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domingo, 4 outubro 2026
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Plano cria call center para atender gestantes e ações de combate ao Aedes

População poderá fazer uma denúncia com fotos de um foco de dengue
População poderá fazer uma denúncia com fotos de um foco de dengue
População poderá fazer uma denúncia com fotos de um foco de dengue

A criação de uma Sala de Situação Estadual, do aplicativo ‘Aedes na mira’ e instalação de call center são as principais ações contidas no Plano Estadual de Combate ao Aedes Aegypti, que foi lançado pelo governador Ricardo Coutinho, na tarde desta quarta-feira (16), na Sala de Concertos Maestro José Siqueira, no Espaço Cultural. O ato contou com a presença do secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Antônio Nardi, da secretária de Estado da Saúde, Roberta Abath, do secretário de saúde do Rio Grande do Norte, José Ricardo Lagreca, do arcebispo da Paraíba, Dom Aldo Pagotto, além de auxiliares do Governo do Estado.

Na oportunidade, o governador Ricardo Coutinho falou sobre a importância da mobilização social no combate ao mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika vírus. “Jamais conseguiremos erradicar o Aedes sem que haja uma mobilização social, todos unidos nessa luta. É preciso que a gente compreenda isso. É preciso que a nossa forma de abordagem para com as pessoas seja percebida. A responsabilidade da erradicação não é só do poder público, é preciso que todos façam a sua parte, pois 80% dos focos do mosquito estão em residências. Vamos olhar para dentro das nossas casas! É a partir desse cuidado que vamos começar a vencer a batalha contra o mosquito aedes aegypti”, apelou.

Sala de Situação – O evento teve início com a apresentação do plano pela secretária Roberta Abath, que destacou os cinco eixos que o compõem, ressaltando a importância de três ações: a Sala de Situação Estadual, o aplicativo ‘Aedes na mira’ e o call center. A Sala de Situação Estadual está montada provisoriamente na Secretaria de Estado da Saúde e será o local para onde a população deverá ligar para informar os focos de mosquito que forem identificados, assim como tirar dúvidas.

“A sala onde teremos integrantes do Exército Brasileiro, da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Defesa Civil Estadual, e Vigilância Ambiental, está ligada com a sala de Gerenciamento de Crise Nacional, em Brasília, e estará fornecendo todos os dados, para que possamos olhar e traçar um planejamento em nível nacional, em cima da situação epidemiológica”, explicou.

Aedes na mira – O aplicativo para celulares da plataforma Android ‘Aedes na mira’ foi desenvolvido pela Codata-PB, com o objetivo de agilizar o combate ao mosquito Aedes de uma maneira mais efetiva. “A preocupação do governador Ricardo Coutinho era viabilizar uma forma mais fácil e rápida de chegar até os cidadãos”, explicou Roberta Abath.

No aplicativo, a população poderá fazer uma denúncia com fotos de um foco de dengue. No momento que o cidadão envia a foto, ela será georeferenciada, ou seja, vai mostrar no mapa o lugar onde foi feita a imagem, que será enviada para o banco de dados do estado. Além disso, o aplicativo oferece também informações sobre os cuidados para evitar focos do mosquito, informações para gestantes e sobre o serviço de referência mais próximo.

Call center – Já o call center foi desenvolvido para que os atendentes possam ter um contato mais fácil com as gestantes. “Nós vamos atrás, fazer a busca ativa dessas gestantes, saber como está sendo a gestação, se está realizando o pré-natal. Vamos cuidar e acolher as nossas gestantes”, explicou Roberta Abath. O call center é realizado em cima de uma plataforma da web e será replicada para que as gestantes também possam fazer o contato. “É imprescindível cuidarmos bem das nossas gestantes, e um pré-natal bem feito é de suma importância para a saúde da mãe e do bebê”, disse Roberta. 

O secretário nacional de Vigilância em Saúde, Antônio Nardi, parabenizou o Governo da Paraíba pelo plano. “Posso afirmar que estou muito feliz, pois vejo aqui um plano absolutamente completo, que realmente pode sim mudar essa triste realidade da proliferação do Aedes. É preciso que todos estejamos unidos nessa luta, pois não conseguiremos vencer o mosquito sozinhos, precisamos nos dar as mãos, pois a luta será longa, porém sairemos vitoriosos”, disse. 

Para o secretário de saúde do Rio Grande do Norte, José Ricardo Lagreca, o plano de combate ao mosquito na Paraíba é concreto e servirá de inspiração para o que será desenvolvido pelo seu estado. “Posso afirmar que estou completamente satisfeito com o que vi hoje. Estarei levando para meu estado essa inspiração. Aqui vi dados da maior relevância, que poderemos acrescentar no nosso próprio plano. O enriquecimento que estou levando de tudo que vi hoje é incomensurável”, ressaltou José Lagreca.

Plano – O Plano será coordenado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES) e desenvolvido em todo estado em parceria com as Secretarias de Estado e municipais de diversas pastas e é centrado em cinco eixos. “O Plano consta de cinco eixos que vão trabalhar o controle vetorial como principal peça na prevenção das doenças, a vigilância epidemiológica, a parte da assistência ao paciente, mobilização, gestão e comunicação. No outro ponto, que é a iniciação científica, faremos um trabalho de apoio com a população junto às universidades e instituições de ensino superior da Paraíba, para que sejam desenvolvidas e estimuladas a pesquisa nessa área. É importante lembrar que a população precisa se envolver na eliminação dos criadouros. O mosquito Aedes aegypti pode matar, e por isso ele não pode nascer”, explicou a gerente executiva de Vigilância em Saúde, Renata Nóbrega.

Eixos – Os eixos do Plano de Combate ao Aedes aegypti  são:

1º eixo – Controle Vetorial: Considerada a principal ação para prevenir os registros das doenças transmitidas pelo mosquito, com diversas ações de vigilância, entre elas, o fumacê e a qualificação de agentes comunitários de endemias (ACE), além da participação do Exército Brasileiro, que foi acionado para reforçar o contingente operacional nas ações de combate ao Aedes aegypti;

2º eixo – Assistência ao paciente com suspeita de dengue, chikungunya, zika vírus e dos outros agravos associados (Síndrome de Guillain Barré, microcefalia): Serão promovidas qualificações dos profissionais de saúde de todas as quatro macrorregiões do estado.

3º eixo – Vigilância Epidemiológica: Prevê o monitoramento das investigações dos casos suspeitos de microcefalia e síndrome de Guillain Barré e das notificações de dengue, chikungunya e zika vírus. O Laboratório Central de Saúde Pública da Paraíba (Lacen-PB) auxiliará nos diagnósticos.

4º eixo – Gestão: Responsável pelas promoções de campanhas publicitárias e de reuniões com os secretários municipais em parceria com o Ministério Público e também do comitê da dengue; comunicação e mobilização social.

5º eixo – Pesquisa: Em parceria com instituições de ensino e pesquisa com o incentivo a pesquisas científicas relacionadas às doenças transmitidas pelo Aedes e possíveis associações,  como a Microcefalia e Síndrome de Guillain Barré.

 

Justiça condena ex-senador do PSDB a 20 anos de prisão

Eduardo Azeredo é condenado por desvio de dinheiro público durante a campanha eleitoral a governo de Minas Gerais de 1998Arquivo Agência Brasil
Eduardo Azeredo é condenado por desvio de dinheiro público durante a campanha eleitoral a governo de Minas Gerais de 1998Arquivo Agência Brasil
Eduardo Azeredo é condenado por desvio de dinheiro público durante a campanha eleitoral a governo de Minas Gerais de 1998 (Foto: Arquivo Agência Brasil)

A Justiça condenou o ex-senador Eduardo Azeredo, do PSDB de Minas Gerais, a 20 anos e 10 meses de prisão pelos crimes de peculato e lavagem de dinheiro. A sentença foi dada em primeira instância, nesta quarta-feira (16), pela juíza da 9ª Vara Criminal de Belo Horizonte, Melissa Pinheiro Costa Lage. 

Azeredo foi condenado por crimes cometidos durante a campanha eleitoral pela sua reeleição ao governo de Minas Gerais, em 1998. Eduardo Azeredo respondeu pelos crimes de peculato, ou seja, desvio de bens praticados contra a administração pública por servidor público, e de lavagem de dinheiro. O ex-senador também foi condenado ao pagamento de 1.904 dias-multa, cujo valor foi fixado em um salário mínimo vigente em 1998.

Pela sentença, a prisão será inicialmente em regime fechado. Ele ainda poderá recorrer da decisão. O processo contra Azeredo estava sob análise do Supremo Tribunal Federal (STF) até março do ano passado, quando a Corte decidiu que a Ação Penal 536, conhecida como o processo do mensalão mineiro, seria julgada pela Justiça de Minas Gerais.

Eduardo Azeredo renunciou ao mandato parlamentar em fevereiro do ano passado, após o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentar as alegações finais no processo, última fase antes do julgamento, pedindo a condenação do ex-deputado a 22 anos de prisão.

Nas alegações finais, o procurador-geral disse que Azeredo atuou como “um maestro” no esquema, desviando recursos públicos em benefício próprio para financiar a campanha política. Janot ressaltou que a prática dos crimes só foi possível por meio de um esquema criminoso montado pelo publicitário Marcos Valério, condenado na Ação Penal 470, o processo do mensalão.

No documento enviado ao STF, Janot detalha como funcionava o esquema de desvios. Segundo ele, o então governador Eduardo Azeredo autorizava três empresas estatais – as companhias de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) e Mineradora de Minas Gerais (Camig) e o Banco do Estado de Minas Gerais (Bemge) – a liberar o pagamento de patrocínios de R$ 3,5 milhões, em valores da época, para três eventos esportivos de motocross. A partir daí, o dinheiro passava pela agência de publicidade de Valério, por contas de empréstimos fraudulentos feitos no Banco Rural, e chegava à campanha do candidato.

Da Redação, com Agência Brasil

Pleno do TJPB recebe denúncia contra prefeito de Curral de Cima

Sessão pleno do TJPB
Sessão pleno do TJPB
Sessão pleno do TJPB

O prefeito do município de Curral de Cima, Nadir Fernandes de Farias, não será afastado do cargo e nem terá prisão preventiva decretada, mas será instaurado uma ação penal contra o gestor para que responda pela contratação de servidores públicos. Desta forma, o Pleno do Tribunal de Justiça da Paraíba, em sessão realizada nessa quarta-feira (16) decidiu, à unanimidade, em receber notícia-crime oferecida pelo Ministério Público estadual em desfavor do prefeito.

O relator do processo de nº 2012747-66.2014.815.0000 foi o juiz convocado João Batista Barbosa.

Consta da denúncia que, durante o exercício administrativo-financeiro de 2008 a 2013, o prefeito admitiu 12 servidores públicos, sem a realização de processo seletivo, contra expressa disposição de lei.

A defesa do prefeito alegou que os elementos trazidos nos autos não demonstram a caracterização dos crimes definidos no inciso XIII do artigo 1º do Decreto Lei nº 201/67, bem como inexistem no processo provas capazes de identificar que Nadir Fernandes agiu com dolo ou que houve enriquecimento ilícito por parte do gestor.

O relator do processo, juiz João Batista, ressaltou ao receber a denúncia que o prefeito firmou inúmeros contratos administrativos de prestação de serviços por excepcional interesse públicos numa violação, em tese, ao disposto no artigo 37, incisos II e IX, da Constituição Federal e o artigo 3º da lei Municipal nº 13/1997, e o inciso XIII do artigo 1º do Decreto-Lei nº 201/67.

“As condutas do denunciado denotam, supostamente, o desvirtuamento da exceção constitucional, que autoriza ditas contratações, porquanto além de os contratos extrapolarem o prazo legal, previsto na norma de regência (Lei Municipal nº 13/1997), não se ajustam, em tese, a prestação de serviços excepcional interesse público”, disse. 

Ainda segundo o relator estão evidenciados, na notícia crime, que o prefeito agiu com a intenção de burlar as respectivas normas constitucional e infraconstitucional.

Por Marcus Vinícius, do TJPB

Fachin vota pela manutenção das decisões da Câmara sobre impeachment

Ministro Edson Fachin, durante sessão do Supremo Tribunal Federal para julgar como deve ser o rito de tramitação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff no Congresso José Cruz/Agência Brasil
Ministro Edson Fachin, durante sessão do Supremo Tribunal Federal para julgar como deve ser o rito de tramitação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff no Congresso José Cruz/Agência Brasil
Ministro Edson Fachin, durante sessão do Supremo Tribunal Federal (Foto: José Cruz/Agência Brasil)

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta quarta-feira (16) pela validação da votação secreta na Câmara dos Deputados para eleição da comissão especial do impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Em seu voto, Fachin entendeu também que a presidenta não tem direito à defesa prévia antes da decisão individual do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que deflagrou o impeachment, e que o Senado não pode arquivar o processo se a Câmara decidir pela abertura. 

De acordo com Fachin, não há obrigatoriedade de defesa prévia antes da abertura do processo. No entanto, segundo o ministro, a manifestação prévia da defesa de Dilma deverá prevalecer todos os procedimentos seguintes. Fachin validou a eleição da chapa oposicionista, por meio de votação secreta, por entender que não houve prejuízos à defesa da presidenta da República. Para o ministro, a eleição composta por mais de uma chapa não pode sofrer interferência do Judiciário, por tratar-se de questão interna da Câmara.

Em seu voto, Fachin entendeu ainda que somente após eventual instauração do processo de impeachment pelo Senado, a presidenta seria afastada por 180 dias do cargo para que a Casa possa julgar o processo por crime de responsabilidade. De acordo com o ministro, o Senado não poderá arquivar o processo de impeachment após decisão da Câmara dos Deputados de aprovar, por dois terços dos deputados, como prevê a lei, rejeitar o prosseguimento da ação. Para o ministro, a Casa não tem competência para deixar de instaurar o processo.

Para Fachin, ao contrário do que foi sustentado pelo PCdoB, autor da ação, não há dúvidas de que a Lei do Impeachment (Lei 1.079/1950) foi recepcionada pela Constituição de 1988 e que as regras do impedimento devem ser seguidas de acordo com a norma. Segundo o ministro, não cabe ao STF editar novas normas sobre a matéria.

De acordo com o relator, os regimentos internos da Câmara e do Senado podem ser aplicados ao processo, mas somente para organizar os trabalhos internos. As normas internas não podem tratar das regras do impedimento, matéria reservada à Constituição e a Lei 1.079/50, disse.

Sobre a alegação de imparcialidade de Eduardo Cunha para deflagar impeachment, o ministro afirmou, em seu voto, que a questão trata de julgamento político, que não pode ser impedido pelo Judiciário, em função de o deputado atuar como representante de seus eleitores.

Após o voto do relator, a sessão foi interrompida e será retomada nesta quinta-feira (17). Faltam o voto de dez ministros. 

As principais regras discutidas pelos ministros são a defesa prévia da presidenta Dilma Rousseff antes da decisão de Eduardo Cunha, a votação secreta para eleição da comissão especial do processo pelo plenário da Casa, a eleição da chapa avulsa para composição da comissão e a prerrogativa do Senado em arquivar o processo de impeachment mesmo se a Câmara decidir, por dois terços dos deputados (342 votos), aceitar o julgamento pelo crime de responsabilidade.

Por Andre Richter

Justiça determina bloqueio do WhatsApp em todo o Brasil

Além de troca de mensagens, Whatsapp também permite chamadas telefônicas via internet (Foto: Getty Imagens/AFP)

A Justiça de São Paulo determinou que o WhatsApp seja tirado do ar. A informação foi publicada pelo jornal Folha de S. Paulo. A decisão passa a valer a partir de 0h desta quinta-feira (17), e deve durar 48 horas.

O SindiTelebrasil (Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal) informou ao jornal que a determinação judicial será cumprida.

O presidente da Vivo, Amos Genish, já chamou o WhatsApp de “operadora pirataria”. O app se encaixa na categoria de serviço OTT, que funcionam sobre números de operadoras. As empresas precisam pagar taxas à Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), enquanto companhias como o WhatsApp não pagam.

Não é a primeira vez neste ano que uma ação judicial motiva um pedido de bloqueio do WhatsApp no Brasil: em fevereiro, o Tribunal de Justiça do Piauí pediu a suspensão do serviço no País após o app não cumprir uma ação judicial local que pedia a interceptação de dados do WhatsApp para investigar um caso.

Segundo pesquisa realizada pelo Ibope, o WhatsApp hoje é o aplicativo mais usado pelos internautas brasileiros. Segundo o levantamento, 93% dos usuários de internet do País utilizam o WhatsApp. Em seguida, aparecem os aplicativos de Facebook (79%), YouTube (60%) e Instagram (37%).

Dados da pesquisa apontam ainda que os internautas brasileiros possuem, em média, 15 aplicativos instalados em seu smartphone, mas que metade deles utiliza menos de cinco apps por dia.

Da Redação, PBVale

Manifestantes na PB protestam em favor do governo Dilma e contra impeachment

Manifestantes tomaram as ruas de João Pessoa com faixas e cartazes contrários ao impeachment (Foto: Alisson Correia)
Manifestantes tomaram as ruas de João Pessoa com faixas e cartazes contrários ao impeachment (Foto: Alisson Correia)
Manifestantes tomaram as ruas de João Pessoa com faixas e cartazes contrários ao impeachment (Foto: Alisson Correia)

Manifestantes em defesa da presidente Dilma Rousseff (PT) realizam nesta quarta-feira (16), protesto em diversas cidades da Paraíba. Em João Pessoa, a manifestação começou por volta das 15h na Praça da Independência, na área central da Capital. Cerca de mil pessoas seguiram em caminhada pelas avenidas Maximiano Figueiredo, Beira Rio e Getúlio Vargas até a Lagoa.

O protesto é promovido pela Frente Brasil Popular Paraíba, composta pela CUT, por movimentos sociais, sindicais e partidos de esquerda. O diretor de finanças da CUT na Paraíba, Marcos Henriques, ressalta que a principal bandeira levantada é “a defesa da democracia”.

Os manifestantes utilizaram um carro de som e gritaram palavras de ordem, contra o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB) e em defesa do mandato da presidente Dilma.

A caminhada segue até o Ponto de Cem Réis, passando pelo anel externo da Lagoa, com previsão de encerramento para o começo desta noite.

Pela manhã, foram realizados atos em Patos e Cajazeiras, no Sertão paraibano. A tarde, movimento acontece simultaneamente em João Pessoa e Campina Grande.

Protesto em João Pessoa, assista:

https://youtu.be/F1YIL-uZAZk

Matéria em atualização…

Dois empresários são presos na 2ª fase da Operação Andaime na Paraíba

PF faz segunda etapa de operação na PB (Foto: Reprodução / Blog do Ângelo Lima)
PF faz segunda etapa de operação na PB (Foto: Reprodução / Blog do Ângelo Lima)
PF faz segunda etapa de operação na PB (Foto: Reprodução / Blog do Ângelo Lima)

Dois empresários foram presos e duas pessoas conduzidas coercitivamente para darem depoimentos durante a segunda fase da Operação Andaime nesta quarta-feira (16) no Sertão da Paraíba. Segundo o Ministério Público Federal, eles são suspeitos de participação em fraudes que envolvem duas empresas fantasmas que venceram 177 licitações de obras na Paraíba, movimentando mais de R$ 18 milhões em recursos públicos.

A primeira etapa da operação aconteceu no dia 26 de junho e cumpriu três mandados de prisão preventiva, sete de prisão temporária, quatro de condução coercitiva, 18 de busca e apreensão e 15 medidas de sequestro de bens. A operação é realizada pelo Ministério Público Federal (MPF), Controladoria Geral da União (CGU), Polícia Federal e Ministério Público da Paraíba.

Segundo o procurador, “alguns agentes que executaram os crimes permaneciam nos crimes e deliberadamente atrapalhando a investigação criminal”. “Se constatou atos de intimidação de testemunhas e isso foi determinante para a determinação da prisão preventiva deles”, explicou.

Os dois presos nesta quarta-feira foram encaminhados para o presídio regional de Cajazeiras e todo o material apreendido foi encaminhado para a sede do MPF em Sousa. As prisões e apreensões aconteceram em Cajazeiras, mas no foco das investigações estão também obras em Joca Claudino, Bernardino Batista e Cachoreira dos Índios. Segundo o procurador da república Thiago Misael, o objetivo das conduções coercitivas é “evitar que as pessoas combinem versões antes de serem ouvidas”.

Nesta segunda fase, os órgãos também cumpriram dois mandados de prisão preventiva, de pessoas que já foram presas e soltas, em casas e empresas localizadas na cidade de Cajazeiras.

Fraude
Segundo o órgãos envolvidos na operação, o esquema era centrado em duas empresas fantasmas. A partir dessas duas empresas, os suspeitos eram organizados em núcleos regionais nos municípios que realizavam as obras públicas supostamente em nome dessas empresas, mas que usavam notas fiscais frias para mascarar desvios de dinheiro público.

De acordo com o MPF, a quadrilha fraudava licitações e contratos públicos em obras e serviços de engenharia e realizava a venda de notas fiscais. Os crimes também incluem lavagem de dinheiro.

Da Redação, com G1

Polícia detém suspeitos por porte ilegal de armas e tráfico de drogas em Sapé

Droga estava pronta para ser comercializada, segundo a polícia (Foto: Divulgação/PM)
Homem foi autuado por tráfico de drogas Foto: Divulgação/PM)
Homem foi autuado por tráfico de drogas (Foto: Divulgação/PM)

Policiais militares da 3ª Companhia do 7º Batalhão de Polícia Militar realizaram, nesta quarta-feira (16), durante rondas no bairro de Santa Marina, em Sapé, na Zona da Mata paraibana, a prisão de Jonas de Araújo Freitas, 23 anos. Com ele foi encontrado cerca de 37 pedras de crack e 15 papelotes de maconha. O suspeito foi conduzido à delegacia local, onde foi autuado por tráfico de drogas.

Nessa terça-feira (15), policiais realizaram a prisão e apreensão de cinco pessoas por porte ilegal de arma e tráfico de drogas, em Sapé. Em uma das ações, uma viatura do rádio patrulhamento da cidade realizava rondas no bairro Santa Marina, quando verificou um adolescente em atitude suspeita. Ao realizar a abordagem, os policiais encontraram com o jovem um revólver calibre 32, com três munições intactas e ainda 60 papelotes de maconha.

Droga estava pronta para ser comercializada, segundo a polícia (Foto: Divulgação/PM)
Droga estava pronta para ser comercializada, segundo a polícia (Foto: Divulgação/PM)

Esse mesmo adolescente, que tem 16 anos, já havia sido aprendido na última sexta-feira (11), na zona rural da cidade de Sobrado portando um revólver calibre 38. O rapaz foi apreendido juntamente com a arma e as munições e foi encaminhado para delegacia de Sapé.

Ainda na terça-feira, policiais do 7º BPM também fizeram a prisão e apreensão de quatro pessoas suspeitas de praticar vários roubos na cidade de Riachão do Poço. Um homem foi preso e dois jovens de 16 anos apreendidos com uma espingarda calibre 22, munições, dinheiro, alguns celulares roubados e uma máscara. Uma mulher também foi detida por receptação por encontrar-se com um dos aparelhos roubados. Os suspeitos, que foram reconhecidos por duas das vítimas, foram conduzidos à delegacia local juntamente com o material aprendido.

Da Redação, PBVale

Jovem é preso suspeito de esfaquear ex-namorada em Pedro Régis

Acusado foi preso em flagrante em sua residência (Foto: Divulgação / Polícia Militar)
Acusado foi preso em flagrante em sua residência (Foto: Divulgação / Polícia Militar)
Acusado foi preso em flagrante em sua residência (Foto: Divulgação / Polícia Militar)

Uma tentativa de homicídio foi registrada na noite dessa terça-feira (15), na cidade de Pedro Régis, no Litoral Norte da Paraíba. De acordo com a Polícia Militar, Igor Rodrigues da Silva, de 21 anos, atentou contra a vida da ex-namorada de 16 anos, proferindo vários golpes de faca. O mesmo não aceitava o fim do relacionamento.

A vítima, que teve ferimentos no rosto e no braço, foi socorrida por familiares para o posto médico local. Em seguida, transferida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para o Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, em João Pessoa. O estado de saúde da paciente não foi divulgado pela unidade.

Já o acusado foi preso em flagrante em sua residência no Sítio Tabuleiro, onde se preparava para fugir. Igor Rodrigues foi encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil de Mamanguape, onde será tomada as providências cabíveis.

Da Redação, PBVale

AO VIVO: STF começa a definir rito do processo de impeachment da presidente Dilma

https://youtu.be/i8oriIHr_5s

O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou, há pouco, sessão para julgar a validade da Lei 1.079/50, que regulamentou as normas de processo e julgamento do impeachment, e alguns artigos do Regimento Interno da Câmara dos Deputados. As normas foram adotadas pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para dar andamento às etapas inciais do processo, que foi suspenso pelo ministro do STF Edson Fachin, relator da ação que trata do assunto, a pedido do PCdoB, até decisão de hoje do plenário.

A sessão começou pela leitura do relatório da ação. Em seguida, será aberto prazo de 15 minutos para que cada uma das partes do processo, incluindo a Câmara, o Senado, a Procuradoria-Geral da República (PGR) e a presidenta Dilma Rousseff, por meio da Advocacia-Geral da União (AGU), possa se manifestar.

O PT, PSDB, DEM, PSOL, a Rede, o PP e a União Nacional dos Estudantes (UNE) terão que dividir uma hora para sustentação oral. Após as manifestações, Fachin e os demais ministros começam a votar. O voto do ministro tem cerca de 100 páginas. A previsão é que o julgamento não termine hoje e seja retomado amanhã (17).

As principais regras que serão discutidas pelos ministros são a defesa prévia da presidenta Dilma Rousseff antes da decisão de Eduardo Cunha que deflagrou o procedimento de impeachment, a votação secreta para a eleição da comissão especial do processo pelo plenário da Casa, a eleição da chapa avulsa para composição da comissão e a prerrogativa do Senado de arquivar o processo de impeachment mesmo se a Câmara decidir, por dois terços dos deputados (342 votos), aceitar o julgamento do crime de responsabilidade.

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