28.2 C
Mamanguape
quarta-feira, 21 outubro 2026
Bayeux
Início Site Página 2225

Auto Esporte apresenta elenco; time ainda aguarda reforços

Treino do Auto Esporte
Treino do Auto Esporte
Treino do Auto Esporte

Na tarde dessa segunda-feira (05), o Auto Esporte deu o pontapé inicial na sua preparação para o Campeonato Paraibano de 2017. No CT do clube, localizado no bairro de Mangabeira, foram apresentados elenco e comissão técnica que irão representar as cores alvirrubras do clube no próximo campeonato estadual. Acesse o Voz da Torcida.

Algumas novidades foram divulgadas na ocasião. O volante Nal, que havia sido anunciado como reforço, não deve vir mais pois seu clube atual não liberou o atleta antes do fim do contrato, que será no fim do mês, já às vésperas do início do Paraibano. Por outro lado, o goleiro Vladimir, que já passou pelo Clube do Povo, está de volta, e irá brigar pela camisa 1 com Danilo.

A diretoria automobilista também confirmou que ainda aguarda a chegada de um volante, um meia e um atacante para fechar o elenco, que será complementado com atletas que irão disputar a Copa São Paulo de Juniores no início de janeiro.

Confira os atletas e comissão técnicas apresentados no Mangabeirão:

Goleiros: Danilo, Vladimir (contratado) e João Marcelo
Laterais: David, Siderval, Igor (base), Bruno, Dan dan, Luanderson
Zagueiros: Fábio Bilica, Moisés, Júlio, Thiago Bon, Jé, Daniel
Volantes: Van Basten, Emerson Bastos, Erinaldo, Otavio, Rodrigo
Meias: Leo Lima, Arthurzinho, Ágabo
Atacantes: Isaias, Willians, Railson, Douglas
Auxiliar técnico: Robson Ferreira
Auxiliar: Maia
Técnico: Gerson Júnior
Supervisor: Beto
Preparador físico: Eduardo Silvestre
Auxiliar de preparador físico: Giba
Preparador de goleiros: Neto Dinamite
Massagista: Fabinho
Mordomo: Carlos
Analista de desempenho: Douglas Lemos
Nutricionista: Raquel Ataíde

Pesquisa aponta recuo do machismo, mas 23% condenam roupa curta

© Rovena Rosa/Agência Brasil

Um estudo encomendado pelo Instituto Avon ao Instituto Locomotiva mostra que o machismo no Brasil teve um recuo. Entretanto, 23% dos participantes da pesquisa ainda criticam as mulheres por usarem roupas curtas ou decotadas.

Segundo a Folha de S.Paulo, a pesquisa também aponta que alguns homens pararam de se referir a mulheres como “piranha” ou “vagabunda” (8%), enquanto 18% deixaram de cantá-las nas ruas. Porém, 8% admitiram que ainda usam termos como “piranhas” ou “vagabundas”, número igual aos que deixaram de fazer.

A pesquisa, batizada de “O papel do homem na desconstrução do machismo”, aponta avanços, mas ressalta que os entraves para superar o problema ainda são muitos.

“A mudança de comportamento dos homens não se dá somente do ponto de vista cognitivo. Ele precisa de um exercício de diálogo entre homens para repensar o que é machismo”, afirmou à Folha Leandro Feitosa, professor de psicologia da PUC-SP e coordenador do Grupo Reflexivo de Homens, que reúne agressores encaminhados pela 1ª Vara de Violência Doméstica e contra a Mulher de São Paulo.

A margem de erro da pesquisa é de 2,4 pontos percentuais. Ao todo, foram entrevistadas 1.800 pessoas, com 16 anos ou mais, em 70 cidades de todas as regiões brasileiras. O resultado aponta que 6 em cada 10 homens gostaria de mudar a postura acerca do assunto. Além disso, 31% deles dizem que gostariam de não ser machistas, mas não sabem como fazer isso.

Polícias prendem em Guarabira dupla suspeita de tráfico de drogas no Vale do Mamanguape

Operação foi articulada por homens do GTE e da Força Tática
Operação foi articulada por homens do GTE e da Força Tática
Operação foi articulada por homens do GTE e da Força Tática

Uma ação conjunta das Polícias Militar e Civil da Paraíba resultou na prisão de dois homens e ainda na apreensão de drogas, na manhã desta terça-feira (6), em Guarabira. O trabalho foi realizado pelo Núcleo de Inteligência da 2ª Companhia Independente, policiais da Força Tática da Polícia Militar e do Grupo Tático Especial (GTE) e Núcleo de Homicídios da 7ª Delegacia Seccional de Polícia Civil, com sede na cidade de Mamanguape.

A Polícia chegou a Márcio Lira Pereira e Joseilton Soares, que estava sob livramento condicional desde 8 de novembro, após descobrir que a maconha comercializada na região vinha do Brejo paraibano a mando de um fugitivo do sistema prisional. A informação levou aos presos, que foram abordados na cidade de Guarabira.

Todos foram conduzidos para a sede da 7ª Delegacia Seccional de Mamanguape para a lavratura do flagrante. A operação ainda contou com o apoio de equipes do 4º Batalhão de Polícia Militar e Grupo Tático Especial da Polícia Civil de Guarabira.

Com assessoria

Reforma da Previdência: saiba o que muda com as novas regras propostas

O governo encaminhou ao Congresso Nacional a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/2016, que trata da reforma da Previdência no Brasil. O governo defende que as alterações são importantes para equilibrar as finanças da União. Segundo o ministro da Fazenda Henrique Meirelles, em 2016 o déficit do INSS chegará a R$ 149,2 bilhões (2,3% do PIB), e em 2017, está estimado em R$ 181,2 bilhões.

O perfil etário da sociedade brasileira vem mudando com o aumento da expectativa de vida e a diminuição da fecundidade (número de nascimentos), o que provoca um envelhecimento da população. De acordo com Meirelles, esse novo perfil deverá gerar uma situação insustentável: “No atual ritmo, em 2060, vamos ter apenas 131 milhões de brasileiros em idade ativa (hoje são 141 milhões). No mesmo período, os idosos crescerão 263%”.

Entre as mudanças propostas na PEC 287 está a definição de uma idade para a aposentadoria:  65 anos, tanto no caso de homens quanto de mulheres. Confira os principais pontos:

Quem será afetado pelas novas regras

Todos os trabalhadores ativos entrarão no novo sistema. Aqueles que têm menos de 50 anos (homens) ou 45 anos (mulheres) deverão obedecer às novas regras integralmente. Já quem tem 50 anos ou mais será enquadrado com uma regra diferente, com tempo adicional para requerer o benefício. Aposentados e aqueles que completarem os requisitos para pedir o benefício até a aprovação da reforma não serão afetados porque já possuem direito adquirido.

Idade mínima

O governo pretende fixar idade mínima de 65 anos para requerer aposentadoria e elevar o tempo mínimo de contribuição de 15 anos para 25 anos. Atualmente, não há uma idade mínima para o trabalhador se aposentar. Pelas regras em vigor, é possível pedir a aposentadoria com 30 anos de contribuição, no caso das mulheres, e 35 anos no caso dos homens. Para receber o benefício integral, é preciso atingir a fórmula 85 (mulheres) e 95 (homens), que é a soma da idade com o tempo de contribuição.

Os chamados segurados especiais, que inclui agricultores familiares, passariam a seguir a mesma regra de idade mínima dos segurados urbanos (65 anos). Atualmente, eles podem se  aposentar com idade reduzida. Também os professores, que antes poderiam se aposentar com tempo reduzido ao contabilizar o tempo em sala de aula, seguirão as mesmas regras estabelecidas para os demais trabalhadores. A única exceção seria para os trabalhadores com deficiência. O tratamento especial continua existindo, mas a diferença em relação aos demais não poderá ser maior do que 10 anos no requisito de idade e 5 anos no de tempo de contribuição.

Regras de transição

Haverá uma regra de transição para quem está perto da aposentadoria. Homens com 50 anos de idade ou mais e mulheres com 45 anos de idade ou mais poderão aposentar-se com regras diferenciadas. A regra de transição só vale para o tempo de aposentadoria, já para o cálculo do benefício valerá a nova regra proposta.

Trabalhadores nessa situação deverão cumprir um período adicional de contribuição , uma espécie de “pedágio”, equivalente a 50% do tempo que faltaria para atingir o tempo de contribuição exigido. Por exemplo, se para um trabalhador faltava um ano para a aposentadoria, passará a faltar um ano e meio (12 meses + 50% = 18 meses).

Este pedágio também vale para professores e segurados especiais (trabalhadores rurais) que tiverem 50 anos de idade ou mais, se homens, e 45 anos de idade ou mais, se mulheres.

Tempo de contribuição e valor da aposentadoria

Pelas regras propostas, o trabalhador precisa atingir a idade mínima de 65 anos e pelo menos 25 anos de contribuição para poder se aposentar. Neste caso, ele receberá 76% do valor da aposentadoria – que corresponderá a 51% da média dos salários de contribuição, acrescidos de um ponto percentual desta média para cada ano de contribuição. Por exemplo: o trabalhador com 65 anos de idade e 25 anos de tempo de contribuição terá a aposentadoria igual a 76% (51 + 25) do seu salário de contribuição.

A cada ano que contribuir a mais o trabalhador terá direito a um ponto percentual. Desta forma, para receber a aposentadoria integral (100% do valor), o trabalhador precisará contribuir por 49 anos, a soma dos 25 anos obrigatórios e 24 anos a mais.

Trabalhadores rurais também deverão contribuir com uma alíquota que provavelmente será atrelada ao salário mínimo. Para que essa cobrança seja feita, será necessária a aprovação de um projeto de lei

Servidores públicos

Os servidores públicos fazem parte de um sistema diferenciado chamado Regime de Previdência dos Servidores Públicos (RPPS). No entanto, com a PEC, eles passarão a responder a regras iguais às dos trabalhadores do Regime Geral (RGPS): idade mínima para aposentadoria, tempo mínimo de contribuição, regra para cálculo de aposentadoria por incapacidade permanente para o trabalho, além das hipóteses de aposentadorias especiais.

Com a reforma, passa a existir uma única modalidade de aposentadoria voluntária, que exigirá os requisitos de 65 anos de idade, 25 anos de contribuição, 10 anos no serviço público e 5 anos no cargo efetivo, tanto para o homem como para a mulher. Assim como no RGPS, a transição para os atuais segurados será aplicada a servidores com idade igual ou superior a 50 anos (homens) ou 45 anos (mulheres). As aposentadorias voluntárias dos servidores que seguirem a regra de transição e tenham ingressado no cargo até 31/12/2003 serão concedidas com integralidade e paridade.

Militares, policiais e bombeiros

Policiais civis e federais entram na reforma e serão submetidos aos critérios de idade mínima de 65 anos somados a 25 anos de contribuição. Por outro lado, os militares das Forças Armadas seguirão um regime específico, que será enviado separadamente em um projeto ao Congresso Nacional. No caso de policiais militares e bombeiros, cada um dos 26 estados e o Distrito Federal deverão providenciar mudanças em suas legislações locais para adequar os regimes de Previdência dessas carreiras.

Pensão por morte

Com a PEC, o valor das pensões por morte passa a ser baseado em sistema de cotas, com previsão de valor inicial diferenciado conforme o número de dependentes do trabalhador. O INSS pagará 100% do benefício apenas aos pensionistas que tiverem cinco filhos. Além disso, o valor do benefício fica desvinculado ao salário mínimo.  A duração da pensão por morte será mantida.

Segundo o Ministério da Previdência, o benefício será equivalente a  50% do valor da aposentadoria que o segurado teria direito, acrescida de 10% para cada dependente. Por exemplo: se o trabalhador aposentado deixar esposa e um filho como dependentes ao falecer, esses dois dependentes receberão, juntos, o total de 70% do que o beneficiário recebia de aposentadoria (50% somados a duas cotas individuais de 10%).

As regras também valem para servidores públicos e, neste caso, acaba a pensão por morte vitalícia para todos os dependentes. O tempo de duração do benefício para o cônjuge passa a ser variável, conforme sua idade na data de óbito do servidor: será vitalícia apenas se o viúvo tiver 44 anos ou mais.

Quando entra em vigor

As mudanças não entram em vigor de imediato porque ainda dependem de aprovação no Congresso Nacional. A PEC será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara para verificar a constitucionalidade da proposta. Em seguida, caso seja aprovada, é criada uma comissão especial para análise. O colegiado elabora um parecer e o envia para análise do plenário da Casa.

No plenário da Câmara, a PEC tem de ser aprovada, em dois turnos, por três quintos dos deputados. No Senado, tem que passar novamente pela CCJ da Casa e por dois turnos no plenário, também com aprovação de três quintos dos senadores. Se o Senado aprovar o texto como o recebeu da Câmara, a emenda é promulgada e passa a valer como lei. Caso o texto seja alterado, deve ser enviado novamente para a Câmara para a análise das alterações feitas pelos senadores. Com informações da Agência Brasil.

Avião comercial cai com cerca de 40 pessoas no Paquistão

Imagens veiculadas por meios de imprensa internacionais mostram o que seria o local da queda da aeronave. Foto: Reprodução
Imagens veiculadas por meios de imprensa internacionais mostram o que seria o local da queda da aeronave. Foto: Reprodução
Imagens veiculadas por meios de imprensa internacionais mostram o que seria o local da queda da aeronave.
Foto: Reprodução

O avião da Pakistan International Airlines que havia desaparecido dos radares nesta quarta-feira (7), no norte do Paquistão, caiu nos arredores de Abbottabad.

A aeronave levava 47 pessoas, incluindo a tripulação. O voo PK661 fazia a rota entre Chitral e Islamabad, onde deveria ter pousado às 16h40 (9h30 em Brasília). Fontes do aeroporto da capital paquistanesa dizem que o piloto chegou a enviar uma mensagem de emergência, mas perdeu contato logo depois, por volta de 16h20.

O trajeto entre as duas cidades tem pouco mais de uma hora de duração. Ainda não há informações sobre mortos.

Da Agência Ansa

Descumprir ordem judicial é crime ou golpe de Estado, diz ministro do STF

Ministro Luís Roberto Barroso: “deixar de cumprir uma decisão judicial é crime de desobediência ou golpe de Estado”Fernando Frazão/Agência Brasil
Ministro Luís Roberto Barroso: “deixar de cumprir uma decisão judicial é crime de desobediência ou golpe de Estado”Fernando Frazão/Agência Brasil
Ministro Luís Roberto Barroso: “deixar de cumprir uma decisão judicial é crime de desobediência ou golpe de Estado”Fernando Frazão/Agência Brasil

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, afirmou hoje (7) à Agência Brasil que “deixar de cumprir uma decisão judicial é crime de desobediência ou golpe de Estado”.

O comentário foi feito em referência ao posicionamento da Mesa Diretora do Senado, que ontem (6) decidiu aguardar a decisão do plenário do STF antes de cumprir uma medida cautelar expedida na segunda-feira (5) pelo ministro Marco Aurélio Mello, na qual afastou, com efeito imediato, o senador Renan Calheiros da presidência do Congresso Nacional.

Ontem, após esperar por horas no Senado, um oficial de justiça deixou o Congresso sem que Renan assinasse a notificação que o informava da decisão de Marco Aurélio.

O ministro acabou por liberar a medida cautelar para ser apreciada também por seus pares. O plenário do STF julga na tarde desta quarta-feira (7) se referenda ou revoga a liminar que afastou Renan da presidência do Senado. Barroso não participa da sessão, por ter sido declarado impedido no processo.

Voto pode ser modificado

Internamente, a expectativa é que ao menos um ministro do STF modifique voto proferido anteriormente na ação que resultou no afastamento de Renan, de modo que o senador possa permanecer na presidência do Senado e fique impedido somente de assumir a presidência da República em caso de ausência de Michel Temer.

Na ação original, o partido Rede Sustentabilidade pede ao STF que declare réus – pessoas que respondem a ação penal – como impedidos de ocupar cargos na linha de sucessão presidencial (presidente do Senado, presidente da Câmara e presidente do STF).

O julgamento definitivo sobre o assunto ficou interrompido por um pedido de vista feito pelo ministro Dias Toffoli, com 6 votos a favor do impedimento e nenhum contra.

Na semana passada, Renan Calheiros se tornou réu no STF pelo crime de peculato, razão pela qual a Rede pediu seu afastamento por medida cautelar, no que foi atendido por Marco Aurélio.

Felipe Pontes e André Richter – Repórteres da Agência Brasil

 

TCE recebe denúncias e suspende concurso de Prefeitura para não inviabilizar futura gestão

TCE anulou concurso por temer que a realização do certame inviabilizasse a futura gestão municipal
TCE anulou concurso por temer que a realização do certame inviabilizasse a futura gestão municipal
TCE anulou concurso por temer que a realização do certame inviabilizasse a futura gestão municipal

O Tribunal de Contas do Estado da Paraíba acatou nesta terça-feira (6) duas denúncias, e determinou a suspensão do concurso público da Prefeitura de Esperança/PB, no Agreste paraibano, que estava previsto para ser realizado ainda neste mês. A PME não se pronunciou sobre o caso, até o fechamento desta matéria.

Uma das denúncias foi confeccionada pelo advogado Francisco Wandeson Pinto de Azevedo. A outra denúncia com pedido cautelar foi construída pelo Advogado Arthur Richardisson Evaristo Diniz, que apontou 19 falhas, várias delas acolhidas pela auditoria do Tribunal, por temer que a realização do certame inviabilizasse a futura gestão municipal.

De acordo com o Advogado Arthur Richardisson, duas das falhas acolhidas pela Auditoria do Tribunal foram citadas na Decisão Singular DS1-TC-0084/16 do Conselheiro Fábio Túlio Filgueiras Nogueira. A primeira no que diz respeito à inexistência de termos de ajustes firmados junto ao Ministério Público Estadual ou o Tribunal de Contas que demandassem a feitura de processo seletivo de pessoal, às pressas, no alvorecer do mandato quando o ocupante do cargo máximo do Executivo local não logrou êxito em sua recondução, situação que poderia vir a colidir com princípios constitucionais administrativos (Legalidade, Moralidade e Economicidade). E a segunda, relacionado ao período curto e desarrazoado que separava a publicação do edital e a realização da primeira fase do certame, o que poderia comprometer sobremaneira o bom andamento do processo seletivo de pessoal.

Segundo o relator do processo, o conselheiro Fábio Túlio Filgueiras Nogueira, a Auditoria do TCE/PB avistou falhas na confecção do Edital capazes de provocar resultados abomináveis, com direta ameaça à segurança jurídica, interferência administrativa injustificada em direitos dos candidatos e afronta a princípios administrativos constitucionalizados (Legalidade, Moralidade e Economicidade).

O concurso Público da PME estava com inscrições abertas até a próxima sexta-feira, dia (09), para preenchimento de 309 vagas para todos os níveis de escolaridade e salários que chegavam até R$ 1.922,00.

Com Portal Correio

Luan Santana faz revelações sobre ‘nudes’ e rivalidade com Safadão

© Divulgação
© Divulgação
© Divulgação

Será que os cantores sertanejos escrevem aquelas letras de sofrência baseados em suas próprias experiências? Em conversa com o EGO, Luan Santana acabou revelando qual música escreveu sobre que estava passando.

A canção ‘As Lembranças Vão na Mala’, garante ele, foi feita baseada em sua experiência. “Eu lembro que estava passando exatamente pelo que escrevi”, contou ele.

Ao falar sobre o novo visual, o rapaz aproveitou para descartar qualquer rumor de rivalidade com o forrozeiro Wesley Safadão. “A gente é amigo de coração, ele é um cara humildaço que merece tudo que está vivendo”, garantiu.

Quando o assunto passou para um campo, digamos, mais indiscreto, Luan também fez suas revelações. O cantor afirmou que nunca mandou nudes, mas, sim, já ficou com fãs.

Santana aproveitou a conversa para agradecer todo o carinho que tem recebido do público desde o seu primeiro sucesso, ‘Meteoro da Paixão’.

Senado desafia Supremo e mantém Renan na presidência da Casa

© Folhapress
© Folhapress
© Folhapress
© Folhapress

A Mesa Diretora do Senado decidiu nesta terça (6) desafiar a determinação do ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, e recusou-se a afastar da presidência da Casa o senador Renan Calheiros (PMDB-AL), conforme decidido em caráter liminar.

O Senado encaminhou ao STF uma decisão da Mesa em que informa que aguardará a decisão do plenário do tribunal para então aceitar o afastamento de Renan.

O afastamento foi decidido monocraticamente por Marco Aurélio. Os demais ministros só vão apreciar o caso nesta quarta-feira (7).

A Mesa decidiu ainda conceder prazo regimental para que Renan apresente sua defesa.

O oficial de Justiça deixou a presidência do Senado às 15h06 afirmando que Renan não assinou a notificação.

Em tese, o ministro Marco Aurélio pode mandar prender Renan com base no artigo 330 do Código Penal por desobediência a ordem judicial. A pena é de 15 dias a seis meses, além de multa.

O vice-presidente do Senado, Jorge Viana (PT-AC), disse à Folha que não será convocada sessão extraordinária na Casa para discutir a situação de Renan.

“Vamos aguardar o STF”, afirmou. Com informações da Folhapress.

Estado anuncia data para pagamento do 13º salário

O governador Ricardo Coutinho (PSB), anunciou nesta terça-feira (6), que o pagamento da segunda parcela do 13° salário dos servidores estaduais ocorrerá no próximo dia 16. A partir do pagamento do 13º serão injetados R$ 170 milhões na economia paraibana. Já a folha do mês será no valor de R$ 330 milhões, somando R$ 500 milhões.

Além disso, o governador afirmou que a folha de pessoal relativa ao mês de dezembro será paga nos dias 29 e 30 de dezembro.

Últimas Notícias

BlogsOPINIÃO
Objetividade e clareza

WhatsappEnvie
Mande sua sugestão de pauta ou denúncia: (83) 9 8140-8425

Mais Lidas

Lula tem 50,4% dos votos válidos contra 49,6% de Flávio Bolsonaro em pesquisa Data...

Pesquisa Data Ranking aponta Lula com 50,4% dos votos válidos contra 49,6% de Flávio Bolsonaro em um cenário de segundo turno. Na intenção de voto estimulada, a diferença entre os candidatos é de apenas 0,8 ponto percentual, indicando uma disputa acirrada.

Estudantes universitários se unem a trabalhadores em manifestação de apoio a Lula em Rio...

Mobilização reuniu estudantes da UFPB e trabalhadores do município, com participação de representantes do movimento estudantil.

Morre Marcos Souto Maior, ex-presidente do TJPB, aos 80 anos em João Pessoa

O desembargador aposentado Marcos Antônio Souto Maior, ex-presidente do TJPB, morreu aos 80 anos, em João Pessoa. Ele presidiu o Tribunal de Justiça entre 2001 e 2003 e exerceu interinamente o Governo da Paraíba em 2002.