funcionários, que na maioria dos casos são recontratados para o próximo período de colheita. “Aproximadamente 85% do pessoal que contratamos é aproveitado no período seguinte. Em outros casos, a depender do destaque do funcionários, continuamos com ele, mas readaptamos para uma outra função”, detalhou Figueiredo.

Para Adriel Matias, o fato da destilaria ter entrado em contato para contratar mostra que o seu trabalho foi valorizado. “A gente se sente valorizado como profissional, porque eles já conheciam o meu trabalho e cobriram a primeira proposta que eu já tinha recebido de outra empresa. Isso só motiva a fazer um trabalho correto e ganhar mais estabilidade ainda”, avaliou.

Do total de vagas criadas, 3.064 foram na indústria da transformação e 1.870 foram na agropecuária. Além destes, também registraram crescimento no total de empregados o setor de serviços (114 contratações) e a administração pública (7) contratações. Por outro lado, o pior resultado foi verificado no comércio, com 590 postos de trabalho fechados, seguido da construção civil (143 vagas extintas).

Mesmo com o resultado positivo em agosto, o saldo dos últimos doze meses, na Paraíba ainda está negativo, registrando mais demissões que contratações. No período de 12 meses foram fechadas 4.078 vagas de trabalho. Os dados fazem parte da série com ajustes, que incorpora as informações declaradas fora do prazo.

Da redação, com G1PB

Últimas Notícias

BlogsOPINIÃO
Objetividade e clareza

WhatsappEnvie
Mande sua sugestão de pauta ou denúncia: (83) 9 8140-8425

Mais Lidas