Em um dos mais jogos mais esperados do returno, Atlético-MG e Flamengo fazem confronto direto pela vice-liderança, neste sábado (29), na sequência da 33ª rodada do Nacional. A partida acontece no Mineirão, em Belo Horizonte, às 16h30.
Ambos na cola do líder Palmeiras, Atlético-MG e Flamengo aparecem separados por apenas dois pontos na classificação, com os cariocas em segundo lugar, com 61 pontos, e os mineiros em terceiro, com 59.
Quem chega embalado, no entanto, é o Atlético-MG, que na última rodada venceu o Figueirense sem dificuldades, no Independência, enquanto o time rubro-negro apenas empatou com o Corinthians, na volta da equipe ao Maracanã.
Apesar do tropeço em casa e do fato de visitar um adversário em alta, o técnico Zé Ricardo diz que o Flamengo segue confiante na luta pelo título.
“Nossa visão tem que ser sempre otimista. Acredito muito na força da nossa equipe. Tenho certeza de que será um grande jogo, pois o Atlético-MG tem uma equipe muito talentosa e um ótimo treinador. No entanto, o Flamengo já mostrou que pode vencer qualquer oponente”, disse o treinador.
Pelo lado dos mineiros, o técnico Marcelo Oliveira retribuiu o elogio, mas disse que a presença da torcida atleticana aumentará a força de seu time.
“É muito importante a presença maciça da torcida do Atlético. Isso aumenta nossa responsabilidade e também a nossa condição nesse jogo tão importante. Tenho dito que todos os jogos do Campeonato Brasileiro possuem caráter decisivo porque não tem uma final única, mas esse, especificamente, é um jogo chave, o jogo do ano para a gente, e temos que estar bem fortes, pois o Flamengo também vem muito bem”, afirmou. Com informações da Folhapress.
Em campo, o time carioca tende a refletir a confiança de Zé Ricardo, que deve apostar no poder ofensivo escalando três atacantes -Gabriel, Fernandinho e Guerrero, ao contrário da formação utilizada no último fim de semana, que iniciou o jogo com apenas Emerson e Guerrero na frente.
No Atlético-MG, a principal novidade também ocorre no ataque, que volta a contar com o artilheiro Fred, desfalque na partida contra o Inter, pela Copa do Brasil.Outra mudança diz respeito ao meio-campo. Abalado com a morte de seu avô, o volante Rafael Carioca pediu para não ser relacionado e está fora do confronto. Sem ele, a tendência é que a equipe jogue com apenas dois volantes -Leandro Donizete e Júnior Urso.
ATLÉTICO-MG
Victor; Carlos César, Erazo, Gabriel e Fábio Santos; Leandro Donizete, Júnior Urso, Otero e Cazares; Robinho e Fred. T.: Marcelo Oliveira
FLAMENGO
Alex Muralha; Pará, Réver, Rafael Vaz e Jorge; Márcio Araújo, Willian Arão e Diego; Gabriel, Fernandinho e Guerrero. T.: Zé RicardoEstádio: Mineirão, em Belo Horizonte (MG)Horário: 16h30Árbitro: Braulio da Silva Machado (SC)
Maioria (3.930) morreu tentando cruzar o Mediterrâneo (Foto: Borja Ruiz Rodriguez/MSF/AP)
Maioria (3.930) morreu tentando cruzar o Mediterrâneo (Foto: Borja Ruiz Rodriguez/MSF/AP)
Mais de 5.200 migrantes morreram até agora este ano em todo o mundo, um número em alta de 20% em relação ao mesmo período do ano passado, anunciou nesta sexta-feira (28) a Organização Internacional para as Migrações (OIM).
De um total de 5.238 mortes, 3.930 pessoas morreram tentando cruzar o Mediterrâneo, 170 a mais que durante todo o ano de 2015, informa a agência com sede em Genebra em um comunicado.
O Alto Comissariado para os Refugiados das Nações Unidas (ACNUR) anunciou na quarta-feira um balanço diferente, de mais de 3.800 mortos no Mediterrâneo desde janeiro, indicando que é um recorde em comparação a 2015.
A rota marítima mais perigosa continua sendo a que leva para a Itália. Esta semana, mais de 280 migrantes morreram em barcos que partiram da Líbia para a Itália, de acordo com a OIM.
Este balanço de mortos e desaparecidos no mundo significa que 13 migrantes morreram a cada dia em 2016, enfatiza a agência. Os corpos de mais de 60% deles não foram encontrados.
A OIM também observou que mais de 500 migrantes morreram na América Latina, citando o caso de 87 hondurenhos, 10 deles crianças, que morreram ao tentar atravessar o México entre 1º de janeiro e 23 de outubro.
Na próxima segunda-feira (31), o programa A Voz do Brasil, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), estreia em novo formato. O programa de rádio mais antigo do país será mais interativo e próximo do cidadão. Haverá novos quadros, com jornalismo, prestação de serviço e diálogo com os ouvintes.
A ideia é oferecer um programa que lembre menos o formato solene e distante de décadas anteriores e tenha uma linguagem mais descontraída, mais próxima do cidadão. O programa contará com novos apresentadores, Airton Medeiros e Gláucia Gomes. “A ideia da nova Voz do Brasil é aproximar o cidadão, trazê-lo para perto da notícia, da informação. Fazer com que o cidadão interaja com o que fazemos aqui na EBC. A gente não pode estar distante”, diz Gláucia.
Os ouvintes poderão tirar suas dúvidas sobre programas sociais, sobre o trabalho do presidente da República e ministros, além de pedir informações sobre como tirar documentos, por exemplo, e fazer perguntas a integrantes do Poder Executivo.
Veiculado diariamente (exceto aos sábados, domingos e feriados) das 19h às 20h, os primeiros 25 minutos são dedicados às notícias sobre o Poder Executivo. As mudanças da nova Voz do Brasil se darão nesta parte do programa. A produção dos outros 35 minutos é de responsabilidade dos Poderes Legislativo e Judiciário.
História
Produzida há 78 anos, A Voz do Brasil é o programa de rádio mais antigo do país e do Hemisfério Sul ainda em execução. Começou em 1938, na época do Estado Novo, da era Vargas. O programa nasceu com o objetivo de fazer propaganda do Estado Novo e se chamava A Hora do Brasil. Nessa época, a veiculação já era obrigatória nas rádios, com o horário fixo das 19h às 20h.
O nome A Voz do Brasil foi adotado a partir de 1971. Ao longo dos anos, passou por reformulações. Em 1998, por exemplo, foi incluída uma voz feminina na locução. A Voz do Brasil alcança hoje cerca de 60 milhões de brasileiros e é transmitida em todas as emissoras de rádio do país.
Em relação a Mamanguape, prefeita eleita apresentou ao ministro proposta para revitalização do Parque Estadual Bica do Sertãozinho
O secretário do Governo do Estado em Brasília, deputado Ricardo Barbosa, foi o intermediário de mais duas audiências entre as prefeitas eleitas Eunice Pessoa, de Mamanguape, e Elissandra Brito, de Itapororoca, desta vez junto ao ministro José Sarney Filho, do Meio Ambiente, e também no Ministério da Saúde.
O ministro Sarney Filho disse que fará esforço pessoal no sentido de garantir os recursos, inclusive através de negociações com os deputados Damião Feliciano e Efraim Filho para assegurar emendas parlamentares.
Em relação a Mamanguape, Barbosa e a prefeita eleita apresentaram ao ministro proposta para revitalização do Parque Estadual Bica do Sertãozinho, localizada na Mesorregião da Zona da Mata Paraibana e Microrregião do Litoral Norte. A Mata da Bica do Sertãozinho possui aproximadamente 100 hectares, sendo um fragmento de mata atlântica.
Apesar da parceria com o governo estadual na implantação de um programa de requalificação do parque, há outras ações necessárias para a conservação da mata, como cercamento da área, implantação de Educação Ambiental e Administração do Parque; criação do Viveiro Municipal de Árvores e implantação de Trilhas Ecológicas. Para isso, o deputado e a prefeita eleita Eunice Pessoa solicitaram a alocação de recursos extra-orçamentários que possibilitem a imediata implementação e gestão do Parque Estadual (EcoAmbiental) Bica do Sertãozinho.
Para Itapororoca, Barbosa e a prefeita eleita Elissandra Brito apresentaram um Projeto para Recuperação da Vegetação, das Funções Ecológicas da APP da Nascença e da sua vocação ambiental e de lazer.
O município de Itapororoca possui no seu perímetro uma Área de Preservação Permanente – APP, denominada de APP da Nascença, localizada a 2 km do centro urbano, possuindo aproximadamente 16 ha de vegetação nativa de Mata Atlântica, inserida no corredor da biodiversidade do Nordeste segundo o SOS Mata Atlântica (2008).
Há uma preocupação da população com o crescente desmatamento do remanescente de Mata Atlântica da APP da Nascença. “Esse desmatamento vem trazendo diversas complicações para os animais que ali vivem, ameaçados de extinção e espécies vegetais ainda existentes, se tornando espécimes raras na localidade. Além disso, a área dispõe de diversas atividades, a exemplo de um balneário, em funcionamento desde 1981, onde as piscinas são abastecidas diretamente da fonte de água existente, e as trilhas ecológicas, sendo estes os maiores atrativos aos visitantes”, explicou Ricardo Barbosa, que também solicitou recursos extra-orçamentários para a execução do projeto.
A aplicação desses recursos será feita através de ações como a criação de Viveiro de Mudas; implantação de Trilha Ecológica Interpretativa e de Projeto de Educação Ambiental, Revitalização e Requalificação do espaço de Lazer, destinando-lhe condições de desenvolvimento de sua potencialidade turística sem prejuízo da preservação ambiental.
NA SAÚDE
No Ministério da Saúde, Barbosa e Elissandra foram colher informações no a respeito de demandas protocolizadas para Itapororoca, como a implantação do laboratório regional de prótese dentária e Centro de Especialidades Odontológicas, ambos com minuta de pré-aprovação; habilitação do Centro de Atenção Psicossocial, equipes Saúde da Família com Saúde Bucal, Academia da Saúde e construção para UBSF Ipioca de Baixo, com emendas parlamentares aprovadas, mas sem recursos destinados até hoje; e inclusão do município no Programa Nacional de Qualificação da Assistência Farmacêutica. Eles foram recebidos pelo chefe de gabinete do ministro e já deixou acertada audiência para novembro com o ministro Ricardo Barros, quando Barbosa também levará a prefeita eleita de Marcação, Lili Oliveira, e o vereador Cacique Sandro, de Rio Tinto.
Em relação às UBSFs, o município conta com sete, mas apenas três funcionam em prédios próprios, as demais são em casas locadas que não acomodam adequadamente o serviço. Há projeto aprovado em Ipioca e mais três aguardando aprovação – Roseira, Tambor e São João. Esses pleitos foram formulados pelo prefeito Celso Morais e agora reiteradas pela prefeita eleita.
Em relação aos pleitos de Mamanguape, foram discutidos com o ministro os seguintes: reforma nas instalações físicas do prédio onde funcionou a Maternidade Municipal, para sua adequação a uma Unidade de Pronto Atendimento e recursos para aquisição de equipamentos; instalação de três PSF (Programas de Saúde da Família) e da Rede de Atenção às Pessoas com Doenças Crônicas, com os consequentes serviços de referência para o diagnóstico do câncer de mama e de tratamento de lesões precursoras do câncer de colo de útero; recursos para o Centro Especializado de Reabilitação (CER), compreendendo Oficina Ortopédica e veículo adequado para transporte de pessoas com deficiência; duas equipes multiprofissionais de Atendimento Domiciliar, incremento financeiro da MAC e implantação da Rede Cegonha, com a construção da Casa da Gestante, Bebê e Puérpera (CGBP), com 15 leitos.
Rio de Janeiro - Manifestação nas areias de Copacabana para denunciar mortes por causas violentas (Foto Vladimir Platonow/Arquivo Agência Brasil)
Rio de Janeiro – Manifestação nas areias de Copacabana para denunciar mortes por causas violentas (Foto Vladimir Platonow/Arquivo Agência Brasil)
O Brasil registrou mais mortes violentas de 2011 a 2015 do que a Síria, país em guerra, em igual período. Os dados, divulgados nesta sexta-feira (28), são do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
Foram 278.839 ocorrências de homicídio doloso, latrocínio, lesão corporal seguida de morte e mortes decorrentes de intervenção policial no Brasil, de janeiro de 2011 a dezembro de 2015, frente a 256.124 mortes violentas na Síria, entre março de 2011 a dezembro de 2015, de acordo com o Observatório de Direitos Humanos da Síria.
“Enquanto o mundo está discutindo como evitar a tragédia que tem ocorrido em Alepo, em Damasco e várias outras cidades, no Brasil a gente faz de conta que o problema não existe. Ou, no fundo, a gente acha que é um problema é menor. Estamos revelando que a gente teima em não assumi-lo como prioridade nacional”, destacou o diretor-presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Renato Sérgio de Lima.
Apenas em 2015, foram mortos violentamente e intencionalmente 58.383 brasileiros, resultado que representa uma pessoa assassinada no país a cada 9 minutos, ou cerca de 160 mortos por dia. Foram 28,6 pessoas vítimas a cada grupo de 100 mil brasileiros. No entanto, em comparação a 2014 (59.086), o número de mortes violentas sofreu redução de 1,2%. “A retração de 1,2% não deixa de ser uma retração, mas em um patamar muito elevado, é uma oscilação natural, de um número tão elevado assim”, ressaltou Lima.
Das 58.383 mortes violentas no Brasil em 2015, 52.570 foram causadas por homicídios (queda de 1,7% em relação a 2014); 2.307 por latrocínios (aumento de 7,8%); 761 por lesão corporal seguida de morte (diminuição de 20,2%) e 3.345 por intervenção policial (elevação de 6,3%).
Estados
Sergipe, com 57,3 mortes violentas intencionais a cada grupo de 100 mil pessoas, é o estado mais violento do Brasil, seguido por Alagoas (50,8 mortes para cada grupo de 100 mil) e o Rio Grande do Norte (48,6). Os estados que registraram as menores taxas de mortes violentas intencionais foram São Paulo (11,7 a cada 100 mil pessoas), Santa Catarina (14,3) e Roraima (18,2).
“Os estados em que as mortes crescem, com exceção de Pernambuco, são os que não têm programa de redução de homicídios. Você percebe que quando há política pública, quando você prioriza o problema, são conseguidos alguns resultados positivos”, disse Lima.
As unidades da Federação que mais aumentaram o número de mortes violentas foram o Rio Grande do Norte (elevação de 39,1%), Amazonas (19,6%), e Sergipe (18,2%). Os que mais diminuíram foram Alagoas (queda de 20,8%), o Distrito Federal (-13%), e o Rio de Janeiro (-12,9%).
“Alagoas, estado que mais reduziu o número de mortes, é um caso muito interessante. É o único que tem um programa, em parceria inclusive com o governo federal, há alguns anos. Uma parceria que envolve não só a Força Nacional, mas outras dimensões de equipamentos. O estado que tem integração formal de diferentes entes da Federação é aquele que conseguiu reduzir com mais intensidade”, disse Lima.
De acordo com o diretor-presidente do fórum, a grande maioria dos oito estados que têm programas de redução de homicídios teve diminuição no número de mortes violentas: Alagoas (-20,8%), Bahia (-0,9%), Ceará (-9,2%), Distrito Federal (-13%), Espírito Santo (-10,7%), Pernambuco (+12,4%), Rio de Janeiro (-12,9%), e São Paulo (-11,4%).
Letalidade policial
De acordo com o anuário, a cada dia, pelo menos 9 pessoas foram mortas por policiais no Brasil em 2015, resultando num total de 3.345 pessoas, ou uma taxa de 1,6 morte a cada grupo de 100 mil pessoas. O número é 6,3% superior ao registrado no ano anterior. São Paulo foi o estado com o maior número de pessoas mortas por policiais em 2015: 848. As maiores taxas de letalidade policial registradas no último ano foram nos estados do Amapá (5 para cada grupo de 100 mil pessoas), Rio de Janeiro (3,9) e de Alagoas (2,9). Considerando-se os números absolutos, São Paulo e o Rio de Janeiro concentram sozinhos 1.493 mortes decorrentes de intervenções policiais, ou 45% do total registrado no país.
A taxa brasileira de letalidade policial (1,6) supera a de países como Honduras (1,2) e África do Sul (1,1). “Isso demonstra um padrão de atuação que precisa ser revisto urgentemente. Esse padrão faz com que você tenha [no Brasil] o número de pessoas mortas por intervenção policial como o mais alto do mundo. Nossa taxa de letalidade policial é maior do que a de Honduras, que é considerado o país mais violento em termos proporcionais, em termos de taxa, do mundo”.
“Esse é um problema que continua muito sério no país e não está submetido especificamente à dimensão dessa nova realidade, seja a lei de terrorismo ou outras questões. Mas estamos com um problema muito agudo do padrão de trabalho das polícias”, destacou Lima.
O total de policiais vítimas de homicídios em serviço e fora do horário do expediente também é elevado no Brasil. Em 2015, foram mortos 393 policiais, 16 a menos do que no ano anterior. Proporcionalmente, os policiais brasileiros são três vezes mais assassinados fora do horário de trabalho do que no serviço: foram 103 mortos durante o expediente (crescimento de 30,4% em relação a 2014) e 290 fora (queda de 12,1% em relação a 2014), geralmente em situações de reação a roubo (latrocínio).
O Anuário Brasileiro de Segurança Pública, que está em sua 10ª edição, será lançado no dia 3 de novembro pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
A bandeira tarifária que será aplicada nas contas de luz no mês de novembro será a amarela, com custo de R$ 1,5 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. A medida se deve às condições hidrológicas menos favoráveis, o que determinou o acionamento de usinas termelétricas, mais caras.
Desde abril deste ano, a bandeira tarifária estava verde, ou seja, não havia custo extra para os consumidores. No ano passado, todos os meses tiveram bandeira vermelha, primeiramente com cobrança adicional de R$ 4,5 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos e, depois, com a bandeira vermelha patamar 1, que significa acréscimo de R$ 3 a cada 100 kWh.
O sistema de bandeiras tarifárias foi adotado em janeiro de 2015 como forma de recompor os gastos extras com a utilização de energia de usinas termelétricas, mai cara do que a energia de hidrelétricas. A cor da bandeira é impressa na conta de luz (vermelha, amarela ou verde) e indica o custo da energia elétrica em função das condições de geração de eletricidade. Por exemplo, quando chove menos, os reservatórios das hidrelétricas ficam mais vazios e é preciso acionar mais termelétricas para garantir o suprimento de energia no país.
Cobrança
Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a bandeira tarifária não é um custo extra na conta de luz, mas uma forma diferente de cobrar um valor que já era incluído na conta de energia, por meio do reajuste tarifário anual das distribuidoras. A agência considera que a bandeira torna a conta de luz mais transparente e o consumidor tem a melhor informação para usar a energia elétrica de forma mais consciente.
Um casal que estava viajando em um ônibus lotado pareceu não se importar com as pessoas ao lado. A dupla foi flagrada fazendo sexo em uma das poltronas do veículo.
O homem e a mulher que protagonizam a cena estavam sentados na fileira esquerda do veículo. Um sujeito, mais atrás à direita, percebe toda a movimentação suspeita e começa a filmar.
O vídeo, filmado por um passageiro chocado, mostra o homem encostado no banco, enquanto a mulher ao lado se debruça bem em cima dele. O ônibus viajava de Berlim para Hamburgo, na Alemanha. As informações são do tabloide britânico Daily Star.
Após o flagrante, as cenas foram parar na internet, no site de compartilhamento de vídeo chamado LiveLeak. As imagens também chegaram aos tabloides europeus, além de ser amplamente divulgado pelos telespectadores chocados.
Mais de 180 mil pessoas já viram a exposição pública do casal que não aguentou esperar até chegar em um local reservado para realizar o ato sexual.
Os usuários manifestaram o choque na internet: “Eu não sei como as pessoas podem fazer isso em público”, escreveram revoltados.
Atentados vem acontecendo rotineiramente na região
Atentados vem acontecendo rotineiramente na região
Dois motoristas foram vítimas de uma tentativa de assalto na noite dessa quinta-feira (27), quando trafegavam pela PB-041, no município de Capim, Litoral Norte do estado, a 41 km de João Pessoa. Barricadas foram montadas com paus e pedras pelos bandidos.
De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o primeiro caso aconteceu por volta das 19h20. O condutor do carro disse que passava pela estrada com sentido a BR-101, quando se deparou com pedras e pedaço de madeira na estrada.
O motorista informou que acelerou o carro e seguiu viagem. O para-brisa do automóvel foi danificado. As polícias Rodoviária Federal e Militar estiveram no local, mas nenhum suspeito foi preso.
Cerca de 20 minutos depois, um motorista parou no posto da PRF em Mamanguape, Litoral Norte, para informar que dois homens tentaram assaltá-lo, mas como não conseguiram atiraram contra o veículo. Tiros atingiram o carro no capô, para-choque e teto. Até o fechamento da reportagem, não havia informação de prisão dos criminosos.
Justificativa de voto pode ser realizada em qualquer endereço (Foto: Cleber Akamine/G1)
Justificativa de voto pode ser realizada em qualquer endereço (Foto: Cleber Akamine/G1)
Dezoito locais vão estar disponíveis na Paraíba para justificar o voto no domingo ( 30) para os eleitores de municípios em que ocorrerá segundo turno que estiverem na Paraíba. São 14 endereços em João Pessoa, mas também há possibilidade de justificar o voto em Campina Grande, Conde e Pitimbu.
O eleitor deve preencher o formulário de Requerimento de Justificativa Eleitoral (RJE), obtido gratuitamente nos cartórios eleitorais, e entregar no domingo em um dos locais de justificativa. É necessário ter o número do título eleitoral e um documento oficial de identificação com foto. Certidões de nascimento ou de casamento não servem.
Confira a lista das mesas receptoras de justificativa:
João Pessoa – Lyceu Paraibano – Avenida Presidente Getúlio Vargas, SN, Centro – Fórum Eleitoral de João Pessoa – Rua Deputado Odon Bezerra, 309, Tambiá – Escola Cenecista João Régis Amorim (CENEC) – Rua Adalto Toledo, SN, Geisel – Centro Profissionalizante Antônio Cabral (CPDAC) – Avenida Avelino dos Santos, SN, Valentina de Figueiredo II – Fundação Bradesco – Rua Mariângela Lucena Peixoto, 683, Valentina de Figueiredo II – Centro Cultural Tenente Lucena – Avenida Josefa Taveira, Mangabeira – Shopping Mangabeira – Avenida Hilton Souto Maior, SN, Mangabeira – PBTUR – Avenida Almirante Tamandaré – Shopping Sul – Avenida Sérgio Guerra – Colégio Meta – Avenida Maria Rosa Jacinto, Bessa – MAG Shopping – Avenida Flávio Ribeiro Coutinho, Manaíra – Fundação Casa de José Américo – Avenida Cabo Branco – Escola Municipal Cantalice Leite Magalhães – Rua Manoel de Paula Magalhães – Escola Estadual de 1º Grau Osvaldo Pessoa – Rua Adelaide de Figueiredo Gouveia, Ernani Satiro
Campina Grande – Fórum Eleitoral de Campina Grande – Rua Rio Grande do Sul, Liberdade – Fórum Des. Evandro de Souza Neves – Rua Rio Grande do Sul, Liberdade
Conde – Centro de Formação Profissional Almir Correia – Village de Jacumã
Pitimbu – Escola Municipal Maria Tavares – Rua João Paulo VI, Centro
TSE aprova calendário eleitoral das eleições municipais de 2016
Por Amanda Rossi
Quase 15 mil candidatas que se candidataram a vereadora nestas eleições no país não tiveram nem um voto sequer. É o que mostra levantamento da TV Globo em conjunto com a agência de dados Gênero e Número com base nos dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). São 14.498 mulheres que se lançaram à disputa e terminaram zeradas na urna – ou seja, não votaram nem em si próprias. Veja reportagem do Jornal Nacional.
O contingente de mulheres sem voto representa 10% do total de candidatas ao Legislativo. O mesmo não vale para os homens. Apenas 1.704 terminaram zerados – 0,6% do total de postulantes.
Ao menos 65% de todos os municípios tiveram alguma candidata com voto zerado. O dado reforça a tese de que muitas mulheres são colocadas no páreo apenas para cumprir a cota obrigatória. Esta é a segunda eleição municipal com a vigência da lei 2.034/2009, que estabelece que cada partido ou coligação deve preencher o mínimo de 30% e o máximo de 70% para candidaturas de cada sexo.
A proporção de candidatas mulheres subiu de 2008 para 2012 após a lei. Mas se manteve em 2016. E está próxima do mínimo de 30%.
Nas capitais, 170 mulheres acabaram o pleito sem nenhum voto. A única das 26 cidades que não teve nenhuma mulher candidata a vereadora sem voto foi São Paulo. Dos 35 partidos, 33 tiveram pelo menos uma candidata sem voto.
A cidade com o maior número de candidatas a vereador sem voto no país é Maturéia (PB): 92% delas acabaram zeradas. A Paraíba, aliás, é o estado com o maior percentual de candidatas ao cargo sem nenhum voto: 23% do total.
Veja abaixo o percentual de candidatas com zero voto por estado:
ESTADO PERCENTUAL
PB 23% AM 22% BA 22% AL 19% MA 19% PE 18% AP 16% CE 15% SE 15% PA 14% AC 12% GO 11% PI 11% RN 11% TO 11% MT 9% MG 8% PR 8% RO 8% RR 7% SP 7% MS 5% RJ 5% ES 4% SC 3% RS 2%
O vereador Luan Potiguara (Republicanos) declarou apoio ao nome da deputada estadual Danielle do Vale (Republicanos) para liderar uma candidatura de oposição à Prefeitura de Rio Tinto nas eleições de 2028.
A primeira-dama Camila Mariz participou da abertura das ações do Outubro Rosa no Hospital de Trauma de João Pessoa. O evento reforçou a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama, do atendimento humanizado e do acolhimento às pacientes da rede estadual de saúde.
Uma pesquisa do instituto Real Time Big Data, divulgada nesta terça-feira (20), aponta um cenário de disputa acirrada entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno da eleição presidencial.