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Silvio Santos autoriza reformulações no ‘A Praça é Nossa’

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Sucesso de audiência no SBT, o programa “A Praça é Nossa”, que vai completar 30 anos em 2017, passará por uma reformulação. O humorístico de Carlos Alberto de Nóbrega quase sempre garante a vice-liderança isolada e por este motivo têm atenção especial da emissora.

Segundo o jornalista Fernando Oliveira, a produção da atração recebeu a autorização de Silvio Santos para iniciar mudanças no programa, que volta ao ar na primeira quinzena de março.

Novo cenário e um novo personagem criado por Moacyr Franco entrarão no programa.

Vale lembrar que antes de ir ao ar pelo SBT, no final do anos 80, o formato já foi exibido pela Globo, pela Record e pela Band.

Hacker usa mensagem contra Estado Islâmico e tira site do TJPB do ar

Problema ocorreu no fim de semana
Problema ocorreu no fim de semana
Problema ocorreu no fim de semana

O site do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) foi hackeado no último sábado (4). A ação, confirmada pela assessoria de comunicação, foi atribuída a Muhmad Emad, possível hacker, e fez com que o site do órgão ficasse sem funcionar até a manhã desta segunda-feira (6).

A página do TJPB ficou com uma mensagem deixada pelo hacker, na qual continha: “Hacked by Muhmad Emad. Long live to peshmarga”, em tradução ao português “Hackeado por Muhmad Emad. Longa vida à Peshmarga”, em referência aos soldados do Curdistão, que lutam contra o Estado Islâmico.

De acordo com a assessoria do TJPB, assim que foi detectada a invasão ao site, a direção de Tecnologia da Informação retirou a página do Tribunal do ar, restabelecendo o serviço nesta segunda.

Ainda segundo a assessoria, a invasão ocorreu apenas na página de notícias, não afetando processos. A Polícia Federal foi acionada e deverá investigar o caso.

Do PBVale, com Portal Correio, via TJPB

Mais de 700 motoristas são flagrados em alta velocidade no fim de semana na PB

Motoristas foram flagrados pelas equipes da PRF
Motoristas foram flagrados pelas equipes da PRF

Mais de 700 motoristas foram flagrados dirigindo acima do limite de velocidade permitido, nesse fim de semana, nas rodovias do estado. As informações são da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Ultrapassagens proibidas, falta do uso do cinto de segurança, motoristas dirigindo sob efeito de álcool e motociclistas sem capacete também foram flagradas pelas equipes de fiscalização.

De acordo com o balanço da PRF, as principais ocorrências foram registradas em alguns trechos das BRs 230, 101 e 104, onde motoristas foram flagrados dirigindo a 178 km/h.

Nesse caso, como a velocidade registrada foi de mais de 50% da permitida, o condutor pagará uma multa de R$ 880,29 e terá 7 pontos na CNH, além da suspensão do direito de dirigir.

A PRF alerta os motoristas para a fiscalização feita por meio de radares fixos e também móveis, distribuídos de forma sequenciada. Dessa forma um mesmo condutor pode ser multado mais de uma vez em uma mesma viagem. 

Por Alexandre Freire

Inscrições no Fies começam nesta terça-feira; saiba tudo sobre o programa

Começam a partir desta terça-feira (7) as inscrições no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), com pelo menos 250 mil novas vagas para quem deseja ingressar, ou que já estejam, no ensino superior em faculdades particulares do Brasil.

Mantido pelo Ministério da Educação, o Fies oferece contrato de financiamento para estudantes que vão cursar graduação em faculdade privada e não têm como pagar. O juros é d e 6,5% ao ano.

O programa utiliza nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como critério de avaliação dos participantes. Sendo selecionados candidatos com média mínima de 450 pontos, além de não ter zerado na redação.

Além disso, o Fies também considera a renda per capita bruta mensal, que deve ser equivalente a 2,5 salários mínimos para os candidatos.

As inscrições no Fies são gratuitas e terminam no dia 10 deste mês e podem ser realizadas no site oficial do programa.

Do Portal Correio

Copa do NE: Bota-PB atropela Vitória no Almeidão; Raposa vence o Uniclinic

Botafogo-PB passeia sobre o Vitória
Botafogo-PB passeia sobre o Vitória

Os dois times paraibanos que disputam a Copa do Nordeste se deram bem na segunda rodada da fase de grupos, disputada neste domingo (5).

O Botafogo-PB atropelou o Vitória no Estádio Almeidão, em João Pessoa, e agora é vice-líder do Grupo E. O Belo, no entanto, está empatado em número de pontos com os outros três clubes da chave.

Já o Campinense desafiou o Uniclinic na Arena Castelão, em Fortaleza, e venceu por 1 a 0. Com o resultado, o rubro-negro fica na vice-liderança do Grupo A, empatado numericamente com o primeiro colocado, o Santa Cruz-PE. Veja como foram os jogos:

Botafogo-PB 4 x 2 Vitória

O primeiro gol do Belo saiu aos cinco minutos do primeiro tempo. O lateral direito Leandro Salino, do Vitória, falhou ao tentar cortar um passe do Botafogo-PB e a bola sobrou limpa para Fernandes, que chutou forte e deixou o goleiro Fernando Miguel sem chances.

Após a abertura do placar, os visitantes tentaram esboçar uma reação, mas não conseguiram driblar a defesa paraibana. Aos 11 minutos, um novo erro de Salino fez a bola ficar com Wanderson, que não perdoou e aumentou a vantagem do Belo.

Apostando no contra-ataque, os donos da casa ainda ameaçaram o time baiano aos 25 minutos. Depois, seguiram fortes na defesa e bloquearam as investidas do Vitória.

O Belo voltou com a mesma estratégia para o segundo tempo, mas o Vitória enfim furou a zaga paraibana e Cleiton Xavier conseguiu marcar, aos 4 minutos. O feito, no entanto, não assustou o Botafogo-PB, que partiu para o ataque e fez mais dois logo em seguida: aos 10, com Marcinho, e aos 11, com Wanderson.

O Vitória tentou correr atrás do prejuízo, mas o time do Botafogo-PB seguiu fechado. Os baianos só conseguiram diminuir a vantagem paraibana aos 34 minutos, em cobrança de falta. Fred chutou bem no ângulo e deixou o goleiro Michel Alves sem chances. Os dois times tentaram marcar mais gols, mas não tiveram êxito.

Uniclinic 0 x 1 Campinense

Campinense vence o Uniclinic e chega à liderança do Grupo A
Campinense vence o Uniclinic e chega à liderança do Grupo A

O Uniclinic começou a partida com confiança e quase abriu o placar aos 4 minutos. Porém, o Campinense logo começou a impor seu estilo de jogo e dominar a posse de bola. À medida que a Raposa criava boas jogadas e ameaçava marcar, os anfitriões ficavam acuados. Surgiram pelo menos três grandes chances de gol até Tiago Orobó abrir o placar. O atacante do Campinense recebeu lançamento de Fernando Pires e finalizou com categoria, aos 36 minutos.

No início da segunda etapa, Uniclinic e Campinense se mostraram no mesmo nível e fizeram disputa acirrada pela posse de bola e tentativas de ataque. A Raposa apostou na tranquilidade na hora de trocar passes. O objetivo certamente era se aproveitar de algum erro adversário. O Uniclinic não vacilou, mas também não conseguiu encostar no placar.

Do Portal Correio

Bancada federal vai se reunir com prefeitos para discutir pauta municipalista

Tota Guedes
Tota Guedes

No próximo dia 20 de fevereiro os membros da bancada federal paraibana irão se reunir com os prefeitos para discutir uma pauta municipalista. O encontro vai reunir deputados e senadores no Hotel Ouro Branco, a partir das 8h.

Conforme o presidente da Famup, Tota Guedes, a intenção é discutir com a bancada o Pacto Federativo, Refis do INSS, ISS dos Cartões de Crédito e o Custeio dos Programas Federais.

“Esses são quatro pontos que estão em nossa pauta e nós queremos saber qual o compromisso da bancada paraibana com essas reivindicações do Movimento Municipalista”, explicou Tota.

A Famup já enviou ofício a todos os prefeitos e prefeitas e também aos 12 deputados federais e aos 3 senadores paraibanos. “Os prefeitos e prefeitas devem comparecer à reunião para fortalecer nossas reivindicações”, finalizou Tota Guedes.

Do MaisPB

Temer anuncia novas regras do Minha Casa Minha Vida

© Divulgação

Para estimular a construção civil e ampliar o número de famílias atendidas, o presidente Michel Temer deve anunciar na próxima segunda-feira (6) as novas regras do programa habitacional Minha Casa Minha Vida. Com o objetivo de alcançar 600 mil contratos em 2017, a renda máxima para adesão ao programa passará de R$ 6.500 para R$ 9 mil e o valor máximo de venda do imóvel irá de R$ 225 mil para R$ 240 mil.

O governo também deve editar uma Medida Provisória (MP) que restringe a desistência da compra do imóvel. Quando entrar em vigor, a construtora poderá reter 80% do valor pago pelo comprador. Atualmente, o percentual varia de 10% a 15%, o que, segundo os empresários, não é suficiente para cobrir os custos. Eles defendem também que o valor de referência nesses casos seja o do contrato e não o já pago pelo comprador.

Os limites de faixa de renda familiar serão corrigidos pela inflação: a faixa intermediária, de R$ 2,3 mil subirá para R$ 2,6 mil; a de R$ 3,6 mil chegará a R$ 4 mil e a de R$ 6.500 a R$ 7 mil, segundo O Globo.

As mudanças devem ser apresentadas ao Conselho Curador do FGTS antes do anúncio do Palácio do Planalto, ambos nesta segunda.

A ampliação do valor do imóvel dentro do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) também deve ser anunciada em breve. O valor deve saltar de R$ 950 mil para R$ 1,5 milhão nas capitais, como Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Brasília.

Leia também: Se reforma já valesse, apenas 4,2% teriam aposentadoria integral

Se reforma já valesse, apenas 4,2% teriam aposentadoria integral

Menos de 40 mil dos trabalhadores que se aposentaram no Brasil nos últimos três anos contribuíram com a Previdência Social por 40 anos ou mais. O número corresponde a 4,2% de todas as aposentadorias por tempo de serviço concedidas no período, de acordo com dados do Anuário Estatístico da Previdência Social analisados pelo G1.

Nestas condições, um baixo número de brasileiros obteria a aposentadoria integral se aprovada a reforma da Previdência apresentada pelo governo Temer, que está em análise no Congresso. A nova regra determina que o brasileiro contribua por 49 anos para ter acesso ao benefício integral.

Em todo o Brasil, 2,307 milhões de trabalhadores se aposentaram de 2013 a 2015. Sendo 41% por tempo de serviço, 38,7% por idade e 20,3% por invalidez.

Dos que se aposentaram por tempo de serviço, 64% contribuiu por 30 a 35 anos, 18,7% contribuiu por 36 a 39 anos e 12 % contribuiu por 25 a 29 anos.

Leia também: Brasil ocupa a 52ª posição no ranking de países mais prósperos

Gabriel Jesus marca duas vezes e dá vitória ao Manchester City

© Alex Livesey/Getty Images
© Alex Livesey/Getty Images
© Alex Livesey/Getty Images

O brasileiro Gabriel Jesus voltou a balançar as redes no Campeonato Inglês. Em partida contra o Swansea, em casa, o atacante deu as boas-vindas ao time visitante logo aos 11 minutos do primeiro tempo, aproveitando uma bola espirrada perto da pequena área.

No segundo tempo, aos 35 minutos, Sigurdsson empatou batendo de fora de área. Logo em seguida, Guardiola tirou Aguero do banco para levar mais ofensividade ao City.

Nos acréscimos, aos 47, Gabriel Jesus aproveitou um cruzamento, cabeçou, o goleiro salvou mas ele próprio pegou o rebote e garantiu a vitória.

Com o resultado, o Manchester City subiu para a terceira colocação da Premier League, empatado com o Arsenal com 49 pontos. O Swansea é o 17º, com 21.

Confira 10 pautas que devem movimentar o Congresso Nacional em 2017

Com o retorno das atividades no Congresso Nacional e após a escolha dos novos presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado, as casas legislativas retomam a apreciação de matérias nesta semana.

Estão entre as pautas do Congresso em 2017 as reformas previdenciária e trabalhista – propostas pelo governo federal – bem como a discussão do pacote anticorrupção, o socorro aos estados em grave crise econômica, a reforma do ensino médio e a regulamentação do aplicativo Uber.

De acordo com o que prevê o presidente reeleito da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, a reforma da Previdência (PEC 287/16) e a reforma trabalhista (PL 6787/16) serão aprovadas neste primeiro semestre para “garantir a recuperação econômica do país”.

Reforma da Previdência

A Câmara deve criar e instalar em fevereiro a comissão especial que vai discutir a proposta de reforma da Previdência. A PEC prevê idade mínima de 65 anos para homens e mulheres poderem se aposentar e tempo de contribuição de 49 anos para o cidadão receber a aposentadoria integral.

A tramitação do texto foi aprovada em dezembro pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que analisou se a proposta feria algum princípio constitucional. Foram 31 votos favoráveis à continuidade da proposta e 20 contrários à PEC.

Reforma trabalhista

O governo enviou ao Congresso, em dezembro de 2016, uma proposta de reforma da legislação trabalhista: o Projeto de Lei 6787/16. Segundo o Executivo federal, o pacote de modificações estabelece a prevalência de acordos e convenções coletivas entre patrões e empregados sobre a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT).

Serão 13 pontos que, negociados entre patrões e empregados, em caso de acordo passarão a ter força de lei. Esses pontos incluem parcelamento de férias, banco de horas, jornada de trabalho e remuneração por produtividade. A proposta proíbe a alteração por acordo coletivo de normas de segurança e medicina do trabalho.

Ainda, de acordo com a proposta, a Justiça do Trabalho, ao analisar a convenção trabalhista, deve seguir o princípio da intervenção mínima na autonomia da negociação.

Reforma política

Para valer na próxima eleição, qualquer alteração na legislação eleitoral precisa se tornar lei antes de outubro de 2017. Por isso, a Comissão Especial da Reforma Política vai priorizar alterações legislativas com foco nas eleições de 2018, quando serão escolhidos o novo presidente da República, bem como governadores e senadores, além de deputados federais e estaduais.

Entre os 15 tópicos da reforma política, estão temas como financiamento e sistema de votação. Ainda fazem parte do pacote o possível fim da reeleição e do voto obrigatório, a coincidência de eleições, a duração dos mandatos, o estímulo à participação das mulheres na política e os mecanismos de democracia direta. Outro eixo da reforma diz respeito aos partidos políticos e envolve debates sobre cláusulas de barreira, coligações e federações partidárias.

Reforma tributária

Um dos temas mais debatidos no Congresso é a reforma do sistema tributário. Em dezembro de 2016, o presidente Michel Temer afirmou que “o foco do governo em 2017 será a reforma tributária, para tornar a legislação mais simplificada”.

“Uma questão que me angustia sempre é a tributária. Penso eu então: porque não levá-la adiante? Agora, o Executivo quer se empenhar na reforma tributária, de forma a simplificá-la. É mais uma reforma que queremos patrocinar e levar adiante”, disse Temer na ocasião.

Nesta primeira quinzena de fevereiro, mais uma proposta de reforma tributária será apresentada na Câmara, desta vez pelo deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR). O parlamentar defende a extinção de diversos tributos incidentes sobre o consumo e o fim da guerra fiscal entre estados.

A proposta de Hauly não é a única a tratar do tema. A bancada da oposição tem uma alternativa, que inclui medidas como tributação maior sobre os lucros das empresas, o imposto de renda progressivo e o aumento do financiamento do Fundo de Participação dos Estados.

Reforma do ensino médio

Em 2017, os senadores devem analisar em plenário a medida provisória que estabelece a reforma do ensino médio, flexibilizando o currículo obrigatório. A reforma tem prioridade e deve ser um dos primeiros temas a serem debatidos no Senado.

Os senadores têm um mês para deliberar sobre a medida, após o retorno do recesso parlamentar. Caso não seja aprovada até o dia 2 de março, a medida provisória perderá a validade.

Ensino em tempo integral e flexibilização curricular são pontos centrais da reforma. A proposta amplia a carga horária mínima anual, hoje fixada em 800 horas, para 1,4 mil horas, de forma progressiva. Segundo o texto, em até cinco anos, a partir da publicação das mudanças na lei, os sistemas de ensino deverão oferecer, pelo menos, mil horas anuais de carga horária.

A proposta foi aprovada na Câmara no fim de 2016. No ano passado, a reforma foi tema de uma série de protestos estudantis pelo país, com ocupações de escolas, para pressionar pela sua suspensão. Há ainda duas ações diretas de Inconstitucionalidade sobre o tema que dependem de julgamento no Supremo Tribunal Federal.

Socorro aos estados endividados

O governo federal estuda uma forma de ajudar os estados em situação financeira mais grave – como o Rio de Janeiro, Minas Gerais e o Rio Grande do Sul. O primeiro estado a negociar a recuperação com o Palácio do Planalto foi o Rio de Janeiro. O governo federal decidiu negociar diretamente com os governos estaduais um pacote de recuperação fiscal. A medida é uma opção ao projeto de lei que estabelecia o Regime de Recuperação Fiscal dos Estados.

Temer vetou artigos do projeto de lei, em consequência das mudanças no texto original. Os deputados retiraram a parte que trataria de um Regime de Recuperação Fiscal para os estados em pior situação.

Regulamentação do Uber

Uma comissão especial foi criada na Câmara para discutir o monopólio dos táxis e debater a regularização do aplicativo Uber. O colegiado terá até 30 de março para discutir e aprovar um parecer sobre o tema, que depois seguirá para o plenário.

A proposta dá exclusividade aos taxistas no transporte de passageiros em todo o país (PL 5587/16). Pelo texto, caberá às prefeituras definir as tarifas mínimas e máximas a serem cobradas dos passageiros.

De acordo com o projeto, qualquer serviço de transporte de passageiros deve ser oferecido somente por meio de veículos que tenham a caixa luminosa externa com a palavra “táxi”,. além de taxímetro. No Uber, carros particulares com motoristas são utilizados para o transporte pago de pessoas. De acordo com a empresa, isso inviabiliza o serviço nos moldes existentes hoje.

Pente-fino no INSS

Os parlamentares terão ainda que analisar um projeto de lei que estabelece um pente-fino nos benefícios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Em julho de 2016, o governo federal editou uma medida provisória sobre o assunto, mas o texto não foi apreciado a tempo pelo Congresso e perdeu a validade. Então, um projeto de lei com o mesmo teor foi enviado ao Congresso. Como o projeto não foi apreciado antes do recesso, o governo editou nova medida provisória.

A proposta restringe o direito aos benefícios do INSS para quem não contribui por algum tempo. Antes, quem perdesse a qualidade de segurado deveria pagar quatro meses de contribuição para voltar a ter direito ao auxílio-doença e ao salário-maternidade. O novo texto exige 12 meses de novos pagamentos.

O texto ainda exclui da perícia médica especial os aposentados por invalidez e os pensionistas inválidos com 60 anos ou mais.

Abuso de autoridade

O projeto modifica o texto da Lei de Abuso de Autoridade, que é de 1965. O PLS 280/2016, que aumenta a pena para o crime de abuso de autoridade, vai tramitar na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado Federal assim que o recesso parlamentar acabar. A discussão da proposta chegou a ser iniciada no plenário em dezembro, mas o então presidente do Senado, Renan Calheiros, retirou a matéria da pauta.

Um dos pontos polêmicos da matéria prevê que servidores públicos e membros do Judiciário e do Ministério Público possam ser punidos caso sejam determinadas prisões “fora das hipóteses legais”, como ao submeter presos ao uso de algemas sem que apresentem resistência à prisão e fazer escutas sem autorização judicial, atingindo “terceiros não incluídos no processo judicial ou inquérito”.

A proposta foi debatida em uma comissão geral, mas, diante dos protestos de setores do Judiciário e do Ministério Público – entre os quais integrantes da força-tarefa da Operação Lava Jato – o então presidente do Senado Renan Calheiros retirou o texto da pauta de votações.

Pacote anticorrupção

Também está indefinida a análise pelos senadores do pacote de medidas anticorrupção, que foi votado no plenário da Câmara em uma sessão que avançou pela madrugada. A tramitação das medidas, inicialmente propostas pelo Ministério Público, está suspensa.

Em dezembro, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux determinou, em decisão liminar, que o pacote aprovado pela Câmara fosse devolvido pelo Senado aos deputados para ser votado novamente.

De acordo com Fux, a tramitação do texto não obedeceu aos trâmites necessários para um projeto de iniciativa popular. Tanto a Câmara quanto o Senado recorreram da decisão.

Por Redação, com Agência Brasil

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