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Confronto do Século: ‘Batman vs. Superman’ chega aos cinemas da Paraíba

Warner/Divulgação
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“Eu quero que você se lembre, Clark (Kent, alter ego do Superman). Em todos esses anos que virão. Nos seus momentos mais íntimos. Eu quero que você lembre do homem que o derrotou”.

O trecho do confronto entre Batman e Superman  no futuro distópico da clássica HQ O Cavaleiro das Trevas, de Frank Miller, foi citado pela voz imponente do ator Harry Lennix – que fez o General Swanwick em O Homem de Aço (2013) – na Comic-Con de San Diego (EUA), uma das maiores convenções de cultura pop do mundo.

A citação feita há três anos foi para apresentar o primeiro teaser de Batman vs. Superman – A Origem da Justiça (Batman v Superman: Dawn Of Justice, EUA, 2016), segundo longa-metragem que moderniza e resgata o super-herói vindo do planeta Krypton e que tem pré-estreia nesta quarta-feira nos cinemas da Paraíba.

Após a luta contra o general kriptoniano Zod no primeiro filme, o que arrasou metade de Metropolis, Superman (vivido novamente por Henry Cavill, com mais músculos que antes) se tornou a figura mais controversa do mundo.

Assim como a nova versão controversa do personagem icônico dirigida por Zack Snyder (de Watchmen e 300), ele continua sendo um símbolo de esperança para uns – a ponto de adoração –, como também é visto como uma ameaça para a humanidade para outros.

Entra em cena um certo Homem-Morcego, vigilante de Gotham City (encarado desta vez por Ben Affleck, que já foi o Demolidor da rival Marvel, numa adaptação de 2003).

Sob a identidade secreta do milionário Bruce Wayne, ele estava justamente em Metropolis no dia fatídico da invasão alienígena. Temendo pelo futuro da humanidade com um poder tão grande sem ser governado, Batman, um simples homem com seu próprio senso de justiça, vai corrigir os erros de um ser com os poderes de um Deus.

Além dos dois super-heróis serem antagonistas da mesma moeda, Batman vs. Superman conta com o vilão Lex Luthor (vivido por um cabeludo e afetado Jesse Eisenberg, de A Rede Social) num papel que foram cogitados atores como Bryan Cranston (da série Breaking Bad).

Encarnam novamente os personagens de O Homem de Aço Amy Adams como a repórter Lois Lane, Diane Lane como a mãe adotiva do Superman, Martha Kent, e Laurence Fishburne como o editor do jornal Planeta Diário Perry White. Foi acrescentado as interpretações dos ganhadores do Oscar Jeremy Irons (de O Reverso da Fortuna), como o mordomo Alfred e Holly Hunter (de O Piano), como a Senadora Finch.

Completando o cast, teremos o terceiro elemento da chamada ‘Trindade da DC Comic’: a Mulher-Maravilha (vivida pela israelense Gal Gadot, da franquia Velozes & Furiosos). Nos 180 minutos de duração, o longa conta com aparições de heróis como Flash (Ezra Miller), Ciborgue (Ray Fisher) e Aquaman (Jason Momoa).

Nas HQs

O improvável embate entre Superman e Batman aconteceu nos anos 1980 com o lançamento da minissérie ‘O Cavaleiro das Trevas’ (no Brasil, a obra foi lançada em encadernados pela Abril e Panini), de Frank Miller. Na trama futurista, o Homem de Aço é ‘marionete’ do presidente dos EUA e um envelhecido Homem-Morcego é forçado a sair da aposentadoria para estabelecer a ordem. Responsável por revitalizar o gênero junto com ‘Watchmen’, este ano será lançada por aqui a terceira parte da saga.

Por Audaci Júnior 

Executivo da Odebrecht fala em doação eleitoral a Aécio à PF

Assessoria do senador destacou que doações são de conhecimento público
Assessoria do senador destacou que doações são de conhecimento público
Assessoria do senador destacou que doações são de conhecimento público

O presidente da Odebrecht Infraestrutura, Benedicto Barbosa Junior, disse à força tarefa da Operação Lava Jato que trocou mensagens em novembro de 2014 com o presidente do grupo Odebrecht, Marcelo Odebrecht, sobre a doação eleitoral feita ao senador Aécio Neves (PSDB-MG), derrotado no mês anterior na disputa pela presidência. No depoimento à PF no dia 24 de fevereiro, Barbosa destacou ainda que, na mesma troca de mensagens, também comentou sobre a preocupação de Aécio em relação a uma possível investigação contra o ex-governador do Rio, Sérgio Cabral Filho (PMDB-RJ).

O depoimento à Polícia Federal foi divulgado pelo jornal O Estado de S. Paulo na segunda-feira (22). Para a PF, a troca de mensagens confirma “a noção de que Benedicto é funcionário acionado por Marcelo para a tratativa de assuntos escusos, certamente não se limitando a obter recursos para financiamento oficial de campanhas eleitorais”.

No fim de seu interrogatório, Barbosa disse à delegada Renata da Silva Rodrigues que queria esclarecer o teor das mensagens trocadas com Marcelo Odebrecht, que foram citadas pela Polícia Federal em representação de 5 de fevereiro. No texto da petição, a PF colocou tarjas pretas em palavras que poderiam indicar políticos com foro privilegiado.

Na mensagem interceptada, Marcelo escreveu a Barbosa: “Vc [você] acabou não falando depois. [tarja preta] está preocupado com SCF e outros no tema MF”. Barbosa respondeu: “Ok, preciso resolver R$ 100 mil [tarja preta]. Vou aproveitar esse momento PT/PSDB”.

Barbosa declarou no depoimento que tratava “de doação eleitoral relacionada a Aécio e Piciani e não há nada de criminoso a respeito da tal doação”. Jorge Picciani (PMDB-RJ) foi eleito deputado estadual em 2014 e é presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. Barbosa também falou que mencionou a preocupação de Aécio sobre investigações ligadas a Márcio Faria, ex-executivo da Odebrecht preso na Lava Jato.

Em nota, a assessoria de Aécio Neves informou que “o depoimento mencionado pelo jornal apenas confirma as informações prestadas à Justiça Eleitoral. É de conhecimento público que a empresa Odebrecht, assim como diversas outras, fez doações à campanha do PSDB, inclusive, como prevê a lei, depois das eleições, para cobrir débitos existentes”.

A assessoria de Jorge e Leonardo Picciani relatou que “não constam recursos da Odebrecht para nenhuma das campanhas da família Picciani, nem de forma direta nem indireta”, e que “a única explicação que pode haver para que o nome de Picciani ter sido citado neste contexto é o fato de ele, como é sabido, ter coordenado, no Rio, a campanha presidencial de Aécio Neves em 2014, tanto no primeiro quanto no segundo turno”.

Da Redação, com Jornal do Brasil 

População negra da PB é mais vítima de homicídio do que a branca

Em João Pessoa, a cada branco assassinado, morrem 29 negros. Na Paraíba, a taxa de homicídios de negros é de 60,5 para cada 100 mil negros, a terceira maior entre os estados do país. Quando o assunto é violência, a cor da pele se destaca. Segundo o Mapa da Violência 2012: a cor dos homicídios no Brasil, os índices da Paraíba, onde negros têm mais probabilidade de serem assassinados, são preocupantes. Ontem, o Atlas da Violência 2016 mostrou que a taxa de homicídios de negros é de 54 por 100 mil habitantes. No período de 2004 a 2014 a vitimização de negros aumentou 124,8% na Paraíba, segundo o estudo.

A problemática envolvendo negros e violência norteia a terceira reportagem da série sobre racismo publicada pelo JORNAL DA PARAÍBA em homenagem ao Dia Internacional contra a Discriminação Racial, comemorado na última segunda-feira. Ser jovem e negro na Paraíba representa um risco de 13,4 a mais de ser assassinado que um branco, segundo o estudo que traz o Índice de Vulnerabilidade Juvenil à Violência e Desigualdade Racial (IVJ 2014).

Embora os estudos sejam de anos anteriores, a realidade não é muito diferente nos dias de hoje, segundo a coordenadora da Bamidelê, Terlúcia Silva. Para ela, mata-se mais negros porque para eles as oportunidades de vida são escassas. “É a consequência de uma negação de direitos. O negro desde criança sofre preconceito, muitas vezes se revolta e acaba seduzido pelos tráfico de drogas. Depois acaba assassinado”, declarou.

Os números relembrados nesta reportagem são um retrato da discriminação racial tão evidente na sociedade, conforme avaliou Solange Rocha, coordenadora do Núcleo de Estudos de Pesquisas Afrobrasileiros e Indígenas (Neabi) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). “Temos avançado pouco na superação das desigualdades socioeconômicas e raciais. Historicamente a população negra é um grupo que tem sido excluído das políticas públicas. Essa discriminação gera pobreza e dificuldade do negro sair dessa situação”, pontuou.

Solange defendeu que a sociedade parte do princípio que não há desigualdade. No entanto, afirmou que há um racismo institucional e social difundido por essa mesma sociedade. “Também temos elites políticas que têm mantido uma má distribuição das riquezas nacionais, mantendo a cidadania da população negra em segundo plano”, frisou. Ela destacou as ações governamentais no sentido de minimizar as diferenças, as ações afirmativas, as quais, embora tenham uma boa intenção, não são suficientes. Para ela, a defesa da democracia é importante para não haver retrocesso na luta pela igualdade racial.

A coordenadora destacou ainda que 70% das pessoas pobres do Brasil são negras, assim como 80% dos analfabetos também são negros, o que expõe a segregação racial. “Se a gente considerar o número de jovens assassinados no país vai ver que cerca de 77% são negros. Isso sem falar na população carcerária do Brasil, em sua maioria formada por negros”, disse.

Solange Rocha disse ainda que há uma clara tentativa de criminalização dos negros no país e mais uma vez destacou que as políticas públicas são insuficientes. “Essa questão da violência é muito séria, atinge jovens, mulheres, homens e crianças negras”, disse a coordenadora do Neabi. O núcleo busca, a partir da educação, provocar a discussão e reflexão acerca das questões raciais. “Temos que pensar como podemos construir uma política de inclusão e outras relações raciais, nossa luta é permanente”, declarou.

Da Redação, PBVale

Detidos suspeitos de integrarem grupo criminoso no Litoral Norte da PB

Suspeitos foram encaminhados para Central de Polícia de João Pessoa
Suspeitos foram encaminhados para Central de Polícia de João Pessoa
Suspeitos foram encaminhados para Central de Polícia de João Pessoa

Cinco homens foram presos e dois adolescentes detidos, suspeitos de integrarem grupo criminoso no Litoral Norte da Paraíba na última terça-feira (22). De acordo com as Polícias Civil e Militar, eles estão envolvidos em tráfico de drogas, homicídios e assaltos na região.

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Com os cinco homens, a polícia ainda encontrou duas motocicletas, que constam no registros como roubadas, equipamentos de informática e armas de fogo. Os suspeitos foram encaminhados para Central de Polícia de João Pessoa e para Delegacia Infância e Juventude.

Da Redação, com Secom-PB

Uso da pílula do câncer é aprovado no Senado mesmo sem registro da Anvisa

Um acordo entre os líderes partidários no Senado permitiu a votação hoje (22) do projeto de lei que garante aos pacientes de câncer o direito de usar a fosfoetanolamina, mesmo antes de ela ser registrada e regulamentada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A substância ficou conhecida como pílula do câncer e está em fase de pesquisas e testes pelo Instituto de Química de São Carlos, da Universidade de São Paulo (USP). Por isso, ainda não recebeu o registro da agência. A pílula atua no organismo auxiliando no combate às células cancerosas. No entanto, embora o medicamento tenha sido distribuído gratuitamente aos pacientes durante anos, uma portaria da USP determinou que substâncias em fase experimental deveriam ter todos os registros antes de ser distribuídas à população.

A suspensão da distribuição da fosfoetanolamina provocou uma “guerra” de liminares na Justiça por parte dos pacientes que dizem se beneficiar do uso da pílula do câncer. O projeto aprovado hoje busca solucionar o problema, liberando o uso da substância mesmo sem o registro da Anvisa.

Para isso, os pacientes deverão apresentar laudo médico comprovando o diagnóstico de câncer e assinar um termo de responsabilidade pelo uso do remédio experimental. Mas, para produzir, prescrever, importar e distribuir a substância, os agentes deverão ser regularmente autorizados e licenciados pela autoridade sanitária competente.

O texto é originário da Câmara dos Deputados e não recebeu alterações no Senado. Antes de sua votação no Senado foi aprovado um requerimento de urgência e um acordo de líderes permitiu a quebra dos interstícios regimentais para a aprovação em plenário ainda hoje. O texto segue agora para sanção da presidenta Dilma Rousseff.

Por Mariana Jungmann

Teori Zavascki solicita que investigações contra Lula voltem ao STF e pede explicações a Sérgio Moro

O ministro Teori Zavascki, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o juiz Sérgio Moro envie à Corte os processos que envolvem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A decisão, porém, não anula a liminar concedida por Gilmar Mendes na última sexta-feira, que suspendeu a nomeação de Lula como ministro-chefe da Casa Civil.

Na decisão, Teori também condenou a divulgação dos áudios entre Lula e a presidente Dilma Rousseff e determinou que os processos devem correr, a partir de agora, sob sigilo. “A esta altura, há de se reconhecer, são irreversíveis os efeitos práticos decorrentes da indevida divulgação das conversações telefônicas interceptadas. Ainda assim, cabe deferir o pedido no sentido de sustar imediatamente os efeitos futuros que ainda possam dela decorrer e, com isso, evitar ou minimizar os potencialmente nefastos efeitos jurídicos da divulgação, seja no que diz respeito ao comprometimento da validade da prova colhida, seja até mesmo quanto a eventuais consequências no plano da responsabilidade civil, disciplinar ou criminal”, diz.

No despacho, o ministro criticou a justificativa de “interesse público” dada por Moro para explicar a divulgação das conversas telefônicas de Lula. “É descabida a invocação do interesse público da divulgação ou a condição de pessoas públicas dos interlocutores atingidos, como se essas autoridades, ou seus interlocutores, estivessem plenamente desprotegidas em sua intimidade e privacidade”, afirmou.

A decisão de Zavascki atende ao pedido de AGU (Advocacia-Geral da União), que classificou a divulgação dos grampos como uma situação de “desrespeito à ordem constitucional e legal”.

Para o ministro da AGU, José Eduardo Cardoso, somente o Supremo Tribunal Federal poderia decidir sobre a divulgação de áudio de conversa da presidente da República.

— A lei faz distinções de situações justamente para proteger o interesse público. A nossa lei diz que quebra de sigilo em relação a pessoas que têm foro privilegiado deve ser decidida pelas instâncias apropriadas. […] No caso da presidente da República, quem poderia decidir pela divulgação é o Supremo Tribunal Federal. Essa é a nossa avaliação.

Dez dias para Moro se explicar

Teori deu dez dias para que Moro preste informações sobre o caso. O ministro também pediu que a Procuradoria-Geral da República se manifeste. Somente depois disso, o Supremo deve tomar uma decisão sobre onde Lula deve ser investigado. 

O ministro aponta que Moro “era reconhecidamente incompetente” para decidir a parte das investigações que deveria ser enviada ao Supremo. De acordo com Teori, “cabe apenas ao Supremo Tribunal Federal, e não a qualquer outro juízo, decidir sobre a cisão de investigações envolvendo autoridade com prerrogativa de foro na Corte”.

Na segunda-feira, Moro havia decidido encaminhar ao STF somente as informações sobre a quebra de sigilo telefônico de Lula, mas não dos inquéritos que apuram ocultação patrimonial e crimes envolvendo a família do ex-presidente, relativos ao tríplex em Guarujá e o sítio em Atibaia.

Casa Civil

Nesta terça-feira, a ministra Rosa Weber também negou um habeas corpus da defesa de Lula para derrubar parte da decisão de Gilmar Mendes proferida na última sexta-feira, 19. Os advogados pediam para que as investigações contra o ex-presidente não fossem conduzidas por Moro em Curitiba.

Em seu despacho, Rosa afirmou que a Corte “já firmou jurisprudência no sentido de não caber habeas corpus contra ato de ministro relator”. A ministra não mencionou o mérito da questão, mas apontou a “delicadeza e complexidade do tema de fundo” para negar o pedido da defesa do ex-presidente.

Do PBVale, com Estadão Conteúdo

PB ganha empreendimentos de R$ 100 mi com geração de 3,7 mil empregos

Iniciativa visa a criação de 3,7 mil empregos diretos na PB
Iniciativa visa a criação de 3,7 mil empregos diretos na PB
Iniciativa visa a criação de 3,7 mil empregos diretos na PB

Situada bem no centro do Nordeste, a Paraíba ganha, da Newlog Empreendimentos Logísticos, do Grupo Andrade Marinho, empreendimentos que somam investimentos de R$ 100 milhões e vão colaborar para a geração de mais de 3,7 mil empregos diretos.

Segundo o grupo investidor, em desenvolvimento gradativo, o estado ganha destaque na região frente a Pernambuco, apresentando mão de obra qualificada e competitiva, custo acessível, qualidade de vida atrativa, mobilidade urbana facilitada, localização estratégica, além de condições tributárias favoráveis.

A instalação do Cabo Branco Industrial Logística (CBILog) e do Complexo Logístico Industrial da Paraíba (CLIP), ambos condomínios logísticos e industriais, é feita no município do Conde, na Grande João Pessoa, às margens da rodovia BR-101, a 30 minutos do Porto de Cabedelo (PB) e do Polo Automotivo da Jeep/Fiat (PE), e menos de duas horas de Recife e Natal. Os empreendimentos têm atraído, por exemplo, setores de serviços logísticos, medicamentos, cosméticos, centros de distribuição de eletrônicos e eletrodomésticos, além de indústrias. Uma das vantagens da instalação no condomínio é a possibilidade de novos negócios no próprio local, devido ao fato de estar próximo a empresas de segmentos variados.

Entre os objetivos do CLIP e do CBILog, estão a otimização de custos para as empresas instaladas, uma vez que as despesas em um condomínio são compartilhadas, gerando mais vantagem competitiva. As companhias interessadas em se instalar no CLIP serão beneficiadas com a Lei Especial de Incentivos Municipais do Conde, que garante reduções significativas em tributos como ISS, IPTU, ITBI, entre outros. Os descontos ofertados em algumas dessas taxas podem chegar até 90%. “João Pessoa está entre as cinco capitais com menor custo de vida do país. A economia do Nordeste vem crescendo mais do que a brasileira e nossa região tem o 2º maior potencial de consumo do Brasil”, disse o diretor da Newlog Empreendimentos Logísticos, Elinaldo Vasconcelos.

No final do ano passado, foi divulgado o Ranking de Competitividade dos Estados realizado pelo Centro de Liderança Pública em parceria com a consultoria Tendências e a Economist Intelligence Unit (EIU). De acordo com o levantamento, a Paraíba é melhor em infraestrutura do que grandes centros econômicos como o Rio de Janeiro e Santa Catarina. O estado conquistou a 3ª posição no indicador, com destaque na cobertura da rede elétrica e na qualidade do serviço, ficando atrás apenas de São Paulo e do Paraná. No geral, os estados brasileiros obtiveram nota 37 e a Paraíba ficou com 40 pontos – considerando a pontuação máxima 100.

Sobre a Newlog

A Newlog Empreendimentos Logísticos possui três anos de atuação. Durante esse período, focou-se na construção de empreendimentos que proporcionam operações com segurança e alta produtividade para o mercado logístico. Já o grupo ao qual pertence possui 45 anos de expertise no mercado imobiliário. Com forte atuação nas cidades de João Pessoa (PB), Campina Grande (PB) e Natal (RN), o Grupo Andrade Marinho possui mais de 50 empreendimentos lançados, ultrapassando 2,5 mil apartamentos, lojas e salas, além de 6 mil unidades em projetos de urbanização.

Da Redação, com Portal Correio

Governo faz contingenciamento adicional de R$ 21 bilhões no Orçamento

A frustração de receitas decorrente do agravamento da crise econômica fez o governo apertar ainda mais o cinto e anunciar o contingenciamento (bloqueio) adicional de R$ 21,2 bilhões no Orçamento Geral da União deste ano. O valor consta do Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas, divulgado na noite de hoje (22) pelo Ministério do Planejamento.

Com o novo contingenciamento, o volume de despesas discricionárias (não obrigatórias) bloqueadas no Orçamento sobe para R$ 44,6 bilhões. Em fevereiro, a equipe econômica havia cortado R$ 23,4 bilhões de recursos.

O contingenciamento poderá ser reduzido no decorrer do ano caso a Câmara e o Senado aprovem o projeto de lei complementar com medidas de reforma fiscal enviado hoje (22) ao Congresso. Entre as propostas, está a autorização para que despesas consideradas essenciais pelo governo sejam preservadas caso a economia cresça menos de 1% ao ano.  

Pelo projeto, ficariam livres de cortes gastos com investimentos prioritários e em fase final de execução. Não poderiam ser reduzidas também as despesas essenciais para a prestação de serviços públicos (saúde, educação e segurança) e gastos necessários para o funcionamento dos órgãos públicos (água, energia e manutenção).

O governo pretende enviar ao Congresso outro projeto para alterar a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e permitir que a União possa fechar o ano com déficit primário de R$ 60,2 bilhões. No entanto, a proposta que altera a LDO precisa ser aprovada pelo Congresso porque o Orçamento original prevê um superávit primário – economia para pagar os juros da dívida pública – de R$ 24 bilhões para o Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) para este ano, que não pode ser alterada enquanto o Parlamento não vota a nova meta fiscal.

Para chegar à nova meta fiscal, o projeto propõe o abatimento de até R$ 84,2 bilhões da meta fiscal para este ano, segundo o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa. Desse total, R$ 72,2 bilhões corresponderiam à frustração de receitas – R$ 30,5 bilhões de receitas administradas (tributos administrados pela Receita Federal) e R$ 41,7 bilhões de receitas não administradas (operações com ativos, dividendos de estatais e receitas de concessões públicas).

Os R$ 12 bilhões restantes corresponderão à autorização para o governo gastar R$ 3 bilhões em ações de prevenção à dengue, à febre chikungunya e ao vírus Zika, e R$ 9 bilhões em obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) que estão paralisadas. Em fevereiro, o governo tinha anunciado a intenção de elaborar o projeto para alterar a meta fiscal, mas o texto ainda não foi enviado ao Congresso.

Por Wellton Máximo

Ações da Petrobras fecham em alta um dia após divulgação de prejuízo

As ações da Petrobras fecharam em alta um dia após a divulgação do maior prejuízo da história da companhia. Na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), os papéis ordinários (que dão direito a voto em assembleia de acionistas) subiram 2,24%, para R$ 10,48. As ações preferenciais (que dão preferência na distribuição de dividendos) valorizaram-se 0,62% e encerraram esta terça-feira (22) em R$ 8,11.

Ontem (21), a Petrobras divulgou o balanço de 2015, que apontou prejuízo de R$ 34,8 bilhões no ano passado. Os principais motivos do prejuízo foram a reavaliação dos bens e investimentos, principalmente por causa da queda nos preços do petróleo no mercado global e da perda do selo de bom pagador pelas agências de classificação de risco. Em 2014, a Petrobras tinha perdido R$ 21,6 bilhões.

No entanto, o desempenho das ações da Petrobras foi insuficiente para fazer a Bolsa de Valores encerrar o dia em alta. O Ibovespa, índice da Bolsa, fechou o dia com queda de 0,32%, aos 51.010 pontos, depois de alternar momentos de alta e de queda durante o pregão.

No mercado de câmbio, o dólar abriu o dia em alta e chegou a superar R$ 3,65 pela manhã. A cotação, no entanto, inverteu a trajetória durante a tarde e fechou o dia com queda de R$ 0,009 (-0,26%), vendido por R$ 3,601.

Com a queda de hoje, o dólar acumula recuo de 10,06% apenas em março e de 8,79% em 2016. Pelo segundo dia seguido, o Banco Central promoveu leilão de swap cambial reverso, que equivale à compra de dólares no mercado futuro. Há três anos, esse tipo de operação não era feito.

Por Wellton Máximo

Paraíba tem 91 casos confirmados de microcefalia, diz Ministério da Saúde

O novo boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, divulgado nesta terça-feira (22) confirmou que a Paraíba tem 91 casos de microcefalia, ocupando o terceiro lugar no Brasil em número de casos confirmados, ficando atrás apenas de Pernambuco e Bahia. Desde o começo dos estudos, foram notificados 842 casos suspeitos, sendo que 334 já foram descartados e 417 seguem em investigação.

Em todo Brasil, o Ministério da Saúde está investigando 4.293 casos suspeitos. Dos casos já analisados, 907 foram confirmados e 1.471 descartados. Desde o início da investigação, foram notificados 6.671 casos suspeitos de microcefalia.

Os casos descartados foram classificados por apresentarem exames normais ou apresentarem microcefalias ou alterações no sistema nervoso central por causas não infeciosas. O Ministério da Saúde esclarece que está investigando todos os casos de microcefalia e outras alterações do sistema nervoso central, informados pelos estados, e a possível relação com o vírus da Zika e outras infecções congênitas. A microcefalia pode ter como causa diversos agentes infecciosos além do Zika, como sífilis, toxoplasmose, rubéola, citomegalovírus e herpes viral.

Até o dia 19 de março, foram registrados 198 mortes suspeitas de microcefalia ou alteração do sistema nervoso central após o parto ou durante a gestação (abortamento ou natimorto). Destes, 46 foram confirmados. Outros 130 continuam em investigação e 22 foram descartados.

Do total de casos de microcefalia confirmados, 122 tiveram resultado positivo para o Zika. Nestes casos, foi utilizado critério laboratorial específico para o vírus da Zika. No entanto, o Ministério da Saúde ressalta que esse dado não representa, adequadamente, a totalidade do número de casos relacionados ao vírus. Ou seja, a pasta considera que houve infecção pelo Zika na maior parte das mães que tiveram bebês com diagnóstico final de microcefalia.

O Ministério da Saúde orienta as gestantes adotarem medidas que possam reduzir a presença do mosquito Aedes aegypti, com a eliminação de criadouros, e proteger-se da exposição de mosquitos, como manter portas e janelas fechadas ou teladas, usar calça e camisa de manga comprida e utilizar repelentes permitidos para gestantes.

Da redação, com assessoria

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