A ex-prefeita Magna Gerbasi (PTB), formalizou, na noite desta terça-feira (3), sua pré-candidatura à Prefeitura Municipal de Rio Tinto. Ela já foi prefeita da cidade por dois mandatos, afirmou que tomou a decisão de disputar as eleições depois do pedido da população.
O anúncio foi feito pela prefeita Dudu de Brizola, do mesmo partido, após reunião com secretários e vereadores do grupo de situação, na chácara da família Brizola. “O nome da ex-prefeita Magna é o de maior consenso dentro do grupo”, afirmou.
Durante o anúncio, a ex-prefeita disse que tem ficado sensibilizada com as diversas manifestações de apoio ao seu nome e resolveu aceitar o desafio. “Não posso negar que fiquei feliz com o gesto de confiança de todo o grupo. Isso nos enche de estímulo para essa nova jornada em nossa vida política. Compromisso de fazer sempre o melhor”, declarou Magna.
Ainda durante a reunião, Magna assegurou aos presentes que já começou as articulações para a disputa do pleito. Ela deu sinais que terá como companheiro de chapa o empresário Marcos Aurélio (Marcão), atual vice-prefeito e presidente municipal do PR.
Segundo a assessoria do PTB municipal, está sendo programado um evento para reunir lideranças municipais e estaduais, no intuito de traçar estratégias para o fortalecimento da pré-candidatura.
Ao final da reunião, a pré-candidata concedeu entrevista exclusiva ao Portal PBVale. Ela respondeu a vários questionamentos feitos recentemente pelos seus opositores nas rádios locais.
O Supremo Tribunal Federal (STF) anunciou agora há pouco que vai julgar amanhã (5) o pedido da Rede Sustentabilidade de afastamento do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha. A ação foi protocolada ontem na Corte e está sob a relatoria do ministro Marco Aurélio.
O partido sustenta que Cunha não pode permanecer na presidência da Câmara por ser réu em uma ação penal que tramita no STF sobre o suposto recebimento de U$S 5 milhões de propina em contratos de navios-sonda da Petrobras. Para o partido, Cunha está na linha sucessória da Presidência da República, cargo que não admite, de acordo com a Constituição, ser exercido por um réu.
“Não é possível que ocupe um cargo que é constitucionalmente vocacionado à substituição do Presidente da República alguém que é réu em ação penal instaurada pelo STF, porque esse estado é incompatível com o exercício das funções de Chefe de Estado e de Governo. Consequentemente, enquanto pende o processo, o envolvido está impedido de exercer a Presidência da Câmara dos Deputados ou do Senado Federal, devendo, por isso, ser afastado destes cargos.”, argumenta o partido.
Ao fazer o anúncio do julgamento, o presidente do Supremo, Ricardo Lewandowski, disse que a Corte deve resolver a questão amanhã, porque será a última sessão do STF antes da votação no plenário do Senado sobre o pedido de abertura de processo de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff. Ela será afastada por 180 dias, em caso de aprovação. A votação está prevista para a próxima quarta-feira (11).
“Está caracterizada a urgência na medida em que amanhã será a última sessão [do STF] antes daquela quarta-feira, e que nós poderemos decidir a questão que será trazida pelo ministro Marco Aurélio”, disse o presidente.
Caso o Senado aprove a admissibilidade do impeachment e o afastamento de Dilma por 180 dias, Michel Temer, atual vice-presidente, assumiria o cargo e Cunha seria o primeiro na linha sucessória, exercendo na prática as atividades de vice.
A Constituição proíbe que um réu assuma uma cadeira no Palácio do Planalto, mesmo de forma interina, no caso de uma viagem de Temer para fora do país, por exemplo. A dúvida é saber se Eduardo Cunha poderá ocupar o cargo sendo réu em uma ação penal no STF, por suspeita de receber U$S 5 milhões em propina.
Ação Penal
No mês passado, o Supremo abriu ação penal contra Cunha e a ex-deputada federal e atual prefeita de Rio Bonito (RJ), Solange Almeida, pelos crimes de corrupção. Cunha passou a condição de primeiro réu nas investigações da Operação Lava Jato que tramitam no Supremo.
De acordo com os ministros, há indícios suficientes de que Eduardo Cunha pressionou, a partir de 2010, o ex-consultor da empresa Mitsui e um dos delatores da Lava Jato, Júlio Camargo, para que ele voltasse a pagar propina de US$ 5 milhões por um contrato de navios-sonda com a Petrobras, cuja negociação foi interrompida por problemas jurídicos.
Outro processo
Cunha é alvo de um segundo pedido de afastamento, feito no ano passado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot. O pedido é mais amplo e solicita que Cunha seja afastado do cargo, mas não deve julgado amanhã.
Para justificar o pedido, o procurador citou 11 fatos que comprovariam que Cunha usa o mandato de deputado e o cargo de presidente da Casa “para intimidar colegas, réus que assinaram acordos de delação premiada e advogados”.
A operação Lava Jato virou motivo de preocupação para três parlamentares ou ex-parlamentares paraibanos, que poderão se transformar em réus no processo. Todos foram denunciados pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot. A lista inclui os deputados federais Manoel Júnior (PMDB) e Aguinaldo Ribeiro (PP), além do ex-senador e atual ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Vital do Rêgo Filho. Todos negam as acusações, mas poderão pagar um preço eleitoral muito alto por isso ou então causar prejuízo para aliados apoiados por eles.
Manoel Júnior (PMDB)
Deputado Federal Manoel Júnior (PMDB)
O deputado já enfrentava problemas com as ligações do nome dele ao do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). O parlamentar carioca é alvo de oito denúncias no Supremo Tribunal Federal (STF) por envolvimento em esquemas investigados pela Lava Jato. Manoel Júnior é alvo de uma acusação bem mais leve: ele teria, segundo o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, proferido achaques contra o banco Schahin com o objetivo de favorecer o corretor de seguros Lúcio Bolonha Funaro, que disputava contrato com instituição financeira. Janot suspeita que os parlamentares apresentaram requerimentos orientados por Cunha e atuaram na Câmara dos Deputados para pressionar o grupo Schahin.
Em resposta, o deputado afirmou que os requerimentos não chegaram sequer a ser efetivados, pois as audiências públicas foram transformadas em vindas do presidente do Banco Central à Câmara para prestar esclarecimentos. “Pois bem, este dois requerimentos foram instados como crimes. Não sabia que investigar corrupção e malversação do dinheiro público agora se transformava em crime. Se tivesse de fazer de novo, faria os mesmos requerimentos, no meu papel de deputado, de fiscalizador dos recursos públicos”, afirmou.
Aguinaldo Ribeiro (PP)
Deputado Federal Aguinaldo Ribeiro (PP)
Líder do PP na Câmara dos Deputados, Aguinaldo Ribeiro foi relacionado ainda no ano passado entre os denunciados por suposto recebimento de propina. O partido do ex-ministro das Cidades abriga 32 dos 51 políticos investigados. Aguinaldo é acusado do recebimento de dinheiro pago por empresas que tinham contrato coma Petrobras.
O ex-ministro tem evitado dar declarações sobe o assunto. Em defesas mais antigas, Aguinaldo disse que a inclusão do seu nome na operação Lava Jato foi uma tentativa de “retaliar ” o partido.
Vital do Rego Filho
Vital do Rêgo
É acusado de ter recebido propina paga por grandes empreiteiras quando presidia a CPMI da Petrobras. Ele e Gim Argello, ex-senador e preso atualmente, segundo Janot, cobravam pedágio dos executivos de empreiteiras para que eles não fossem convocados para depor.
“Ao tempo que reitera o repúdio às ilações associadas a seu nome na referida delação premiada, desprovidas de qualquer verossimilhança, o Ministro Vital do Rêgo informa que está à disposição das instituições para qualquer esclarecimento”, respondeu a assessoria.
A 4ª Vara Criminal de São Paulo enviou os autos do processo que apura se o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva cometeu crime de lavagem de dinheiro para a 13ª Vara Federal de Curitiba (PR). A remessa foi feita na quinta-feira (28). Na ação, o Ministério Público de São Paulo ofereceu denúncia e pediu a prisão preventiva de Lula sob a acusação de que o ex-presidente é o proprietário oculto de um apartamento tríplex no Guarujá, litoral paulista.
Em março, a juíza Maria Priscilla Veiga de Oliveira determinou o envio do processo ao avaliar que os possíveis delitos relacionados ao imóvel estão sob apuração da Operação Lava Jato e devem ser investigados dentro do contexto do esquema nos inquéritos abertos na esfera federal. Com isso, o processo passará a integrar o conjunto sob responsabilidade do juiz federal Sérgio Moro.
“O pretendido nestes autos, no que tange às acusações de prática de delitos chamados de ‘lavagem de dinheiro’ é trazer para o âmbito estadual algo que já é objeto de apuração e processamento pelo Juízo Federal da 13ª Vara Federal de Curitiba/PR e pelo MPF [Ministério Público Federal], pelo que é inegável a conexão, com interesse probatório entre ambas as demandas, havendo vínculo dos delitos por sua estreita relação”, diz a decisão da magistrada. A Juíza também retirou o sigilo do processo.
Em março, os advogados do ex-presidente Lula, Roberto Teixeira e Cristiano Zanin Martins, pediram a impugnação da decisão ao Tribunal de Justiça de São Paulo. Eles tiveram a solicitação negada. “Não há qualquer elemento concreto que possa vincular o triplex ou a suposta reforma realizada nesse imóvel a “desvios da Petrobras”, como afirma a decisão; o que existe é imputação de uma hipótese, insuficiente para motivar uma acusação criminal”, argumentaram os advogados, em nota publicada pelo Instituto Lula, em março.
A defesa do ex-presidente também contestou a remessa do processo para Curitiba. “Mesmo que fosse possível cogitar-se de qualquer vínculo com ‘desvios da Petrobras’, isso não deslocaria o caso para a competência da Justiça Federal; a Petrobras é sociedade de economia mista e há posição pacífica dos tribunais de que nessa hipótese a competência é da Justiça estadual; mesmo que fosse possível cogitar-se, por absurdo, de qualquer tema da competência da Justiça Federal, não seria do Paraná, pois o imóvel está localizado no estado de São Paulo e nenhum ato foi praticado naquele outro estado.”
A denúncia
Os promotores do Ministério Público de São Paulo (MP) Cássio Conserino, José Carlos Blat e Fernando Henrique Moraes de Araújo disseram ter colhido duas dezenas de depoimentos que comprovariam que o apartamento era “destinado” ao ex-presidente e sua família. O MP acusa Lula de lavagem de dinheiro – na modalidade ocultação de patrimônio – e falsidade ideológica.
“Aproximadamente duas dezenas de pessoas nos relataram que, efetivamente, aquele tríplex do Guarujá era destinado ao ex-presidente Lula e sua família. Dentre essas pessoas figuravam funcionários do prédio, o zelador do prédio, a porteira do prédio, moradores do prédio, funcionário da OAS, ex-funcionário da OAS, e o proprietário da empresa que fez a reforma naquele imóvel e, pelos relatos, fez uma reunião para apresentar parte da reforma efetuada, com a presença da ex-primeira dama e de seu filho, além do senhor Léo Pinheiro”, disse o promotor Cassio Roberto Conserino ao apresentar a denúncia à imprensa.
Além de Lula, foram denunciados por lavagem de dinheiro e falsidade ideológica, sua mulher, Marisa Letícia, por participação em lavagem de dinheiro; e seu filho, Fábio Luiz Lula da Silva, por participação em lavagem de dinheiro.
Chuvas estão sendo previstas apenas para faixa litorânea da Paraíba nesta quarta-feira (4), conforme relatório da Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa) que também aponta que as chuvas vão ser rápidas e em áreas isoladas do Litoral.
Para as demais regiões que compõem o setor leste do Estado, Agreste e Brejo, o tempo vai ser de nebulosidade variável.
Já para a região do Semiárido, Cariri-Curimataú, Alto Sertão e Sertão, há também previsão de nebulosidade variável. No Alto Sertão, a temperatura máxima deverá chegar aos 34º C e a mínima, aos 21º C.
Confira como deverá ficar a temperatura nas demais regiões do Estado: Litoral – máxima de 30º C e mínima de 24º C Brejo – máxima de 28º C e mínima de 20º C Agreste – máxima de 30º C e mínima de 22º C Cariri-Curimataú – máxima de 34º C e mínima de 21º C Sertão – máxima de 35º C e mínima de 23º C
Mais de 31% do público alvo da campanha de vacinação contra a influenza na Paraíba foi imunizada até a segunda-feira (2), de acordo com balanço divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde nesta terça-feira (3). A campanha começou no sábado (30) e alcançou 268.860 pessoas nos três primeiros dias. A meta é alcançar 946.103 paraibanos.
O público-alvo são crianças de seis meses a menores de cinco anos; idosos com mais de 60 anos; gestantes; mulheres no período de até 45 dias após o parto; presos e trabalhadores do sistema prisional; população indígena; trabalhadores de saúde; portadores de doenças crônicas e jovens 12 a 21 anos que cumprem medidas socioeducativas. Todos eles devem apresentar o cartão de vacinação nos postos.
A assessora técnica do Núcleo de Imunização da Secretaria de Estado da Saúde, Márcia Mayara, comemora o resultado dos primeiros dias. “Houve uma grande procura nas unidades para tomar a vacina no Dia D, e a demanda continua alta até o momento”, disse. A vacina contra a gripe é trivalente, ou seja, previne contra três tipos do vírus: H1N1, H3N2 e B.
O desembargador do Tribunal de Justiça de Sergipe, Ricardo Múcio Santana de Abreu Lima, deferiu hoje (3) um pedido de reconsideração do WhatsApp e determinou que o serviço seja liberado em todo o país.
A medida revoga decisão do desembargador Cezário Siqueira Neto, que havia negado o recurso apresentado pelo Facebook, dono do Whatsapp, para liberar o aplicativo.
A liberação do serviço depende agora das operadoras de telefonia, que devem ser notificadas da decisão.
Carlos Arthur Nuzman desembarca com o fogo olímpico: dirigente se emocionou antes de descer (Foto: Raphael Andriolo)
Carlos Arthur Nuzman desembarca com o fogo olímpico: dirigente se emocionou antes de descer (Foto: Raphael Andriolo)
Foram dias de espera. Desde o dia 21 de abril, quando foi acesa, a chama olímpica circulou por Grécia e Suíça. Por volta das 7h30 desta terça-feira (3), um dos principais símbolos dos Jogos Olímpicos desembarcou em Brasília após um esquema especial de transporte de Genebra para o Distrito Federal. Agora, tem a missão de percorrer 327 cidades e transmitir o espírito olímpico a um país abalado por crises política e econômica às vésperas dos Jogos.
Caças acompanharam a chegada do avião com a chama olímpica (Foto: João Gabriel Rodrigues)
A chama olímpica deixou Genebra na noite de segunda-feira, horário local. Durante o voo, as quatro lamparinas acesas com o fogo olímpico foram cuidadas por guardiões treinados anteriormente. No avião, estavam Carlos Arthur Nuzman, presidente do Comitê Olímpico do Brasil e do Comitê Rio 2016; Giovane Gávio, bicampeão olímpico com a seleção de vôlei; convidados de patrocinadores e da organização, como as celebridades de redes sociais Maju Trindade e Thainara OG; os criadores da tocha, Gustavo Chelles e Romy Hayashi, e jornalistas. Durante a parte final do viagem, a aeronave foi acompanhada por dois aviões de caça da Força Aérea Brasileira.
Antes de descer do avião com as lamparinas, Nuzman fez um discurso emocionado para todos presentes no voo. Do aeroporto, o dirigente seguiu para o Palácio do Planalto, onde chegou pouco antes das 9h para participar de uma cerimônia com a presença da presidente Dilma Rousseff. A governante acendeu a tocha na pira olímpica e passou para as mãos de Fabiana, capitã da seleção brasileira de vôlei e bicampeã olímpica. A jogadora foi escolhida pela própria presidente, que desejava que a primeira atleta a carregar a tocha fosse uma jogadora da equipe que buscará o terceiro ouro seguido no Rio.
O caminho da tocha rumo ao Brasil foi marcado pela esperança de que o símbolo poderá unir um país dividido. Presidente do Comitê Olímpico Internacional, Thomas Bach afirmou esperar que o símbolo ajude a melhorar os ânimos da população. Carlos Arthur Nuzman adotou o mesmo discurso.
“Os índices que temos de popularidade dos Jogos no Rio de Janeiro estão na faixa de 75%, que é superior a outros Jogos. A chegada da chama e da tocha certamente vai trazer um interesse maior, porque a população começa a vivenciar não só notícias, mas também as emoções daqueles que participam, que vão contar suas histórias. É uma alegria muito grande começar a caminhada em direção ao Brasil, onde vamos poder oferecer a 12 mil condutores da tocha momentos de enorme felicidade e poder unir o Brasil todo em torno dos Jogos Olímpicos. É um dos momentos especiais que estamos vivendo”, disse Nuzman.
Apesar de todo o esquema especial, o caminho até o Brasil foi tranquilo. Sem grandes turbulências, a maior parte dos passageiros aproveitou o tempo para descansar. Os guardiões se mantiveram sentados nas primeiras fileiras da classe econômica. Após o assédio para fotos e filmagens no início da viagem, foram poucos os que se levantaram para acompanhar a chama durante o voo. Durante todo o tempo de viagem, as quatro lamparinas foram cuidadas pelos guardiões Humberto Freire, Alice Cardoso, Marco Elias e Marcelo Barros, escolhidos após um processo de seleção.
Além deles, outros três guardiões foram treinados para o percurso entre as 327 cidades pelo Brasil. Eles terão a missão de acompanhar os 12 mil condutores da tocha no país. Por isso, entre as exigências do comitê, estavam a boa forma física e a capacidade de correr longas distâncias todos os dias.
Chama teve proteção especial ao longo do voo de Genebra para Brasília (Foto: Divulgação/Rio 2016)
Pelas normas de segurança da aviação, apenas quatro lamparinas eram permitidas no voo. Outras cinco serão usadas no percurso em solo brasileiro. Por proibição, não houve o abastecimento das lanternas durante o percurso. Os guardiões, então, precisaram se preocupar com o tamanho da chama para que o querosene durasse toda a viagem. Estavam treinados também para reacender a chama caso uma delas se apagasse. Não foi necessário.
Todos os guardiões passaram por treinamento específico da LATAM antes do voo. Apenas dois, porém, têm o certificado da companhia aérea para efetuar os procedimentos necessários durante a viagem de pouco mais de 11 horas entre Genebra e Brasília. Por isso, precisaram se revezar nas idas ao banheiro e nas horas de descanso rumo ao Brasil.
Giovane Gávio e os caças da escolta: chegada da Chama Olímpica foi cercada de emoção (Foto: João Gabriel Rodrigues)
Entre os presentes no voo, Giovane já havia vivido uma experiência parecida, durante o transporte da chama pan-americana para o Rio de Janeiro, antes do Pan de 2007. Primeiro brasileiro a carregar a tocha dos Jogos, durante a cerimônia de acendimento em Olímpia, no dia 21 de abril, o bicampeão olímpico se mostrou empolgado por fazer parte da viagem. Espera, porém, que o povo brasileiro saiba separar a tensão diante dos problemas políticos e econômicos do país da emoção de viver a experiência de sediar as Olimpíadas pela primeira vez.
No voo, também esteve presente a carioca Lara Leite de Castro, primeira brasileira a conduzir a tocha olímpica na história, antes dos Jogos de Barcelona. Agora, ela, que mora em São Lourenço, em Minas Gerais, terá a chance de reviver o momento ao participar do revezamento nesta terça-feira, em Brasília.
Mamanguape recebe em junho o revezamento da tocha olímpica
A chama olímpica passará ao todo por mais de 300 cidades, espalhadas pelas cinco regiões do país. No estado da Paraíba, 07 (sete) cidades receberão o revezamento da tocha. No dia 02 de junho ela passará por Pedras de Fogo, Itabaiana e Campina Grande. No dia 03 de junho segue por Guarabira, Sapé e João Pessoa. A cidade de Mamanguape fecha o revezamento no estado com a passagem da Tocha Olímpica no sábado, dia 04 de junho.
As economias da China e do Japão devem desacelerar de forma acentuada nos próximos dois anos, mas o crescimento da Ásia vai continuar forte, com a procura doméstica a compensar o fraco comércio global, informou nesta terça-feira (3) o Fundo Monetário Internacional (FMI).
Medidas de estímulo governamentais, a descida do preço das matérias-primas e o desemprego reduzido vão ajudar a expansão regional, acrescentou FMI, incentivando os líderes nacionais a avançarem com reformas.
O fundo alertou, no entanto, para vários desafios externos, como o enfraquecimento das economias desenvolvidas e do comércio global e o aumento da volatilidade dos mercados financeiros globais.
Desde a última análise sobre a região, em outubro, os mercados globais revelaram-se mais voláteis e a preocupação com a economia chinesa e a queda dos preços do petróleo tiveram impacto nas ações em janeiro e fevereiro, que desvalorizaram em bilhões de dólares. Apesar de uma ligeira recuperação desde março, os investidores continuam reticentes.
“A Ásia continua a ser a parte mais dinâmica da economia global, mas enfrenta severas adversidades devido à lenta recuperação global, ao fraco comércio global e ao impacto em curto prazo da transição de crescimento da China”, disse o FMI.
Ainda segundo o fundo, para fortalecer a resistência aos riscos globais e continuar a ser uma fonte de dinamismo, os dirigentes da região devem avançar com reformas estruturais para aumentar a produtividade e criar espaço fiscal, ao mesmo tempo em que apoiam a procura.
O FMI havia estimado que o crescimento da Ásia fosse de 5,3% este ano e no próximo, menos que a estimativa anterior de 5,4%.
A economia da China, a segunda maior do mundo e impulsionadora do crescimento global, deve crescer 6,5% este ano e 6,2% em 2017.
A Cidade do México emitiu novo alerta de poluição atmosférica, o que significa que 40% dos veículos não poderão circular nesta terça-feira (3) e que as indústrias terão de cortar emissões.
A poluição na cidade de mais de 20 milhões de habitantes piorou em março, levando as autoridades a emitir os primeiros alertas numa década e a impor restrições ao trânsito.
As novas regras obrigam que um em cada cinco carros fique fora das estradas diariamente, mas o alerta emitido na segunda-feira fará duplicar a proibição hoje. Cerca de 5,5 milhões de veículos circulam habitualmente na cidade.
A Comissão Ambiental da Megalópole, que inclui autoridades da capital e de estados, ordenou que as empresas de cimento, químicas, farmacêuticas, de petróleo e energia reduzam as emissões até 40%.
O alerta surgiu após os níveis de poluição chegarem aos 161 pontos, acima do limite dos 150.
Realizada pelo PT da Paraíba com o governador Lucas, em parceria com diversos partidos aliados, a plenária contou com a presença do governador Lucas Ribeiro, do senador eleito João Azevêdo, da presidente estadual do PT e deputada estadual reeleita Cida Ramos, além de deputados e deputadas eleitos, prefeitos, vereadores e lideranças políticas de diferentes regiões do estado.
A HospitalMed 2026 será realizada de 21 a 23 de outubro, no Pernambuco Centro de Convenções, em Olinda, reunindo mais de 300 expositores, 400 marcas e expectativa de 29 mil visitantes. O evento apresenta soluções em tecnologia, gestão, equipamentos e inovação, consolidando-se como uma oportunidade estratégica para médicos, clínicas, hospitais e empresas da saúde que buscam crescimento e novos negócios.
Hervázio Bezerra agradeceu a votação recebida em Tavares, onde foi o quarto deputado estadual mais votado com 317 votos. O parlamentar destacou o apoio dos eleitores e de lideranças políticas durante a campanha.