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Chacina: Corpos de vítimas são identificados e liberados após assassinatos em Mato Grosso

Os corpos das nove pessoas assassinadas na última quinta-feira (20) em uma área rural do município de Colniza, em Mato Grosso, já foram identificados e liberados pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) do estado. São eles: Fábio Rodrigues dos Santos, Izaul Brito dos Santos, Ezequias Santos de Oliveira, Samuel Antônio da Cunha, Francisco Chaves da Silva, Sebastião Ferreira de Souza, Aldo Aparecido Carlini, Edson Alves Antunes e Valmir Rangeu do Nascimento.

Sete vítimas são de Rondônia, uma de Mato Grosso e uma de Alagoas, todos homens adultos.

A chacina ocorreu perto do distrito de Guariba, em uma área denominada Taquaruçu do Norte, a 350 quilômetros da sede de Colniza. O município, que é um dos líderes no ranking de desmatamentos na Amazônia, fica a 1.065 quilômetros de Cuiabá. Os oito corpos já foram liberados pela perícia. Um será sepultado em Cerejeiras (RO), três em Guariba e cinco em Colniza.

De acordo com a Comissão Pastoral da Terra (CPT), há mais de dez anos os conflitos fundiários são comuns no local, onde já ocorreram outros assassinatos e agressões. A CPT informou que investigações policiais feitas nos últimos anos apontaram que “os gerentes das fazendas na região comandavam uma rede de capangas, altamente armados, que usavam do terror para que a área fosse desocupada pelos pequenos produtores”.

Os nove corpos foram resgatados na sexta-feira (21) no fim do dia e o transporte até Colniza foi feito durante a madrugada de ontem (22). Informações preliminares apontam que as vítimas apresentam sinais de facadas e tiros.

Policiais civis e militares estão no local do crime apurando os fatos das mortes. A Secretaria de Segurança Pública de Mato Grosso deslocou uma equipe de investigadores e peritos de Cuiabá para reforçar as investigações na região. A prefeitura de Colniza e a paróquia do município também estão colaborando no caso.

Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil

Jerry Adriani morre aos 70 anos no Rio de Janeiro

O cantor Jerry Adriani, um dos ídolos do movimento da Jovem Guarda, morreu hoje (23) aos 70 anos no Rio de Janeiro. Adriani se tratava contra um câncer e estava internado no Hospital Vitória, na Barra da Tijuca, na zona oeste da cidade do Rio.

Jair Alves de Souza, o Jerry Adriani, nasceu em 29 de janeiro de 1947, na cidade de São Paulo. Seu primeiro disco, Italianíssimo, em que ele interpretava canções italianas, foi lançado em 1964. Seu segundo disco, Um Grande Amor, fez grande sucesso e ele passou a apresentar o programa Excelsior a Go Go, na TV Excelsior.

Depois o cantor apresentou ainda o programa A Grande Parada, da TV Tupi, e atuou em filmes, como Essa Gatinha É Minha, ao lado de Peri Ribeiro e Anik Malvil e  com direção de Jece Valadão. Atuou ainda nos filme Jerry, a Grande Parada e Jerry em Busca do Tesouro.

Um de seus últimos trabalhos foi a gravação do CD e DVD Acústico ao Vivo, em 2008. Entre seus grandes sucessos estão as músicas Doce, Doce Amor, Querida, Tudo que É Bom Dura Pouco e Amor Querido.

Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil

Riotintense jogará a grande final do Paulistão 2017

Nino Paraíba sonha com título e fazer história na Ponte (Foto: Fabio Leoni/ PontePress)
Nino sonha com título e fazer história na Ponte (Foto: Fabio Leoni/PontePress)

Voltando de lesão, o lateral-direito da Ponte Preta, Nino Paraíba, deve jogar na grande final do Paulistão 2017. Ele ficou fora do primeiro jogo da semifinal contra o Palmeiras. Neste sábado (22), do banco de reservas, o jogador viu os companheiros conseguir a classificação tão sonhada. O verdão fez apenas um gol. A vitória por 1 a 0 no Allianz Parque, não foi suficiente para tirar o rival, que fizera 3 a 0 em Campinas.

Nino já demonstrou animação de voltar aos treinos, mesmo porque não quer ficar fora do time nesta grande fase. O discurso parece bem ensaiado entre comissão técnica, jogadores e dirigentes. Todos prometem manter o foco para a decisão.

A Ponte aguarda o finalista do confronto deste domingo entre Corinthians e São Paulo, às 16 horas, em Itaquera, onde o time da casa defenderá uma vantagem de 2 a 0 conquistada no duelo de ida, no Morumbi.

Do PBVale, com Estadão Conteúdo

Polícia prende suspeito de vários assaltos no Vale do Mamanguape

Suspeito foi investigado pelo Setor de Inteligência da PM
Suspeito foi investigado pelo Setor de Inteligência

Policiais da 2ª CIPM do Vale do Mamanguape prenderam na tarde deste sábado (22), Jefferson Júnior Rodrigues da Silva, de 22 anos, suspeito de vários assaltos na região do Litoral Norte da Paraíba.

Ele foi localizado no bairro Sertãozinho, em Mamanguape, após investigação do Setor de Inteligência da Polícia Militar. No momento da prisão, a polícia ainda apreendeu com o homem uma arma de fabricação caseira.

Ainda conforme a polícia, consta no banco de dados do Tribunal de Justiça da Paraíba, que o suspeito responde pelos crimes de homicídio, lesão corporal e violência doméstica.

Jefferson foi levado para 7ª Delegacia Seccional e teve o mandado de prisão expedido pelo Juízo da Comarca de Mamanguape.

Da Redação, com Polícia Militar 

Paraibana participa do Grand Prix do México de Tiro com Arco

A Paraibana Yasmin Durand participou do Grand Prix do México de tiro com arco, evento que conta com a participação de competidores das Américas. Essa foi a primeira competição internacional da atleta.

Nas disputas individuais, Yasmin ficou em 17º lugar entre 43 competidoras. Nas competições de duplas mistas, a paraibana conquistou a 4ª colocação.

Agora, Yasmin se prepara para viajar para a Itália, em maio, para um intercâmbio de aperfeiçoamento de 15 dias.

Confira vídeo da TV Correio:


Do Portal Correio

Baleia Azul: 101 casos serão investigados a partir da próxima semana

Autoridades acompanham casos no mundo
Autoridades acompanham casos no mundo

Exatos 101 possíveis casos de Baleia Azul começarão a ser investigados pela Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DRCI), a partir desta segunda-feira (24). As denúncias apontam para supostos envolvimentos de adolescentes no jogo suicida apenas no Rio de Janeiro, mas com conexão com estados como Rio Grande do Sul, Paraíba e Pernambuco.

Há casos em que os “curadores”, como estão sendo chamados os criadores dos 50 desafios que culminam com o suicídio do jogador, estariam usando chips destes estados para “orientar” os adolescentes, via redes sociais. Os 101 novos possíveis casos chegaram à delegacia por meio do Disque-Denúncia (2253-1177), com vítimas espalhadas pelas zonas Norte e Oeste, além de cidades da Baixada Fluminense e da Região dos Lagos.

A polícia confirma, até o momento, apenas duas incidências do Baleia Azul no Rio de Janeiro. A primeira delas envolveu uma adolescentes de 14 anos, moradora do interior. Outra jovem de 15 anos, que vive na Zona Oeste da capital, também foi “recrutada” para o jogo. As duas tentaram o suicídio.

“Há outras pessoas que já intimamos para semana que vem, para confirmar, para saber se tem realmente envolvimento com o jogo”, comentou a titular Fernanda Fernandes, da DRCI, ao Extra. “Também temos recebidos muitos e-mails. Primeiro, vamos fazer esta triagem. Depois, vamos começar a ligar para os telefones disponíveis para saber detalhes e para chamar as pessoas para serem ouvidas”.

Na Paraíba 

A Polícia Civil em João Pessoa recebeu na última quinta-feira (20) a primeira denúncia formal de um pai de adolescente envolvido com o jogo da Baleia Azul. Até o fechamento desta edição, o superintendente regional da PC, Marcos Paulo Vilela não foi localizado pelo Correio Online para dizer o procedimento que será adotado com a denúncia, se será investigada na mesma delegacia distrital onde foi registra ou se será iniciada uma apuração em caráter extraordinário, dada a repercussão do jogo.

Já o coronel Arnaldo Sobrinho, que é coordenador do Centro Integrado de Operações Policiais (Ciop) e membro da Associação Internacional de Prevenção aos Crimes Cibernéticos, que foi o responsável por lançar o alerta contra o jogo na Paraíba, encaminhou esta semana relatórios às polícias Civil e Federal, com os casos catalogados, entre os dias 10 e 18 deste mês. Na próxima semana, um novo relatório será feito, atualizando o número de casos.

Semelhança com o golpe

O detalhe do jogo da Baleia Azul, que faz os pais não quererem denunciar é que os curadores fazem ameaças aos adolescentes que entram no jogo, dizendo que matarão parentes próximos ou os próprios participantes, caso desistam do jogo, usando para se tornarem convincentes o argumento de que sabem todas as informações sobre a família.

“Não há uma forma mágica ou um truque de internet que leve esses curadores a saber de informações das famílias. Assim como acontece com o golpe do falso sequestro, feito por telefone, em conversas com os próprios jogadores, os curadores vão conseguindo extrair informações, ao ponto de terem argumentos suficientes para fazer ameaças convincentes. Mas normalmente são pessoas que estão distantes e que não teriam meios de cumprir com as ameaças”, explicou o coronel Arnaldo.

Se por um lado os curadores originais são pessoas que estão distantes, usando a internet para promover o jogo, por outro lado, a repercussão que a Baleia Azul ganhou em poucos dias pode abrir espaço para oportunistas se dizerem curadores, criarem grupos e passarem a ameaçar ou praticar bullying com adolescentes locais. É o que pode estar acontecendo na cidade de Alagoa Grande, onde o filho de um pastor teria criado um grupo no WhatsApp e estaria replicando o jogo entre adolescentes da cidade.

“Recebemos essa denúncia, inclusive com prints e áudios, repassados pela mãe de uma das vítimas, que identificam o suspeito. Estamos encaminhando o caso para que a polícia judiciária investigue. Esse suspeito também seria um adolescente e essa pode ser uma forma de ele se sentir poderoso, exercendo controle e impondo medo em outros adolescentes. Mas vamos aguardar se a denúncia se confirma”, acrescentou Arnaldo.

Do PBVale, com Notícias ao Minuto e Portal Correio 

Homem é assassinado após cobrança de pensão em Baía da Traição

Suspeitos foram presos em flagrante e levados para DPC de Mamanguape
Suspeitos foram presos em flagrante e levados para DPC de Mamanguape

Francisco Salviano de Lima, de 24 anos, foi assassinado a tiros na madrugada deste sábado (22), na aldeia São Miguel, em Baia da Traição, Litoral Norte paraibano. O suspeito Maciel Pedro da Silva, 23, que é índio, foi preso pela Policia Militar da 2ª CIA.

Conforme a PM, o motivo do assassinato está relacionado com a cobrança de uma pensão alimentícia para a mulher da vítima que é ex-companheira de Maciel Pedro.

Segundo o capitão Alberto Filho, a vítima morava no Valentina Figueiredo, em João Pessoa, com uma índia que tinha sido casada com Maciel. Aproveitando o fim de semana na casa da sogra na Baía da Traição, ele cobrou a pensão da mulher ao suspeito que não gostou da insistência e, junto com a atual esposa, tramou a morte do desafeto.

Após rondas, a Polícia Militar conseguiu prender o casal e apreendeu a arma do crime, um revólver calibre 38, com duas munições deflagradas.

Os suspeitos foram levados para a Delegacia de Polícia Civil de Mamanguape e apresentados ao delegado plantonista.

Do PBVale, com MaisPB

Cartaxo visita Mamanguape e é recebido por lideranças políticas

Luciano ao lado do irmão, Lucélio Cartaxo, presidente do PSD de JP
Luciano ao lado do irmão, Lucélio Cartaxo, presidente do PSD de JP

Na manhã deste sábado (22), o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSD), esteve visitando o município de Mamanguape. Ele foi recebido por amigos e lideranças políticas da região do Litoral Norte paraibano.

Cartaxo esteve na feira livre do mercado público da cidade, depois concedeu entrevista a Rádio Correio do Vale FM – onde falou das ações administrativas de governo na Capital e temas políticos. Segundo o prefeito, a visita atende a um convite feito por produtores rurais que vendem ao programa de agricultura familiar de João Pessoa.

Indagado sobre uma possível aliança com o PSB, o gestor lembrou que quando formou junção em 2014, o governador Ricardo Coutinho passava a maior “dificuldade” em sua carreira política. “Nós apoiamos ele no momento mais delicado, quando ele não tinha nenhuma perspectiva de vitória”, relembrou.

Cauteloso, Luciano tem procurado não falar sobre as eleições de 2018, mas mantém uma agenda intensa de visitas nos finais de semana. Recentemente, participou da festa de São Sebastião do distrito de Olho D’água, em Capim.

Da Redação, com Portais 

Paraíba perde quase 2 mil vagas de trabalho

Mercado estará aquecido em 2016 nos setores de tecnologia, saúde, seguros e setor financeiro, vendas e agronegócios

O Ministério do Trabalho divulgou, na última quinta-feira (20), por meio do cadastro de empregados e desempregados, os dados referentes ao número de vagas de trabalho no mês de março.  De acordo com o levantamento houve queda de mais de 63 mil vagas em todo Brasil.

Na  Paraíba, foram 8.615 admissões, contra 10.554 demissões. Entre os municípios com mais de 30 mil habitantes,  Santa  Rita, na Grande João pessoa, aparece como a mais prejudicada.

Na cidade, houveram 230 admissões, contra 1.152 demissões, resultando no saldo negativo de 920 vagas.

Em João Pessoa, segunda colocada no ranking, houveram 3.571 admissões contra 4.417 demissões.

Entre os outros municípios paraibanos que tiveram queda estão:

– Bayeux;

– Cajazeiras;

– Esperança;

– Pombal;

– Sapé;

A  lista mostra também as cidades que conseguiram manter o número de empregados no mercado de trabalho.  A maior delas é Patos, no Sertão do Estado. FOram 287 admissões, contra 226 demissões.

Outras cidades também conseguiram se livrar da queda, são elas:

– Cabedelo;

– Guarabira;

– Mamanguape;

– Monteiro;

– Queimadas;

– São Bento;

– Solanea;

–  e Sousa.

No mês de março, o setor que teve mais queda nas vagas de emprego foi o da indústria de transformação, seguido de serviços, agropecuário e comércio.  Já o que mais teve alta foi o da construção civil.

Levando em conta os três primeiros meses do ano, as cidades paraibanas que tiveram mais queda foram:

– Santa Rita: 3.389 vagas de emprego a menos;

– Mamanguape: 1.355 vagas de emprego a menos;

– João Pessoa: 930 vagas de emprego a menos;

Segundo este levantamento, Patos foi a cidade que mais conseguiu manter o número de empregados, tendo 781 admissões contra 673 demissões.

Nos últimos doze meses, a cidade que tiveram mais demissões foram:

– João pessoa: 6.352 vagas de emprego a menos;

– Campina Grande: 2.073 vagas de emprego a menos;

– Santa Rita: 1.172 vagas de emprego a menos;

Já o município que mais conseguiu manter o numero de empregado foi Sousa: foram 2.098 admissões contra 1.934 demissões.

Do PBVale, com MaisPB

Justiça manda Funai fazer nova demarcação de terra indígena

A Justiça Federal determinou que a Funai (Fundação Nacional do Índio) e a União façam uma nova demarcação de terra indígena em Roraima, numa comunidade que vive na zona rural de Boa Vista.

A decisão, da juíza Luzia Farias da Silva de Mendonça, julgou parcialmente procedente pedido do MPF (Ministério Público Federal) e estipulou prazo de cinco anos para concluir a demarcação da terra em que vive a comunidade indígena Anzol. Cabe recurso.

A estimativa é de que a área demarcada atinja até 30 mil hectares (o equivalente a 42 mil campos de futebol).

A comunidade, que vive numa área acessada a partir da BR-174, no trecho entre Boa Vista e a fronteira com a Venezuela, a cerca de 60 quilômetros da capital do Estado, pedia a demarcação desde a década de 80, quando foi definida a terra indígena Serra da Moça.

As famílias da Anzol, formada pelas etnias wapichana e macuxi, alegam que não foram consultadas sobre o interesse em integrar a regularização. O MPF diz que a decisão ocorre após “inúmeras tentativas extrajudiciais de regularização da comunidade”. “É importante a demarcação para o indígena desenvolver as atividades para manter sua família. A terra para nós, indígenas, é mãe, isso é constitucional”, disse Edinho Batista de Souza, vice-coordenador do CIR (Conselho Indígena de Roraima).

A entidade afirma que a Justiça “acolheu com sensibilidade um caso de justiça, cidadania e de direito”. Ainda conforme o MPF, a Funai não atendeu uma recomendação de 2015 da regularização em seis meses da comunidade, sob a alegação de que havia falta de estrutura e de pessoal para atender a reivindicação, o que motivou a ação judicial.

O órgão alega ainda que a demora para a regularização coloca em risco a comunidade, pois a área é alvo de disputa de posse entre duas empresas.Atualmente, quase metade (46%) da área do Estado é ocupada por terras indígenas e, somadas a locais de conservação ambiental, o índice chega a 65%, segundo o Iteraima (Instituto de Terras e Colonização do Estado de Roraima).

O Estado tem cerca de 50 mil indígenas distribuídos em mais de 30 comunidades, para uma população superior a 500 mil habitantes. Entre as terras indígenas mais conhecidas estão Raposa/Serra do Sol, São Marcos, Vaimiri-atroari e Ianomâmi.

‘COVARDIA’

Se, por um lado, a decisão judicial tem sido motivo de celebração para líderes indígenas, de outro gerou queixas do Estado. Governador interino, Paulo Quartiero (DEM) disse em entrevista coletiva nesta semana que a demarcação é uma “covardia”.

“Faz 41 anos que estou em Roraima e é só esse assunto, indígena, indígena. Esse assunto já ficou chato. E sempre recorrente. Deveríamos ter outra pauta, e não ficar discutindo isso, já foi exaustivamente discutido, é um absurdo.”

Ele cita Raposa/Serra do Sol como exemplo, ao dizer que a promessa era a de que a demarcação seria a última a ocorrer. Ex-secretário do Índio, Dilson Ingarikó foi demitido do cargo por Quartiero, que alegou que o indígena estava comemorando as demarcações de terras em redes sociais. Ingarikó negou, mas disse à reportagem que é favorável às demarcações. “Sou liderança indígena, não nego meu apoio à causa.”

A Procuradoria Geral do Estado de Roraima informou que vai contestar a criação de novas terras indígenas no Estado, “pedindo o cumprimento do precedente do STF [Supremo Tribunal Federal/, no caso Raposa/Serra do Sol, que proibiu a ampliação e criação de novas áreas indígenas em Roraima.”

Procurada por meio de sua assessoria nesta quinta-feira (20), a Funai não comentou o assunto. No processo judicial, a fundação alegou a impossibilidade jurídica do pedido -devido à interferência do judiciário em atos da administração pública-, a improcedência do mesmo e disse que está com estrutura debilitada.”[Devido ao] excessivo volume de trabalho e número cada vez mais reduzido de servidores administrativos em seus quadros”, diz trecho da decisão da juíza sobre a alegação da Funai.

Já a União alegou a improcedência do pedido e, entre outros, a incompetência do juízo de primeira instância para analisar a questão.

Do Notícias ao Minuto 

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