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quarta-feira, 7 outubro 2026
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Manifestações contra impeachment: acompanhe a cobertura ao vivo nesta quinta

FOTO: HEULER ANDREY/AFP

Manifestantes contra o impeachment da presidenta Dilma Rousseff realizam atos em todo o país.

20h26- Chico Buarque participa de ato no Rio e diz que “não vai ter golpe”

O cantor e compositor Chico Buarque participou do Ato pela Democracia, no Largo da Carioca, no centro do Rio, e repetiu para a multidão que “não vai ter golpe”. Chico chegou ao palco por volta das 19h30 desta quinta-feira (31), sendo ovacionado por gritos de “Chico, guerreiro do povo brasileiro”.

“Eu vim aqui dar um abraço nas pessoas das mais variadas tribos, das mais variadas convicções políticas. Gente que votou no PT, gente que não gosta do PT, gente que foi do PT, que se desiludiu com o partido, gente que votou na Dilma, mas sobretudo, gente que não pode por em dúvida a integridade da presidente Dilma Rousseff”, disse Chico.

20h19- Manifestantes contra impeachment começam a se dispersar em São Paulo

A manifestação contra o impeachment e em defesa da presidenta Dilma Roussef na Praça da Sé começou a se dispersar por volta das 20h de hoje. Desde as 16h, os manifestantes começaram a se reunir no local, onde estão quatro carros de som com bandeiras de diversas entidades, entre elas a Frente Brasil Popular, Central de Movimentos Populares (CMP) e Central Única dos Trabalhadores (CUT).

20h03- Pais levam filhos à Esplanada para ensinar sobre democracia

Cartazes em apoio à democracia e ao governo da presidenta Dilma Rousseff espalhados pelo chão e dezenas de crianças com as mãos e roupas sujas de tinta. Em meio a um número calculado pela Polícia Militar do Distrito Federal em 50 mil pessoas que foram à Esplanada dos Ministérios, em Brasília, contra o impeachment,  um grupo de pais aproveitou o momento para sair às ruas ao lado dos filhos, em sua maioria, menores de dez anos.

- Pais levam filhos menores de 10 anos à Esplanada dos Ministérios para ensinar o respeito à democracia e a diferentes opiniões.

Creative Commons – CC BY 3.0 – – Pais levam filhos menores de 10 anos à Esplanada dos Ministérios para ensinar o respeito à democracia e a diferentes opiniões.

Ivan Richard/Agência Brasil

19h43- Ato em Salvador protesta contra impeachment com música e gritos de ordem

Ao som de músicas como Cálice, de autoria de Chico Buarque e Gilberto Gil, e de gritos como “Não vai ter golpe”, representantes de centrais sindicais, movimentos sociais e da sociedade civil fizeram hoje (31), uma caminhada no centro de Salvador contra o impeachment da presidenta Dilma Rousseff.

Um trio elétrico acompanhou o percurso, onde representantes discursaram em apoio à presidenta Dilma. Uma banda em um microtrio elétrico cantou músicas de resistência à ditadura, ao som da guitarra baiana. Segundo a Polícia Militar, cerca de 12 mil pessoas estiveram no ato, ao qual se uniram manifestantes que saíram do Campo Grande, uma pequeno bairro em Salvador, momentos antes.

 Ato contra o impeachment em Salvador reuniu 12 mil pessoas, segundo a PM

Creative Commons – CC BY 3.0 – Ato contra o impeachment em Salvador reuniu 12 mil pessoas, segundo a PM

Sayonara Moreno/Agência Brasil

18h42- Manifestantes seguem em marcha rumo ao Congresso Nacional

Manifestantes a favor do governo Dilma Rousseff saíram, no final tarde de hoje (31), em marcha do Estádio Nacional Mané Garrincha em direção ao Congresso Nacional. O ato, organizado pela Frente Brasil Popular, composta por diversas entidades sindicais, movimentos sociais e partidos políticos. Os manifestantes levam cartazes com frases de apoio a Dilma e ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e contra o que chamam de golpe.

Segundo a Polícia Militar, cerca de 10 mil pessoas participam do ato. Uma nova estimativa, no entanto, será calculada quando todos os manifestantes chegarem ao gramado em frente ao Congresso Nacional. A expectativa da corporação é que o ápice da manifestação reúna 100 mil pessoas.

 

Manifestantes realizam ato em defesa da democracia, em Brasília

Creative Commons – CC BY 3.0 – Manifestantes realizam ato em defesa da democracia, em Brasília

Lula Marques/ Agência PT

17h34- São Paulo: manifestação contra impeachment ocupa Praça da Sé

Ato em defesa da democracia e contra o impeachment da presidenta Dilma Rousseff ocupa a Praça da Sé e a rua lateral da catedral, no centro da capital paulista. Organizado pelo movimento Frente Brasil Popular, o ato foi batizado de “Em Defesa da Democracia, Golpe Nunca Mais”.

Quatro carros de som levam líderes de movimentos sociais e de sindicatos que se revezam nos discursos.

Manifestantes realizam ato pela democracia, na praça da Sé, no centro de São Paulo

Creative Commons – CC BY 3.0 – Manifestantes realizam ato pela democracia, na praça da Sé, no centro de São Paulo

Paulo Pinto/ Agência PT

17h23- Manifestantes de todo o país se reúnem em Brasília em defesa de Dilma

Manifestantes de todo o Brasil se concentram, desde o início da tarde, no Estádio Nacional Mané Garrincha em um ato em defesa da democracia e contrário ao impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Os manifestantes já deram início a uma caminhada que seguirá até o Congresso Nacional.

Entidades sindicais, movimentos sociais e partidos políticos participam do Dia da Jornada Nacional pela Democracia

Creative Commons – CC BY 3.0 – Entidades sindicais, movimentos sociais e partidos políticos participam do Dia da Jornada Nacional pela Democracia

Wilson Dias/Agência Brasil

16h44- Salvador sedia caminhada contra impeachment de Dilma Rousseff

Na praça da Piedade uma caminhada vai seguir em direção a Campo da Pólvora, atingo campo de futebol onde os manifestante vão depositar flores em homenagem aos perseguidos pela ditadura civil-militar no Brasil. A maioria das pessoas está vestida de branco, simbolizando a paz e de vermelho por se dizerem contrários ao impeachment da presidenta Dilma Rousseff e ao que chamam de golpe.

16h10- Confira vídeo da manifestação na Paraíba

Manifestantes de movimentos sociais, entidades, instituições contra o impeachment da presidenta Dilma Rousseff caminham em frente ao Liceu Paraibano, no centro de João Pessoa, na Paraíba. As imagens são da telespectadora Cristiane Nepomuceno, que enviou pelo WhatsApp do Repórter Brasil.

Da Redação, com Portal EBC

TRE-PB alerta para fim do prazo para filiação partidária

O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) alerta aos pretensos postulantes a cargos públicos eletivos sobre o fim do prazo de filiação partidária, que se encerra neste sábado (4). De acordo com o Calendário Eleitoral, os pretensos candidatos a prefeitos, vice-prefeitos e vereadores, que objetivem concorrer as eleições 2016, devem estar com a filiação deferida 6 meses antes do pleito.

Segundo a servidora da Corregedoria do TRE-PB Cibele Fonseca Bissigo e Sousa, com a publicação da Reforma Eleitoral, o prazo para o encerramento da filiação partidária foi reduzido de um ano para seis meses e a data final deve ser respeitada porque não haverá prorrogação. “A filiação partidária é uma condição determinante para os pretensos candidatos, então quem não estiver filiado a uma agremiação partidária não poderá se candidatar”, explicou.

Os pretensos candidatos que sejam servidores públicos também devem ficar atentos aos prazos de desincompatibilização que variam de 3 a 6 meses, de acordo com o cargo pretendido e o cargo ocupado, e também começam a findar neste sábado. Essas datas podem ser consultadas no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Do Portal Correio

STF mantém decisão de Teori que tirou de Sérgio Moro investigações sobre Lula

A maioria dos ministros decidiu manter a decisão anterior do ministro relator, Teori Zavascki.
A maioria dos ministros decidiu manter a decisão anterior do ministro relator, Teori Zavascki.
A maioria dos ministros decidiu manter a decisão anterior do ministro relator

Por oito votos a dois, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu na tarde desta quinta-feira (31) que as investigações da Operação Lava Jato sobre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva devem permanecer na Corte.

A maioria dos ministros decidiu manter a decisão anterior do ministro relator, Teori Zavascki.  Com a posição do plenário, a parte da investigação que envolve Lula permanecerá no STF e não com o juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da operação na primeira instância.

No voto, o ministro Zavascki afirmou que, apesar da questão da legitimidade das interceptações das conversas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não fazer parte do julgamento desta tarde, algumas das provas podem perder validade. O ministro citou o fato de uma das conversas ter sido gravada depois do pedido para que as interceptações fossem suspensas.

Pedido relevante

“Cumpre enfatizar que não se adianta aqui qualquer juízo sobre a legitimidade ou não da interceptação telefônica em si mesma, tema que não está em causa, embora aparentemente uma das mais importante conversas tornadas públicas foi gravada depois de ter sido suspensa a ordem de interceptação. De modo que será muito difícil convalidar a validade desta prova. Mas isso, de qualquer forma, não está em questão”, acrescentou Teori.

O relator disse ainda que havia relevância no pedido da Presidência da República para que sejam suspensos os efeitos da decisão que tornou pública as conversas interceptadas.

“São relevantes os fundamentos que afirmam a ilegitimidade dessa decisão. Em primeiro lugar, porque emitida por juízo que, no momento de sua prolação, era reconhecidamente incompetente para a causa diante da constatação, já confirmada, do envolvimento de autoridades com prerrogativa de foro, inclusive a própria presidente da República. Em segundo lugar, porque a divulgação pública das conversações telefônicas interceptadas, nas circunstancias em que ocorreu, comprometeu o  direito fundamental da garantia de sigilo que tem acento constitucional”, destacou o ministro.

Danos

Teori Zavascki informou também que  os efeitos da divulgação das conversas são irreversíveis e que, ao suspender a divulgação, serão evitados novos danos.

“A esta altura há de se reconhecer que são irreversíveis os efeitos práticos decorrentes da indevida divulgação das conversações telefônicas interceptadas, mas ainda assim cabe deferir o pedido no sentido de sustar imediatamente os efeitos futuros que ainda possam dela decorrer e, com isso, evitar ou minimizar os potencialmente nefastos efeitos jurídicos da  divulgação, seja no que diz respeito ao comprometimento da validade da prova colhida, seja até mesmo contra eventuais consequências no plano  da responsabilidade civil, disciplinar ou criminal”, concluiu o relator.

Votos

Acompanharam integralmente o voto do relator os ministros Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Ricardo Lewandowski, Celso de Mello, Dias Toffoli e Cármen Lúcia.

Os ministros Luiz Fux e Marco Aurélio divergiram dos demais votos. Eles entenderem que devem tramitar no STF somente fatos relacionados com investigados com foro privilegiado. Na avaliação de Fux, a conversa entre Lula e Dilma não há qualquer ilícito, embora o juiz Sérgio Moro deveria ter feito uma análise prévia da prova.

“Fico a imaginar se o juiz de primeiro grau não tem o mínimo de possibilidade de aferição da seriedade dos fatos que se passam sob seu crivo antes de remeter os áudios ao STF”, acrescentou Fux.

AGU

Antes dos votos dos ministros, o advogado-geral da União (AGU), José Eduardo Cardozo, fez sustentação oral. O ministro chegou a elogiar a atuação do juiz federal Sérgio Moro na condução da Operação Lava Jato, mas disse que a decisão do juiz de divulgar os áudios entre o ex-presidente Lula e a presidenta Dilma Rousseff ofendeu a Constituição e a legalidade vigente.

Por Michèlle Canes

Hemocentro realiza coletas externas em Baía da Traição e Mamanguape

O Hemocentro da Paraíba programou, para o mês de abril, nove coletas externas de sangue. De acordo com o cronograma elaborado pelo Núcleo de Ações Estratégicas, as primeiras coletas acontecem na quarta-feira (6) município de Baía da Traição, e na quinta-feira (7) no município de Mamanguape.

No dia 9 (sábado), a Unidade Móvel vai estar no município de Sapé, e no dia 13 (quarta-feira), no município de Mulungu.

Na quarta-feira (20) os voluntários doadores de sangue podem fazer a doação na empresa Ultragás. No dia 25 (segunda-feira), a unidade móvel do Hemocentro da Paraíba vai estar no Conselho Regional de Contabilidade (CRC) para receber os candidatos à doação.

Na quarta-feira (27), a coleta vai ser realizada na Usina Jupungú, em Santa Rita, e o encerramento da programação de coletas externas será no dia 29 (sexta-feira), no município de Cruz de Espírito Santo.

Todas as coletas terão início às 8h, e término às 16h. Para a chefe do Núcleo de Ações Estratégicas do Hemocentro, Divane Cabral, as ações de coleta externa possibilitam, além da doação em si, uma forma de sensibilizar mais pessoas. “Elas chamam a atenção e sensibilizam sobre o ato de doar”, comentou.

O Hemocentro da Paraíba é responsável por atender 40 hospitais, cobrindo 100% dos leitos do Sistema Único de Saúde (SUS) e mais os leitos de planos de saúde cadastrados. Para tanto é composta por uma rede de onze hemonúcleos distribuídos nos municípios de Guarabira, Picuí, Monteiro, Princesa Isabel, Patos, Piancó, Itaporanga, Itabaiana, Cajazeiras, Sousa e Catolé do Rocha, além de um regional, em Campina Grande.

Da Redação, com Secom-PB

Governo argentino tem vitória no Congresso, mas sindicatos ameaçam fazer greve

O presidente da Argentina, Mauricio Macri,  chega nesta quinta-feira (31) a Washington, tendo obtido uma importante vitória no Congresso: a aprovação na quarta-feira (30) à noite de uma lei que permitira ao governo concluir a renegociação da dívida externa de US$ 100 bilhões, em moratória há quinze anos. Mas em Buenos Aires, líderes sindicais anunciaram protestos e greves contra demissões no setor público e aumento de tarifas.

Depois de 12 horas de debate, o Senado argentino ratificou, por 54 votos a favor e 16 contra, a iniciativa do governo que permitirá propor acordos mais favoráveis a uma minoria (7%) de credores. Eles não aderiram a duas propostas de renegociação da dívida, feitas em 2005 e 2010.  Duas leis – que impediam oferecer condições melhores do que as aceitas por 93% dos credores – foram revogadas. E o governo foi autorizado a se endividar, emitindo títulos no valor de US$ 12,5 bilhões para terminar de pagar o que deve.

Desde a crise de 2001, que levou a Argentina a dar o calote, o país pagou o que devia ao Fundo Monetário Internacional (FMI) e acertou com 93% dos credores acordos de reestruturação com descontos de até 65%. Mas o problema ganhou novas dimensões com a vitória, na justiça norte-americana, dos chamados “fundos abutres” – fundos de investimento, que, após a moratória, adquiriram títulos da dívida argentina a preços baratos e recorreram a um tribunal de Nova York para obter o valor total.

Os abutres ganharam a batalha judicial nos Estados Unidos, mas o governo de Cristina Kirchner (antecessora de Macri) não cumpriu a sentença, alegando que estaria violando a legislação nacional. Duas leis impediam a Argentina de oferecer um acordo de reestruturação mais favorável à minoria dos credores – eles não aderiram às propostas de 2005 e 2010.

Bloqueio

A justiça norte-americana reagiu determinando o bloqueio dos recursos argentinos depositados em bancos dos Estados Unidos para o pagamento da dívida reestruturada até que a sentença favorável aos abutres fosse cumprida. Macri assumiu em dezembro com a promessa de tirar o país do impasse.  Mas precisava do Congresso para derrogar as duas leis e autorizar o endividamento.

Legisladores da oposição criticam o governo de Macri alegando que está endividando o país para pagar a especuladores. Mas o governo conseguiu aprovar a sua iniciativa porque boa parte dos oposicionistas (respondendo a pressões dos governadores das províncias) admite que a Argentina precisa de dinheiro. É que a conjuntura internacional atual é bem menos favorável: os preços das commodities que o pais exporta caíram e o principal sócio argentino, o Brasil, está em crise.

Tarifas

O governo anunciou hoje (31) que, a partir de 8 de abril, as passagens de trem e ônibus vão aumentar em até 100%. Quando assumiu em dezembro, Macri disse que teria que corrigir as tarifas dos serviços públicos, subsidiadas e congeladas há anos. E que sua prioridade seria reduzir a inflação anual, superior a 20%.

Os sindicatos, que na Argentina são fortes, já estão se mobilizando para protestar contra demissões no setor público e o aumento do custo de vida. O desafio do governo, segundo o economista Gaston Rossi, será fazer o ajuste, enquanto Macri ainda tem apoio popular, e evitar que a inflação dispare. O último aumento salarial, negociado entre sindicatos e empresários, foi em outubro.

Por Mônica Yanakiew

Ricardo diz que vai às ruas “contra corruptos que falam em combater a corrupção”

Ricardo CoutinhoO governador Ricardo Coutinho (PSB) confirmou que estará nas manifestações pela manutenção do mandato da presidente Dilma Rousseff (PT), marcadas para esta quinta-feira (31), em João Pessoa e em cidades do interior da Paraíba. Ele disse que vai às ruas não para defender Dilma, mas pela democracia e criticou o que chamou de “corruptos que falam em combater a corrupção”. Ele esteve no lançamento do projeto Gol de Placa, na manhã desta quinta-feira (31), no Palácio da Redenção, sede do governo do Estado, na Capital. Veja vídeo abaixo.

Leia também: JP, CG e mais três cidades têm atos a favor de Dilma nesta quinta; Ricardo é esperado

“Eu não vou às ruas em favor de Dilma, vou às ruas a favor da democracia, da legalidade e da busca da estabilidade econômica. Não sou e nem serei do PT, agora acho que o Brasil tem uma moderna democracia que não pode se dar ao estranho luxo de ter golpes parlamentares com essa configuração. Impeachment é quando se tem crime de responsabilidade”, afirmou.

Ricardo criticou o fato de haver políticos suspeitos ou investigados falando em corrupção. “Tem um monte de gente dentro do Congresso que aparece em tudo que é lista e que se acha no direito de derrubar quem não está em nenhuma lista, que não tem nenhuma denúncia contra si. É preciso ter cuidado e bom senso”.

Ainda sobre corrupção, Ricardo defendeu que os suspeitos e crimes sejam tratados pelos poderes responsáveis, sem que se misture os casos com o desempenho político no País. “Quem tem problema com a Justiça, e muita gente tem, quem tem problema com investigação, e muita gente tem, isso tem que ser resolvido pela polícia, pelo Ministério Público e pela Justiça. Na área da política, deixem o Brasil retomar o caminho da estabilidade”.

Ricardo lembrou também que a Paraíba enfrenta dificuldades, mas que o Estado está fazendo o possível para resolver as pendências. Ele disse que o país “parou” desde que terminaram as eleições de 2014.

“Falo em nome de um Estado, em nome de um governo, que está aqui fazendo das ‘tripas coração’ para poder manter o equilíbrio e fazer com que se permaneça nesta caminhada de investimentos e geração de renda, num país que simplesmente, desde o primeiro dia após as eleições, parou e nada é votado, que tem uma guerra estabelecida. E o que é pior: utilizando uma das coisas mais essenciais e caras ao povo brasileiro que é combate à corrupção. Tem muito corrupto falando contra a corrupção. Isso é verdade. É preciso fazer com que o país volte a caminhar, porque se não vamos ter, imagino eu, problemas muito mais graves. Então, eu não vou às ruas em favor de Dilma, vou às ruas em favor do Brasil”.

Veja o vídeo:

Por Hermes de Luna e Alisson Correia

Barbosa diz à comissão que contas do governo estão dentro da legalidade

O ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, disse hoje (31), na Comissão Especial do Impeachment, que as contas do governo estão em linha com a legislação vigente e que não há crime que justifique o processo de afastamento da presidenta Dilma Rousseff.

À comissão, Barbosa apresentou razões econômicos e fiscais. “Acho que não há base legal. Estavam de acordo com a Lei Orçamentária Anual (LOA) e crédito suplementar não implica necessariamente aumento de despesa financeira porque não alterou o contingenciamento de 2015”, disse.

No caso das operações que foram questionadas junto ao Tribunal de Contas da União (TCU), o ministro disse que, depois das recomendações do tribunal de promover mudanças na gestão fiscal,  o governo alterou imediatamente a metodologia de pagamento de taxa de juros, de reembolso ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e pagou todos os valores apontados. Segundo o ministro, após a mudança no entendimento do TCU, os atos foram readequados. “Na minha opinião, não houve violação da lei orçamentária, independentemente das análises do TCU, independentemente das análises dos parlamentares da comissão”.

Barbosa destacou que decretos de crédito suplementar são práticas legais e um instrumento de transparência orçamentária. Barbosa explicou aos parlamentares da comissão que quando o Congresso Nacional abre um espaço para que haja um remanejamento de recursos age conforme previsto na legislação. “A abertura do crédito suplementar não aumenta as despesas. Todos os anos o Congresso abre a Lei Orçamentária Anual com os valores que podem ser executados, estabelece os limites e, assim, a simples edição de crédito suplementar não representa aumento de despesas”, destacou.

De acordo com o ministro da Fazenda, nenhum dos seis decretos mencionados modificou o limite global de gastos discricionários do governo e, em relação a eles, foram elaborados pareceres técnicos. Barbosa afirmou que o valor total dos decretos, de R$ 95,96 bilhões, levou em conta a anulação de outras dotações orçamentárias, sem, por isso, aumentar o limite orçamentário. “Do total de decretos, a maior parte foi por anulação de outras despesas”.

O ministro disse, ainda, que várias suplementações orçamentárias foram demandas de outros poderes, inclusive do Judiciário. Ele citou a Justiça Eleitoral como um desses demandantes. No caso, houve uma receita maior com a inscrição de concursos, o que levou o Judiciário a pedir uma suplementação orçamentária, mas com a anulação de outras contas.

Outro exemplo dado por Barbosa à comissão foi uma solicitação do Ministério da Justiça, que pediu recursos para a escolta de carga com base no aumento de arrecadação, por exemplo, em ações judiciais. “Como o limite global não foi alterado, a utilização de recursos tem que ser compensada em outras rubricas. É preciso separar o que é gestão orçamentária da gestão financeira. A Lei Orçamentária especifica como isso pode ser feito. São questões técnicas”, afirmou.

Para exemplificar a diferença entre financeiro e orçamentário, regulado por lei, Barbosa deu um exemplo sobre as duas situações utilizando como personagem uma pessoa que vai ao supermercado com uma lista de produtos a serem comprados. “No caso, a pessoa vai com uma lista para comprar 1 quilo de arroz, feijão etc. Isto é a dotação orçamentária. Limite financeiro é quanto ela tem no bolso. A caminho [do mercado], alguém liga e fala para a pessoa que compre 2 quilos de arroz. Muda a dotação orçamentária, mas você continua com R$ 100 no bolso. Se vai comprar 2 quilos, vai ter que deixar de comprar outra coisa”, explicou, para mostrar como o governo se comportou diante das mudanças na lei orçamentária.

Sobre o fato de os decretos não conterem numeração, Barbosa disse que é porque eles são normativos que não precisam ser numerados, mas são públicos e estão publicados no portal do Palácio do Planalto.

Sobre a relação do governo com os bancos públicos, o ministro explicou que há um contrato de prestação de serviços para o repasse dos recursos para os agentes financeiros. Segundo Barbosa, pode acontecer que, em determinado momento, um valor não seja igual ao que deveria ser repassado.

Para resolver esse desequilíbrio, há uma conta de suprimento que equaliza a diferença. “[Funciona assim] Não sei quanto vou pagar a cada mês. Se as despesas forem maiores, a Caixa, por exemplo, paga e, depois, a União sana essa diferença. Em 2013, essa conta-suprimento ficou negativa por longo tempo, mas a legislação evoluiu”, disse. De acordo com o ministro, ao analisar as contas de 2014, o TCU resolveu fazer uma melhora na legislação e, ainda em 2014, o governo, obedecendo às mudanças, zerou o saldo e editou os decretos para voltar a permitir saldos elevados.

“Então, no que se refere aos contratos de prestação de serviços foram aperfeiçoados. Não há que se falar em desrespeito em 2015. Como se muda o entendimento de uma regra e uma lei, a segurança recomenda que valha para a frente”, defendeu.

A Comissão do Impeachment questiona se foram legais os atrasos de repasses a bancos públicos referentes ao pagamento de benefícios de programas sociais, como Bolsa Família, seguro-desemprego e abono salarial (as chamadas pedaladas fiscais). Com o atraso, dizem os críticos, as contas do governo apresentavam despesas menores enquanto o Tesouro não enviava os recursos aos bancos estatais.

Histórico

O pedido de impeachment da presidenta foi acatado pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), no dia 2 de dezembro do ano passado. No documento, os advogados Helio Bicudo, Janaína Paschoal e Miguel Reale Jr. pedem o afastamento da presidenta evocando as pedaladas fiscais do ano de 2014 apontadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

Os autores do pedido dizem também que Dilma cometeu crime de responsabilidade ao editar seis decretos autorizando despesas extras em um cenário de restrição fiscal e ao, suspostamente, repetir as pedaladas fiscais em 2015, já no exercício deste novo mandato.

Os decretos, não numerados assinados pela presidenta em 27 de julho e 20 de agosto de 2015, autorizaram o governo a gastar R$ 2,5 bilhões a mais do que havia previsto no Orçamento. Para os advogados, Dilma não poderia criar despesa extra quando sabia que a meta de superávit primário (dinheiro reservado para pagar os juros da dívida) prevista no Orçamento não seria cumprida.

O governo rebate os argumentos, afirmando que as contas do governo de 2015 sequer foram apreciadas pelo TCU e pela Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional e que, portanto, não se pode falar na possibilidade de crime de responsabilidade.

Impeachment é um termo de origem inglesa, que significa, na tradução livre, impedimento. O ato é regulado pela Constituição, nos artigos 85 e 86. Segundo a Carta Magna, caso seja aprovado na Câmara dos Deputados, o processo seguirá para o Senado Federal.

Por Carolina Gonçalves e Daniel Lima

Golpe militar de 1964 e suas marcas 52 anos depois

Tanques de guerra tomaram as ruas em nome da ordem e para afastar o 'risco comunista'
Tanques de guerra tomaram as ruas em nome da ordem e para afastar o ‘risco comunista’

Os bastidores do golpe militar de 1964, na Paraíba, não serão devidamente percebidos sem a leitura do que escreveu e do que declarou, em entrevistas diversas, o ex-deputado Joacil de Brito Pereira. Partícipe direto desses acontecimentos, ele foi uma espécie de líder da facção civil capitaneada pelos grandes proprietários de terras e disposta ao enfrentamento armado se isso se fizesse necessário à anulação do presidente João Goulart e à de seus seguidores, a exemplo do governador de Pernambuco Miguel Arraes.

É de Joacil – falecido em 2012, perto dos 90 anos de idade – uma das melhores narrativas sobre a indecisão do paraibano Pedro Gondim, que teve origem no PSD. Eleito para o comando do Estado pelo PDC com o apoio maciço das classes trabalhadoras, nisso incluído o voto da zona rural, Pedro relutava entre o apego às hostes que o levaram ao Palácio da Redenção (desorganizadas e sem condições para a resistência) e as forças conservadoras já com baionetas e tanques nas ruas, naquele 31 de março.

Pois bem, com o golpe em marcha, o Palácio funcionou por quase toda a madrugada de 1º de abril. Reunido com os auxiliares para discutir a situação, o governador sucumbiria às pressões da maioria. Além do mais, recebera a visita nada amigável dos coronéis Ednardo d’Ávilla e Plínio Pitaluga que dele exigiram uma definição.

Segundo Joacil, Ednardo evitou que o colega de farda prendesse Pedro, ali mesmo, no instante em que ambos o perceberam evasivo e relutante. Porém, raiado o sol, a Rádio Tabajara punha no ar a mensagem governamental vazada nesses termos: “Não posso e não devo, neste instante de tanta inquietação nacional, deixar de definir minha posição, na qualidade de governador dos paraibanos. Reafirmo, preliminarmente, todos os pronunciamentos que expendi em favor das reformas essenciais, por saber que elas constituem instrumentos legais de adequação aos novos problemas do povo. E neste sentido nunca faltei com o meu estímulo e apreço ao Governo Central”.

E mais: “Os últimos acontecimentos, verificados no Estado da Guanabara, envolvendo marinheiros e fuzileiros navais, denunciaram, porém, inequívoca e grave ruptura na disciplina em destacado setor das classes armadas, com desprezo às linhas hierárquicas e completa alienação às prerrogativas da autoridade, sustentáculo autêntico da segurança nacional. O movimento que eclodiu nestas últimas horas em Minas Gerais, com repercussão em outros Estados, não é mais nem menos do que a projeção de acontecimentos anteriores, numa tentativa de recolocar o país no suporte de sua estrutura legal, propiciando clima de tranquilidade – indispensável ao processo desenvolvimentista que vivemos”.

E, por fim: “ O pensamento político de Minas Gerais hoje, como em 1930, identificou-se com a vocação histórica do povo paraibano que deseja, neste episódio e, sobretudo, o cumprimento das liberdades públicas, consubstanciadas na defesa intransigente do regime democrático”. Pedro somente seria cassado, com fama de comunista quando ocupava o cargo de deputado federal após a promulgação do Ato Institucional nº 5.

De resto, também sofreriam cassações o deputado federal Antonio Vital do Rego e o suplente Osmar de Araújo Aquino. Na Assembleia Legislativa o regime teve desocupadas, por banimento político, as cadeiras dos deputados José Maranhão, Ronald Queiroz, Robson Espínola, Romeu Gonçalves de Abrantes, Francisco Souto Neto e Mário Silveira. Também, o suplente Sílvio Pélico Porto.

CASSAÇÕES

Em 1969, a ditadura também afastava da vida política, por dez anos, o então prefeito de Campina Grande Ronaldo Cunha Lima. Conhecido por sua verve, ele assim explicou, certa vez, o motivo de sua cassação: “Não estou bem certo, mas suponho que tenha decorrido de críticas que fiz a um regabofe dos militares, no Grupamento de Engenharia, à base de dezenas de perus. Comentei que, pelo menos na Paraíba, ninguém poderia dizer que a Revolução fora feita sem sangue”.

Logo que chegaram ao poder os militares também trataram de destituir reitores de universidades públicas. Um deles, o paraibano Mário Moacyr Porto, também dono de uma verve impressionante, comentou, assim, a sua demissão.

ABELARDO

Um paraibano de Itabaiana, Abelardo Jurema, ministro da Justiça de João Goulart, esteve, por conta disso, no olho do furacão. Desencadeado o golpe, foi procurado pelo brigadeiro Moreira Alves interessado em obter de Jango a ordem para jogar 50 aviões da Força Aérea brasileira contra as tropas de Mourão Filho que desciam de Minas Gerais. “Por esse preço não quero ficar no poder”, respondeu o presidente. Fugido do país, Abelardo estabeleceu-se em Lima, a capital do Peru. Um dia acordou, às 10 da noite, com batidas à porta. Atendeu, temeroso, ao chamamento, para quase morrer de susto. Era Jânio Quadros, por cuja renúncia Jango fora feito Presidente da República: “Vim visitar um ministro do meu país que, para sobreviver, vende charutos”, disse o visitante. E, de pronto, perguntou ao dono da casa: “Já tens dinheiro para uísque?”. Abelardo só tinha para pisco, uma bebida local. E Jânio, sem se fazer de rogado: “Serve. Traz uma bem gelada”.

Por Frutuoso Chaves, do Jornal da Paraíba 

Campinense põe favoritismo no Nordestão à prova contra o Salgueiro

Primeiro jogo das quartas de final acontece nesta quinta-feira, às 21h30
Primeiro jogo das quartas de final acontece nesta quinta-feira, às 21h30

Invicto na temporada, com o artilheiro do Brasil e respeitado pelos adversários. Esse é o Campinense, que entra nas quartas de final da Copa do Nordeste com banca de favorito no duelo contra o Salgueiro. O primeiro jogo do mata-mata acontece nesta quinta-feira, às 21h30, no Estádio Cornélio de Barros, no Sertão pernambucano. Já a definição do classificado será no domingo, no Amigão, em Campina Grande.

A superioridade da Raposa é fácil de ser medida. Afinal, os dois times fizeram parte do Grupo A do Nordestão. O time paraibano passou com 16 pontos (5 vitórias e um empate), enquanto o Carcará fez 10 (três vitórias, um empate e duas derrotas). Nas duas vezes que se enfrentaram, o Rubro-Negro venceu.

Apesar de tantos números favoráveis, o adversário está longe de ser considerado presa fácil pelo técnico Francisco Diá. Ele está convicto que o Salgueiro era a “pior opção” possível para adversário no mata-mata, em detrimento a Santa Cruz, Fortaleza e CRB, as outras opções possíveis no sorteio na CBF.

“Eu analisei todos os times que poderiam aparecer na nossa frente nessa próxima fase e, de todos eles, posso garantir que o mais complicado é o Salgueiro. Eu venho analisando os jogos deles, vejo que o time é muito bem postado, e por isso vem fazendo uma bela campanha no Campeonato Pernambucano”, elogiou Diá.

Mesmo já liberados pelo departamento médico, o lateral-direito Paulinho e o atacante Raul não foram relacionados para a partida contra o Salgueiro e ficaram em Campina Grande aprimorando a parte física. A novidade deve ser Filipe Ramon no meio-campo, entrando no lugar de Jussimar.

No último treino em Campina Grande, Diá testou ainda Negretti na lateral direita no lugar de Everaldo, o que revela uma certa preocupação com os laterais do Salgueiro, que costumam apoiar muito o ataque, especialmente jogando no Cornélio de Barros.

No Salgueiro, a expectativa é que o desfecho do jogo de hoje seja diferente daqueles da primeira fase. Líder do hexagonal final do Campeonato Pernambucano, o Carcará só perdeu três vezes no ano, sendo duas delas para o Campinense pelo Nordestão.

“É uma situação diferente da que nós tivemos nos outros dois jogos contra o Campinense. A primeira fase é de classificação, onde tinham outros jogos para recuperar, como nós fizemos. Agora, não. São dois jogos, que em 180 minutos você define uma classificação para a semifinal, que é importantíssima para o Salgueiro”, afirmou o técnico Sérgio China.

Em relação ao time que venceu o Sport, no último domingo, a novidade será a volta do goleiro Mondragón, que não jogou na Ilha do Retiro por cumprir suspensão.

Por Expedito Madruga

Imóvel do ‘Minha Casa, Minha Vida’ pode chegar a R$ 225 mil

Renda para usufruir do programa subiu para até R$ 6.500, mas sem subsídio
Renda para usufruir do programa subiu para até R$ 6.500, mas sem subsídio

O governo federal lançou ontem a terceira etapa do programa Minha Casa, Minha Vida para contratar dois milhões de unidades habitacionais até 2018. O programa criou uma nova faixa de renda intermediária entre a faixa um, que é referente aos imóveis contratados pelo poder público, e a dois, que diz respeito às contratações privadas. Na nova fase, houve reajuste do teto da faixa de renda dos beneficiários para inclusão nas categorias em até 30%, chegando a R$ 6.500, e dos preços dos imóveis, que podem chegar a R$ 225 mil, após alta de 18,42%.

O vice-presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil de João Pessoa, Gilson Frade, avalia que o lançamento da nova etapa do programa pode impulsionar os negócios do setor, que tiveram queda de 5% no volume de vendas no segmento residencial, no ano passado. Porém, ele tem receio sobre a efetividade dos investimentos. O governo anuncia que, em dois anos, serão aplicados R$ 210,6 bilhões, dos quais R$ 41,2 bilhões são do Orçamento Geral da União (OGU).

“O governo deve ter caixa para financiar os projetos em parceria com as prefeituras, que são realizados com recursos do OGU. Já nas demais faixas, os recursos são oriundos do FGTS. Os dois têm uma representatividade grande na cadeia da construção civil, inclusive com uma grande geração de empregos. Além disso, o reajuste nas faixas permite que ampliemos o número de pessoas que se enquadram nas categorias e que poderão ter acesso ao Minha Casa, Minha Vida”, disse Gilson Frade.

COMEÇA DIA 4 DE ABRIL

A nova Faixa 1,5 é para as famílias que ganham até R$ 2.350,00. Além disso, a seleção dos beneficiários das Faixas 1 e 1,5 será feita pelo Sistema Nacional de Cadastro Habitacional a partir de 4 de abril. Beneficiários e interessados poderão acompanhar todo o processo pelo Portal do Minha Casa, Minha Vida (www.minhacasaminhavida.gov.br), que concentrará informações sobre o programa, simulador de financiamento, além da situação cadastral de cada família. 

Na Faixa um, até 90% do valor do imóvel será subsidiado e os beneficiários pagarão prestações mensais de até R$ 270, de acordo com a renda, sem juros e durante 10 anos. Na faixa 1,5, o financiamento terá juros de 5% ao ano. Na faixa dois, a taxa do financiamento será de 5,5% a 7% ao ano. Na faixa três, o financiamento terá juros anuais de 8,16%.

Da Redação, com Agência Brasil 

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