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quarta-feira, 14 outubro 2026
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Material de limpeza produzido por apenados é entregue ao Hospital Laureano

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A primeira entrega de materiais de limpeza produzidos por reeducandos do sistema prisional paraibano foi realizada esta semana, na última quarta-feira (14). O material foi doado ao Hospital Napoleão Laureano, em João Pessoa. A ação é o resultado do curso de fabricação de sabão artesanal oferecido na Penitenciária de Segurança Máxima “Dr. Romeu Gonçalves de Abrantes” (PB 1), por meio de parceria entre o Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), Instituto Federal da Paraíba (IFPB), Secretaria de Administração Penitenciária e Primeira Igreja Batista.

A capacitação teve início no dia 20 de julho com o objetivo de ressocialização e produção voltada, inicialmente, a suprir a própria unidade prisional, com a participação de dez apenados, no primeiro momento. Na ocasião, a juíza da Vara das Execuções Penais de João Pessoa, Andreia Arcoverde, ressaltou que, 10% da produção será destinada à doação para entidades filantrópicas.

“Os projeto tem impacto em três frentes: sustentabilidade, com o aproveitamento de materiais recicláveis; ressocialização de apenados, uma vez que há capacitação para o mercado de trabalho e melhoria da qualidade de vida daquela população carcerária, visto que garante a auto-suficiência da unidade em relação a materiais de higiene e limpeza”, afirmou a magistrada.

A juíza informou ainda que o projeto tem contado com a colaboração do 1º Juizado Especial de Mangabeira, onde atua como juíza auxiliar. “Todo mês há um repasse de recursos provenientes de transações penais, para colaborar com a continuidade do curso e do projeto”, revelou.

A magistrada adiantou que a Fábrica de Sabão já tem, inclusive, logomarca, que a identifica. A marca foi criada por Bruno Máximo, filho de um servidor do Poder Judiciário, lotado no Fórum Regional de Mangabeira.

O promotor da Promotoria da Tutela Coletiva do Sistema Prisional e Direitos Humanos de João pessoa, Ricardo Medeiros, comentou a iniciativa. “A ideia é fomentar a cidadania das pessoas e o sentimento de coletividade e solidariedade na sociedade civil”.

Durante a entrega, o major Sérgio Fonseca, que representou o secretário Wagner Dorta na ocasião, ressaltou a busca constante pelo equilíbrio dentro do sistema penitenciário, com a aplicação da disciplina e a implementação de ações concretas de ressocialização.

A coordenadora de Nutrição do Hospital Napoleão Laureano, Josilene Venâncio, agradeceu a ação e falou da parceria. “É de suma importância esta parceria entre a Secretaria de Estado da Administração e o Hospital Napoleão Laureano, é uma ajuda a mais, a gente trabalha com 150 leitos, que todos os dias, 3 vezes ao dia, são limpos, porque existe a rotatividade de paciente, então o gasto com material de higiene é muito grande, portanto é uma soma a mais para o nosso hospital filantrópico”, ressaltou.

Doações – Os interessados em colaborar podem realizar doações de soda cáustica, hipoclorito de sódio (cloro), desinfetante concentrado, essências e óleo de cozinha usado. Os produtos deverão ser entregues na escola de Gestão Penitenciária (EGEPEN), situada ao lado do Hospital São Vicente de Paulo, na Avenida João Machado, João Pessoa.

A Primeira Igreja Batista, no Centro da Capital, também terá um ponto de coleta funcionando às terças-feiras.

Por Gecom-TJPB

Começa nesta segunda campanha de vacinação para crianças e adolescentes; veja onde imunizar

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, lançou na terça-feira (13), em Brasília, a Campanha Nacional de Multivacinação 2016. O objetivo da campanha é mobilizar os pais ou responsáveis a levarem seus filhos para atualizar o cartão de vacinação. Este ano, a ação será voltada para menores de cinco anos, para crianças de nove anos e adolescentes de 10 a 15 anos incompletos. Para isso, o Ministério da Saúde enviou 19,2 milhões de doses extras de 14 vacinas para os postos de saúde de todo o país.

“Neste ano, estamos incluindo os adolescentes porque esse grupo prioritário é um dos apresenta uma maior resistência a se vacinar. Além disso, muitos pais acreditam que não há necessidade de imunizar os filhos nesta faixa etária” explicou Ricardo Barros. Segundo o ministro, com a campanha serão atualizadas 14 vacinas nesses públicos. “Isso servirá para reduzir o número de não vacinados e aumentar a cobertura vacinal nas crianças e adolescentes”, completou. Ricardo Barros reforçou que é fundamental que toda a população alvo compareça aos serviços de saúde levando a caderneta de vacinação, para que os profissionais de saúde possam avaliar se há doses que necessitam ser aplicadas.

O dia D da mobilização nacional será no sábado, 24 de setembro, mas a campanha se inicia na próxima segunda-feira (19) e vai até 30 de setembro. Ao todo, foram enviadas às unidades da federação 26,8 milhões de doses, que serve tanto para a vacinação de rotina, no mês de setembro (7,6 milhões), como doses extras para a campanha (19,2 milhões). Serão cerca de 36 mil postos fixos de vacinação e 350 mil profissionais de saúde envolvidos nos 12 dias de mobilização.

Com a campanha de vacinação, o Ministério espera a redução das doenças imunopreveníveis no país e diminuir o abandono à vacinação. Como a vacinação será de forma seletiva para a população alvo, não há meta a ser alcançada.

Para reforçar a mobilização, o Ministério da Saúde lançou uma campanha publicitária que será divulgada em todo o país. Com o slogan “Todo mundo unido, fica mais protegido”, a campanha publicitária será veiculada na televisão, rádio e internet, com vídeos, banners, cartazes e jingles.

Para a coordenadora substituta do Programa Nacional de Imunização (PNI), Ana Goretti  Maranhão, o lançamento dessa campanha é importante, também, porque marca os 43 anos do PNI. “Em todos esses 43 anos de programa, temos uma história de sucesso: erradicamos a poliomielite e temos, ao longo dos anos, reduzido drasticamente uma série de doenças, além de manter as coberturas altas na maioria das oferecidas”, afirmou.

MUDANÇAS NO CALENDÁRIO – Em janeiro de 2016, o ministério promoveu alteração no esquema vacinal de quatro vacinas: poliomielite, HPV, meningocócica C (conjugada) e pneumocócica 10 valente. O Calendário Nacional de Vacinação tem alterações rotineiras e periódicas em função de mudança na situação epidemiológica, nas indicações das vacinas ou na incorporação de novas vacinas. Mudanças deste ano:

POLIOMIELITE – O esquema vacinal contra a poliomielite passou a ser de três doses da vacina injetável – VIP (2, 4 e 6 meses) e mais duas doses de reforço com a vacina oral – VOP (gotinha). Até 2015, o esquema era de duas injetáveis (VIP) e três orais (VOP). A mudança está de acordo com a orientação da Organização Mundial de Saúde (OMS) e como parte do processo de erradicação mundial da pólio. Vale ressaltar que essa substituição não prejudica a proteção das crianças, que já ficam imunizadas com as três doses injetáveis.

HPV – O esquema vacinal passou de três para duas doses, com intervalo de seis meses entre elas. Os estudos recentes mostram que o esquema com duas doses apresenta uma resposta de anticorpos em meninas saudáveis de 9 a 14 anos não inferior quando comparada com a resposta imune de mulheres de 15 a 25 anos que receberam três doses. As mulheres vivendo com HIV entre 9 a 26 anos devem continuar recebendo o esquema de três doses.

MENINGOCÓCICA – O reforço, que anteriormente era administrado aos 15 meses, passou a ser administrado aos 12 meses, preferencialmente, podendo ser feito até os 4 anos. As primeiras doses da meningocócica continuam sendo realizadas aos 3 e 5 meses.

PNEUMOCÓCICA- Redução de uma dose na vacina pneumocócica 10 valente. Passou a ser administrada em duas doses, aos 2 e 4 meses, com um reforço preferencialmente aos 12 meses, que pode ser recebido até os 4 anos. Essa recomendação também foi tomada em virtude dos estudos mostrarem que o esquema de duas doses mais um reforço tem a mesma efetividade do esquema três doses mais um reforço.

PNI – Atualmente, o Programa Nacional de Imunizações (PNI) distribui cerca de 300 milhões de imunobiológicos anualmente, dentre vacinas e soros, além de oferecer à população todas as vacinas recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) no Calendário Nacional de Vacinação. Nos últimos cinco anos, o orçamento do PNI cresceu mais de 140%, passando de R$ 1,2 bilhão, em 2010, para R$ 2,9 bilhões, em 2015.

Doses extras enviadas aos estados para a campanha de multivacinação:

Vacina Quantitativo
Dupla adulto

         2.194.380

DTP

595.420

Febre amarela

1.374.300

Hepatite A

293.700

HPV

2.286.720

Meningocócica C

1.475.310

Pentavalente

786.260

Pneumo 10

447.833

Rotavirus

542.030

Varicela

           202.300

VIP

1.801.140

VOP

5.045.875

Tríplice viral

2.097.870

Tetra viral

92.700

TOTAL

19.235.838

 

Por Nivaldo Coelho, da Agência Saúde 

Rio 2016: Paraibano sai do último lugar para a prata nos 400m T47

Atleta é natural de São José do Brejo do Cruz, no interior da Paraíba

Quando viu, pela televisão, o que tinha acabado de fazer na final dos 400m T47 (para amputados), nem Petrúcio Ferreira acreditou. Depois de ser o último atleta a fazer a curva que antecede a linha de chegada, Petrúcio imprimiu, nos últimos metros, uma arrancada fantástica e absolutamente inesperada para ficar com a prata – a terceira medalha em três provas que competiu. “Se eu tivesse ali mais ou menos uns dois metros até a linha de chegada, quem sabe eu não teria beliscado o ouro”, calcula o campeão e recordista mundial nos 100m e dono de uma medalha de prata no revezamento 4x100m T42-T47, ao lado de Yohansson Nascimento, Alan Fonteles e Renato Nunes.

O ouro realmente não veio por uma questão de centésimos – oito, para ser mais exato. O cubano Ernesto Blanco venceu com o tempo de 48.79, enquanto Petrúcio marcou 48.87. O austríaco Gunther Matzinger, que já tinha encaminhado o segundo lugar, acabou sendo pego de surpresa pelo ritmo alucinante do brasileiro terminou em terceiro, com 48s95. “Foi em um piscar de olhos. Muitos pensavam que eu não estava chegando, mas, durante a corrida, eu vinha pensando que eu chegaria neles. E quanto mais eu pensava, mais eu me aproximava deles”.

Especialista em provas curtas, Petrúcio correu os 400m pela segunda vez em sua meteórica carreira. Antes da prata nas Paralimpíadas, só tinha percorrido a distância no evento-teste do atletismo, justamente para chegar ao índice que garantiu sua classificação para os Jogos. “Não é minha prova. Ainda não gosto de correr os 400m e prefiro correr os 100m e os 200m. Como não teve os 200m, tive que migrar para os 400m. Eu estava inscrito nela e tinha que dar o meu melhor. Ontem [16] eu me classifiquei e o pensamento era de que eu iria me superar e fazer melhor do que eu já tinha feito”, diz.

A desvantagem para os adversários mais calejados na distância foi encurtada com frieza, precisão e calculismo impressionantes para quem está há apenas dois anos no atletismo. “Uma das minhas estratégias foi me poupar nos primeiros 200m da prova para soltar toda a energia que eu economizei nos metros finais e tentar buscar medalha. Foi um pouco difícil de colocar em prática, porque com o grito da torcida em um Engenhão lotado, você quer ir de qualquer jeito para chegar em primeiro. Eu tive que manter a calma e correr tudo aquilo que eu treinei, para que fluísse durante a prova”, explica. “Se eu tivesse arrancado um pouquinho antes, talvez tivesse faltado fôlego para os últimos metros e nem com a prata eu teria ficado”.

Nova geração

Atleta é natural de São José do Brejo do Cruz, no interior da Paraíba
Atleta é natural de São José do Brejo do Cruz, no interior da Paraíba

Expoente da nova geração do atletismo paralímpico do Brasil, Petrúcio, de apenas 19 anos, diz que, apesar de se despedir do Rio de Janeiro com três medalhas, ainda está longe de atingir o seu ápice. “Qualquer treinador costuma me dizer que eu ainda estou na base. Sou iniciante. Ainda preciso melhorar alguns fundamentos, como corrigir a passada, uma elevação de joelho, a movimentação do braço. Creio que daqui a quatro anos eu consiga melhorar mais ainda a minha performance”.

O menino de São José do Brejo do Cruz, no interior da Paraíba, perdeu parte do braço esquerdo em um acidente com uma máquina de moer capim, quando tinha dois anos de idade. Ele tentava imitar o pai, que usava o equipamento antes de começar a alimentar as vacas da fazenda em que viviam. A velocidade de Petrúcio o levou trocar as quadras de futsal pelas pistas de atletismo, chegando a resultados maiúsculos em muito pouco tempo: “Correr me deixa feliz. Apesar de ser alto rendimento, eu entro na pista para brincar. Quem nunca brincou de apostar corrida? Eu entro na pista com essa leveza e preparado para dar o meu melhor”.

Agência Brasil

Explosão de NY não é ‘terrorismo internacional’, diz governador

Bombeiros no bairro de Chelsea, em Nova York, em local onde ocorreu explosão na noite deste sábado (17) (Foto: Rashid Umar Abbasi/Reuters)
Bombeiros no bairro de Chelsea, em Nova York, em local onde ocorreu explosão na noite deste sábado (17) (Foto: Rashid Umar Abbasi/Reuters)
Bombeiros no bairro de Chelsea, em Nova York, em local onde ocorreu explosão na noite deste sábado (17) (Foto: Rashid Umar Abbasi/Reuters)

A bomba que explodiu em Nova York ferindo 29 pessoas foi um ato de terrorismo que, aparentemente, não tem conexões internacionais, segundo informou o governador do estado neste domingo (18).

“Vamos descobrir quem colocou estas bombas e eles serão levados à Justiça”, declarou o governador de Nova York, Andrew Cuomo, a repórteres, depois de se dirigir ao local da explosão que, segundo ele, provocou danos significativos.

A explosão foi registrada em uma rua de Chelsea, um dos bairros mais elegantes de Manhattan, por volta das 20h30 de sábado.

“Uma bomba explodindo em Nova York é, obviamente, um ato de terrorismo, mas não está ligado ao terrorismo internacional. Em outras palavras, não encontramos nenhuma conexão com ISIS, etc”, disse Cuomo em referência ao grupo extremista Estado Islâmico baseado no Iraque e Síria. “Mas a explosão de uma bomba é genericamente uma atividade terrorista. É assim que vamos considerá-la”, acrescentou.

O governador salientou que, embora não exista nenhuma evidência de conexão com terrorismo internacional neste momento, a investigação ainda está no início.

Durante coletiva de imprensa perto das 13h30 (horário local), o prefeito de Nova York, Bill de Blasio, também disse que a explosão havia sido intencional. No entanto, afirmou que, por enquanto, não há qualquer pista sobre a motivação do atentado.

Segurança reforçada

Mil policiais estaduais e integrantes da Guarda Nacional adicionais serão mobilizados em aeroportos, terminais de ônibus e estações de metrô para garantir aos nova-iorquinos que voltarem ao trabalho na segunda-feira que a cidade está segura e ativa, disse.

Um potencial segundo explosivo também foi encontrado pela polícia neste sábado e era semelhante ao usado no atentado à Maratona de Boston, em 2013. O dispositivo foi descrito como uma bomba feita com panela de pressão ligada a um cabo e a um telefone celular.

Enquanto os dois dispositivos colocados em Manhattan parecem ser similares, eles não guardam semelhanças com uma bomba que explodiu no estado vizinho de Nova Jersey no sábado, afirmou.

A explosão de Nova Jersey foi registrada no Parque Seaside durante uma corrida do Corpo de Fuzileiros Navais e não deixou feridos.

Com G1

Desinibidas, jornalistas apresentam telejornais totalmente nuas

No “Desnudando la Notícia”, telejornal venezuelano famoso por deixar suas apresentadoras nuas durante o programa, foi a vez da âncora Karen Aguilar tirar a roupa enquanto comandava a atração. Desinibida, a morena deixou suas partes íntimas à mostra enquanto falava com o telespectador.

O canal Naked News também decidiu aproveitar que o topless é legalmente permitido em Toronto, no Canadá, para cobrir de perto o Pan-2015. As belas repórteres do site ficam do lado de fora da vila dos atletas para realizarem entrevistas e promoverem “provas” com alguns dos competidores.

Confira galeria:

Do BOL

Bélgica aplica pela 1ª vez eutanásia em um paciente menor de idade

A Bélgica, único país do mundo onde se pode aplicar a eutanásia sem limite mínimo de idade, foi praticado pela primeira vez a morte assistida a um menor, informou neste sábado (17) o jornal “Het Nieuwsblad”.

O médico que aplicou a eutanásia entregou nesta semana um relatório para a Comissão Federal de Controle e Avaliação da Eutanásia, confirmou o jornal, que não divulgou a identidade, idade e nem a doença do paciente.

Em 2014, a Bélgica ampliou a lei sobre a eutanásia que estava vigente desde 2002 e se tornou o segundo país, depois da Holanda, em descriminalizar essa controvertida prática médica em menores, e o primeiro a fazê-lo sem limite de idade.

A legislação holandesa estabelece que a pessoa tenha completado pelo menos 12 anos, enquanto na Bélgica não existe uma idade mínima, mas aponta que o menor necessita possuir uma noção de “capacidade de discernimento”.

Os pacientes adultos que solicitem a eutanásia devem ter um parecer favorável de um médico que certifique a gravidade de seu estado.

A legislação também prevê que um segundo médico deve ser consultado antes de qualquer prática de eutanásia, e inclusive exige uma terceira opinião para os pacientes que não tenha uma doença terminal.

A aplicação da lei da eutanásia em menores foi muito criticada durante o processo parlamentar na Bélgica em 2014, especialmente pela Igreja Católica.

Da EFE

Candidatos do PMDB, do PSDB e do PSB lideram doações

Levantamento do G1 junto aos dados das prestações de contas dos candidatos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostra que os candidatos do PMDB, PSDB e PSB foram os que mais receberam recursos de doações eleitorais. Em seguida aparecem PSD, PP e PDT. O PT aparece em 7º lugar.

Se levadas em conta apenas as candidaturas a prefeito, o PDT fica à frente do PP. Já se contabilizadas as doações feitas apenas aos candidatos a vereador, o PP aparece em 3º lugar, seguido de PSD, PT, PSB e PDT.

Os dados são até quinta (15), data em que o TSE divulgou o balanço da prestação de contas parcial das campanhas. Segundo o tribunal, 87,9% dos candidatos enviaram as informações relativas à prestação de contas parcial das campanhas. Entre os partidos, no entanto, o percentual foi de 48,05%. 

Ao todo, os candidatos receberam R$ 881,7 milhões em recursos para as campanhas. Desse total, R$ 459 milhões foram para os candidatos a prefeito, 52% do total.

Os candidatos têm de apresentar os relatórios das doações recebidas para a campanha a cada 72 horas, segundo as novas regras da Justiça Eleitoral.

Por Rosanne D’Agostino

Anunciados novos valores das anuidades do Conselho Federal de Educação Física

Imagem Ilustrativa
Imagem Ilustrativa
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O Conselho Federal de Educação Física divulgou os valores de anuidades que serão aplicados a partir de 2017. Conforme resolução publicada no Diário Oficial da União, a pessoas físicas será cobrado R$ 603,07 ao ano; enquanto pessoas jurídicas pagarão anuidade de R$ 1.490,40.

“As anuidades serão processadas, pelos CREFs até o dia 31 de março de cada ano, salvo a primeira, que será devida no ato do registro dos Profissionais e das Pessoas Jurídicas prestadoras de serviços nas áreas das atividades físicas, desportivas e similares”, explica a resolução.

O documento também define que pedidos de baixa de registro que forem protocolizados no CREF até 31 de março do ano corrente, ficarão isentos do pagamento de anuidade do exercício em curso.

“É facultativo o pagamento da anuidade devida aos CREFs e ao CONFEF aos Profissionais de Educação Física que, até a data do vencimento da anuidade, tenham completado 65 anos de idade e, concomitantemente, tenham, no mínimo, cinco anos de registro no Sistema CONFEF/CREFs e que não tenham débitos com o Sistema, devendo os referidos Profissionais requererem, por escrito, tal direito ao CREF de sua área de abrangência”, diz outro trecho da resolução. 

Da Assessoria 

Brasil perdeu 1,5 milhão de empregos formais em 2015

A recessão econômica do ano passado teve efeitos perversos no mercado de trabalho. Em 2015, o Brasil perdeu 1,51 milhão de postos formais, segundo a Relação Anual de Informações Sociais (Rais), divulgada nessa sexta (16) pelo Ministério do Trabalho. O resultado é o pior da série histórica, iniciada em 1985.

A retração no mercado de trabalho fez o número de trabalhadores formais (com carteira assinada) cair de 49,6 milhões no fim e 2014 para 48,1 milhões no fim do ano passado. Essa foi a primeira vez desde 1992 em que o país acumulou perdas de empregos no mercado formal de trabalho. Naquele ano, o Brasil tinha eliminado 623 mil vagas.

Divulgada uma vez por ano, a Rais é mais ampla que o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e engloba não apenas os trabalhadores do setor privado, mas trabalhadores temporários e servidores públicos federais, estaduais e municipais. Para medir o desempenho do mercado de trabalho, a Rais contabiliza a diferença entre as contratações e as dispensas.

As demissões em massa e as contratações por salários mais baixos afetaram os rendimentos médios reais dos trabalhadores, que recuaram 2,56% em 2015 em relação a 2014. Em valores absolutos, a remuneração média individual caiu de R$ 2.725,28 em 2014 para R$ 2.655,60 em 2015.

Na comparação por setores da economia, apenas a agropecuária contratou mais do que demitiu no ano passado, tendo criado 20,9 mil vagas formais. Os demais setores registraram quedas, com destaque para indústria de transformação (-604,1 mil), construção civil (-393 mil) e comércio (-195,5 mil).

Entre as regiões, o Sudeste foi a que mais eliminou postos de trabalho, com 900,3 mil trabalhadores a menos. Em seguida, vêm o Nordeste (-233,6 mil) e o Sul (-217,2 mil). Apenas três estados acumularam aumento no número de empregos formais em 2015: Piauí (3 mil), Acre (2,8 mil) e Roraima (2,2 mil).

Em relação à faixa etária, o desemprego afetou principalmente os jovens. Na faixa de 18 a 24 anos, foram eliminados 673,4 mil postos de trabalho, contra 477,8 mil entre 25 e 29 anos, 233,9 mil de 30 a 39 anos, 172,1 mil de 40 a 49 anos, e 107,7 mil na faixa até 17 anos. Somente a categoria acima de 50 anos registrou ampliação de vagas: 154,4 mil.

Da Agência Brasil 

‘Dia D’ de vacinação contra raiva animal é neste sábado

Acontece, neste sábado (17), o ‘Dia D’ da campanha de vacinação contra a raiva animal. Cerca 605 mil cães e gatos devem ser imunizados, conforme previsão do governo do Estado. Haverá esquema especial para atendimentos em todos os 223 municípios paraibanos. De acordo com a Secretaria da Saúde, serão mais de 800 postos em toda Paraíba, montados em escolas, igrejas, pet shops, USFs, Creis e associações. Cerca de 6 mil profissionais de saúde serão mobilizados na ação.

Para esta campanha, o Ministério da Saúde enviou 700 mil doses de vacina e o mesmo total de seringas e agulhas. “É importante lembrar que esta vacina é destinada apenas para cães e gatos em bom estado de saúde, a partir de três meses e não tem contra-indicação”, explicou o chefe do Núcleo de Controle de Zoonoses da Secretaria Estadual da Saúde, Francisco de Assis Azevedo.

Raiva animal

A raiva animal é uma doença infecciosa aguda e pode ser transmitida ao homem por meio de mordida, arranhão ou saliva. No ser humano, a doença provoca encefalite aguda e leva à morte após curta evolução do vírus. A única forma de evitá-la é por meio da vacina.

A raiva apresenta quatro ciclos de transmissão: no ciclo rural, os bovinos, ovinos, caprinos, suínos e equídeos são os principais elementos transmissores da raiva; no ciclo silvestre, as raposas, guaxinins, macacos e roedores têm maior destaque na transmissão da doença; no ciclo aéreo, os morcegos representam o maior perigo; e no ciclo urbano os principais elementos responsáveis pela manutenção do vírus rábico são os cães e gatos.

De acordo com a Secretaria Estadual da Saúde, até o mês de agosto a Paraíba não registrou nenhum caso de raiva animal. No ano passado, a doença foi diagnosticada em um morcego e três bois. A Paraíba não registra caso de raiva humana transmitida por cães há 17 anos.

Do PBVale, com Portal Correio

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