Uma mulher de 37 anos foi assassinada a tiros, na manhã desta sexta-feira (10), em cima de um caminhão de mudança, em Pirpirituba, Agreste do estado, a 106 km de João Pessoa. As informações são do Portal Correio.
Segundo o delegado Ricardo Sena, o crime teria sido motivado por vingança. “Há cerca de um mês o marido e o filho da vítima mataram um rapaz na cidade. Hoje, o irmão desse jovem se vingou da mulher, que estava de mudança e possivelmente iria encontrar o marido e o filho, foragidos desde o dia do crime”, explicou o delegado.
Ainda conforme Ricardo Sena, as duas famílias têm uma rixa antiga. “Tudo começou quando um familiar da mulher foi esfaqueado por um membro da outra família”, contou.
Testemunhas do crime identificaram o suspeito de atirar na mulher. Equipes da polícia realizam buscas na região, mas até a publicação desta matéria ele não havia sido preso.
A Polícia Civil também investiga o paradeiro do marido e filho da mulher assassinada nesta sexta-feira. A Justiça já expediu mandados de prisão contra eles.
Os órgãos das administrações municipais têm até esta sexta-feira (10) , para a entrega dos balancetes do mês de janeiro de 2017 ao Tribunal de Contas da Paraíba.
Até às 17h30, desta quinta-feira, de acordo com o sistema de acompanhamento de gestão do TCE-PB, das 223 prefeituras, 80 já entregaram seus balancetes de janeiro. Além disso, 159 Câmaras Municipais apresentaram seus balancetes contábeis.
O gestor que deixar de apresentar os balancetes, no prazo estabelecido, poderá responder por crime de responsabilidade e ato de improbidade administrativa, ficando sujeito às penas previstas na Resolução Normativa nº. 03/2014: multa pessoal no valor de R$1.000,00, acrescido de R$ 100,00, por dia de atraso a partir do segundo dia.
Além da multa prevista no art. 11 da Resolução e demais imputações legais, a Lei Orgânica do TCE-PB prevê, também, o bloqueio da movimentação bancária, orçamentária e financeira, da entidade, estadual ou municipal que deixar de entregar o balancete mensal no prazo.
O presidente do Tribunal de Contas da Paraíba, conselheiro André Carlo Torres Pontes lembrou que entre os dias 03 e 06 de janeiro, o TCE-PB convocou todos os gestores públicos, contadores e assessores técnicos do Estado e dos Municípios para atualização cadastral no sistema eletrônico do TCE – Tramita e Portal do Gestor, para que as equipes técnicas dos municípios pudessem ter acesso às diversas ferramentas, programas e procedimentos, que o Tribunal disponibiliza para efetividade, eficiência e eficácia da gestão dos recursos públicos.
Ele destacou que a Auditoria do Tribunal vem acompanhando as gestões e mantendo o acesso eletrônico aberto, junto aos gestores cadastrados, interagindo com a troca de informações e encaminhamento dos documentos exigidos por lei, a exemplo dos balancetes, licitações, contratos, obras, concursos, atos de gestão de pessoal e Prestação de Contas Anual (PCA).
Jogo terminou em tumulto por causa das reclamações do Treze / Foto: Reprodução / TV Cabo Branco
Internacional-PB e Treze se enfrentaram na noite desta quinta-feira (9), no estádio Almeidão, em João Pessoa, fechando a 12ª rodada do Campeonato Paraibano, que também foi movimentada por quatro partidas na noite dessa quarta (8). O Inter saiu na frente, mas o Galo conseguiu empatar e, com o resultado, retornar ao G-4 da competição. O empate empurrou o Inter para a sexta colocação. Confira a tabela de classificação do Paraibano 2017.
No primeiro tempo, o Galo jogou bem melhor que o rival, criou boas chances de gols e teve mais posse de bola. Aos 31 minutos, a equipe de Campina Grande chegou com perigo. Roger Gaúcho fez boa jogada e passou para Marcelinho Paraíba, que meteu para dentro do gol. O auxiliar, contudo, marcou impedimento, confirmado pelo árbitro, anulando o gol.
No segundo tempo, o Galo seguiu melhor, mas foi surpreendido por um gol do Inter logo aos cinco minutos. Thiago recebeu lançamento na área, matou no peito e marcou para o Colorado.
Em desvantagem o Treze passou a pressionar mais, chegando ao empate aos 24 minutos. Érico Júnior, que tinha acabado de entrar, recebeu toque de Roger Gaúcho e fez o gol.
Aos 36 minutos, Capial, do Inter, foi expulso. Mesmo com um a menos, o Colorado segurou a pressão do Galo e o empate foi mantido.
A decisão é tomada seis meses após escândalo de corrupção e tráfico de influência
O Tribunal Constitucional da Coreia do Sul aprovou nesta sexta-feira (10) a deposição da presidente Park Geun-hye. A decisão é tomada seis meses após escândalo de corrupção e tráfico de influência que a levou cair em desgraça.
A mandatária sofreu impeachment sob a acusação de subornar conglomerados como Samsung, Hyundai e LG, a doarem a fundações de sua melhor amiga, Choi Soon-sil, em troca de favores do governo.
Park Geun-hye é a primeira presidente a ser deposta em um impeachment desde a divisão da Península Coreana, em 1948. O único a passar por um processo similar foi Roh Moo-hyun, absolvido pelo Tribunal Constitucional.
Com a deposição, a agora ex-presidente deverá terminar seus 40 anos de carreira política, iniciada sob a ditadura de seu pai, Park Chung-hee. Ela tornou-se primeira-dama após sua mãe, Yuk Young-soo, ser assassinada em um atentado contra o então mandatário em 1974.
Cinco anos depois, ela perderia o pai, assassinado pelo próprio chefe de inteligência. Park Chung-hee é considerado o responsável pelas bases do desenvolvimento social e econômico sul-coreano.
Fernanda Gentil usou o seu perfil no Instagram para se declarar para a namorada, Priscila Montandon, nesta sexta-feira (10). “Vou aproveitar que está todo mundo dormindo para dizer que estou morrendo de saudades”, escreveu.
A jornalista assumiu estar com Priscila no ano passado. Na época, o assunto foi parar nos Trending Topics — ou seja, ficou entre os tópicos mais comentados. À revista Gol, em dezembro passado, Fernanda revelou o motivo de expor sua relação.
“Optei por falar publicamente do relacionamento porque pensei: não vou me esconder, não fiz nada de errado, só estou amando”, disse.
A jornalista, que assumiu o romance com Patrícia em setembro, ainda falou sobre o casamento anterior com o empresário Matheus Braga.
“Matheus é sensacional e eu não poderia ter escolhido pai melhor para o Gabriel. É preciso ter humildade para aceitar que um relacionamento acabou, e coragem para se separar”, comentou.
Foto: Infográfico mostra evolução do projeto da transposição
Créditos: Correio Online
Foto: Infográfico mostra evolução do projeto da transposição Créditos: Correio Online
Há quase 150 anos mais um período de seca arrasadora trouxe à tona um plano ousado que ia além da tecnologia existente na época. Foi na década de 70 do século XIX que pela primeira vez o Brasil falou a palavra transposição. O debate para que as águas do ‘Velho Chico’ passasse a abastecer as regiões atingidas pela estiagem, segundo o historiador José Octávio de Arruda Melo, em entrevista ao Correio Online, foi iniciado no período do Império com Dom Pedro II.
As ideias, conforme o historiador, eram ambiciosas e envolviam uma articulação da ferrovia (os transportes ferroviários estavam chegando no país) com a transposição das águas do Rio São Francisco. O assunto, contudo, foi sendo esquecido porque não havia tecnologia suficiente para tal proeza.
Dos anos 1909 e 1910 a possibilidade de levar as águas do São Francisco para estados que sofriam com a seca voltou a ser cogitada. Foi no governo de Nilo Peçanha, que assumiu o governo com a morte do presidente Afonso Pena. A criação da Inspetoria de Obras Contra a Seca (embrião do atual Departamento Nacional de Obras Contra as Secas – Dnocs) fez nascer esse desejo novamente, agora com Miguel Arrojado Ribeiro Lisboa, presidente do órgão.
No final da década de 10 no século XX (anos de 1919-1922), um paraibano assume a presidência do Brasil. Relatos no livro de José Américo, “A Paraíba e seus problemas”, mostram que houve um debate sobre essa transposição. A maior parte fala do ‘Rompe Norte” que, segundo José Octávio, focaliza a questão da transposição e seria um projeto grandioso, uma articulação do São Francisco com o Tocantins.
E mais uma vez a ideia foi interrompida e o tema só voltou a ser abordado no governo de Juscelino Kubitschek (1956-1961). De acordo com José Otávio de Arruda Melo, sempre que havia seca se reacendia as discussões sobre o combate a esse problema e a transposição era tida como a salvação para isso.
Vem o governo de João Figueiredo (1979-1985) a intenção de ser presidente do Brasil fez Mário Andreazza, ministro de obras públicas, falar sobre o assunto para poder conquistar votos da região castigada pela estiagem, só que mais uma vez a obra sequer chegou a ir para o papel.
Para o historiador José Octávio de Melo, foi somente no governo de Fernando Henrique Cardoso (1994-2002), que finalmente a tão falada transposição começou a ser colocada no papel. Em 17 de julho de 1998, o então presidente da República visitou a cidade de Monteiro e, na época, fez um discurso à população dizendo que seria feito um estudo sobre a possibilidade da transposição.
Vieram os governos petistas de Luís Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff (2003-2016). Lula, em sua gestão, acelerou para que fosse iniciada a execução das obras do Projeto de Integração do Rio São Francisco. Na gestão de Dilma, as obras continuaram a ser executadas e estavam previstas para terminar em 2014, mas não foi concluída.
E agora, somente 147 anos depois da primeira ideia, a transposição chega à Paraíba, no governo de Michel Temer. Ele concluiu o Eixo Leste, que deságua em Monteiro, para seguir a outros 70 municípios pelos leitos de rios.
Por Redação, com Aline Martins e Nice Almeida, do Correio Online
Em discurso na tribuna do Senado Federal nessa quinta-feira (9), o senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) agradeceu ao ex-presidente Lula e lembrou a luta do seu pai, o ex-governador Ronaldo Cunha Lima (in memoriam) em favor da Transposição do Rio São Francisco.
Cássio disse que não há como deixar de reconhecer o agradecimento ao ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva. Segundo ele, o petista teve coragem, firmeza e capacidade política de fazer mais do que uma obra de engenharia civil. O tucano lembrou também considerou indispensável a participação do então vice-presidente José Alencar (in memoriam) para que a obra saísse do papel.
Em sua fala, o senador destacou a importância da obra para o estado, que não possui um único rio perene sequer. “Foi a maior emoção da minha vida pública. Já fui prefeito, governador, deputado federal, superintendente da Sudene, sou hoje senador, mas nunca tive uma alegria tão intensa, tão genuína, tão forte como a que tive ontem com a chegada das águas do São Francisco ao nosso estado”, confidenciou.
O senador cumprimentou os responsáveis pela obra de transposição, que, segundo ele, realizaram o que já era proposto pelo imperador D. Pedro II. Ele lembrou que ainda no governo do então presidente Itamar Franco (in memoriam), o debate sobre a transposição ganhou força e começou a dar os primeiros passos através da participação de dois paraibanos no Ministério da Integração.
Cássio também ressaltou a luta do ex-senador Marcondes Gadelha, que na década de 60, 70, já defendia a realização da obra.
Ronaldo Cunha Lima cobrou a obra
No dia 1º de dezembro de 1998, o então senador Ronaldo Cunha Lima pediu que as águas do rio São Francisco fossem transpostas para o interior do Nordeste. Ele afirmou que fazia seu pronunciamento em solidariedade ao “Grito das Águas”, movimento suprapartidário que aconteceu em Campina Grande.
Na época, ele disse que, na Paraíba, 70% dos açudes estavam secos. Lembrou que desde 1996 se anunciava uma grande seca para o Nordeste e que há 100 anos a transposição do São Francisco foi prometida. O senador recordou ter pedido a transposição ao então presidente Fernando Henrique Cardoso, com a certeza de que ele atenderia à solicitação. Da mesma forma, pediu à bancada paraibana no Congresso o apoio a uma emenda orçamentária em favor da transposição.
Ronaldo afirmou que continuaria pedindo pelos nordestinos “que, em sua crença, já pediram o São Francisco até a São José”. “Não importa que, em vez da asa branca, seja um tucano que anuncia o advento desse novo tempo”, disse.
Antes, no dia 8 de janeiro de 1998, Ronaldo Cunha Lima tinha defendido a urgente execução do projeto de transposição das águas do rio São Francisco, argumentando que, além de tecnicamente viável e economicamente rentável, com custo estimado em apenas R$ 800 milhões, a obra resolverá definitivamente o problema da sede no Nordeste.
“Se não solucionar o problema da seca, pelo menos a metade da população do semi-árido vai ter água para beber”, afirmou. Conforme o então senador, milhões de reais tinham sido gastos com ações quase sempre transitórias e o que foi despendido pelo governo durante a última seca seria suficiente para viabilizar a transposição de águas.
“Nesse caso, é mais barato construir”, ponderou. Ronaldo Cunha Lima considerava imprescindível a obra que, além de reduzir as perdas de água por evaporação nos açudes, aumentaria a segurança hídrica regional, garantindo o abastecimento perene às atividades econômicas”.
Por Alexandre Freire, com Jornal Correio da Paraíba
“O povo da Paraíba espera que, desta vez, suas expectativas de um futuro com o mínimo de viabilidade econômica não sejam novamente frustradas. O povo da Paraíba espera, também, que as populações dos Estados atendidos pela transposição tenham, no mínimo, o direito de obter água para beber, condição básica para a sobrevivência”. Esta declaração do empresário Roberto Cavalcanti foi proferida no dia 6 de agosto de 2006, no Senado Federal, quando ele representava a Paraíba no Congresso Nacional.
Na época, Roberto Cavalcanti subiu à tribuna para repercutir uma decisão do ministro Sepúlveda Pertence, do Supremo Tribunal Federal (STF), que acatou reclamação do Ibama, suspendendo o trâmite de um mandado de segurança impetrado por uma ONG (Organização Não Governamental) contrária à transposição “e que havia sido julgado, no mérito, por um juiz do Distrito Federal”.
“A decisão do ministro Sepúlveda Pertence permitirá a celeridade no julgamento de todas as outras ações relacionadas ao tema, permitindo que não mais se postergue o início das obras, anseio das populações dos Estados por elas beneficiadas”, disse Roberto Cavalcanti em seu discurso favorável à transposição do rio São Francisco.
O então senador fez um breve histórico dos entraves que estavam sendo postos para que as obras da transposição não fossem iniciadas. Com a conclusão dos Estudos de Impacto Ambiental e a concessão de licença prévia para o projeto de integração do Rio São Francisco com o semiárido setentrional expedida em 2005, segundo Roberto Cavalcanti, “as atitudes de correntes políticas contrárias ao projeto tornaram-se extremas”.
Ele lembrou terem sido ajuizadas ações solicitando a suspensão do projeto, particularmente nos estados da Bahia e Sergipe. Ele acrescentou que juízes de primeira instância na Bahia e em Sergipe passaram a conceder liminares seguidamente acatando os argumentos das ações impetradas contra a obra que salvaria o Nordeste setentrional (Pernambuco, Paraíba, Ceará e Rio Grande do Norte) da tragédia da falta de água para consumo humano e animal. Ele lembrou, inclusive, que os efeitos da licença prévia emitida pelo Ibama, atestando a viabilidade do projeto, “foram suspensos por uma dessas liminares”.
“Uma outra liminar, também concedida por um juiz da primeira instância da Bahia, suspendeu a outorga de direito de uso emitida para o projeto pela Agência Nacional de Água, responsável pela concessão de outorga para os rios federais, como é o caso do São Francisco”, acrescentou o representante paraibano, na época.
Segundo Roberto Cavalcanti, ao julgar a reclamação de número 3.047, o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu a existência de conflito federativo sobre o projeto de integração do Rio São Francisco com as bacias hidrográficas do Nordeste setentrional, chamando para si a responsabilidade de julgar toda e qualquer ação relacionada ao tema.
“Esta decisão anterior do STF já foi muito importante, porque ela tinha a intenção de fazer com que todos os questionamentos eventuais sobre esse projeto fossem concentrados em um determinado tribunal para evitar essa procrastinação e essa proliferação de ações impeditivas para que o projeto acontecesse”, observou Roberto Cavalcanti, acrescentando que “foi exatamente por ter consciência dessa decisão do STF que o Ibama protocolou reclamação junto àquela Corte contra a sentença proferida por um juiz do Distrito Federal”.
No mérito, o magistrado acatava parcialmente o mandado de segurança de uma ONG do Estado de Minas, segundo Roberto Cavalcanti. Ele ainda lembrou que o Ibama, ao recorrer ao STF, contestou a competência do juiz federal para conceder o mandado de segurança, argumentando que só o Supremo poderia pronunciar-se sobre o assunto.
O presidente da República, Michel Temer (PMDB), publicou vídeo nas redes sociais para celebrar a inauguração da primeira etapa da obra da Transposição do Rio São Francisco, que será realizada nesta sexta-feira (10). Em sua fala, Temer confirmou presença na Paraíba.
O presidente destacou a importância da transposição e lembrou que a obra é fruto da ação de vários governos. Ele também disse que durante o seu governo a obra teve um incremento de recursos, o que possibilitou a inauguração da primeira etapa agora. “Sabemos a falta que a água faz para o Nordeste, por isso incentivamos a obra”, disse.
Michel Temer também prometeu a conclusão do eixo norte do projeto até o mês de janeiro do próximo ano.
Ex-médico foi condenado a 181 anos de prisão por estuprar 37 pacientes
Condenado a 181 anos de prisão por estuprar 37 pacientes, o ex-medico Roger Abdelmassih será submetido a uma perícia médica na manhã desta sexta-feira (10).
Segundo informações do G1, o resultado da avaliação deve amparar a decisão sobre o pedido dele para obter indulto humanitário. O detento possui problemas cardíacos desde 1984, mas precisa provar à Justiça que atende às condições para receber o benefício.
De acordo com a publicação, o exame custa R$ 10 mil, foi pago pelo réu e não tem prazo para o laudo ser concluído.
Pela atual legislação, o réu pode receber o indulto humanitário, com aval da Justiça, se tiver doença grave e permanente, que exija cuidados contínuos e não possam ser prestados no presídio.
O Ministério Público da Paraíba (MPPB) abriu inquérito civil para investigar possíveis irregularidades nos gastos com combustíveis da Secretaria de Transportes de Jacaraú, no Litoral Norte. A apuração busca verificar a regularidade das despesas, contratos e uso de recursos públicos. Até o momento, não há conclusão sobre responsáveis ou prejuízos ao município
A Prefeitura de Mamanguape entregou, nesta quinta-feira (29), a reconstrução do Ginásio Poliesportivo “O Irmãozão”, considerado o maior e mais moderno do Vale do Mamanguape. Fechado desde 2017, o espaço foi totalmente revitalizado com investimento de R$ 2,9 milhões, provenientes de recursos próprios do município e da área da Educação.
A federação formada por PT, PCdoB e PV avisou que pode deixar o bloco de apoio à reeleição de Hugo Motta (Republicanos-PB) caso PL e Novo passem a integrar a aliança. Hugo afirmou que ouvirá os partidos antes de tomar uma decisão, enquanto a federação busca evitar o fortalecimento do PL na estrutura de comando da Câmara dos Deputados.