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Força Tática prende acusado de traficar na Praça JP, em Rio Tinto

José Jeferson estava vendendo drogas na Praça João Pessoa
José Jeferson estava vendendo drogas na Praça João Pessoa
José Jeferson estava vendendo drogas na Praça João Pessoa

A Força Tática da 2ª Companhia Independente de Polícia Militar de Mamangupe, prendeu na noite da última quinta-feira (25), José Jeferson do Nascimento, após abordagem em plena Praça João Pessoa, no Centro de Rio Tinto.

Segundo a PM, a Polícia Civil teria solicitado um apoio para verificar denúncias de populares em que um suspeito estava traficando drogas na Praça. “Houve uma abordagem ao seu veículo Parati, ao ser indagado, Jerferson confessou que havia drogas no interior de sua residência e autorizou que as equipes realizassem uma busca”, consta em relatório.

Na casa foram encontradas três pedras de crack, sendo duas grandes e uma menor, além da quantia em dinheiro fracionado de R$ 460,00.

A Polícia Militar encaminhou o acusado para a Delegacia de Polícia Civil para ser entregue a autoridade judiciária.

Da redação

Prefeitura prorroga prazo para inscrições em concurso com 222 vagas na Paraíba

Concurso tem 222 vagas em São José de Piranhas
Concurso tem 222 vagas em São José de Piranhas
Concurso tem 222 vagas em São José de Piranhas

Foi prorrogado, nesta sexta-feira (26), o prazo de inscrição no concurso público da prefeitura de São José de Piranhas, que oferece 222 vagas para cargos de níveis fundamental, médio, técnico e superior com remunerações que variam entre R$ 880 e R$ 6 mil. Veja aqui o edital.

De acordo com o edital, as inscrições vão poder ser realizadas até as 23h59 do dia 4 de setembro. Os candidatos podem realizar mais de uma inscrição no concurso, desde que sejam de cargos de níveis diferentes e horários de provas distintos.

As inscrições devem ser feitas no site da organizadora do concurso e custam R$ 50 para os cargos de nível fundamental completo e incompleto; R$ 80 para cargos de nível médio e técnico; e R$ 100 para cargos de nível superior.

A previsão é de que as provas sejam realizadas no dia 9 de outubro, com divulgação do gabarito provisório previsto para o mesmo dia, após o fim da realização das provas.

Portal Correio

MPF/DF vai à Justiça para garantir diploma a 324 ex-alunos de faculdade privada no DF

“Ministério da Educação também foi acionado por ter demorado a adotar providências contra a instituição de ensino”.

O envio à Justiça de uma ação civil pública de obrigação de fazer – esse foi o caminho adotado pelo Ministério Público Federal (MPF) para resolver o problema de 324 estudantes que concluíram os cursos de Marketing, Rede de Computadores e Gestão Pública na Faculdade de Tecnologia Equipe Darwin, no Distrito Federal (FTED), mas não receberam os respectivos diplomas. Além da instituição particular de ensino, o Ministério da Educação (MEC), por meio da União, também é alvo da ação do MPF. A prioridade é assegurar a liberação dos documentos, mas, caso isso não seja possível, o MPF solicita que a faculdade seja condenada a indenizar os ex-alunos pelos danos materiais e também morais sofridos em decorrência do não reconhecimento dos cursos.

A ação judicial é resultado de um inquérito civil instaurado na Procuradoria da República do Distrito Federal (PR/DF) com base em representação que questionou a demora da faculdade em liberar os diplomas para os formandos no curso de Tecnologia em Redes de Computadores. Durante as investigações – iniciadas em 2011 – ficou comprovado que o curso ainda estava em processo de reconhecimento pelo MEC e que, por esse motivo, a instituição de ensino estava impossibilitada de emitir o documento. Outra constatação foi a de que a restrição também atingia os cursos de Marketing e Gestão Pública.

Na ação, a procuradora da República Luciana Loureiro Oliveira cita algumas normas que regulamentam o tema. É o caso da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei 9.394/96) e do Decreto 5.773/06, que é taxativo ao prever que o reconhecimento do curso é condição necessária para a validade nacional do respectivo diploma. Em outro trecho, a procuradora explica por que motivo os estudantes da Faculdade Darwin não puderam ser beneficiados pela Portaria 40/07 do MEC, que permite a emissão e registro de diplomas mesmo em situações em que o pedido de reconhecimento ainda esteja em andamento. Segundo a ação, a FTED deu entrada nos pedidos de reconhecimento dos cursos após o prazo previsto na legislação.

Documentos reunidos durante a fase preliminar de investigação revelaram que os cursos foram autorizados em 2005, começaram a ser ministrados em 2006, mas somente três anos mais tarde – em 2009 – a instituição solicitou o reconhecimento junto ao MEC. “Além disso, os processos de reconhecimento dos cursos foram recentemente arquivados pelo MEC, bem como foi arquivado o pedido de recredenciamento da FTED, protocolado em 15/06/2009, por falta de pagamento das taxas correspondentes”, detalha um dos trechos do documento.

A ação traz informações acerca de deficiências e irregularidades identificadas pelo MEC em vistorias e inspeções feitas junto à instituição, como parte do processo de reconhecimento. A procuradora cita, por exemplo, um relatório, elaborado no fim de 2011 pelo Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), que descreve a existência de “um perfil precário ou muito precário de qualidade”. Outro documento, uma nota técnica de 2012, também é mencionada na ação. Neste caso, são listadas sete irregularidades como: desordem administrativa, oferta de curso de pós-graduação com carga horária inferior ao determinado pela legislação e até o fato de matricular na pós-graduação quem ainda não havia concluído a graduação.

Demora e omissão – Ao justificar a decisão de propor a ação civil pública, o MPF descreve o que foi feito pelo MEC após a constatação das irregularidades na FTED. Apenas em 2013 foi instaurado um processo administrativo contra a instituição e determinado, em caráter de medida cautelar, a suspensão de novas matrículas para cursos de pós-graduação, medida que, segundo as investigações, não foi cumprida pela instituição. Já as punições foram anunciadas em 2014, com a conclusão do processo administrativo. “Ocorre que, até que dessa decisão fosse tomada pelo MEC, diversos alunos cursaram e concluíram os referidos cursos, havendo alunos que esperam pela emissão dos diplomas desde 2007”, enfatiza a ação.

Diante do quadro, em 2015, o MPF enviou recomendação à Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior do MEC, com o propósito de assegurar a adoção de providências para que os três cursos fossem reconhecidos no prazo de 60 dias. Como a medida não foi acatada pelo órgão – que também preferiu o silêncio ao ser acionado para se manifestar sobre as medidas adotadas para solucionar o caso –, a procuradora responsável pela investigação decidiu acionar a Justiça contra a instituição de ensino e o próprio Ministério.

Pedidos – O principal pedido apresentado pelo MPF na ação é para que Justiça obrigue a União a fazer o reconhecimento excepcional dos três cursos, “tão somente para fins de expedição e registro dos diplomas dos 324 alunos” que, segundo a própria instituição, concluíram os cursos. Para isso, no entanto, reconhece a ação, deve ser verificado se a faculdade cumpriu normas como o atendimento das diretrizes curriculares e adequação da carga horária dos cursos. Como forma de viabilizar o atendimento a essa solicitação, a autora da ação requer que a FTED seja obrigada a fornecer ao MEC toda a documentação necessária à comprovação da regularidade.

Caso a regularidade não seja comprovada, e, consequentemente o reconhecimento excepcional dos cursos pelo MEC se torne inviável, o MPF pede que a faculdade seja condenada a indenizar os ex-alunos. Nessa hipótese, o pedido é para que a instituição restitua a título de danos materiais, todo o valor pago pelas mensalidades e taxas, além de pagar uma indenização por danos morais equivalente ao dobro do total dos prejuízos materiais sofridos por cada estudante.

MPF

Polícia Federal indicia Lula e Marisa Letícia em inquérito sobre tríplex

A Polícia Federal (PF) indiciou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ex-primeira dama Marisa Letícia no inquérito da Operação Lava Jato que apura a compra de um apartamento tríplex em Guarujá, no litoral paulista. O delegado Márcio Anselmo informou que Lula deve responder pelos crimes de corrupção passiva, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro.

De acordo com o delegado, Lula e sua esposa foram “beneficiários de vantagens ilícitas” na reforma do tríplex e na guarda de bens do ex-presidente em um guarda-volumes.

“Em face do exposto, foi possível apurar que o casal Luiz Inácio Lula da Silva e Marisa Leticia Lula da Silva foi beneficiado de vantagens ilícitas, por parte da OAS, em valores que alcançaram R$ 2.430.193,61 referentes às obras de reforma no apartamento 164-A do Edifício Solaris, bem como no custeio de armazenagem de bens”, diz trecho do relatório do indiciamento.

Na mesma investigação, foram indiciados o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro, o ex-diretor da empreiteira Paulo Roberto Valente Gordilho e o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto.

Além das obras no apartamento, os delegados da Lava Jato investigaram pagamentos mensais da empreiteira OAS, no período de janeiro de 2011 e 2016, para transportadora Granero, por serviços de guarda de objetos pessoais que compunham o acervo presidencial de Lula.  Segundo os investigadores, a empreiteira ocultou os valores pagos.

“Em que pese o declarado no sentido de que a OAS teria apoiado Luiz Inácio Lula da Silva no custeio desse depósito de bens trazidos quando deixou a presidência, considerado acervo presidencial. Curiosamente, ao invés de realizarem o ato por intermédio do Instituto Lula, buscou-se a ocultação do real titular com contrato mediante a contratação direta pela OAS, beneficiária direta do esquema de desvios de recursos no âmbito da Petrobras investigados na Operação Lava Jato,” diz a PF.

Defesa

Procurado pela reportagem, o Instituto Lula informou que o ex-presidente não é proprietário do imóvel. Em postagem no Facebook, o ex-presidente disse somente que “na semana da reta final do [processo de] impeachment, a Lava Jato ressuscita na mídia as falsas acusações de que Lula seria o dono de um tríplex no Guarujá” e publicou uma lista de documentos que provariam que ele não é dono do imóvel.

Os advogados de Lula disseram que devem se manifestar sobre o indiciamento no final da tarde por meio de nota.

A defesa do presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, disse que “não existe vantagem ilícita” na manutenção do acervo presidencial.

Em nota à imprensa, o advogado Fernando Augusto Fernandes, que defende Okamotto, disse que não houve crime nenhum na contribuição que foi recebida pelo Instituto Lula para a manutenção do acervo presidencial, após a saída de Luiz Inácio Lula da Silva da Presidência da República.

“O acervo é privado, de interesse público e do povo brasileiro, regulado pela Lei 8394/91. Tal acervo é composto por milhares de cartas e lembranças do povo brasileiro e de autoridades estrangeiras oferecidas ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A preservação de toda essa memória é uma das atribuições do Instituto Lula”, diz a nota, enviada à Agência Brasil.

A legislação brasileira (Lei 8.394/91 e Decreto 4.344/2002) determina que os ex-presidentes são responsáveis pela guarda e preservação do acervo acumulado no exercício do cargo. Em nota enviada à imprensa em março deste ano, a assessoria do Instituto Lula informou que “a Presidência da República providenciou  triagem e entrega do acervo documental privado do ex-presidente Lula, da mesma forma como procedeu com seus antecessores, nos termos da Lei 8.394/91 e do Decreto 4.344/2002” e que “parte deste acervo está em processo de catalogação e tratamento para cumprir a legislação, em projetos coordenados pelo Instituto Lula, a exemplo do que é feito com o acervo privado de outros ex-presidentes brasileiros”.

A OAS informou que “não irá se manifestar” sobre o indiciamento.

Prefeito e mais 12 são denunciados pelo MPF-PB por desvio de recursos

Segundo ação do MPF, grupo desviou mais de R$ 797 mil do erário. Prefeito nega denúncia e garante que tem provas da inocência.

O prefeito João Bosco Nonato Fernandes (PSDB) da cidade de Uiraúna, no Sertão paraibano, e outras 12 pessoas foram denunciados pelo Ministério Público Federal (MPF) por improbidade administrativa após desdobramento da Operação Andaime. Conforme o MPF, o prefeito e os 12 suspeitos desviaram recursos públicos federais que superam R$ 797 mil e seriam usados para a construção de três Unidades Básicas de Saúde (UBS), três praças e para a reforma da rodoviária da cidade.

A construtora que seria responsável pelas obras também foi processada pelo MPF. Na Ação Civil Pública o Ministério Público pede a condenação de todos os denunciados pelo prejuízo causado aos cofres públicos, com o ressarcimento integral do dano causado ao erário, perda dos bens ou valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos de cinco a oito anos.

A pena pedida pelo MPF ainda prevê pagamento de multa civil de até duas vezes o valor do dano e proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de cinco anos. De acordo com a ação, a empresa denunciada era fantasma e havia vencido duas licitações para executar as obras previstas.   

Ainda segundo a ação, a empresa “fantasma”, junto a outras que pertencem ao dono da construtora envolvida, foi utilizada somente para conferir legalidade aos processos de licitação e possibilitar, em consequência, subcontratação ilegal e desvio de recursos públicos. Porém, a ação mostra que a construtora não esteve presente na execução das obras e que elas foram, de fato, executadas pelas empresas de um outro denunciado.

Além da subcontratação ilícita, foi verificado que na execução das obras houve pagamentos por parte de prefeitura de Uiraúna à construtura denunciada por serviços que não foram executados pela empresa. O Tribunal de Contas do Estado, em cumprimento à requisição do MPF, após visita à Prefeitura de Uiraúna, verificou incompatibilidade dos valores pagos aos serviços prestados. De acordo com a ação “cerca de R$ 66.938,37 foram pagos antecipadamente pela Prefeitura Municipal de Uiraúna, ou seja, foram pagos por serviços efetivamente não prestados, configurando, pois, desvio de recursos”.

A Operação Andaime, deflagrada em junho de 2015, apura irregularidades em licitações e contratos públicos, em especial fraude em licitações e desvio de recursos públicos na execução de obras públicas, já tendo sido investigados diversos municípios.

Segundo o Prefeito de Uiraúna, João Bosco Nonato Fernandes (PSDB), não houve nenhum desvio de recursos federais, nem problemas com as licitações envolvendo o processo. Ele garantiu que tem provas de que não cometeu nenhum erro e disse que está a disposição da justiça para prestar esclarecimentos.

Com G1PB

TSE divulga declaração de bens e planos de governo dos candidatos da 55ª Zona Eleitoral

As cidades de Rio Tinto, Marcação e Baía da Traição estão inseridas na 55ª Zona Eleitoral
As cidades de Rio Tinto, Marcação e Baía da Traição estão inseridas na 55ª Zona Eleitoral
As cidades de Rio Tinto, Marcação e Baía da Traição estão inseridas na 55ª Zona Eleitoral

Ao registrar as suas respectivas candidaturas, candidatos a cargos do Executivo protocolaram seus programas de governo e fizeram suas declarações de bens. Esta é uma das exigências para que possam concorrer às eleições, e deve ser apresentada junto a outros documentos, bem como suas certidões criminais.

O PBVale fez um levantamento das declarações de bens e dos planos de governo dos candidatos a prefeito e vice nas cidades de Rio Tinto, Marcação e Baía da Traição, inseridas na 55ª Zona Eleitoral.

Abaixo, você confere os bens declarados e clicando em “Proposta de governo” confere os planos registrados na justiça eleitoral.

Rio Tinto

Candidato Dr. Braga (PSD) – R$ 415.000,00 mil

(Propostas de governo)

Fernando Naia (PSB) – R$ 52.597,17

(Propostas de governo)

Marcão (PR) – R$ 35.000,00

(Propostas de governo)

Marcação

Paulo Sérgio (PSDB) – R$ 120.000,00

(Propostas de governo)

Lili Oliveira (PDT) – R$ (Nenhum bem declarado)

(Propostas de governo)

Baía da Traição

Manuel Messias (PSB) – R$ 80.000,00

(Propostas de governo)

Serginho Lima (PTB) – R$ 511.222,62

(Propostas de governo)

Zé de Oscar (PMDB) – R$ 125.000,00

(Propostas de governo)

Da redação

PBVale

 

 

PB acumula queda de 3,34% na geração de empregos, com 13,8 mil demissões em 2016

A Paraíba perdeu 97 postos de trabalho formais (com carteira assinada) no mês de julho, segundo dados divulgados nessa quinta-feira (25) pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho. Só neste ano, já são 13,8 mil empregos a menos no estado, número que é maior que os 13,1 mil verificados nos últimos 12 meses.

Segundo o Caged, a redução de 97 postos de trabalho em julho corresponde a 0,2% de diminuição, frente a junho. De janeiro a julho, a queda na geração de empregos na Paraíba chega a 3,34%, um pouco maior que o acumulado nos últimos 12 meses, 3,19%.

No Brasil, foram fechados 94,7 mil empregos com carteira assinada, sendo que de agosto de 2015 a julho deste ano já são mais de 596,2 mil pessoas fora do mercado de trabalho em todo o país. As informações são do Portal Correio. 

Criatura misteriosa flagrada em deserto gera polêmica na web

© Reprodução/YouTube

Um vídeo publicado no dia 16 de agosto no Youtube mostra imagens de uma criatura misteriosa flagrada caminhando em um deserto.

As imagens provocaram grande controvérsia nas redes sociais, com internautas dizendo que o vídeo é falso, outros acreditam que se trata de um extraterrestre ou um “chupa-cabra”.

Pelos comentários, usuários divergiram. “Oh, nossa, mais uma suposta criatura flagrada com qualidade de câmera lixo. Incrível”, ironizou um. “Não é falso, e a prova é a qualidade baixa do vídeo”, rebateu outro.

Pelas imagens do vídeo, a criatura parece ter mais de 1,8 metro de altura e braços longos.

Leia também: Cientistas descobrem “Segunda Terra” onde pode ter vida alienígena

Do Notícia ao Minuto

Treze tem R$ 7 milhões em dívidas e Presidente Vargas deve ir a leilão

Estádio Presidente Vargas, casa do Treze
Estádio Presidente Vargas, casa do Treze
Estádio Presidente Vargas, casa do Treze

A situação financeira do Treze, que já era complicada desde abril, pode piorar ainda este ano. O clube acumula uma dívida que quase R$ 7 milhões, está com atraso de três meses nos salários dos funcionários e tem uma despesa mensal de R$ 40 mil, relativa a categorias de base, salários de funcionários e o Profut. Para piorar, o estádio Presidente Vargas, casa do Galo, pode ir a leilão. ‘Acesse o Voz da Torcida’.

A situação caótica do clube foi divulgada pela diretoria do Galo durante uma entrevista. Nela, o diretor de futebol alvinegro, Fábio Azevêdo, relatou que em apenas duas ações trabalhistas, envolvendo os laterais Ramon Zanardi e Bira, que atuaram no elenco da Série C de 2013, o clube deve pagar quase R$ 1 milhão.

Já o leilão do Presidente Vargas deve ocorrer por conta de dívidas trabalhistas. A saída para evitar o leilão, seria o clube conseguir um acordo para quitar os débitos. A venda do imóvel está sendo avaliada pela Justiça em R$ 22,5 milhões.

Para envio de denúncias eleitorais, app Pardal é apresentado na Paraíba

Sistema Pardal já está disponível para os eleitores da Paraíba (Foto: Reprodução/Sistema Pardal)
Sistema Pardal já está disponível para os eleitores
da Paraíba (Foto: Reprodução/Sistema Pardal)

Ferramenta é compatível com os sistemas operacionais Android e IOS. Objetivo do aplicativo é facilitar a fiscalização por parte da população.

O aplicativo Sistema Pardal, que permite em um rápido procedimento o envio de denúncias à Justiça Eleitoral, foi apresentado pelo Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) nesta quinta-feira (25). A ferramenta pode ser baixada em qualquer celular com sistema operacional Android ou IOS.

“Nosso objetivo é facilitar a fiscalização da população, que antes esbarrava na burocracia e nas exigências documentais para agir”, afirmou o presidente do TRE-PB, desembargador José Aurélio da Cruz. Até esta quinta-feira, o Pardal já estava disponível em onze estados, dentre eles a Paraíba, que foi um dos responsável pelo aperfeiçoamento do aplicativo.

Por meio do Pardal, é possível enviar fotos, vídeos e relatos de ações que o cidadão considere irregular, por parte de partidos, cabos eleitorais e candidatos a prefeito ou a vereador. Além de propaganda eleitoral irregular, também é possível denunciar possíveis práticas de compra de votos, uso da máquina pública, crimes eleitorais, doações e gastos eleitorais, entre outros.

As denúncias vão ser primeiramente recebidas pela Ouvidoria do TRE-PB, que vai ficar responsável pela filtragem do material e distribuição aos promotores eleitorais competentes para o caso. Ao receber o material, vai caber ao Ministério Público Eleitoral do Estado avaliar se deve ser instaurado um procedimento investigatório. O Ministério Público Federal da Paraíba vai ter acesso a interface do sistema para também acompanhar as denúncias e tomar as medidas cabíveis.

Como usar

No primeiro acesso, o cidadão configura o aplicativo, informando o estado e o município em que deseja apresentar a denúncia. O coordenador das eleições, Fábio Falcão, destacou que além do nome, umas das mudanças do Pardal é que o denunciante tem que informar também o CPF. A ideia é evitar o anonimato de denúncias inundadas.

Com G1PB

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