Um vídeo flagrou o momento em que um ladrão salva a vida de um homem que acabara de roubar em um metrô na cidade de Paris, na França. As informações são do Daily Mail.
Nas imagens, registradas por uma câmera de segurança, é possível ver um jovem dormindo sentado em uma cadeira enquanto espera a chegada do trem. Sem ser notado, um rapaz se aproxima do “dorminhoco” e, ao perceber o seu estado, senta-se ao seu lado.
Confiante que não seria pego por ninguém, o bandido coloca a mão dentro da calça do jovem. Em seguida, o indivíduo troca de lado e repete a ação.
Após o furto, a vítima, que estava embriagada, levanta-se sem notar o que havia acontecido e, cambaleante, começa a andar para frente. Com nenhuma condição de caminhar, o francês acaba caindo nos trilhos.
Na sequência, o maquinista do trem que vinha na direção da estação percebe o rapaz caído e consegue frear a tempo.
Na continuação da gravação, o bandido volta à cena, mas agora como herói. Ele corre em direção à sua vítima e estende a mão, a puxando de volta para a plataforma. Por fim, o criminoso caminha lentamente para a saída do metrô.
Não há informações sobre a saúde do jovem embriagado e se o ladrão acabou preso.
A presidente Dilma Rousseff, no Brasil, e as eleições nos EUA, no mundo, foram os assuntos número 1 no Facebook neste ano (Foto: Carolyn Kaster/AP)
O Facebook divulgou um balanço dos assuntos mais comentados na rede social em 2015. Entre os temas mundiais, chamam a atenção os atentados em Paris, que, mesmo tendo acontecido no fim do ano – em 13 de novembro -, ficaram em segundo lugar na lista.
No Brasil, destacam-se os temas relacionados ao mundo político: o top 3 tem a presidente Dilma Rousseff, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o escândalo de corrupção na Petrobras. Aécio Neves também figura na lista, assim como as prisões de figurões da Fifa.
O Facebook tem 1,55 bilhão de usuários ativos globalmente nos dias atuais – são 99 milhões no Brasil.
Confira, a seguir, a lista de assuntos mais comentados na rede social, no país e no mundo, em 2015.
Brasil
1. Dilma Rousseff
O ano não está sendo fácil para a presidente. Ela iniciou seu segundo mandato sob protestos como o de 15 de março, dia em que centenas de milhares de pessoas foram às ruas das principais cidades do país se manifestar contra seu governo.
Com a crise econômica se acentuando ao longo dos meses e as discussões sobre pedidos de impeachment, seu nome se tornou o mais comentado no Facebook brasileiro em 2015.
Dilma está, inclusive, no top 3 dos políticos mais falados mundialmente – perdendo apenas para Barack Obama e Donald Trump.
2. Lula
Além de ser um dos políticos mais populares do Brasil, o ex-presidente também foi alvo de protestos, a exemplo de sua sucessora, e viu pessoas próximas a ele serem envolvidas em denúncias.
Consequentemente, seu nome também esteve entre os termos mais citados no Facebook no Brasil – e foi o sexto político mais popular na rede do mundo.
3. Escândalo da Petrobras
A Operação Lava Jato explodiu em 2014, ano em que chamou a atenção por levar alguns dos principais empresários do país à cadeia. Em 2015, porém, ganhou mais força com novas detenções e a descoberta de novos detalhes, incluindo a revelação de nomes de políticos suspeitos de envolvimento no esquema.
4. Cristiano Araújo
O cantor sertanejo, de 29 anos, morreu em um acidente de carro na madrugada de 24 de junho, em uma estrada em Goiás. A morte causou comoção nacional, e milhares de pessoas usaram as redes sociais para homenageá-lo – enquanto outras, não familiarizadas com o universo sertanejo, perguntavam quem ele era.
5. Jorge & Mateus
A dupla sertaneja lançou um álbum em março, após três anos sem gravar material novo. Isso, é claro, provocou grande expectativa entre os fãs.
E pelo jeito deu certo: Jorge & Mateus foram os mais ouvidos no aplicativo Spotify no Brasil.
6. Aécio Neves
Candidato a presidente pelo PSDB em 2014, o senador mineiro continuou sob os holofotes em meio à crise política deste ano e se consolidou como um dos principais porta-vozes da oposição ao governo Dilma Rousseff.
7. Rock in Rio
Depois de dois anos – a última edição carioca havia sido em 2013 -, o festival voltou a ser realizado no Rio em 2015. Bandas como Queen e Slipknot e artistas pop como Rihanna e Katy Perry provocaram vários comentários nas redes sociais.
8. Papa Francisco
Popular, o pontífice tem chamado a atenção por se aproximar mais dos fiéis e por alguns de seus pronunciamentos, considerados progressistas.
No início de dezembro, a fala de Francisco sobre o perdão da Igreja a mulheres que fizeram aborto repercutiu bastante.
9. Ataques em Paris
Os atentados, que deixaram 130 mortos no último dia 13 de novembro, chocaram o mundo e causaram comoção internacional.
No Brasil não foi diferente. A extensão lançada pelo Facebook para adicionar um filtro com as cores da bandeira francesa às fotos de perfil, por exemplo, fez bastante sucesso entre os usuários da rede no país.
10. Escândalo da Fifa
No fim de maio deste ano, o FBI divulgou uma investigação mudaria a história do futebol mundial. A dois dias da eleição presidencial da Fifa, sete dirigentes e cinco executivos da entidade foram presos em uma operação que, segundo a polícia americana, estava só começando.
Um dos presos foi José Maria Marín, que comandou a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) até abril deste ano.
Estão na mira da investigação também o ex-presidente da CBF Ricardo Teixeira e o então responsável pelo comando da entidade, Marco Polo Del Nero, que pediu licença do cargo na semana passada. O caso teve repercussão enorme e, por isso, acabou entrando também na lista dos assuntos mais discutidos no Facebook.
Mundo
1. Eleições presidenciais nos EUA
Ainda que as votações estejam previstas apenas para novembro de 2016, a corrida presidencial para suceder Barack Obama tem provocado muito debate no Facebook.
Além da repercussão das falas dos aspirantes a candidatos republicanos e democratas em campanha – quem não ouviu falar do polêmico Donald Trump neste ano? -, o desempenho deles nos debates também rende bastante assunto.
Com isso, não é surpresa que o tema tenha se tornado o mais comentado no Facebook mundial em 2015.
2. Ataques em Paris
O ataque mais mortífero a acontecer na Europa ocidental desde a Segunda Guerra Mundial também foi um dos assuntos mais comentados na rede social.
O Facebook disponibilizou uma ferramenta para as pessoas que estavam em Paris avisassem aos familiares que estavam seguras. Além disso, internautas de todo o mundo usaram a plataforma para fazer homenagens às vítimas.
3. Guerra na Síria e refugiados
A guerra na Síria começou em 2011, mas foi neste ano que os impactos dela começaram a ser sentidos a muitos quilômetros de distância.
Centenas de milhares de pessoas deixaram o país e buscaram refúgio, principalmente no continente europeu. Muitas, aliás, acabaram morrendo em perigosas travessias rumo ao Velho Continente.
Nas redes sociais, foi grande o debate sobre esses momentos de tensão e sobre como a Europa vem lidando com esse fluxo gigantesco de imigrantes.
4. Terremotos no Nepal
Em 25 de abril deste ano, um terremoto de magnitude 7,5 arrasou o Nepal, causando a morte de mais de 8,8 mil pessoas. Houve um segundo tremor 17 dias depois, agravando a destruição do país.
A tragédia repercutiu mundialmente, e o Facebook permitiu às pessoas que se informassem sobre a situação de pessoas queridas que estavam lá.
5. Crise da Grécia
A crise no país europeu também virou tema de debate no Facebook. Depois de longas e tensas negociações com os credores na União Europeia, o governo grego finalmente conseguiu um acordo para tentar salvar sua economia. Enquanto políticos debatiam os problemas da Grécia em reuniões, as pessoas protagonizavam acaloradas discussões sobre o assunto nas redes sociais.
6. Casamento igualitário
Os defensores do casamento entre pessoas do mesmo sexo tiveram muitos motivos pra comemorar em 2015.
Em maio, a Irlanda foi o primeiro país do mundo a legalizar esse tipo de matrimônio por meio de um referendo. Um mês mais tarde, a Corte Suprema dos Estados Unidos também aprovou a união, notícia que repercutiu mundialmente.
No Facebook, mais de 26 milhões mudaram aplicaram um filtro de arco-íris em suas fotos de perfil para declarar apoio à decisão.
7. Luta contra o Estado Islâmico
A guerra contra o grupo que se autodenomina Estado Islâmico, ligado à destruição na Síria e a atentados terroristas, foi um tema permanente da agenda internacional em 2015.
8. Charlie Hebdo
No dia 7 de janeiro de 2015, dois homens mascarados mataram 12 pessoas e feriram outras 11 na sede da revista satírica Charlie Hebdo, em Paris. Outros quatro ataques relacionados aconteceram nas 72 horas seguintes – algo que motivou manifestações massivas na França e ao redor do mundo.
9. Protestos em Baltimore
Em abril, a morte do jovem negro Freddie Gray, de 25 anos, que estava sob custódia policial, gerou duas semanas de protestos em Baltimore, nos Estados Unidos. O fato criou um grande debate sobre atuação policial e racismo e também repercutiu bastante no Facebook.
10. Tiroteio em Charleston e debate sobre a bandeira
No dia 17 de junho, nove pessoas morreram após um homem disparar contra frequentadores da igreja episcopal africana de Charleston, na Carolina do Sul, nos EUA.
O suspeito, Dylann Roof, de 21 anos, atuou aparentemente motivado por crenças de supremacia branca. A divulgação de fotos dele com a bandeira confederada despertou um debate sobre o uso desse símbolo em instituições públicas.
Após protestos, a bandeira acabou removida da sede do governo da Carolina do Sul.
Fotografias de chilenos desaparecidos durante a ditadura são expostas no Museu da Memória, em Santiago do Chile (Foto: Sebastian Silva/Efe)
Fotografias de chilenos desaparecidos durante a ditadura são expostas no Museu da Memória, em Santiago do Chile (Foto: Sebastian Silva/Efe)
Um ex-soldado do Exército chileno foi indiciado por assassinato depois de confessar ao vivo em um programa de rádio sua participação nas mortes de 18 dissidentes da ditadura de Augusto Pinochet, informou o jornal britânico “The Guardian”.
A confissão ocorreu quando Guillermo Reyes Rammsy, 62 anos, telefonou para um famoso programa de rádio, o “Chacotero Sentimental” e contou ao apresentador Roberto Artiagoitía que queria se suicidar.
Sem se identificar e após descrever um romance frustrado, ele afirmou que, como soldado, havia participado de 18 execuções sob o regime Pinochet.
“A primeira vez [que matei] eu chorei, mas o tenente dizia: ‘Bom soldado, soldado corajoso'”, afirmou. “A segunda vez, eu gostei.”
Durante 20 minutos, ele descreveu o modus operadi. “Disparávamos na cabeça e depois explodíamos os corpos com dinamite. Não sobrava nada, nem mesmo suas sombras”, afirmou.
A ligação foi rastreada pela polícia. Reyes foi preso e indiciado pelas mortes de Freddy Taberna Gallegos e German Palomino Lamas, membros do Partido Socialista chileno, em 1973.
Ambos haviam sido capturados logo após o golpe e levados para um campo de prisioneiros em Pisagua, no norte do país. Julgados por um conselho militar de guerra, foram executados nos meses de outubro e novembro daquele ano, e seus corpos nunca foram encontrados.
Durante a conversa com o apresentador, Reyes afirmou que foi doutrinado durante seu treinamento militar. “Eles me levaram para Santiago, onde aprendi sobre violência extrema.”
Ele afirmou que matava porque soldados que não seguissem ordens eram executados.
“E sua responsabilidade como ser humano?”, questionou o apresentador.
“Se eles tivessem uma arma, os liquidávamos, pou, pou, pou”, Reyes respondeu. “Cinco tiros, e acabou. Eles não eram pombinhas. Vocês tinha de sobreviver.”
Estima-se de 3.000 pessoas foram mortas durante o regime de Augusto Pinochet. Mais de 1.000 corpos nunca foram encontrados.
Vestidos de verde e amarelo, manifestantes pedem impeachment de Dilma em Brasília (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)
Vestidos de verde e amarelo, manifestantes pedem impeachment de Dilma em Brasília (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)
Manifestações a favor do impeachment da presidente da República, Dilma Rousseff (PT), aconteceram neste domingo (13) em ao menos 87 cidades de todos os estados do país e do Distrito Federal. A estimativa do total de manifestantes no Brasil foi de 83 mil pela Polícia Militar e 407 mil pelos organizadores.
Os atos deste domingo tiveram adesão menor do que os de 16 de agosto, data das manifestações anteriores contra Dilma, quando foram estimadas 879 mil pessoas pela polícia e 2 milhões por organizadores. O maior ato contra o governo em 2015 foi em 15 de março.
As manifestações foram pacíficas, com poucos incidentes isolados em algumas cidades. Grande parte dos manifestantes vestia verde e amarelo e levava cartazes contra a corrupção, o governo federal e o PT.
Além de pedirem a saída de Dilma, algumas pessoas também se manifestaram contra o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PT). Um grupo em Brasília pediu a cassação do mandato do deputado.
Outro nome citado nos atos, mas de maneira positiva, foi o do juiz da Operação Lava Jato. Sérgio Moro foi exaltado em faixas na manifestação de Curitiba, cidade que concentra as investigações da operação.
Protesto em frente ao Masp, na Avenida Paulista (Foto: REUTERS/Paulo Whitaker)
A maior concentração aconteceu na Avenida Paulista, em São Paulo, segundo a PM. A Secretaria da Segurança Pública indicou 30 mil pessoas no horário de maior concentração, às 16h15. O Instituto Datafolha calculou 40,3 mil manifestantes. As estimativas de organizadores foram de 50 a 500 mil presentes.
No Rio de Janeiro, o protesto aconteceu na Praia de Copacabana, Zona Sul. Uma grande faixa pelo impeachment foi carregada pelos cariocas. O protesto teve de 60 a 100 mil pessoas, segundo os organizadores. A Polícia Militar do Rio não fez estimativa.
Na Paraíba, um dos sentidos da avenida Epitácio Pessoa, uma das maiores de João Pessoa, foi interditado para a passagem dos manifestantes. Manifestantes chegaram por volta das 16h (horário local) à orla marítima para a manifestação. A Polícia Militar estima que cerca de 200 pessoas participaram do ato neste domingo. Já organização diz que a manifestação reuniu 500 pessoas.
Também foi registrado protesto em Campina Grande.
Manifestantes chegam à orla de João Pessoa (Foto: Juliana Bandeira/G1)
Manifestantes chegam à orla de João Pessoa (Foto: Juliana Bandeira/G1)
Manifestantes chegam à orla de João Pessoa (Foto: Juliana Bandeira/G1)
Manifestantes pró-impeachment da presidente Dilma Rousseff promoveram atos na tarde deste domingo (13) em João Pessoa e Campina Grande. Nas duas cidades, as pessoas vestiram roupas nas cores da bandeira do Brasil e havia alguns cartazes com frases de protesto.
Este é o quarto protesto contra a presidente este ano em cidades paraibanas. Outras manifestações aconteceram nos dias 15 de março, 14 de abril e 16 de agosto. Em João Pessoa, a Polícia Militar estima que cerca de 200 pessoas participam do atoneste domingo. Já organização, acredita que a manifestação reuniu 500 pessoas. Em Campina Grande, a estimativa da organização é de que 150 pessoas participaram do ato. A Polícia Militar estima cerca de 100 participantes na cidade.
João Pessoa Na capital, o protesto a favor do impeachment da presidente, estava marcado para as 15h (horário local), na Avenida Epitácio Pessoa, onde os manifestantes se reuniram e em seguida caminharam pela avenida em direção ao Busto de Tamandaré, na orla de João Pessoa.
Mãe e filha participam de protesto em João Pessoa (Foto: Juliana Bandeira/G1)
Os primeiros manifestantes começaram a se concentrar por volta das 14h20 , na avenida Epitácio Pessoa. O grupo iniciou a caminhada por volta das 15h30 e chegou à orla por volta das 16h. No local, os manifestantes contiuaram reunidos, discursando em um trio elétrico e seguiram em caminhada até o Largo da Gameleira, também na orla. A manifestação foi encerrada por volta das 18h.
A dona de casa Eliana Cayres levou a filha Giovana, de 14 anos, para participar da manifestação. “Sempre discutimos em casa a situação do país”, afirmou a mãe.
Segundo um dos organizadores do protesto Maurício Renato, o movimento está sendo promovido pela Aliança Paraibana dos Movimentos Democráticos que engloba representantes de vários outros movimentos como o Acorda Brasil, o Vem pra Rua, Direita Paraíba, Direita Paraibana, Movimento Brasil Livre, representantes da sociedade civil individuais, entre outros movimentos.
Manifestante se caracteriza para representar a presidente Dilma (Foto: Juliana Bandeira/G1)
A escritora Giselle Sousa mora em Brasília e viajou para João Pessoa para participar do protesto na capital paraibana. Caracterizada como a presidente Dilma Rousseff, ela disse que o Nordeste precisa ser visto. “Todo mundo acha que Dilma é adorada no nordeste, mas não é assim não”, afirmou.
De acordo com Maurício Renato, o movimento foi organizado pela internet, redes sociais, e começou logo após a câmara acolher o processo do impeachment. “A ideia é não deixar o assunto esfriar, por isso se chama manifestação esquenta impeachment. Outras virão provavelmente após o recesso parlamentar, se este acontecer. O movimento quer dar gás e fôlego ao impeachment para pressionar os deputados a continuarem com o processo”, disse.
Campina Grande Já em Campina Grande, os manifestantes se reuniram no Açude Velho, um dos cartões postais da cidade. O grupo começou a se concentrar por volta das 15h no Monumento Tropeiros da Borborema. Durante alguns minutos o trânsito ficou parado na avenida João Florentino de Cravalho, no trecho da praça José Américo, enquanto os participantes cantaram o Hino Nacional.
Manifestantes cantam o hino nacional em Campina Grande (Foto: Everton David/G1)
Por volta das 17h, os manifestantes saíram em caminhada no entorno do Açude Velho. As interdições de trânsito ocorrem apenas de forma pontual, no momento em que os manifestantes passavam em cada trecho.
“Estamos aqui para pressionar os deputados da Paraíba para que eles votem o impeachment”, afirmou Felipe Nunes, um dos organizadores do ato, acrescentando que a manifestação “foi só um esquenta do movimento pró-impeachment”.
A mobilização terminou por volta das 17h20, próximo ao monumento dos 150 anos da cidade. O Ato foi organizado pelo Movimento Brasil Livre e Foro de Campina Grande.
Andressa e Thammy estão juntos há cerca de dois anos e meio; o filho da cantora Gretchen fez os pedidos de namoro e casamento de joelhos
Thammy e a namorada, Andressa, na festa de casamento de Antonia Fontenelle e Jonathan Costa no Rio
Padrinho de casamento de Antonia Fontenelle e Jonathan Costa, que tiveram a cerimônia realizada no sábado (12) no Rio de Janeiro, Thammy Miranda aproveitou a ocasião para, durante a festa, pedir a mão da namorada, Andressa Ferreira. Inspirado pelo clima de romance, o ator e modelo fez o pedido de joelhos.
“Andressa Oliveira Ferreira, você aceita que seja eu o seu homem?”, propôs o filho de Gretchen, recebendo o apoio do recém-marido de Fontenelle. O pedido de casamento emocionou a cantora Kelly Key, que assistiu à declaração, e foi bastante comemorado por quem testemunhou o momento.
Ao chegar para o casório de Fontenelle, Thammy contou ao UOL que já falava sobre trocar os votos com sua namorada.
“A gente fala em casamento, mas não é aquela coisa séria. Quem sabe a gente não se inspira e acaba dando esse passo”, afirmou. No Instagram, o ator se declarou para a amada: “Linda, só você me fascina! Te desejo muito além do prazer”.
Andressa não esconde o desejo de comemorar a união com o filho de Gretchen com a realização de uma festa simbólica. “Eu quero casar com ele, mas seria uma festa na praia. Seria lindo e romântico”, disse.
Pedido de joelhos
Andressa e Thammy estão juntos há cerca de dois anos e meio; o filho da cantora Gretchen fez os pedidos de namoro e casamento de joelhos
Thammy Miranda pediu Andressa Ferreira em namoro há cerca de dois anos e meio e da mesma forma que fez o pedido de casamento no sábado: de joelhos.
A assistente de palco do programa “Legendários” relembrou conta ter superado uma crise quando o namorado decidiu remover os seios, além de falar da vontade começar a tomar hormônios masculinos.
“Já sabia que ela tinha essa vontade e agia naturalmente porque no início eram só conversas, mas quando ela decidiu fiquei um pouco assustada”, conta. “Ficamos três dias separadas porque eu precisava pensar, cheguei a terminar o namoro. Até então namorava uma mulher que gostava de mulher e ponto, a partir daquele momento até a relação mudou, porque é colocada de forma diferente, vira uma relação heterossexual”, explicou.
O governador Ricardo Coutinho (PSB) lança nesta terça-feira (15) a mobilização “Paraíba Pela Democracia: Golpe Nunca Mais”. A solenidade acontecerá às 10h no Teatro Paulo Pontes, no Espaço Cultural, em João Pessoa.
Coutinho defende o respeito à Constituição Federal e o Estado Democrático de Direito. Representantes de várias instituições já confirmaram presença.
O socialista afirmou que o Brasil precisa de estabilidade e não de “ameaças e chantagens”. Ele criticou a decisão do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB) por aceitar a abertura do processo de impeachment da presidenta Dilma, pois para ele, “aponta em sentido contrário ao qual as instituições e a sociedade civil precisam responder”.
“O povo não merece isso e ao Poder Legislativo não convém ser presidido por alguém movido pelo ódio”, disse Ricardo, lembrando que a democracia brasileira é jovem e “tão duramente conquistada” e “não pode ser refém de chantagem de qualquer natureza”.
Senador Cássio Cunha Lima prestigiou protestos no Rio de Janeiro
Senador Cássio Cunha Lima prestigiou protestos no Rio de Janeiro
O senador Paraibano, Cássio Cunha Lima (PSDB), líder do PSDB no Senado, participou, neste domingo (13), de protestos pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff, no Rio de Janeiro.
Em imagens e vídeo postado nas redes sociais, o senador tucano aparece ao lado do deputado federal Otávio Leite (PSDB-RJ).
No vídeo, Otávio Leite destaca que o paraibano estudou e se formou no Rio de Janeiro e é uma voz das oposições no Congresso Nacional.
Já Cássio diz que defende o impeachment de Dilma alegando que a petista cometeu crime de responsabilidade.
Para Cássio, o povo nas ruas vai gerar pressão para que o Congresso afaste a petista do cargo.
Cinco pessoas foram detidas na madrugada desse sábado (12) durante a Operação Nômade desencadeada pela 4ª CIPM (Companhia Independente da Polícia Militar), no Bairro Mário Andreazza, em Bayeux. Com eles, foram apreendidas duas armas de fogo, uma pistola calibre 45 com sete munições e de uso exclusivo das Forças Armadas, um revólver calibre 38 com seis munições, 72 trouxas de maconha e a bateria de um rádio comunicador utilizado em atividades do tráfico de drogas.
Na ação foram apreendidos três jovens, dois com 16 anos e um com 17 anos, e presos Clodoaldo de Almeida Lima Filho, 20 anos, e Anderson Brito da Silva, 28 anos. Eles estavam armados e traficando as drogas quando foram surpreendidos pela guarnição e na realização da busca foram encontrados em suas posses todos os materiais apreendidos.
“Estávamos dando início a Operação Nômade, realizando rondas, incursões e abordagens nas comunidades, quando na Comunidade Dois Lados, no Bairro de Mário Andreazza, visualizamos alguns indivíduos em atitude suspeita e de pronto os abordamos, e com eles foram encontrados as armas e as drogas”, detalhou o tenente Alves da 4ª CIPM.
O tenente ainda informou que há cerca de uma semana houve um homicídio no Bairro Mário Andreazza e que os estojos encontrados no local foram de pistola calibre 45, semelhante à encontrada com os suspeitos presos e apreendidos.
As cinco pessoas detidas foram apresentadas na 6ª Delegacia Distrital, em Santa Rita, e autuadas por porte ilegal de armas e tráfico de drogas.
A Força Regional da Polícia Militar, composta pelos novos soldados, prendeu três suspeitos em flagrante, na madrugada deste domingo (13), durante ocupação realizada no bairro do Rangel, em João Pessoa. Na ação, que teve troca de tiros com criminosos, foram apreendidas duas armas de fogo, sendo uma pistola calibre 380 e uma espingarda calibre 12.
As armas estavam com Alisson Batista da Silva, de 27 anos, e Petrucio Maurício da Silva, 41. Com eles também foi preso Melquisedec Maurício da Silva, 28. Outros dois suspeitos conseguiram fugir após a troca de tiros.
De acordo com as informações do Centro Integrado de Operações Policiais (Ciop), os novos soldados realizavam rondas na Rua São Geraldo quando se deparam com o grupo suspeito, que começou a atirar contra as guarnições da Força Regional, tendo início a troca de tiros. Equipes do Regimento de Polícia Montada (RPMont) também participaram da ação, que resultou na prisão de três dos cinco suspeitos e na apreensão de duas armas de fogo.
O trio foi apresentado na Central de Flagrantes, no bairro do Geisel. Os acusados que conseguiram fugir já foram identificados e a PM realizará buscas para prendê-los também.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formou maioria para indeferir o registro da candidatura de Cícero Lucena (MDB) ao Governo da Paraíba. O quarto voto foi proferido pela ministra Estela Aranha, que acompanhou o relator Ricardo Villas Bôas Cueva. O julgamento está suspenso por pedido de vista do ministro André Mendonça, mas a maioria já foi alcançada.
Levantamentos internos e pesquisas apontam que o PDT da Paraíba chega à reta final da campanha com dificuldades para atingir o quociente eleitoral necessário para eleger deputados estaduais e federais. A única candidata da legenda citada nas pesquisas é Denise Ribeiro, primeira-dama de Sapé, mas o desempenho da chapa pode comprometer suas chances de eleição.