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Confira dez temas polêmicos que o Congresso deve enfrentar em 2016

Deputados e senadores retomarão os trabalhos legislativos em fevereiro – quando acaba o recesso parlamentar – e, de imediato, terão de enfrentar temas polêmicos, como o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff e a análise das contas do governo federal de 2014, rejeitadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

Na Câmara, o Conselho de Ética continuará a discutir o processo por suposta quebra de decoro do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). No Senado, o alvo do Conselho de Ética é o senador Delcídio do Amaral (PT-MS), preso sob a acusação de tentar obstruir as investigações da Operação Lava Jato.

Na pauta de votações, também há projetos espinhosos, como o que dificulta o aborto legal e o que reduz a idade penal para crimes mais graves.

Confira abaixo dez assuntos que vão dar o que falar em 2016:

1. IMPEACHMENT
O processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff foi deflagrado em 2 dezembro pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha. Dias depois, foi feita uma votação para eleger a comissão especial que analisará o caso.

Em votação secreta, acabou sendo eleita uma chapa alternativa, formada por deputados da oposição e dissidentes da base aliada. O PCdoB recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF), que anulou a eleição por entender que a votação deveria ser aberta e somente com uma chapa oficial, indicada pelos líderes partidários.

O presidente da Câmara já anunciou que no início de fevereiro apresentará ao Supremo embargos de declaração, recurso usado para esclarecer pontos da decisão que não teriam ficado claros.

Ele disse que não vai esperar a publicação do acórdão (decisão com os votos dos ministros) para recorrer, embora não haja consenso no tribunal sobre a aceitação desse recurso antes do prazo oficial. A expectativa dele é que o processo esteja concluído na Câmara até março, seguindo depois para ser julgado no Senado.

2. CUNHA NO CONSELHO DE ÉTICA

Relator da CCJ quer anular aval do Conselho de Ética ao andamento (Foto: Veja)
Relator da CCJ quer anular aval do Conselho de Ética ao andamento (Foto: Veja)

Alvo da Operação Lava Jato, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, passou a responder a um processo no Conselho de Ética por suposta quebra de decoro parlamentar, que pode resultar até na cassação do mandato.

Após sucessivos adiamentos e a troca do relator, o parecer preliminar pela continuação das investigações foi aprovado em 15 de dezembro.

No entanto, o deputado Carlos Marum (PMDB-MS), um dos aliados de Cunha, entrou com recurso na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) alegando que, por ter havido a substituição do relator, tratava-se de um novo relatório – embora tivesse o mesmo teor que o primeiro – e, por isso, cabia novo pedido de vista (mais tempo para análise) antes da votação do parecer.

O recurso entrou na pauta da comissão, mas a votação acabou adiada para fevereiro por falta de quórum. O relator do recurso, deputado Elmar Nascimento (DEM-BA), já adiantou, porém, que vai defender a anulação da votação.

3. DELCÍDIO NO CONSELHO DE ÉTICA

O senador Delcídio do Amaral (Foto: Reprodução/ Rede Globo)
O senador Delcídio do Amaral (Foto: Reprodução/
Rede Globo)

Em dezembro, depois de o senador Delcídio do Amaral (PT-MS) ter sido preso acusado de tentar atrapalhar as investigações da Operação Lava Jato, a Rede e o PPS protocolaram representação contra ele no Conselho de Ética do Senado. O processo pode levar à cassação do mandato do senador.

No retorno das atividades parlamentares, Delcídio deve apresentar sua defesa.

Ele foi notificado em 22 de dezembro, último dia de trabalho dos parlamentares antes do recesso do fim do ano. Por isso, o prazo de dez dias úteis que tem para se defender começará a ser contado a partir de 2 de fevereiro.

4. CONTAS DO GOVERNO
O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou em 2015 um parecer pela rejeição das contas de 2014 do governo Dilma Rousseff. Agora, cabe ao Congresso Nacional dar a palavra final sobre o assunto.

Em dezembro, o relator do tema na Comissão Mista de Orçamento (CMO), senador Acir Gurgacz (PDT-RO), apresentou um relatório que diverge do TCU e recomenda a aprovação, com ressalvas, das contas.

Ele argumentou que a rejeição com base numa condenação das chamadas “pedaladas fiscais” poderia “engessar” não somente a gestão do governo atual, mas de futuros presidentes da República e governos estaduais. Na última quarta-feira, o governo anunciou que quitou todos os débitos referentes às pedaladas fiscais. Segundo o Blog do Camarotti, a intenção foi afastar o risco de aprovação do impeachment de Dilma no Congresso.

Os parlamentares da comissão terão até 13 de fevereiro para apresentar emendas. Depois disso, o relator irá elaborar um parecer sobre as propostas e o plenário da comissão votará o texto. Após passar pela comissão, segue para votação no plenário do Congresso. É nessa votação que deputados e senadores vão decidir pela aprovação ou não das contas.

aborto
No Rio, manifestantes protestaram contra projeto que dificulta o aborto (Foto: Matheus Rodrigues / G1)

5. ABORTO LEGAL
Em outubro do ano passado, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou uma proposta que dificulta o aborto legal em casos de estupro porque passa a exigir que a vítima apresente um boletim de ocorrência e se submeta a um exame de corpo de delito para comprovar que houve o estupro. Atualmente, basta a palavra da gestante.

O projeto, alvo de manifestações de protesto em várias capitais, pode ser apreciado pelo plenário da Câmara. Levantamento realizado pelo G1 indica que a maioria da bancada feminina da Câmara é contra o projeto. Se aprovado pelos deputados, o texto segue para o Senado.

6. MAIORIDADE PENAL
No início de julho, a Câmara aprovou, em primeiro turno, proposta de emenda à Constituição (PEC) que reduz a idade penal de 18 para 16 anos nos casos de crimes graves, incluindo homicídio doloso, lesão corporal seguida de morte e crimes hediondos, como o estupro.

Depois, o Senado acabou aprovando um projeto de lei para mudar o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e aumentar para dez anos o tempo de internação de menores de 18 anos que tenham cometido crimes hediondos. Atualmente, o tempo máximo é de três anos. O texto foi para a Câmara, mas ainda aguarda para ser colocado na pauta de votação.

Em agosto, a Câmara retomou o assunto e aprovou em segundo turno a PEC que reduz a idade penal no caso de crimes graves. O tema seguiu para o Senado, mas também não foi pautado pelo presidente Renan Calheiros (PMDB-AL), que se posicionou contra a matéria, argumentando que a mudança no ECA seria mais eficiente. Levantamento do G1 apontou que a maioria dos senadores era contrária à redução da maioridade penal.

O episódio rendeu críticas do presidente da Câmara, que afirmou que os senadores estavam na contramão da vontade da maioria da população.

Pesquisa Datafolha feita antes da votação na Câmara indicou que 87% dos entrevistados se mostraram favoráveis à redução da maioridade penal.

Cunha disse ainda que só iria pautar o projeto que altera o ECA se o Senado votasse a PEC que reduz a idade penal. O assunto segue parado no Congresso.

7. REFORMA POLÍTICA
A reforma política foi bastante discutida em Brasília no ano que passou. Em agosto, a Câmara aprovou proposta de emenda à Constituição que prevê o fim da reeleição para presidente da República, governador e prefeito, além da impressão de um “recibo” do voto após a votação na urna eletrônica.

Os deputados restringiram ainda o financiamento de campanha por pessoas jurídicas, que só poderão fazer doações aos partidos. Para entrar em vigor, o texto ainda precisa do aval do Senado.

Os senadores já aprovaram a regra que fixa uma “janela” para que parlamentares possam se desfiliar de seus partidos sem perder o mandato, mas a votação da PEC ainda tem de ser concluída.

Em 2015, Dilma vetou a possibilidade de doação de empresas a campanhas eleitorais, prevista em um projeto de lei que também discutia a reforma política aprovado pelo Congresso em setembro.

O veto foi publicado após o STF declarar inconstitucionais normas que permitem a empresas doar para campanhas eleitorais.

8. ESTATUTO DA FAMÍLIA
Uma comissão especial na Câmara dos Deputados aprovou em outubro projeto de lei que cria o Estatuto da Família, definindo família como a união entre homem e mulher e excluindo uniões homoafetivas.

O texto seguiria diretamente da comissão para o Senado, mas deputados do PSOL e do PT entraram com recursos para suspender a tramitação e fazer com que o projeto passe antes pelo plenário da Câmara.

Só depois, se aprovado pela maioria dos 513 deputados, é que poderá ser votado no Senado.

Os recursos aguardam para serem incluídos na pauta pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha.

9. JOGOS DE AZAR
A Comissão Especial do Desenvolvimento Nacional do Senado aprovou, em dezembro, um projeto que regulamenta a exploração de jogos de azar, como jogo do bicho, bingo e cassinos.

Como o projeto foi aprovado em caráter terminativo, não precisa passar pelo plenário do Senado e seguirá para a Câmara dos Deputados.

A versão do texto aprovada pelos senadores proíbe que políticos eleitos explorem jogos de azar. O projeto autoriza o credenciamento de até uma casa de bingo a cada 250 mil habitantes no município e até 35 cassinos no país.

Ao mesmo tempo em que esse projeto era discutido no Senado, os jogos de azar também começaram a ser debatidos na Câmara, na comissão especial do marco regulatório dos jogos no Brasil, instalada em outubro.

Até dezembro, o colegiado ainda estava em fase de realizar audiências públicas e não havia aprovado um relatório.

10. ACORDOS DE LENIÊNCIA
A presidente Dilma Rousseff assinou, em dezembro, uma medida provisória para acelerar os acordos de leniência com empresas investigadas em casos de corrupção.

Nesse tipo de acordo, uma empresa envolvida em ilegalidades denuncia o esquema e se compromete a auxiliar na investigação. Em troca, pode receber benefícios, como redução de pena e até isenção do pagamento de multa.

Apesar de entrar em vigor ao ser publicada no “Diário Oficial”, uma medida provisória precisa ser apreciada pela Câmara e pelo Senado em até 120 dias para não perder os efeitos e virar lei em definitivo.

O texto foi criticado por juristas sob o argumento de que “acoberta” empresas corruptas por permitir que as companhias, mesmo sob sanções, possam assinar novos contratos com o poder público.

Da Redação, com G1

Dilma diz não ter mágoas e promete reformas e queda na inflação em 2016

Presidente se disse 'injustamente questionada' por pedido de impeachment.
Presidente se disse 'injustamente questionada' por pedido de impeachment.
Presidente se disse ‘injustamente questionada’ por pedido de impeachment (Foto: Lula Marques/ Agência PT)

A presidente Dilma Rousseff afirmou, em artigo publicado na edição desta sexta-feira (1) do jornal “Folha de S.Paulo”, que, embora “injustamente questionada”, não alimenta “mágoas nem rancores” em razão do pedido de impeachment que tramita na Câmara dos Deputados.

No artigo, intitulado “Um feliz 2016 para o povo brasileiro”,  ela apontou a necessidade de reflexão sobre “erros e acertos de nossas atitudes” em 2015 – um ano “muito duro”, segundo disse – e, para 2016, ofereceu diálogo.

“Mesmo injustamente questionada pela tentativa de impeachment, não alimento mágoas nem rancores. O governo fará de 2016 um ano de diálogo com todos os que desejam construir uma realidade melhor”, escreveu.

Em relação à conjuntura econômica, a presidente afirmou que a inflação cairá, prometeu a formulação de propostas de reformas previdenciária e tributária e disse que persistirá no ajuste orçamentário, em busca de equilíbrio fiscal.

“Sei que as famílias brasileiras se preocupam com a inflação. Enfrentá-la é nossa prioridade. Ela cairá em 2016, como demonstram as expectativas dos próprios agentes econômicos”, afirmou. Sobre as reformas, escreveu: “Convocarei o Conselho de Desenvolvimento Social, formado por trabalhadores, empresários e ministros, para discutir propostas de reformas para o nosso sistema produtivo, especialmente no aspecto tributário, a fim de construirmos um Brasil mais eficiente e competitivo no mercado internacional.”

Segundo Dilma, a economia brasileira tem “solidez” e isso será a base para a retomada da trajetória de crescimento. Para ela, o país terminará 2016 melhor do que apontam as atuais previsões.

A presidente atribuiu a revisão da política econômica adotada pelo governo a fatores internacionais que, segundo afirmou, afetaram o setor produtivo: “queda vertiginosa do valor de nossos principais produtos de exportação, desaceleração de economias estratégicas para o Brasil e a adaptação a um novo patamar cambial, com suas evidentes pressões inflacionárias”.

Ela reafirmou o compromisso de obter neste ano um superávit de 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB), conforme proposta enviada ao Congresso e aprovada pelos parlamentares. “Fizemos e faremos esse esforço sem transferir a conta para os que mais precisam.”

Dilma disse que o governo “está fazendo sua parte” em relação à redução das despesas e racionalização dos recursos públicos. “Executamos um duro plano de contenção de gastos, economizando mais de R$ 108 bilhões em 2015 – o maior contingenciamento já realizado no país.”

A presidente também afirmou que as instituições “foram exigidas como nunca” em 2015, “responderam às suas responsabilidade” e se tornaram “mais robustas e protegidas” após as operações de combate à corrupção.

Da Redação, com G1

Mamanguape: Unidade Integrada de Saúde da Família fecha 2015 com 14.500 atendimentos

Unidade Integrada de Saúde da Família Nossa Senhora do Rosário
Elder Sérgio, diretor da Unidade Nossa Senhora do Rosário
Elder Sérgio, diretor da Unidade Nossa Senhora do Rosário

“No local funciona duas UBS’s (Unidades Básicas de Saúde) e um NASF (Núcleo de Apoio a Saúde da Família)”.

A Unidade Integrada de Saúde da Família de Mamanguape divulgou neste dia 31, último do ano, o balanço geral de todos os atendimentos no período compreendido desde a sua inauguração no mês de março. O número foi apresentado pelo diretor da unidade, o fisioterapeuta Elder Sergio, que avaliou como um avanço nos serviços prestados em saúde pública para a população mamanguapense.

O segundo dados oficiais da direção, o setor de enfermaria realizou 4.020 atendimentos, seguidos de médico com 3.868, odontólogo 1.804, técnico de enfermagem 4.900. Se considerados os números totais, foram realizados na antiga maternidade Nossa Senhora do Rosário, 14.592 atendimentos. Elder lembrou ainda que os atendimentos presenciais realizados pelos agentes de saúde chegaram a 12 mil no mesmo período.

Para o diretor da Unidade, o setor continua sendo um dos maiores desafios da gestão do prefeito Eduardo Carneiro de Brito. “O prefeito é fisioterapeuta e estudante de medicina e sabe que, quem precisa de atendimento na saúde tem pressa. A saúde é, sobretudo, um direito humano, é uma das mais importantes áreas para a qualidade de vida das pessoas. Podemos dizer hoje, que a Secretaria de Saúde de Mamanguape cuida da saúde da população”, considerou Elder.

Unidade Integrada de Saúde da Família Nossa Senhora do Rosário
Unidade Integrada de Saúde da Família Nossa Senhora do Rosário

A Unidade Integrada de Saúde da Família oferece serviços de clinica geral, enfermagem, odontologia e fisioterapia, entre outros. A cerimônia de reabertura foi realizada no dia (20) de março de 2015. O recurso da MAC (Média e Alta Complexidade), que antes era repassado ao município, passou por meio de preceitos constitucionais, para o estado, motivo que obrigou a administração local a fazer modificações no antigo hospital.

Da redação

PBVale

 

Festividades marcam réveillon na Paraíba; veja opções de festas

(Foto: Krystine Carneiro / G1-PB)

As últimas horas de 2015 serão celebradas com muita festa, principalmente, no Litoral. Na região de Campina Grande, também não será diferente. Na Região Metropolitana da Capital, seis cidades irão realizar a festa da virada e na maior delas, na Praia de Tambaú, e em Cabedelo, serão utilizados 461 homens das forças de segurança pública, além do efetivo da Guarda Civil Municipal.

Na Capital, a atração principal será o show da cantora Elba Ramalho, no Busto de Tamandaré. No mar de Tambaú, 1,6 toneladas de fogos de artifícios serão colocados numa balsa localizada a 500 metros da praia, para uma queima de fogos de seis minutos de duração. A partir das 18h do dia 31, todo o tráfego marítimo fica interrompido pela Capitania dos Portos.

Montagem das tendas. Segundo o secretário de desenvolvimento urbano da Capital, Hildevânio Macedo, quem solicitou um dos 400 espaços nas praias de Tambaú e Cabo Branco pode começar a montagema partir das 8h. Os trabalhos serão acompanhados de perto por 30 fiscais da Sedurb e pela Guarda Municipal.

A Secretaria de Meio Ambiente (Semam) também estará com equipe na praia para fiscalizar o uso dos “paredões” de som.

Em Campina. A cidade terá um show pirotécnico de 15 minutos às margens do Açude Velho. Os distritos de São José da Mata e Galante também vão contar com o espetáculo.

Já em Rio Tinto, no Litoral Norte paraibano, a festa da virada fica por conta da banda Pimenta de Cheiro, e contará com 10 minutos de queima de fogos. Na Baía da Traição, a chegada do novo ano será anunciada com fogos de artifício a beira-mar, e no primeiro dia de janeiro já acontece ‘A Primeira Festa do Ano’, com shows de Aduílio Mendes, Ramom Schnayder e Forró Bakana – às 22h, no Tubarão. 

Em Cabedelo

A festa de réveillon será na praia de Intermares e no bairro do Renascer, com bandas e DJs. Ao lado das tendas de som, serão montados espaços cobertos, alugados pela prefeitura.

Conde

As comemorações serão nas pousadas e hotéis da região, conhecida por suas belas praias e a rede de bares e restaurantes.

Programação:

João Pessoa

Busto de Tamandaré

▶ 21h – Vinícius Mendes

▶ 22h40 e intervalos dos shows – DJ Cris L

▶ 0h – Elba Ramalho

▶ 2h – Orquestra PB Pop

Cabedelo

Praia de Intermares e Renascer

▶ Impulso

▶ Lokomotiva

▶ Beto Maloca

▶ Os Mulatos

▶ Sandra Lemos

▶ DJ Éric Furni

▶ DJ Marcílio

▶ Bonde dos Estourados

Lucena

▶ Paulo Sérgio e Daniel

▶ Priscila Macedo

▶ Banda Farra de Grife

 

Da Redação, com Correio da Paraíba

WhatsApp fica instável no último dia do ano, relatam usuários

Além de troca de mensagens, Whatsapp também permite chamadas telefônicas via internet (Foto: Getty Imagens/AFP)

Usuários do WhatsApp reclamaram na tarde desta quinta-feira (31) que o serviço ficou fora do ar. No Twitter, diversas postagens relataram que não foi possível utilizar o aplicativo.

“Entrar no Twitter me consolou em saber que meu WhatsApp não foi o único que parou de pegar”, disse uma internauta. “Whatsapp parou de funcionar, isso é 2015 mostrando que ainda pode ferrar com a gente mesmo nas últimas horas do ano”, disse outro.

Outros usuários relatam que o serviço havia caído, mas voltou a funcionar em seguida.

O G1 entrou em contato com a assessoria de imprensa do Facebook, que comprou o WhatsApp em 2015, e aguarda retorno da empresa sobre os relatos de falha no serviço.

Record cresce 357% em 13 anos; Globo perde 41% da audiência

A Record foi a emissora que mais cresceu em 13 anos, de 1993 até 2015 (dados registrados até o último dia 27 de dezembro), segundo o jornal O Estado de S.Paulo, desta quarta-feira (30).

Em 1993, a Record registrou 1,5 ponto de média diária, das 7h à meia-noite. Em 2015, o número crescer para 6,8 pontos de média diária. O número representa um crescimento de 357%.

Uma das emissoras que mais caiu no período foi a Globo. A Globo tinha 23,5 pontos de média diária em 1993. Em 2015, até o último dia 27, registrou média diária de 13,8 pontos. O índice representa uma queda de 41% no período.

Os dados são do Kantar Ibope. Em 1993, cada ponto no Ibope equivalia a 40 mil domicílios. Este ano, cada ponto já representa 67 mil domicílios na Grande São Paulo.

O SBT também registrou uma queda de audiência de 22% no período. Em 1993, a emissora de Silvio Santos dava média diária de 8 pontos. Atualmente, a emissora registra 6,2 pontos. No mesmo período, a Band caiu de 2,8 pontos para 2,3.

com R7

Com mais de 90 anos de idade, idosos marcam casamento

Viúvos, os dois já vivem juntos há uma década (Foto: reprodução/The Mirror)
Viúvos, os dois já vivem juntos há uma década (Foto: reprodução/The Mirror)
Viúvos, os dois já vivem juntos há uma década (Foto: reprodução/The Mirror)

Flo Marshallsaym, de 96 anos, e Bill Griffiths, de 91, já são avós, mas só agora vão se casar com tudo o que têm direito. A cerimônia para 40 convidados será realizada no próximo mês.

Viúvos, os dois já vivem juntos há uma década. Bill, engenheiro aposentado, fez o pedido de casamento como manda o figurino, com o filho dele, Peter, como testemunha.

Ao jornal ‘The Mirror’, Flo contou como tudo aconteceu: “Bill sentou-se no sofá e disse a Pedro: ‘você se importa se eu perguntar Flo casar comigo?’. E ele disse: ‘bem, é melhor você perguntar isso para ela”.

Questionada, Flo aceitou na hora e selou o compromisso com um beijo.

“Eu não pude acreditar quando ele fez o pedido. Fiquei realmente chocada”, disse Flo.

Maioria dos municípios não poderão pagar o novo salário mínimo

Leonardo Santana, presidente da União Brasileira de Municípios (UBAM)
Leonardo Santana, presidente da União Brasileira de Municípios (UBAM)

O presidente da União Brasileira de Municípios (UBAM), Leonardo Santana, disse que pelo menos 90% das prefeituras de todo país não terão condições de arcar com a nova despesa sem que o governo promova a tão esperada reforma do pacto federativo e aumente a participação dos municípios na distribuição dos tributos arrecadados. O valor do novo salário mínimo é R$ 880,00 e entra em vigor dia 1º de janeiro de 2016.

Segundo ele, o novo mínimo já se constitui em mais um desafio para as administrações públicas municipais, num momento tão delicado que o Brasil atravessa, registrando forte retração da economia, causando severa diminuição nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

“O governo da União age como se os municípios não tivessem nenhuma importância no contexto federativo republicano, tomando medidas que vêm atingindo as administrações municipais durante esses últimos 20 anos, mantendo as cobranças indevidas e saques do INSS nas contas das prefeituras, aumentando as obrigações sociais com a municipalização e fazendo vista grossa para o caos financeiro que enfrentam menores entes federados”.

Leonardo destacou que esse desafio relacionado ao salário mínimo acontece no início de cada ano, porém o ano 2016 precede um período de maior crise econômica dos últimos 30 anos, afetando as finanças das prefeituras, atingindo os municípios já fragilizados, com governo promovendo renúncia fiscal e provocando a falência das prefeituras, tornando impossível aos gestores manterem sequer o custeio da máquina administrativa, pagar o piso nacional do magistério e, ainda por cima, administrar o imenso problema da falta de água nos municípios que compõem Semi-Árido, com 1.134 municípios.

“O aumento é justo e necessário, entretanto os municípios não poderão arcar com esses custos sozinhos e o congresso terá que achar uma saída para que os gestores não sejam, em sua maioria, condenados por não conseguirem cumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal, a não ser que demitam injustamente, para adequarem receita corrente líquida aos limites da Lei”.

A Ubam vai apresentar, através da bancada municipalista, no congresso nacional, proposta de criação do Fundo de Compensação Tributária (FCT), que será constituído de 15% de todos os outros tributos federais que não compõem o Fundo de Participação dos Municípios, já que o FPM é composto do IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados e o IR – imposta de Renda.

Com a aprovação desse projeto, a UBAM estima o aumento de repasses para as prefeituras em torno de 10% do que recebem atualmente.

“Se conseguirmos aprovar o Fundo de Compensação Tributária, teremos a salvação econômica dos municípios de todo país, tornando real o pacto federativo, com uma mais justa repartição do “bolo Tributário”.

Da Redação, com Blog de Jamildo

Sancionada lei que prevê plástica no SUS para mulher vítima de violência

Foi publicada nesta quinta-feira (31) no Diário Oficial da União a Lei 13.239, que dispõe sobre a oferta e realização, no Sistema Único de Saúde (SUS), de cirurgia plástica reparadora de sequelas de lesões causadas por violência contra a mulher.

O texto já havia passado pelo Senado e foi aprovado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Câmara dos Deputados em novembro deste ano, quando seguiu para sanção presidencial.

De acordo com a lei, hospitais e os centros de saúde pública, ao receberem vítimas de violência, deverão informá-las da possibilidade de acesso gratuito à cirurgia plástica para reparação das lesões ou sequelas de agressão comprovada.

Ainda segundo o texto, a mulher vítima de violência grave que necessitar de cirurgia deverá procurar uma unidade de saúde que realize esse tipo de procedimento portando o registro oficial de ocorrência da agressão.

A lei prevê também que o profissional de medicina que indicar a necessidade da cirurgia deverá fazê-lo por meio de diagnóstico formal, encaminhando-o ao responsável pela unidade de saúde respectiva, para autorização.

Ao final, o texto prevê ainda a possibilidade de punição aos gestores que não cumprirem com a obrigação de informar as mulheres vitimadas sobre seus direitos.

Por Paula Laboissière

Charlie Hebdo terá edição especial para marcar um ano de atentado

O jornal satírico francês Charlie Hebdo anunciou nesta quinta-feira (31) que vai lançar uma edição especial para assinalar o primeiro aniversário do atentado, que fez 12 mortos.

A edição especial, com 32 páginas, terá uma seleção de caricaturas dos cartoonistas que morreram no ataque e dos que integram atualmente a redação, além mensagens de apoio. A publicação será lançada na próxima quarta-feira, dia 6 de janeiro, véspera do primeiro aniversário do atentado, com quase um milhão de exemplares.

No dia 7 de janeiro de 2015, dois homens armados atacaram os escritórios do Charlie Hebdo, em Paris, matando 12 pessoas. O atentado ocorreu depois que o jornal publicou um número especial sobre as primeiras eleições na Tunísia, após a destituição do presidente Zine el Abidine Ben Ali, vencida pelo partido islamita Ennahda, no qual o profeta Maomé era retratado “redator principal”.

Uma semana depois do atentado, o Charlie Hebdo lançou uma edição preparada pelos sobreviventes do ataque terrorista, que vendeu o recorde de 7,5 milhões de cópias e impulsionou a circulação do semanário.

O Charlie Hebdo afirmou que já recebeu muitas encomendas do número especial de outros países, incluindo 50 mil exemplares para a Alemanha. Atualmente, a publicação vende cerca de 10 mil cópias internacionalmente e aproximadamente 100 mil nas bancas franceses.

A publicação do número especial ocorre em um momento de crescente receio quanto a ataques terroristas na Europa, depois que jihadistas ligados ao movimento extremista Estado Islâmico (EI) mataram 130 pessoas, em Paris, em meados de novembro, em atentados coordenados.

Na Bélgica, Bruxelas cancelou, nesta quarta-feira, as festas previstas para a passagem de ano, justamente, devido ao receio de um eventual atentado na cidade belga, que tem 1,2 milhão de habitantes e que sedia a União Europeia e a Organização do Tratado do Atlântico Norte.

com Agência Lusa

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