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Câmara desfigura projeto de combate à corrupção e aprova punição a juízes

Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Projeto foi aprovado por 450 deputados federais
Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Projeto foi aprovado por 450 deputados federais

A Câmara dos Deputados aprovou por 450 votos a favor, um contra e três abstenções na madrugada desta quarta-feira (30) o texto-base do Projeto de Lei (PL) 4.850/16, que trata das medidas de combate a corrupção. No total, foram apresentadas 12 emendas ao projetos, que foram rejeitadas pelo relator, deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), e 16 destaques a pontos do texto. Todos os destaques foram aprovados pelos deputados e a matéria segue agora ao Senado.

O deputado Zé Geraldo (PT-PA) foi o único a se posicionar contra o projeto. O texto prevê, entre outros pontos, a transformação de corrupção que envolve valores superiores a 10 mil salários mínimos em crime hediondo e a criminalização do enriquecimento ilícito de funcionários públicos.

A votação do projeto ocorreu em meio a um dia tumultuado em Brasília. Na tarde dessa terça-feira, uma manifestação contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55/16 que limita o teto de gastos da União por 20 anos foi dispersada pela Polícia Militar (PM) com bombas de gás de efeito moral, lacrimogêneo e spray de pimenta, houve confronto entre a PM e manifestantes e vandalismo e depredação de bens públicos e privados.

Entre os principais pontos do projeto está o que criminaliza a prática de utilização de recursos não contabilizados formalmente, o chamado caixa dois. Pela proposta, o candidato, o administrador financeiro que incorrer na prática poderá sofrer uma pena de dois a cinco anos de prisão, e multa. As penas serão aumentadas de um terço se os recursos forem provenientes de fontes vedadas pela legislação eleitoral ou partidária.

A possível anistia ao caixa dois foi um dos temas que mais gerou polêmicas no projeto. Mais cedo, chegou a circular um rumor de que seria apresentada uma emenda ao projeto para promover a anistia.

Crime de responsabilidade a juízes e a promotores

Outro tema que também gerou divergências é o que previa a inclusão no texto da previsão de crime de responsabilidade a juízes e a promotores, o que hoje não é previsto. O PDT chegou a apresentar uma emenda ao projeto com esse conteúdo, mas o texto precisa ser votado. A proposta chegou a constar no relatório de Lorenzoni, mas foi retirada após o deputado se reunir com integrantes da força-tarefa da Operação Lava Jato.

Durante a apresentação do relatório no plenário, Lorenzoni excluiu a emenda com o argumento de que, apesar de haver a previsão constitucional para crimes de responsabilidade, o texto não cabia no mérito do projeto. Diante do rumor, integrantes da força-tarefa da Lava Jato soltaram uma nota em que manifestaram repúdio contra a previsão de crime de responsabilidade para juízes e promotores.

Na nota, os integrantes da Lava Jato classificaram a proposta como uma tentativa de “aterrorizar procuradores, promotores e juízes em seu legítimo exercício da atividade de investigação, processamento e julgamento de crimes, especialmente daqueles praticados nas mais altas esferas de poder.”

Segundo a nota, a afirmação de que essas classes são uma “casta privilegiada” ou “intocável” são “falsas e objetivam manipular a opinião pública”. “A pretensão de sujeitar membros do Ministério Público e do Poder Judiciário a crimes de responsabilidade é totalmente descabida. Nem mesmo os próprios deputados e senadores estão sujeitos a esses crimes. Além disso, a proposta tornada pública atenta contra a independência do exercício da atividade ministerial e judicial”, diz o texto.

Proposta aprovada

Apesar da manifestação, a aprovação da emenda foi defendida por vários deputados, com o argumento de que juízes e membros do Ministério Público se comportam como agentes políticos. Ao final da votação, a proposta, primeiro destaque a ser votado, foi aprovada por 313 votos a favor, 132 contra e cinco abstenções. “A primeira medida deste pacote deveria ser o fim dos privilégios e abusos de poder da categoria deles. Não pode haver castas”, disse o líder do PDT, Weverton Rocha (MA).

Já o deputado Nelson Marchezan Junior (PSDB-RS) argumentou que a emenda colocaria juízes e promotores em “pé de igualdade” com os demais cidadãos. “Temos a oportunidade de tornar juízes e promotores brasileiros como os outros. Porque hoje, se alguém faz uma nota contra juízes e promotores, é processado, mas quando eles recebem mais de R$ 100 mil, nada acontece”, disse.

Pelo texto aprovado, juízes poderão responder por crime de responsabilidade, nos seguintes casos: alterar decisão ou voto já proferido (exceto se por recurso); julgar quando estiver impedido ou suspeito; exercer atividade político-partidária; proceder de modo incompatível com a honra dignidade e decoro de suas funções; exercer outra função ou atividade empresarial; receber custas ou participação em processo; manifestar, por qualquer meio de comunicação, opinião sobre processo pendente de julgamento.

Já os promotores podem crimes de responsabilidade nos casos de emitir parecer quando estiver impedido ou suspeito; se recursar a agir; proceder de modo incompatível com a dignidade e o decoro do cargo; receber honorários, percentagens ou custas processuais; exercer a advocacia; participar de sociedade empresarial; exercer qualquer outra função pública, com exceção do magistério e exercer atividade político-partidária.

Lorenzoni defendeu a rejeição da emenda. Segundo o deputado, a aprovação seria vista como uma espécie de ‘cala a boca’ a promotores e juízes. “Aqui está uma emenda que, se for aprovada, será conhecida no Brasil como uma emenda anti-investigação, uma emenda do mal. Vamos aguardar para discutir isso em outro projeto”, defendeu.

O deputado Glauber Braga (PSOL-RJ) também foi contra a emenda por considerar que algumas tipificações são genéricas. “Defendemos que tem que haver limites claros ao abuso de poder, de todos os poderes, mas não achamos que essa emenda seja a solução para resolver os problemas ques estão sendo colocados pelos deputados. Não parecer ser a melhor saída”, disse. “O magistrado progressista que tenha uma visão crítica de operações que utilizam a prisão preventiva por regra, por exemplo, vai estar sendo criminoso se ele manifestar sua opinião sobre o tema?”, questionou Braga. “Na nossa opinião, não”.

Mais destaques

O plenário da Câmara dos Deputados também aprovou, por 326 a 14, destaque do PSB e retirou do projeto de lei de medidas contra a corrupção a possibilidade de os órgãos públicos fazerem teste de integridade com servidores públicos.

A aprovação da emenda que cria a previsão de crime de responsabilidade para juízes e promotores abriu espaço para que os deputados promovessem diversas alterações no projeto aprovado, por unanimidade, na comissão especial que analisava as dez medidas. Com isso, na sequência, o plenário aprovou um destaque do PSB que suprimiu toda a parte do projeto relativa ao Programa de Proteção e Incentivo a Relatos de Informações de Interesse Público, o chamado reportante do bem. Pela proposta, qualquer cidadão que relatar atos ilícitos perante a administração contaria com proteção contra atentados a sua integridade física, além da possibilidade de receber um percentual de recursos que viessem a ser recuperados pelo Estado.

A medida foi apelidada por deputados contrário de “incentivo a dedo duro”. “Essa matéria não veio das dez medidas. Essa medida veio do relator e nós temos que retirar do texto isso do ‘dedo duro’, com isso nós estaremos mantendo a iniciativa das dez medidas, em vez de oferecer incentivo financeiro para os reportantes fazer as delações”, disse o líder do DEM, partido de Lorenzoni, Pauderney Avelino (AM).

O líder do PPS, Rubens Bueno (PR) criticou o que chamou de esfacelamento do projeto. “Se retiram mais de 30 itens do relatório aprovado por unanimidade na comissão especial. É muito estranho”, disse.

Por 317 a 97, também foi retirado do texto a parte que trata da extinção de domínio de bens e propriedades do réu quando provenientes de atividade ilícita ou usados para tal. Esse trecho do texto original facilitaria o confisco de bens provenientes de corrupção. A exclusão foi criticada pelo deputado Arnaldo Jordy (PPS-PA). “O relatório e essa medida foi aprovada por unanimidade por membros de vários partidos que tinham integrantes na comissão. O que estamos vendo agora é uma insurreição contra as matéria que foram subscritas pelos integrantes da comissão”, disse.

Outro destaque aprovado, este de autoria do PT, retirou do projeto uma regra que condicionava a conversão de pena restritiva de direitos com a reparação do dano causado ou do valorizado. O texto do projeto condicionava, nos crimes contra a administração pública, que a progressão da pena privativa de liberdade por uma mais branda ficaria condicionada à reparação do dano que causou, ou à devolução do produto do ilícito praticado, com os acréscimos legais.

As alterações propostas nas regras de prescrição de crimes também foram retiradas do texto. Entre elas estavam a que previa que a contagem do prazo para prescrição começaria a partir do oferecimento da denúncia e não do seu recebimento. Também foi aprovado outro destaque, apresentado pelo PP-PTB-PSC, que retira do texto a tipificação do crime de enriquecimento ilícito e a decretação de perda estendida de bens de origem ilícita, a favor da União, se assim considerados por consequência da condenação transitada em julgado por vários crimes.

O Plenário aprovou, por 220 votos a 151, destaque do PSOL que retirou do projeto de lei todo o trecho sobre o acordo penal, que poderia ser formalizado após o recebimento da denúncia e até a promulgação da sentença, implicando a confissão do crime e a reparação do dano. Também foi aprovado, por 280 votos a 76, o destaque do bloco PP-PTB-PSC que retirou do projeto de lei texto no qual é suprimida a defesa prévia nas ações de atos de improbidade, permanecendo a regra atual prevista na legislação.

Também foi retirou do projeto de lei todos os artigos sobre reformulação das regras relativas aos acordos de leniência, após a aprovação do destaque do PT por 207 votos a 143. O Plenário também aprovou, por 285 votos a 72, destaque do PMDB ao projeto de lei para incluir no texto emenda do deputado Carlos Marun (PMDB-MS) caracterizando como crime, por parte de juiz, promotor ou delegado, a violação da prerrogativa do advogado, com detenção de um a dois anos e multa. A emenda também especifica que, se a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) não concordar com o arquivamento de inquérito policial sobre esse crime ou o de exercício ilegal da advocacia, poderá assumir a titularidade da ação penal.

Os deputados aprovaram, na última votação da madrugada, destaque do PR ao projeto de lei que mantém na legislação dispositivo que prevê a responsabilização pessoal civil e criminal dos dirigentes partidários somente se houver irregularidade grave e insanável com enriquecimento ilícito decorrente da desaprovação das contas partidárias.

A sessão foi encerrada às 4h20, horário de Brasília, desta quarta-feira, após aprovar todos os destaques ao projeto de lei de medidas contra a corrupção (PL 4850/16).

Da Agência Brasil

Temer sanciona lei que reconhece vaquejada como patrimônio cultural imaterial

Foi sancionada nesta quarta-feira (30), pelo presidente Michel Temer (PMDB), a lei que reconhece vaquejadas e rodeios como patrimônios culturais imateriais e manifestação cultural nacional. As informações são do Portal Correio. 

A medida foi publicada na edição desta quarta do Diário Oficial da União quase dois meses após o Supremo Tribunal Federal (STF) proibir a vaquejada em todo o Brasil por “sofrimento aos animais”.

Antes de ser sancionada, a lei foi votada por deputados e senadores, com apoio quase que integral da bancada nordestinas tanto na Câmara como no Senado.

Áudio mostra pânico de piloto ao relatar ‘falha total e de combustível’

A rádio colombiana Blu divulgou nesta quarta-feira um áudio com a parte final do diálogo entre o piloto Miguel Quiroga, que comandava o Avro RJ85 com a equipe da Chapecoense, e a torre de controle do aeroporto José Maria Córdova, em Medellín.

+ Laudo final das investigações do acidente pode demorar até um ano

A gravação tem pouco mais de 11 minutos e revela, a 9m04s, o piloto mencionando “falha total, falha elétrica total, em combustível”. Na sequência, a controladora afirma que a pista estaria livre e com chuva na superfície, no que o piloto pede coordenadas para pousar e então ele não é mais ouvido.

Caixas-pretas do voo da Chape serão abertas na Inglaterra

Devido à tecnologia oferecida na Inglaterra, as caixas-pretas de dados e voz do avião que levava jogadores e comissão técnica da Chapecoense serão abertas na terra da rainha.

O motivo também é que, segundo o G1, o órgão de investigação oficial pela abertura e degravação é inglês.

Outra justificativa é que as caixas-pretas encontradas na aeronave são antigas e difíceis de abrir, razões pelas quais o laboratório inglês necessita realizar o serviço.

Brasil tem 827 mil vivendo com HIV; 112 mil não sabem sobre o vírus

Dados divulgados nesta quarta-feira (30) pelo Ministério da Saúde revelam que 827 mil pessoas vivem com HIV/aids no Brasil. Dessas, cerca de 112 mil não sabem que estão infectados.

Do total de pessoas soropositivas identificadas no país, 372 mil ainda não estão em tratamento, apesar de 260 mil delas já saberem que estão infectadas.

Transmissão de mãe para filho

De acordo com o boletim, a taxa de detecção da aids em menores de 5 anos caiu 36% nos últimos seis anos, passando de 3,9 casos para cada 100 mil habitantes em 2010 para uma taxa de 2,5 casos em 2015.

A taxa em crianças nessa faixa etária é usada como indicador para monitoramento da transmissão vertical do HIV (transmissão de mãe para filho durante a gestação ou no momento do parto).

Epidemia estabilizada

Segundo a pasta, a epidemia no Brasil está estabilizada, com taxa de detecção em torno de 19,1 casos para cada 100 mil habitantes. Ainda assim, o número representa cerca de 41,1 mil novos casos ao ano.

Queda na mortalidade

Os números mostram também uma queda de 42,3% na mortalidade provocada pelo HIV/aids no Brasil nos últimos 20 anos. A taxa caiu de 9,7 óbitos para cada 100 mil habitantes em 1995 para 5,6 óbitos em cada 100 mil habitantes em 2015.

Metas

A cobertura do diagnóstico de HIV/aids no país passou de 80% em 2012 para 87% em 2015, o equivalente a 715 mil pessoas. A meta é chegar a 90% até 2020.

Os maiores incrementos, de acordo com os dados, foram observados na meta relacionada ao tratamento, que passou de 44% em 2012 para 64% em 2015. O número representa 455 mil pessoas.

Na meta referente à redução da carga viral, o país passou de 75% em 2012 para 90% em 2015, o equivalente a 410 mil pessoas.

Com informações da Agência Brasil

Mateus Solano volta à TV em trama que aborda o ‘jeitinho brasileiro’

© Showbiz
© Showbiz
© Showbiz

Mateus Solano já provou que pode fazer de tudo, de vilão a mocinho. Em 2017, o ator volta às novelas em um projeto que deve abordar o famoso “jeitinho brasileiro”. Na trama, ele irá interpretar o mocinho de irá ganhar o coração de Camila Queiroz.

“Ele é um mocinho, mas a novela pega um pouco do jeitinho brasileiro, por exemplo, se você é justo quando tem que ser, se você usa a justiça ao seu favor. A novela vai retratar situações que acontecem diariamente na nossa cultura, acho bem interessante”, entrega Mateus, segundo conversa com o RD1.

A trama escrita por Cláudia Souto já conta com os primeiros capítulos finalizados e a preparação deve começar em fevereiro de 2017. Thiago Martins e Vanessa Giácomo também estarão no elenco de destaque da novela, que será dirigida por Luiz Henrique Rios.

O ator revelou também que deve deixar o cabelo crescer para o novo papel.

Homem é morto a facadas na madrugada desta quarta-feira, em Mamanguape

Vítima João Tavares de Andrade Neto, com 28 anos de idade.João Tavares de Andrade Neto, 28 anos de idade, foi morto por volta das 2h da madrugada desta quarta-feira (30), próximo a localidade conhecida por ‘barriguda’, na cidade de Mamanguape. O suspeito que já está preso, desfiriu três golpes de faca peixeira na vítima, que morreu no local.

“A Tático I da 2ª Companhia Independente de Polícia Militar foi acionada via Copom para averiguar a ocorrência, chegando ao local foi constatada a veracidade do crime”, conta no relato policial. O SAMU ainda chegou a ser acionado.

Em diligências as guarnições conseguiu localizar o acusado, um menor de 17 anos, portando a faca que foi utilizada para ceifar a vida de João Tavares de Andrade Neto.

Vítima sofreu cerca de três perfurações de faca peixeira
Vítima sofreu cerca de três perfurações de faca peixeira

Segundo informações do acusado repassadas a Polícia, este já é o terceiro homicídio que ele comete na mesma cidade, e que teria matado João, porque ele teria roubado sua moto.

Diante dos fatos, o menor foi conduzido à 7ª Delegacia de Polícia Civil de Mamanguape e entregue à autoridade de plantão.

Da redação

Com informações da 2ªCIPM

Prefeito eleito de Jacaraú diz que venceu política “ostentação” e “status de rei”; ‘assista aqui’

Prefeito eleito de Jacaraú em entrevista a MaisTV
Prefeito eleito de Jacaraú em entrevista a MaisTV
Prefeito eleito de Jacaraú em entrevista a MaisTV

Em entrevista ao jornalista Heron Cid, para a MaisTV, o prefeito eleito de Jacaraú, Elias Costa (PMDB) fez uma avaliação de sua vitória contra grupos políticos que dominavam há mais de 30 anos a política no município.

De acordo com Elias Costa, ele venceu um grupo que fazia “política de coronel” onde havia “grande ostentação e status de rei” de rei na cidade.

Ainda durante a entrevista, Elias Costa fala da sua luta para chegar a prefeitura e revela quais são as sua prioridades a serem implantadas no município durante a sua gestão. Ele adiantou que não terá receio de fazer um governo aberto a população.

“As pessoas tem que entender que o gestor não tem que ter medo de atender o povo, mas coragem de dizer sim ou não”, argumentou.

Confira entrevista:

 

Da redação

Com MaisPB

Em Rio Tinto: Homem é preso por cárcere, ameaça e posse ilegal de arma de fogo

Acusado foi preso pelas polícias civil e militar de Rio Tinto
Acusado foi preso pelas polícias civil e militar de Rio Tinto

A Polícia Civil e Militar de Rio Tinto prendeu em flagrante na tarde de ontem (28), Manoel Fidelis da Silva, conhecido como “Manél 40”, pelos crimes de cárcere privado, ameaça e posse ilegal de arma de fogo.

Com ele foi apreendida uma espingarda ‘boito’ calibre 12 e três munições do mesmo calibre. De acordo com as investigações realizadas pelos policiais civis, o indiciado estaria mantendo a sua companheira em cárcere privado dentro de sua residência, onde sofria maus tratos e ameaças de morte, além de ser forçada a manter relações sexuais.

Armas e munições apreendidas com o suspeito
Armas e munições apreendidas com o suspeito

O indiciado foi autuado e recolhido a Cadeia Pública de Rio Tinto, onde aguarda audiência de custódia. A prisão do investigado teve o apoio do destacamento da PM local.

Da redação

PBVale

PRF prende 17 pessoas por furto de frutas de um barraqueiro na BR 101 em Mamanguape

Quem nunca “roubou” uma fruta no quintal do vizinho? Muita gente não, mas muita gente sim! Coisas de criança ou adolescente que viveu a vida intensamente! Mas, quando 17 adultos param uma van no acostamento de uma rodovia e levam, sem pagar, caixas de frutas de um vendedor, a coisa muda. Foi o que aconteceu, na noite de domingo (27), na BR 101, em Mamanguape, Zona da Mata Norte paraibana. A PRF prendeu todos eles.

Dezessete homens viajavam em uma van Mercedes-Benz Sprinter quando resolveram parar o veículo no acostamento, em frente à uma barraca localizada no quilômetro 22 da rodovia federal. Todos vinham de um jogo de futebol entre amigos e estavam voltando para Mamanguape. Eles desembarcaram e pegaram uma caixa de isopor com abacaxis e cocos, uma outra caixa com macaxeira e três sacolas com mangabas. Entraram no veículo com todo o material e, simplesmente, foram embora sem pagar. O dono do estabelecimento ligou para o 191, número de emergência e denúncias da PRF e relatou o fato.

De posse das características, uma equipe de policiais rodoviários federais ficou aguardando a passagem de uma van com as características ditas pela vítima para confirmar o fato. Minutos depois a Sprinter foi abordada. Durante a revista os PRFs encontraram todo o material furtado. Exatamente como o barraqueiro disse. Havia 17 pessoas dentro da van. Eles falaram para os policiais que tudo não passou de uma brincadeira. O fato é que essa “brincadeira de mau gosto” é crime previsto no Código Penal brasileiro como Artigo 155, com pena de reclusão que varia de um a quatro anos.

Todos os presos foram levados para a Delegacia da Polícia Civil em Mamanguape para que o flagrante fosse registrado.

Assessoria

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