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Reforma trabalhista: ‘quem aprovou foi muito bem pago para votar contra os trabalhadores’, diz Anísio

Deputado estadual Anísio Maia
Deputado estadual Anísio Maia
Deputado estadual Anísio Maia

O deputado estadual, Anísio Maia (PSB), não teve papas na língua para criticar os deputados que votaram favoráveis à reforma trabalhista na noite desta quarta-feira (26). “Quem votou seguramente recebeu muito recurso na sua campanha eleitoral”, acusou. 

Para Anísio os parlamentares fizeram uma ‘molecagem’ ao aprovar esta reforma e acusou de existir um complô acobertado pela grande mídia: ‘passaram dez dias entretendo o povo com notícias da Lava Jato e coisas repetidas dez vezes. O que estava sendo votado na Câmara Federal pelo comando golpista foi criado e financiado por Eduardo Cunha (PMDB), todos sabem que Cunha bancou os parlamentares que agora votaram essa lei tenebrosa na calada da noite”, disse. 

Anísio continuou afirmando que agora o Brasil é o ‘paraíso das multinacionais’, pois esse tipo de empresa vai ganhar muito aqui, já que as pessoas vão ter que trabalhar até morrer e sem direitos. 

“Temer não está só, nem Cunha, teve um monte de deputado comprado, financiado pelas grandes empresas para votar todas essas desgraças, quem votou seguramente recebeu muito recurso na sua campanha eleitoral”, denunciou arrematando: “quem votou foi muito bem pago para votar contra os trabalhadores e o Brasil agora é o paraíso da exploração dos trabalhadores”.  

Marília Domingues / Fernando Braz

CUT anuncia greve geral na Paraíba; saiba quais são as categorias

Nesta sexta-feira (28), Dia Nacional de Greve Geral, os (as) trabalhadores (as) do campo e da cidade de diversas cidades da Paraíba vão parar suas atividades em protesto contra as Reformas da Previdência e Trabalhista. Em João Pessoa, o ato público será realizado a partir das 14h, no Ponto Cem Réis.  O Dia Nacional de Greve na Paraíba já tem adesão de diversas categorias, que irão às ruas dialogar com a população sobre o maior ataque à classe trabalhadora, já visto no país.

Para o secretário-geral da CUT-PB, Joel Nascimento, a Greve Geral na Paraíba será um marco histórico de luta da classe trabalhadora. “Essa Greve Geral mostrará a reação do conjunto de trabalhadores conduzidos por suas organizações sociais e populares com apoio de outros setores da sociedade, a exemplo das igrejas, MPT, OAB, Judiciário, que uniram-se em torno de uma só bandeira, salvar o povo do maior retrocesso social já mais imaginado, que levará o Brasil aos tempos da escravidão. Por isso, nós estamos confiantes que a Greve Geral, além de proporcionar o maior grito de indignação, será a retomada de todo um enfrentamento a todas as medidas em curso, provocando ainda, aos parlamentares do Congresso e Senado,  a reflexão na tomada de posição do voto”, afirmou.

Segue informativo da CUT:

CATEGORIAS QUE VÃO PARAR NA GREVE GERAL – PARAÍBA  

1.    AEROPORTUÁRIOS – PILOTOS, COMISSÁRIOS E CONTROLADORAS DE VÔO

2.    AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE

3.    A ARQUIDIOCESE DA PARAÍBA

4.    ASSOCIAÇÃO DOS MAGISTRADOS DA PARAÍBA – AMPB

5.    BANCÁRIOS

6.    COMERCIÁRIOS

7.    CONSTRUÇÃO CIVIL

8.    CORREIOS

9.    DEFENSORES PÚBLICOS FEDERAIS – PB

10.    FERROVIÁRIOS – CBTU

11.    FRENTISTAS DOS POSTOS DE GASOLINA

12.    MOTORISTAS E COBRADORES

13.    OAB

14.    POLICIAIS CIVIS

15.    PORTUÁRIOS

16.    PROFESSORAS DA REDE PRIVADA DE ENSINO – SINTEEMP

17.    PROFESSORAS E SERVIDORES DA UEPB

18.    PROFESSORAS E SERVIDORES DA UFPB – ADUFPB E SINTESPB

19.    PROFESSORES DA REDE PÚBLICA DE ENSINE – SINTEP E SINTEM

20.    PROFESSORES E TÉCNICOS ADMINISTRATIVOS DO IFPB

21.    SERVIDORES DA JUSTIÇA FEDERAL –

22.    SERVIDORES DO DATAPREV

23.    SERVIDORES DO DETRAN

24.    SERVIDORES PÚBLICOS FEDERAIS – PB

25.    TRABALHADORES DA FUNDAC

26.    TRABALHADORES DA LIMPEZA URBANA

27.    TRABALHADORES E TRABALHADORAS RURAIS

28.    TRABALHADORES URBANITÁRIOS – CAGEPA, ENERGISA E CHESF

29.    SERVIDORES DO FISCO ESTADUAL  

Servidores públicos municipais de várias regiões do estado vão se reunir em cidades polos para realização de atos públicos da greve geral em lagoa seca.

MUNICÍPIOS CONFIRMADOS: ALAGOA NOVA, ALGODÃO DE JANDAÍRA, ARARA, AREIA, AREIAL, BARRA DE SANTANA, BOQUEIRÃO, CABACEIRAS, CAMPINA GRANDE, CASSERENGUE, FAGUNDES, GADO BRAVO, JUAREZ TÁVORA, LAGOA DE ROÇA, LAGOA SECA, LIVRAMENTO, MASSARANDUBA, MATINHAS, MONTADAS, PILÕES, POCINHOS, PUXINANÃ, QUEIMADAS, REMÍGIO, SÃO JOÃO DO CARIRI, SERRA REDONDA E SOLÂNEA

EM CUITÉ

Ato Público concentrando doze municípios à partir das 8:30 em frente ao INSS, Centro da Cidade. Confirmada a participação de servidores e servidoras municipais das cidades de: CUBATÍ, SÃO VICENTE, OLIVEDOS, PEDRA LAVRADA, NOVA PALMEIRA, PICUÍ, FREI MARTINHO, BARAÚNA, SOSSEGO, BARRA DE SANTA ROSA, DAMIÃO E NOVA FLORESTA.

VALE DO MAMANGUAPE

CIDADES PARTICIPANTES:

BAÍA DA TRAIÇÃO, CAPIM, CUITÉ DE MAMANGUAPE, CURRAL DE CIMA, DUAS ESTRADAS, ITAPOROROCA, JACARAÚ, MAMANGUAPE, MARCAÇÃO, MATARACA, PEDRO RÉGIS e RIO TINTO.  CLASSES: SERVIDORES MUNICIPAIS, TRABALHADORES RURAIS, UNIVERSIDADES, IGREJAS, AGRICULTURA FAMILIAR, PROFESSORES ESTADUAIS, ÍNDIOS, ETC.

OUTRAS CIDADES QUE VÃO ORGANIZAR ATIVIDADES:

GUARABIRA

ITABAIANA

SOLÂNEA

CAAPORÃ

CAJAZEIRAS

O ato terá concentração a partir das 8h na Praça das Oiticicas (em frente à Câmara Municipal)  e sairá em direção ao INSS.

CAMPINA GRANDE

Pela manhã acontecerão piquetes em diversas áreas: garagens, escolas, comércio, urbanitários, INSS, universidades, fábricas, bancos e etc.

Concentração para o PIQUETÃO, às 7 horas, na Praça da Bandeira com o ATO PÚBLICO, na Praça da Bandeira,  às 10 horas.

“Lutar com união para defender nossos Direitos!”

JOÃO PESSOA

Pela manhã vai acontecer piquetes e paralisações em diversas categorias como:

AEROPORTUÁRIOS – PILOTOS, COMISSÁRIOS E CONTROLADORAS DE VÔO; AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE; MAGISTRADOS DA PARAÍBA – AMPB; BANCÁRIOS; COMERCIÁRIOS; CONSTRUÇÃO CIVIL; CORREIOS; DEFENSORES PÚBLICOS FEDERAIS – PB; FERROVIÁRIOS – CBTU; FRENTISTAS DOS POSTOS DE GASOLINA; MOTORISTAS E COBRADORES; POLICIAIS CIVIS; PORTUÁRIOS; PROFESSORAS DA REDE PRIVADA DE ENSINO – SINTEEMP; PROFESSORAS E SERVIDORES DA UEPB; PROFESSORAS E SERVIDORES DA UFPB – ADUFPB E SINTESPB; PROFESSORES DA REDE PÚBLICA DE ENSINE – SINTEP E SINTEM; PROFESSORES E TÉCNICOS ADMINISTRATIVOS DO IFPB – SINTEF; SERVIDORES DA JUSTIÇA FEDERAL – SINDJUF; SERVIDORES DO DATAPREV – SINDPD; SERVIDORES DO DETRAN; SERVIDORES PÚBLICOS FEDERAIS – PB; TRABALHADORES DA FUNDAC; TRABALHADORES DA LIMPEZA URBANA – SINDLIMP; TRABALHADORES E TRABALHADORAS RURAIS – FETAG; TRABALHADORES URBANITÁRIOS – CAGEPA, ENERGISA E CHESF. TRABALHADORES DO FISCO ESTADUAL – SINDFISCO.

Metodologia do PAA na Paraíba será apresentada para agentes públicos do Nordeste

Gestao unificada metodologia do PAA na Paraiba apresentado a agentes do nordeste
Gestao unificada metodologia do PAA na Paraiba apresentado a agentes do nordeste
Gestao unificada metodologia do PAA na Paraiba apresentado a agentes do nordeste

A metodologia aplicada pelo Governo do Estado, por meio da Gestão Unificada, na execução do Programa de Aquisição de Alimentos – Compra Institucional, foi apresentada nesta quinta-feira  (27), no Centro de Convenções de Pernambuco, em Recife (PE), durante o “Simpósio Compras de Alimentos da Agricultura Familiar para atendimentos de órgãos públicos na Região Nordeste”, promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário.

O técnico Flávio Müller Borghezan, da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater – PB) é quem fez as explanações sobre o êxito deste programa na Paraíba, que é de grande importância para a compra de produtos agrícolas de agricultores paraibanos.

O Simpósio tem por objetivo estreitar a parceria entre o MDSA, Ministério da Defesa, Forças Armadas e órgãos da União, Estados e municípios no apoio às aquisições de alimentos da agricultura familiar pela modalidade Compra Institucional do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). O painel destinado a Flávio Müller é justamente sobre os desafios e oportunidades para atendimento do Decreto nº 8.473/2015, que disciplina as compras pelo governo junto aos agricultores familiares.

Reunião – Na manhã da última quarta-feira (26), no auditório do Interpa, em João Pessoa, a Emater reuniu prefeitos, secretários municipais, coordenadores de escritórios regionais e técnicos para uma avaliação e discussão sobre os avanços no processo de compra governamental pelo PAA Estadual, contando com a participação da secretária executiva de Segurança Alimentar e Economia Solidária, Ana Paula de Souza Almeida, e do gerente executivo de Programas Governamentais, Luiz Antônio Lianza da Franca. Na ocasião, o presidente da Gestão Unificada, Nivaldo Magalhães, destacou as parcerias com as prefeituras municipais para a execução de ações que vêm desenvolvendo conjuntamente visando o fortalecimento da agricultura familiar.

Durante a reunião conduzida pelo diretor técnico da Emater, Vlaminck de Paiva Saraiva, e por Flávio Müller Borghezan, os participantes avaliaram o desempenho do programa que hoje está presente em dezena de municípios. Uma das propostas que vem sendo discutida é a implantação de centrais de compra nos municípios.

PBTur divulga roteiros religiosos da Paraíba na Expotour Católica, em Natal

A Empresa Paraibana de Turismo (PBTur) vai participar, a partir desta sexta-feira (28), em Natal (RN), da 2ª edição da Expotour Católica para divulgar os principais roteiros religiosos da Paraíba. O evento, que se prolonga até domingo (30), é uma exposição itinerante exclusiva do Turismo Religioso nacional e tem por objetivo a comercialização destes destinos turísticos, além de reunir empresas, agentes de viagem, operadoras de turismo e toda a cadeia produtiva do setor.

O coordenador de Marketing da PBTur, o turismólogo João Wharles, informa que durante os três dias do evento o público (agentes de viagem e empresários do setor) receberá informações detalhadas sobre os Caminhos do Padre Ibiapina, na região do Brejo; a Cruz da Menina, em Patos; o Memorial do Frei Damião, em Guarabira. “Também iremos dar detalhes sobre as procissões de Nossa Senhora da Penha e de São Pedro Pescador, em João Pessoa,  e outras manifestações religiosas do nosso Estado que reúnem milhares de pessoas/fiéis”, explicou.

João Wharles disse que a Expotour é uma realização da Prodevtur e o evento está programado para ser realizado na praça Cívica, no centro de Natal. “Vai ser numa praça onde serão instalados os estandes dos expositores, sempre a partir das 17h30”, informou. O evento tem apoio da Setur-Natal, Senac, Fecomércio-RN.

Durante a Expotour Católica haverá a difusão dos artistas plásticos, artesanato, escultores, pontos turísticos das cidades do Nordeste e Estados do país através de exposições, passeios turístico-religiosos (este dentro de cada Estado e cidade quando realizado), apresentações artísticas e musicais.

Luiz F. Guimarães revela motivo de ter deixado a Globo após 30 anos

O ator declarou que sempre trabalhou na Globo em esquemas de idas e vindas
O ator declarou que sempre trabalhou na Globo em esquemas de idas e vindas
O ator declarou que sempre trabalhou na Globo em esquemas de idas e vindas

Convidado do ‘Programa do Porchat’ desta quarta (26), Luiz Fernando Guimarães falou sobre o seu atual estilo de vida, distante da Rede Globo, emissora na qual trabalhou por 30 anos.

O ator declarou que sempre esteve na Globo em esquemas de idas e vindas. Mas salientou que realmente tinha um contrato com a emissora até ano passado. Na ocasião, ele questionou a emissora se eles tinham um projeto para ele e diante da negativa, optou por rescindir seu vínculo.

“Comecei a fazer novela e depois programas de temporada, sempre ia e voltava. Eu sempre levei para a Globo projetos meus. Perguntei: ‘Vocês têm algum projeto pra mim?’ Rompi meu contrato ano passado. Não queria um compromisso, vínculo. A Globo não tinha um projeto para mim. Mas minha vida é muito boa. Tenho muitas coisas para fazer no meu sítio”, revelou o humorista.

Em ‘Os Normais’, Luiz Fernando atuava ao lado de Fernanda Torres, que dava vida a Vani, em uma série que, tamanho sucesso, foi parar nos cinemas.

Do Notícias ao Minuto 

Resumão: virada do Verdão, derrota do Fla e show do Barça

A rodada desta quarta-feira (26) foi de tirar o fôlego, amigos. A começar pela Conmebol Libertadores da América, que teve como grande destaque o jogo entre Palmeiras e Penãrol, disputado em Montevidéu, no Uruguai. O time da casa abriu 2 a 0 no placar, mas o Verdão buscou o resultado, conseguiu virar e venceu a partida por 3 a 2. Mas após o árbitro apitar o fim do jogo, os jogadores uruguaios se envolveram numa briga com Felipe Melo, que desencadeou uma confusão generalizada.

Já o Flamengo foi até Curitiba enfrentar o Atlético Paranaense e perdeu por 2 a 1. O rubro-negro jogou mal, o treinador Zé Ricardo não soube reagir ao domínio do time da casa e agora volta para o Rio de Janeiro com a segunda colocação do Grupo 4. O Furacão lidera.

Na Europa, a bola também rolou e com direito a goleadas dos dois melhores times do Velho Continente. Sem Neymar, o Barcelona recebeu o Osasuna no Camp Nou, pelo Campeonato Espanhol, e aplicou uma goleada de 7 a 1 no adversário. O Real Madrid também entrou em campo pela competição nacional e massacrou o La Coruña. O time do técnico Zidane venceu por 6 a 2.

Confira abaixo os principais resultados do Brasil e do mundo da rodada do futebol nesta quarta-feira, dia 26 de abril de 2017:

Conmebol Libertadores da América

Atlético Mineiro 2 x 0 Libertad

Melgar 1 x 2 Independiente de Medellín

Peñarol 2 x 3 Palmeiras

Atlético Paranaense 2 x 1 Flamengo

Copa do Brasil

Santos 2 x 0 Paysandu

Botafogo 2 x 1 Sport Recife

Primeira Liga

Fluminense 1 x 1 Brasil de Pelotas

Campeonato Espanhol

Barcelona 7 x 1 Osasuna

Deportivo La Coruña 2 x 6 Real Madrid

Valencia 2 x 3 Real Sociedad

Campeonato Inglês

Arsenal 1 x 0 Leicester

Copa da Alemanha

Bayern de Munique 2 x 3 Borussia Dortmund

Copa da França

PSG 5 x 0 AS Monaco

Do Notícias ao Minuto 

Câmara aprova texto-base da reforma trabalhista; entenda o que pode mudar

05-06-2014 - São Paulo - O MPT-RJ (Ministério Público do Trabalho no Rio de Janeiro) entrou com ação civil pública pedindo que todos os selecionados para o programa de trabalho voluntário da Fifa para a Copa do Mundo sejam contratados com carteira de trabalho assinada. Foto Rafael Neddermeyer/ Fotos Publicas

Depois de muitos protestos da oposição, o Plenário da Câmara aprovou nesta quarta-feira (26), por 296 votos a favor e 177 votos contra, o Projeto de Lei (PL) 6.787/16, que trata da reforma trabalhista. O projeto altera mais de 100 pontos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Entre as alterações, a medida estabelece que nas negociações trabalhistas poderá prevalecer o acordado sobre o legislado e o sindicato não mais precisará auxiliar o trabalhador na rescisão trabalhista.

A sessão que aprovou a reforma foi aberta na manhã desta quarta-feira e se estendeu até depois das 22h, com o final da votação do mérito da reforma. Até o fechamento desta matéria, ainda faltava votar os destaques que visam pontos do texto do relator, deputado Rogério Marinho (PSDB-RN). Depois de votados os destaques, o texto segue para o Senado.

Pela oposição, PT, PDT, PSOL, PCdoB e Rede se posicionaram contra o projeto. O PSB, SD e PMB também orientaram suas bancadas a votar contra a aprovação do texto-base. O PHS liberou a bancada. Os demais partidos da base governista votaram a favor do projeto de lei.

Abaixo você confere um comparativo de como funcionam atualmente alguns quesitos debatidos na reforma e como eles podem ficar.

#1 Horário de almoço

Como é: Quem trabalha mais de 6 horas tem direito a 1 hora de descanso. Caso o empregado usufrua apenas 30 minutos desse intervalo, o Tribunal Superior do Trabalho entende que o intervalo restante (30 minutos mais) gera uma condenação à empresa equivalente a 1 hora e 30 minutos, e ainda com 50% de adicional, tendo reflexos em férias e décimas terceiro para cálculo do FGTS.

Como vai ficar: O intervalo será efetivamente suprimido e o trabalhador só terá direito a 30 minutos de intervalo.

#2 Jornada de trabalho

Como é: a jornada é de 44 horas semanais, com no máximo 8 horas por dia de trabalho.

Como vai ficar: a jornada diária pode chegar até a 12 horas, e o limite semanal pode chegar a 48 horas, incluído quatro horas extras.

#3 Férias

Como é: a CLT não permite dividir as férias. Em alguns casos, em duas vezes, tirando um mínimo de dez dias em uma delas.

Como vai ficar: Se houver acordo entre as partes, pode ser dividida em até três vezes.

#4 Transporte até o trabalho

Como é: Os trabalhadores têm direito a incluir o tempo gasto para chegar ao trabalho como horas de jornada, quando não há acesso em transporte público, e a empresa fornece transporte alternativo.

Como vai ficar: O tempo gasto no percurso para se chegar ao local de trabalho e no retorno para casa não poderá mais ser computado como parte da jornada.

#5 Contribuição sindical

Como é: Uma vez por ano uma quantia referente a um dia de trabalho é descontado do salário dos empregados para contribuição e fortalecimento dos sindicatos das classes.

Como vai ficar: A contribuição passa a ser facultativa.

#6 Bonificação

Como é: A Justiça do Trabalho considera os prêmios concedidos pelo empregador são contabilizados como parte do salário. Assim, incidem sobre o valor do prêmio encargos previdenciários e trabalhistas.

Como vai ficar: O empregador pode conceder o prêmio sem que o seu valor seja considerado parte do salário.

#7 Home Office

O texto de Marinho cria duas modalidades de contratação, que hoje não existem: o trabalho intermitente, por jornada ou hora de serviço, e o “teletrabalho”, que regulamenta trabalho de casa, estabelecendo regras para esse tipo de contrato. A proposta estabelece a responsabilidade da empresa sobre fornecimento ou compra de equipamentos, manutenção dos mesmos e infraestrutura.

Direito do trabalhador

Embora muitos direitos estejam sendo ceifados com as últimas propostas do governo, o trabalhador ainda pode recorrer ao seu sindicato de classe caso sinta-se prejudicado, como garante a advogada. “O trabalhador sozinho não tem força. Ele precisa lutar para garantir cumprimento do acordo e da Constituição que continua prevalecendo. Também é necessária comunicação de sindicatos de classe e órgãos de fiscalização. É um momento de discussão forte que enquanto cidadãos devemos nos posicionar”, finalizou.

O que o empregado pensa?

A opinião de muitos trabalhadores é uníssona: as condições do trabalhador serão prejudicadas. “É complicada essa situação. Tem muito patrão que vai exigir o que quiser do empregado e a Lei num pode interferir”, afirma desanimado o porteiro Marcelo de Souza, de 41 anos. Contudo, há quem consiga enxergar algo positivo em meio a tanta escuridão. “Essa reforma vai ser péssima. Vai tirar muito direito da gente. Mas eu gostei dessa parte das férias. Pra eu que tenho família no interior quanto mais dividir as férias melhor”, disse o zelador Marconi Ferreira.

Por Redação, com Agência Brasil

PRF registra acidentes com cavalos em Mamanguape; uma pessoa ficou gravemente ferida

Um dos carros envolvidos nas batidas com cavalos
Um dos carros envolvidos nas batidas com cavalos
Um dos carros envolvidos nas batidas com cavalos

Três acidentes foram registrados na noite desta quarta-feira (26) em trechos da rodovia BR-101, na Paraíba. Nas ocorrências, um homem morreu, outro ficou em estado grave e três cavalos morreram.

Segundo o agente Getúlio, da Polícia Rodoviária Federal, dois dos acidentes aconteceram no mesmo local, no km 42 da rodovia, em Mamanguape, no Litoral Norte da Paraíba. De acordo com o policial, dois carros bateram em três cavalos que estavam soltos na pista. No fato, os animais morreram e o ocupante de um dos veículos ficou em estado grave. Ninguém mais se feriu.

O outro caso, de acordo com a agente Kalina, também da PRF, ocorreu no km 59 da mesma rodovia, na Zona Rural de Santa Rita, na Grande João Pessoa. Conforme relatou a policial, um motociclista morreu ao cair do veículo. O acidente não envolveu outros veículos e não deixou outras vítimas.

Do Portal Correio 

Após abertura de sindicância, ex-secretário chama secretário de Eunice de ‘bandido’

Gerailton Santos foi exonerado no último dia (7) de abril
Gerailton Santos foi exonerado no último dia (7) de abril
Gerailton Santos foi exonerado no último dia (7) de abril

O ex-secretário de educação da cidade de Mamanguape, Gerailton Santos, reagiu com surpresas na manhã desta quarta-feira (26), ao participar por telefone do radiofônico Rádio Repórter da Correio do Vale, e ter tomado conhecimento de instauração de sindicância, pela gestão da prefeita Eunice Pessoa, para investigar procedimentos tomados enquanto esteve respondendo pela área.

Gerailton afirmou que essa é uma atitude natural do governo, mas, irá tomar todas as medidas possíveis para se resguardar juridicamente. O ex-secretário teria chamado um atual secretário do governo Eunice, de ‘bandido e leviano’, por ter lhe difamado e feito acusações, segundo ele, inverídicas, publicamente; e afirmou que tomará providências, mesmo sem revelar nome.

Leia mais: Prefeita Eunice exonera secretário de Educação e Cultura, Gerailton Santos

Uma portaria de nº 337/2017 publicada pela Secretaria de Administração, instaura uma comissão de sindicância, considerando possíveis existências de irregularidades no manuseio de recursos federais de várias unidades de ensino que integram a rede escolar municipal, enquanto ele, [Gerailton Santos], esteve à frente da pasta, consta.

Na portaria ainda determina que a comissão deverá apresentar relatório circunstanciado do que foi apurado, sugerindo ao que for cabível ao saneamento das irregularidades ou providência para punição de culpado ou culpados. A sindicância tem prazo de trinta dias para conclusão das investigações.

Confira a Portaria publicada no diário oficial: Portaria-06-SEAD-Comissão-de-Sindicância

Gerailton Santos foi exonerado do cargo de Secretário de Educação pela prefeita Eunice no último dia 7 de abril. A prefeita não se pronunciou sobre o caso.

Da redação

Câmara aprova texto-base da reforma trabalhista

Após a conclusão da leitura do parecer do relator do projeto da reforma trabalhista, deputados de partidos de oposição ao governo retomaram a obstrução aos trabalhos no plenário Antonio Cruz/Agência Brasil
Após a conclusão da leitura do parecer do relator do projeto da reforma trabalhista, deputados de partidos de oposição ao governo retomaram a obstrução aos trabalhos no plenário Antonio Cruz/Agência Brasil
Após a conclusão da leitura do parecer do relator do projeto da reforma trabalhista, deputados de partidos de oposição ao governo retomaram a obstrução aos trabalhos no plenário Antonio Cruz/Agência Brasil

Depois de muitos protestos da oposição, o plenário da Câmara dos Deputados aprovou hoje (26), por 296 votos a favor e 177 votos contra, o Projeto de Lei (PL) 6.787/16, que trata da reforma trabalhista. O projeto altera mais de 100 pontos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Entre as alterações, a medida estabelece que nas negociações trabalhistas poderá prevalecer o acordado sobre o legislado e o sindicato não mais precisará auxiliar o trabalhador na rescisão trabalhista.

A sessão que aprovou a reforma foi aberta na manhã desta quarta-feira e se estendeu até depois das 22h, com o final da votação do mérito da reforma. Ainda faltam votar os destaques que visam alterar pontos do texto do relator, deputado Rogério Marinho (PSDB-RN). Depois de votados os destaques, o texto segue para o Senado.

Pela oposição, PT, PDT, PSOL, PCdoB e Rede se posicionaram contra o projeto. O PSB, SD e PMB também orientaram suas bancadas a votar contra a aprovação do texto-base. O PHS liberou a bancada. Os demais partidos da base governista votaram a favor do projeto de lei.

Acordo

Antes da votação, o líder do governo, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), anunciou um acordo de procedimento firmado com líderes da base governista e de oposição para que a votação do texto-base e de três destaques apresentados ao texto fosse feita pelo processo nominal.

De acordo com o líder do PT, deputado Carlos Zarattini (SP), o governo queria realizar votação simbólica e que, com a votação nominal, a população vai poder saber como votou cada deputado. “Nós queremos saber como pensa cada deputado sobre o texto principal e sobre os destaques apresentados”, disse.

Como contrapartida, a oposição se comprometeria a não obstruir mais as votações, limitando-se apenas a expressar sua opinião nessas votações. “Estou aqui anunciando e pedindo a concordância dos líderes que acordaram comigo”, disse Ribeiro.

Desde a abertura dos trabalhos, a oposição tentou impedir a votação do projeto, assim como fez ontem (25) na comissão especial quando foi aprovado o substitutivo apresentado por Marinho, mas sem a apreciação dos destaques. Durante a sessão, diversos requerimentos pedindo a retirada de pauta e o adiamento da votação foram apresentados, mas derrubados pela base.

Protestos

Em diferentes momentos a oposição protestou com cartazes com imagens de carteiras de trabalho rasgadas, cruzes e caixões contra o projeto, que, segundo a oposição, vai retirar direitos trabalhistas. Vestido de operário, o deputado Assis Melo (PCdoB-RS) entrou no plenário com um macacão branco e uma máscara de soldador e criticou a votação da reforma.

Irritado, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que o deputado não poderia permanecer no plenário com o traje. “Só vai falar em plenário quem estiver vestido nos costumes da Casa. Só vai falar quem estiver de terno e bem-vestido”, disse.

Para o deputado Ivan Valente (PSOL-RJ), a medida, na prática, revoga a CLT. “Aí você pode revogar toda a CLT e todas as leis de proteção dos trabalhadores no momento da maior crise de todos os tempos, quando os trabalhadores estão vulneráveis e não estão em condições de negociar”, disse.

O deputado Alessandro Molon (Rede-RJ) também criticou o argumento usado pela base governista de que a CLT engessa a contratação de empregados e que as alterações na legislação ajudarão na geração de empregos. “Se fosse verdade que as leis trabalhistas causam desemprego, há quatro anos o Brasil não teria atingido o pleno emprego com essas mesmas leis. Portanto o projeto da reforma parte de uma mentira: que são as leis trabalhistas que geram desemprego”, disse Molon em referência a taxa de desemprego de 4,8% em 2014.

Segundo o deputado, a crise econômica é que agravou o desemprego no país. “O que gera desemprego é crise econômica, é ela quem gera demissão e ela não se resolve mudando as leis trabalhistas. O que essa reforma vai promover é a substituição de direitos trabalhistas”, disse.

Governo

Pelo lado do governo, o presidente Michel Temer exonerou quatro ministros para reassumirem as vagas de deputado federal e reforçarem a base governista na votação do projeto. Os ministros são Bruno Cavalcanti (PSDB-PE), do Ministério das Cidades; José Mendonça Filho (DEM-PE); do Ministério da Educação; Fernando Bezerra Filho (PSB-PE), de Minas e Energia, e Ronaldo Nogueira (PTB-RS), ministro do Trabalho.

Ao defender a necessidade da reforma trabalhista, o deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS) argumentou que ela sozinha não é o principal instrumento para enfrentar o desemprego, mas é um passo importante. “Essa reforma moderniza nossas relações de trabalho e acaba com a relação engessada da Consolidação das Leis do Trabalho [CLT] entre o patrão e o empregado”, disse.

Perondi também rebateu críticas baseadas na perda de direitos dos trabalhadores. Para ele, a tese de que a reforma fere direitos adquiridos é um mito. Ele citou trechos da Constituição que tratam de direitos dos trabalhadores urbanos e rurais para reforçar que conquistas como hora extra remunerada, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e 13º continuarão asseguradas.

O relator do projeto, Rogério Marinho acatou de forma parcial três das 32 emendas no plenário. Durante a leitura do relatório, Marinho disse que o projeto não retira direitos e que a resistência às alterações é “conservadorismo”. “O substitutivo não está focado na supressão de direitos”, responde, dizendo que a intenção é adaptar a Consolidação das Leis do Trabalho à “realidade”.

Agência Brasil

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