Jovem de 20 anos é morto a tiros na Zona Rural de Lagoa de Dentro
A agência dos Correios do município de Mataraca, no Litoral Norte da Paraíba, foi arrombada na madrugada desta terça-feira (29). A Polícia Militar foi solicitada após o alarme ser acionado. No entanto, o cofre do estabelecimento não foi violado.
“Ao chegar no local percebemos que a porta da frente tinha sido arrombada. Verificamos se tinha alguém nos cômodos, mas foi apenas observado que as gavetas dos caixas tinham sido mexidas. De imediato, comunicamos a gerência e a Polícia Federal”, disse um policial que atendeu a ocorrência.
A polícia investiga o crime e informou que aguarda os laudos periciais e o levantamento dos Correios, que deve apontar se algum bem foi levado da agência.
O corpo de um mototaxista foi encontrado, nessa segunda-feira (28), com marcas de tiro na Zona Rural da cidade de Camalaú, no Cariri paraibano, a 331 quilômetros de João Pessoa. De acordo com informações do Centro Integrado de Operações Policiais (Ciop), a vítima estava caída ao solo e era atendida por uma enfermeira, que constatou o óbito.
A polícia e a perícia foram acionadas para levantar informações na tentativa de elucidar o suposto crime.
Rondas foram feitas na região, mas até o fechamento desta matéria ninguém havia sido preso.
Um supermercado da cidade de Esperança, no Agreste paraibano, a 159 quilômetros de João Pessoa, foi assaltado na noite dessa segunda-feira (28), por três adolescentes. De acordo com informações do Centro Integrado de Operações Policiais (Ciop), após o assalto os suspeitos se esconderam em uma residência do bairro do Catolé. Com eles, a polícia conseguiu encontrar R$ 1,8 mil.
Ao chegar ao local, a polícia montou um cerco no entorno da residência e foi recebida a tiros pelos adolescentes. Após o tiroteio, os policiais conseguiram apreender dois suspeitos, que estavam com uma arma falsa. O terceiro suspeito, que estava com uma arma verdadeira, conseguiu fugir.
Os adolescentes foram levados para a delegacia da cidade, onde estão à disposição da Justiça.
Até o fechamento desta matéria, os policiais ainda não haviam localizado o adolescente foragido.
O ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, disse que a edição do decreto vai esclarecer ponto a ponto a extinção da reserva
O ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, disse que a edição do decreto vai esclarecer ponto a ponto a extinção da reserva
O Palácio do Planalto informou que o governo federal editará um novo decreto para descrever, de forma mais detalhada, como será extinta a Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca). A decisão foi anunciada após as repercussões negativas que a medida, tomada na semana passada, gerou entre ambientalistas, celebridades, a sociedade em geral e até na mídia internacional.
De acordo com o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, a edição do decreto vai esclarecer ponto a ponto a extinção da reserva, de forma a preservar as reservas indígenas e de conservação existentes na região e impedir exploração de minérios de forma ilegal na área. Para isso, o decreto assinado na semana passada será revogado, informou o Planalto.
Respondendo a críticas da imprensa internacional, de organizações ambientais e ativistas ligados ao tema, o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, disse que a atitude foi tomada após a “confusão” gerada, com diferentes interpretações, sobre o que seria extinto. “Foi entendido pela maioria da sociedade que estávamos afrouxando as regras contra desmatamento da Amazônia, que estaríamos abandonando a Amazônia. E isso não corresponde à realidade, pelo contrário”, disse.
Estudado pela cúpula do governo
Embora a mudança tenha sido anunciada na tarde de hoje (28) durante uma reunião ministerial comandada pelo presidente Michel Temer, o ministro do Meio Ambiente disse que a edição do novo decreto já vinha sendo estudada pela cúpula do governo após o receio de que a falta de clareza quanto ao assunto pudesse aumentar o desmatamento na Amazônia.
Na semana passada, o próprio ministro de Minas e Energia concedeu uma entrevista para explicar o decreto , dias após o Planalto divulgar uma nota à imprensa e o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, contestar as críticas por meio de rede social.
Criada em 1984
Assinado na última terça-feira (22) pelo presidente Michel Temer, o decreto extinguiu a Reserva Nacional do Cobre e Associados. A decisão gerou questionamento de ambientalistas, celebridades, da população e até da mídia internacional. “Vergonha! Estão leiloando nossa Amazônia! Não podemos destruir nossas áreas protegidas em prol de interesses privados”, escreveu no Twitter a modelo brasileira Gisele Bündchen dias depois da edição do decreto. A mensagem recebeu 1,4 mil curtidas e 458 retuites.
A área de proteção foi criada em 1984 pelo governo de João Figueiredo, último presidente do período militar. Na ocasião, foi definida a proteção da área de 47 mil quilômetros quadrados (km²), incrustada em uma região entre os estados do Pará e do Amapá.
Desde então, pesquisa mineral e atividade econômica na área passaram a ser de responsabilidade da Companhia Brasileira de Recursos Minerais (CPRM – Serviço Geológico Brasileiro) ou de empresas autorizadas pela companhia. Além do cobre, estudos geológicos apontam a ocorrência de ouro, manganês, ferro e outros minérios na área.
De acordo com Sarney Filho, o novo decreto pode ser publicado ainda hoje (28) em edição extra do Diário Oficial da União e proibirá qualquer tipo de extração mineral nos lugares da reserva onde também existem áreas indígenas e de conservação. A exceção ocorrerá apenas para planos de manejo. A norma também proíbe a concessão de tipos de direito minerário a quem “comprovadamente participou de exploração mineral na área da extinta Renca”.
Entrevista de Temer
Nesse domingo (27), o canal SBT veiculou uma entrevista com o presidente Michel Temer na qual voltou a defender a edição do decreto. Segundo ele, as críticas à medida são um “equívoco” porque todas as áreas indígenas e de preservação ambiental continuarão garantidas e era preciso “regularizar essa situação”.
“O que estava havendo, o que me chegou aos ouvidos, foi que, embora definida como área de cobre, na verdade quase não tem cobre lá, tem pouca coisa. Tem muito ouro e outros metais. O que está havendo, digamos, é uma exploração clandestina”, disse o presidente.
O senador Renan Calheiros disse que se trata de uma história requentada e mais uma acusação sem provas.
O senador Renan Calheiros disse que se trata de uma história requentada e mais uma acusação sem provas.
O procurador-geral da República apresentou nesta segunda-feira (28) uma nova denúncia contra o líder do governo no Senado, Romero Jucá, do PMDB.
É a terceira denúncia contra ele em menos de dez dias, mais uma vez por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Líder do governo no Senado, Romero Jucá, do PMDB, é acusado de pedir e receber propina no valor de R$ 150 mil para beneficiar a construtora Odebrecht na tramitação de duas medidas provisórias que mexiam com o Imposto de Renda de pessoas jurídicas e redução de impostos.
A denúncia tem como base as delações de ex-executivos da Odebrecht. Um deles, Cláudio Melo Filho, também foi denunciado nesta segunda-feira (28) por Rodrigo Janot.
Além da prisão, o procurador-geral da República pede que os dois sejam condenados a pagar multas no valor total de R$ 300 mil e que, se condenado, Jucá perca o cargo de senador.
Romero Jucá é alvo de 14 inquéritos no Supremo Tribunal Federal. Três denúncias, contando com a desta segunda, ainda precisam ser analisadas. Somente na Lava Jato e seus desdobramentos são nove apurações em andamento.
O senador Renan Calheiros, também do PMDB, vai ser investigado por suposta ligação com o esquema de corrupção no Postalis, o fundo de pensão dos funcionários dos Correios. A abertura desse novo inquérito foi determinada pelo ministro Luiz Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, também a pedido do procurador Rodrigo Janot.
Renan já é réu em uma ação penal, e agora passa a responder a 17 inquéritos, sendo 13 na Lava Jato.
O que dizem os citados
A defesa do senador Romero Jucá disse que a denúncia é um caso típico de criminalização da atividade parlamentar sem que a contrapartida para a suposta corrupção tenha sido apontada; e que acredita que ela não será recebida pelo Supremo Tribunal Federal.
O senador Renan Calheiros disse que se trata de uma história requentada e mais uma acusação sem provas. Ele afirmou que nunca teve lobista ou operador e que jamais autorizou que falassem em nome dele.
Imagem mostra o senador José Serra (PSDB-SP) (Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado)
Imagem mostra o senador José Serra (PSDB-SP) (Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado)
A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal, autorizou a abertura de um inquérito para investigar o senador José Serra (PSDB-SP).
A decisão, tomada com base nas delações de executivos da JBS, foi assinada no último dia 18 de agosto, mas só entrou no andamento processual do STF nesta segunda-feira (28).
Procurada, a assessoria de Serra divulgou a seguinte nota: “O senador José Serra reitera que todas as suas campanhas eleitorais foram conduzidas dentro da lei, com as finanças sob responsabilidade do partido. E sem nunca oferecer nenhuma contrapartida por doações eleitorais.”
A suspeita é de omissão de dados na prestação de contas da campanha de Serra, o chamado caixa dois, cuja pena pode chegar a cinco anos de prisão mais multa.
O pedido de abertura de inquérito foi apresentado em junho pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.
Para Janot, como o caso não tem relação direta com as fraudes investigadas na Lava Jato, deveria ser sorteado para novo relator. Por isso, o ministro Luiz Edson Fachin, que homologou as delações da JBS, pediu a chamada redistribuição, e Rosa Weber passou a conduzir o processo.
O pedido de inquérito
Conforme o pedido de inquérito, o empresário Joesley Batista, dono da JBS, relatou aos investigadores doação não contabilizada para a campanha de Serra à Presidência, em 2010. À época, o senador ficou em segundo lugar, perdendo para Dilma Rousseff (PT).
Na delação, Joesley disse que, após pedido de Serra, foram repassados cerca de R$ 20 milhões à campanha, dos quais R$ 13 milhões foram declarados à Justiça Eleitoral.
O restante, segundo o delator, foi repassado por meio de emissão de nota fiscal pela LRC Eventos, no valor de R$ 6 milhões, para simular a aquisição de um camarote de autódromo de fórmula 1; e emissão de nota fiscal de R$ 420 mil emitida por uma empresa de pesquisa.
A decisão da ministra
Ao autorizar a abertura do inquérito, Rosa Weber determinou a tomada de depoimentos das empresas e o depoimento do senador, além de dar prazo de 60 dias para a Polícia Federal concluir as diligências. Segundo a ministra, os depoimentos são ponto de partida da apuração.
“Constato que as diligências requeridas pelo procurador-geral da República se mostram proporcionais sob o ângulo da adequação, razoáveis sob as perspectivas dos bens jurídicos envolvidos, e úteis quanto à possível de descoberta de novos elementos que permitam a investigação avançar”, escreveu a ministra.
“As oitivas dos representantes legais das empresas emissoras das notas fiscais que deram lastro à suposta contribuição eleitoral não contabilizada, assim como a do senador da República José Serra, constituem o ponto de partida para o aprofundamento das investigações”, acrescentou Rosa Weber na decisão.
‘Aprofundamento das investigações’
Ao pedir a abertura do inquérito, Rodrigo Janot lembrou que a apuração é necessária para permitir a confirmação ou não do envolvimento do senador com as suspeitas relatadas pelos delatores.
“Diante de tais constatações, faz-se mister o aprofundamento das apurações, de modo a se possibilitar a confirmação ou não do possível envolvimento e/ ou ciência do congressista no ilícito relatado, que perfaz o tipo penal vazado no art. 350 do Código Eleitoral”, afirma o pedido.
O prefeito de Baia da Traição, Serginho Lima (PTB), rebateu a notícia sobre a viagem que está fazendo aos Estados Unidos (EUA). A informação foipublicada por umblogueiro de João Pessoa. O gestor esclareceu que o passeio não é um sonho de infância. Mas que têm no currículo – oito viagens internacionais.
Em uma rede social o prefeito explicou: “Nenhum sonho de infância não, apenas como todo mundo, tenho o direito descansar”, escreveu.
Em outro trecho ele diz: “Tenho e sempre tive condições graças a Deus, não é porque “estou prefeito” que vou me privar”, argumentou.
Conforme Serginho, o município de Baia da Traição é o mais operante da região do Vale do Mamanguape. “Ruas sendo calçadas, colégios sendo equipados e reformados, ambulâncias recuperadas, salários em dia, apoio ao agricultor, pescador e indígenas e diversos programas sociais em funcionamento”, frisou.
A Coreia do Norte teria disparado há pouco um míssil não identificado, segundo informações da AFP (via Yonhap). O O governo japonês soltou um comunicado afirmando que o projétil foi em direção ao norte da ilha.
A rede de TV americana NBC afirma que, segundo informações do governo sul-coreano, o projétil teria sobrevoado a ilha de Hokkaido e caído no Mar do Japão.
Pesquisadores da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, concluíram que consumir uvas pode reduzir riscos de doenças do coração e a síndrome metabólica – excesso de gordura na barriga. Isso acontece por causa dos antioxidantes como o resveratrol, contidos na fruta.
Acredita-se que os antioxidantes teriam propriedades vasodilatadoras e também anticoagulantes, assim como efeitos em aumentar o “bom” colesterol. Dessa forma, o vinho tinto, assim como o suco de uva, provoca o mesmo efeito sobre o endotélio (camada que forra internamente os vasos sanguíneos), aumentando a sua dilatação, trazendo grande benefício à circulação sanguínea. É nessa camada que se depositam as placas de gordura (aterosclerosclerose), que comprometem a circulação e são capazes de provocar o infarto do miocárdio ou o derrame cerebral.
Os autores acham que quem toma um cálice de vinho durante as refeições com o objetivo de evitar possíveis problemas no coração, mas tem como inconveniente os efeitos colaterais do álcool, pode substituir a bebida por suco de uva.
Pela tabela, no Distrito Federal, o preço médio de combustíveis para 1º de março é R$ 3,45 .
A partir desta terça-feira (29), o preço da gasolina nas refinarias sofrerá um aumento de 1,1% e o do diesel de 0,4%. O anúncio foi feito nesta segunda (28) pela Petrobras e segue a nova política de ajuste de preço, que tem como base o preço de paridade de importação.
O ajuste anterior havia sido anunciado no sábado (26), com aumento de 1,2% na gasolina e diminuição de 0,7% no diesel. A nova política foi adotada no começo de julho e, desde então, os reajustes são feitos quase que diariamente. Os percentuais podem ser acompanhados no site.
O Hospital Napoleão Laureano lançou a 6ª Corrida Contra o Câncer, marcada para 28 de fevereiro de 2027. O evento beneficente celebra os 65 anos da instituição e arrecadará recursos para o tratamento de pacientes do SUS.
A Receita Federal apreendeu drogas, cigarros eletrônicos, medicamentos e produtos contrabandeados durante a Operação Fronteira em João Pessoa e outros estados do Nordeste. A ação busca combater crimes de importação irregular e circulação de mercadorias ilegais.
A Paraíba alcançou a segunda maior evolução do IDH no Nordeste e a nona maior do Brasil no período pós-pandemia, segundo estudo divulgado pelo PNUD. O estado registrou crescimento de 0,057 no indicador, que avalia renda, educação e expectativa de vida.