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Colômbia faz a maior apreensão de cocaína de sua história

© Colombian Presidency/REUTERS
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A polícia da Colômbia confiscou 12 toneladas de cocaína, a maior apreensão realizada em uma única operação na história do país, anunciou o presidente Juan Manuel Santos nesta quarta-feira (8). “Nunca antes, desde que começamos há mais de 40 anos a lutar contra o narcotráfico, tínhamos feito uma apreensão desta magnitude”, destacou o mandatário à imprensa.

Avaliado em US$ 360 milhões (R$ 1,2 bilhão), o carregamento pertencia ao Clã do Golfo, principal facção armada do tráfico de drogas, e foi apreendido em uma zona do departamento de Antioquia com apoio internacional. “Com essa apreensão superamos a cifra que confiscamos no ano passado: já são 362 toneladas este ano” contra 317 em 2016, comemorou Santos.

Em comunicado, a Polícia detalhou que 400 agentes antinarcóticos invadiram quatro imóveis nos municípios de Chigorodó e Carepa, onde a droga estava armazenada debaixo da terra.

O carregamento pertencia a Dairo Antonio Úsuga, conhecido como ‘Otoniel’, o chefe máximo da organização e o homem mais procurado na Colômbia, maior produtor e exportador mundial de cocaína. O Clã do Golfo surgiu de remanescentes dos grupos paramilitares de extrema direita desmobilizados em 2006. Em setembro, ‘Otoniel’ fez o governo saber de sua intenção de se submeter às autoridades, após quase dois anos de intensa busca policial.

A Colômbia é o maior produtor e exportador mundial de cocaína, e os Estados Unidos o principal consumidor da droga.Entre 2014 e 2016 os ‘narcocultivos’ passaram de 69.000 para 146.000 hectares, e a produção subiu de 442 para 866 toneladas, segundo as Nações Unidas.

No mesmo período, o governo colombiano apreendeu o volume recorde de 378 toneladas de cocaína, contra 253 toneladas em 2015. Com informações da Folhapress. 

FPF divulga tabela do Campeonato Paraibano 2018

A jornada terá início às 18h, e a bola vai rolar a partir das 18h30 no gramado do Estádio Almeidão Foto: Reprodução / TV Cabo Branco
Estádio Almeidão / Foto: TV Cabo Branco

O presidente Amadeu Rodrigues havia prometido divulgar a tabela básica do Campeonato Paraibano 2018 na última terça-feira (31), mas, como sempre, a Federação Paraibana de Futebol (FPF) demorou, e só publicou a mesma na noite desta quarta-feira (8), prazo limite apontado pelo Estatuto do Torcedor, que é de 60 dias antes do início da competição. A bola vai rolar a partir do dia 07 de janeiro.

Clique aqui e veja a tabela

As partidas da primeira rodada serão as seguintes: Botafogo x Serrano, Treze x Auto Esporte, Desportiva Guarabira x Campinense, Sousa x CSP e Atlético de Cajazeiras x Nacional de Patos.

Vale lembrar os estádios que vão sediar os jogos ainda não foram definidos, já que os mesmos ainda passarão por avaliações para saber se estão aptos para receber jogos do Paraibano.

O certame estadual de terá uma fórmula de disputa bem diferente da competição deste ano. Em 2018, as dez equipes participantes serão divididas em duas chaves. No Grupo A estão Auto Esporte, Botafogo, Campinense, Nacional de Patos e Sousa. Na Chave B, Atlético de Cajazeiras, CSP, Desportiva Guarabira, Serrano e Treze.

Os representantes do Grupo A encaram os do B em jogos de ida e volta, com os primeiros colocados de cada chave avançando direto para a semifinal. Os segundos e terceiros colocados de cada grupo duelam entre si para definir os outros semifinalistas, em jogos de ida e volta.

Nas semifinais, o critério para definir os confrontos será o desempenho das quatro equipes na primeira fase. O time de melhor campanha encara o quarto, enquanto o de segundo melhor índice técnico pega o terceiro. Os finalistas serão definidos em partidas de ida e volta, com o time de melhor campanha decidindo em casa.

Rebaixamento

Os dois piores de cada grupo vão participar de um quadrangular que definirá os rebaixados. As equipes se enfrentarão em jogos de ida e volta (seis datas) e as duas equipes de menor índice técnico vão para a Segundona.

Do Portal Correio

Câmara de Itapororoca aprova projeto que autoriza o executivo celebrar convênio com a CAGEPA

Em meio à crise hídrica no período do verão, desde a década de 90, a população dos bairros de Itapororoca está prejudicada pela constante falta d´água. Nesta terça-feira (7), a Câmara de Vereadores, aprovou o projeto de lei nº 06/2016 – de 6 de dezembro de 2016, oriundo do executivo, da gestão do ex-prefeito Celso Morais, que foi aprovado por sete votos, dois contra e uma abstenção.

O projeto de lei autoriza o poder executivo do município, celebrar convênio de cooperação com o estado da Paraíba para o fim de estabelecer uma colaboração federativa na organização, fiscalização e prestação dos serviços públicos de abastecimento sanitário no espaço territorial.

Esse projeto durou dez meses de discussão na Casa. Votaram pela aprovação, os vereadores Rodrigo Carvalho (PSDB), Socorro da Corrente (DEM), Val de Curralinho (DEM), Neuza Madruga (DEM), Chico da Saelpa (PP), Riseuda Nunes (PP) e Ricardo Souto (PDT). Votaram contra, os vereadores Josilda Lopes (PSB) e Altamir Meireles (PT). A vereadora Josete Rodrigues (PMDB), se absteve da votação.

Ainda sobre o projeto, a vereadora Riseuda, apresentou uma emenda aditiva, que estabelece o seguinte: “as famílias beneficiadas com o programa Bolsa Família, está isenta de pagamento de qualquer taxa d´água a Cagepa”, entretanto, foi aprovado por seis dos nove parlamentares em plenário. A socialista Josilda Lopes se absteve da votação.

Em dezembro do ano passado, quando o projeto chegou a Casa de Rúbio Maia Coutinho, causou polêmica entre os pares. Naquela oportunidade, o tucano Rodrigo Carvalho chamou todos para o debate, fez críticas à forma da elaboração do primeiro projeto e era contra; após diversas reuniões e discussões sobre o tema, o executivo enviou um segundo projeto com várias modificações, onde ainda serão discutidos como será a implantação e garantindo que a piscina da nascença continua sendo um patrimônio intocável do município. Na sessão de ontem, “ele” e outros seis parlamentares, decidiram votar pela aprovação.

O presidente do poder Legislativo, Jailson Fernandes, só teria direito a voto minerva para aprovação ou reprovação do projeto, em caso de empate.

Entenda o projeto

Artigo 1º – Fica o executivo autorizado a celebrar convênio de cooperação com estado, com fundamento no artigo 241 da Constituição Federal e Lei Federal nº 11.445/2007, para o fim de estabelecer colaboração, organização, regulação, fiscalização e prestação dos serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgotos sanitários.

Artigo 2º – Fica o executivo autorizado a celebrar contrato de programa com a Companhia de Água e Esgotos da Paraíba – CAGEPA, criada pela Lei Estadual nº 3,459, de 31 de dezembro de 1966, com objetivo de, em regime de exclusividade, conceder a prestação dos serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgotos sanitários, através de dispensa de licitação, nos termos do artigo 24, da Lei Federal nº 8.666/1993, com as modificações introduzidas pela Lei Federal nº 11.445/2007.

Por Chico Soares

Com informações da Ascom CMI

Promotoria ajuíza ação de improbidade administrativa contra ex-prefeita e ex-secretário

A Promotoria de Justiça de Guarabira ajuizou uma ação civil pública por ato de improbidade administrativa contra a ex-prefeita de Guarabira, Maria de Fátima de Aquino Paulino, o ex-secretário de Finanças, Manoel Clementino de Oliveira, e o fiscal de obras Alan dos Santos Galdino por terem concedido uma área pública, localizada na Rua Otacílio de Lira Cabral, onde existia uma praça pública, em benefício de Rozival Soares da Silva, que também é alvo da ação.

Segundo a promotora de Justiça Andréa Bezerra Pequeno Alustau, uma investigação realizada na Promotoria de Guarabira, a partir de denúncia formulada por um morador, constatou a concessão de bem público imóvel de uso comum do povo a uma pessoa física, sem qualquer tipo de contrapartida ou benefício social, para instalação de atividade comercial de caráter eminentemente lucrativo. O fato ocorreu em maio de 2011, durante mandato da ex-prefeita.

De acordo com a investigação, Rozival Soares procurou a então prefeita Maria de Fátima Paulino e pediu a doação de um terreno pertencente a Prefeitura de Guarabira. Com o aval da prefeita, Rozival Soares e o fiscal de obras Alan Galdino procuraram o então secretário de Finanças, Manoel Clementino, para que se procedesse a entrega de alvará para construção de um imóvel comercial e residencial, no terreno onde ficava a Praça Pública localizada na Rua Otacílio de Lira Cabral. A carta de habite-se para ligação de água foi concedida no mesmo dia, em descumprimento ao Código de Obras do Município. Além disso, o alvará foi concedido sem qualquer formalidade e sem obedecer aos requisitos legais.

“Não há no ato a demonstração de qualquer interesse público justificado, pelo contrário, há, sim, a privação de bem de uso comum do povo (praça) em benefício de uma única pessoa, para atendimento de interesse puramente particular, violando gravemente o ordenamento jurídico pátrio, posto que não foi precedido de devido processo legal”, diz a promotora na ação.

Para a promotora, a ex-prefeita, o ex-secretário e o fiscal de obras, prevalecendo-se de seus cargos públicos, causaram prejuízos à Prefeitura de Guarabira, ao promoverem a concessão de direito real de uso bem de uso comum do povo, sem obediência ao regramento legal e aos princípios da administração pública, praticando, com isso, atos de improbidade administrativa.

Com relação ao beneficiário Rozival Soares, a promotora destaca que “não há como se vislumbrar qualquer tipo de boa-fé na conduta, evidenciada pela forma como conduziu todo o processo, desde a obtenção do alvará de construção, a execução da obra e postura posterior, não recolhendo qualquer tipo de tributo, locupletando-se, ainda mais, dos cofres públicos”.

Pedidos

A ação requer a condenação dos quatro envolvidos por ato de improbidade administrativa, aplicando sanção de perda da função pública eventualmente exercida; suspensão dos direitos políticos de cinco a oito anos; pagamento de multa civil no importe de até 100 vezes o valor da remuneração percebida pelo agente público, quando do exercício de seu cargo; e proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de cinco anos.

Também é requerido na ação a condenação do Município de Guarabira a retirar todas as edificações irregulares existentes na Praça Pública localizada na Rua Otacílio de Lira Cabral. O Município de Guarabira não tomou nenhuma providência, até os dias atuais, permanecendo a construção irregular em plena praça pública, devendo, portanto, ser compelido, pelo Poder Judiciário, a adotar medidas para sustar a lesão ao Erário, retomando a posse do bem imóvel objeto desta ação”, afirma a promotora.

Prefeitura de Rio Tinto eleva número de cargos comissionados e contratados e chama atenção do TCE

O prefeito da cidade de Rio Tinto, José Fernandes Gorgonho Neto (PSB) recebeu um alerta do Tribunal de Contas do Estado relativo a várias irregularidades praticadas na gestão. Entre os fatos que chamaram a atenção do órgão está o crescimento no número de cargos comissionados (54,10%) e contratados (113,48%).

O Blog do Gordinho fez o levantamento no Sagres (Sistema de Acompanhamento da Gestão dos Recursos da Sociedade) das contratações realizadas pela Prefeitura de Rio Tinto no período de janeiro a agosto (último balancete disponibilizado) deste ano.

No alerta publicado no Diário Eletrônico do TCE desta quarta-feira (8), o órgão também aponta despesa elevada com vencimentos e vantagens fixas, “merecendo a existência de um bom controle interno para o município não infringir a LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal)”.

Levantamento

De acordo com os dados mais atualizados do Sagres (agosto), a prefeitura possui 1.195 servidores, entre inativos, efetivos, eletivos, comissionados e contratados por excepcional interesse público. A folha da prefeitura está orçada em R$ 2.166.339,41.

O conselheiro Oscar Mamede também pede que sejam adotadas medidas de prevenção ou correção para os seguintes fatos: despesa não contabilizada com INSS patronal no valor de R$ 1.080.890,24 e ausência de contabilização da provisão de décimo terceiro salário e 1/3 de férias; descumprimento das normas legais no que tange aos limites de gastos com pessoal do Poder Executivo 54,03% e do município 61,23% da RCL; e ausência de pagamento regular das obrigações devidas ao RGPS de R$ 1.080.890,24.

Com Blog do Gordinho

Globo afasta William Waack após comentário racista vazar em vídeo

Um vídeo que circulou nas redes socais nesta quarta-feira em que o apresentador William Waack, do Jornal da Globo, aparece fazendo comentários racistas terminou com o afastamento do jornalista da programação da emissora. Em nota, a TV Globo diz que o âncora do Jornal usou “ao que tudo indica” termos racistas. O grupo afirma ser “visceralmente contra o racismo em todas as suas formas e manifestações” e, por isso, toma a decisão do afastamento até que a situação esteja esclarecida”.

As imagens do vídeo são da campanha eleitoral dos Estados Unidos em 2016. Minutos antes de entrar ao vivo ao lado do entrevistado Paulo Sotero, do Wilson Center, Waack xinga um carro que estava buzinando na rua, vira-se para o convidado do programa e afirma duas vezes em tom baixo que o barulho na rua é coisa de “preto”. Depois de reclamar das buzinadas, o apresentador diz: “Você é um, não vou nem falar, eu sem quem é…”. E depois, virando-se para o convidado diz: “É preto”.

Várias versões do vídeo foram divulgadas ao longo do dia. Em algumas, o comentário do jornalista é pouco audível, em outras é mais claro. O entrevistado Paulo Sotero, que representa um centro de pesquisas internacionais, procurado pelo site BuzzFeed, diz não se lembrar do dia em questão e que repudia qualquer forma de racismo.

No começo deste ano, a TV Globo já afastou o ator José Mayer, acusado de assédio sexual durante as filmagens de uma novela. O afastamento aconteceu depois de uma campanha massiva nas redes e também por parte de funcionárias da emissora. Desta vez, o posicionamento veio mais rápido. Depois do vídeo viralizar, a emissora soltou a nota abaixo.

El País

TCE-PB publica edital de concurso público; salários chegam a R$ 13 mil

O Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB) publica nesta quinta-feira (9), em seu Diário Oficial Eletrônico e no Diário Oficial do Estado, o edital do concurso público a ser realizado pela Corte para o preenchimento de 20 vagas, sendo 15 de Auditor de Contas Públicas e cinco de Agente de Documentação. O Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe) tem a responsabilidade do certame.

Para concorrer a uma das vagas no cargo de Auditor de Contas Pública, o candidato deverá ter curso superior em qualquer área de formação, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC). O salário do cargo será de R$ 13.002,03 , com 40 horas semanais.

Ao de agente de documentação, a exigência é de conclusão de curso de ensino médio. Duas vagas – uma cada área – estão reservadas a candidatos portadores de deficiência. O salário do cargo será de R$ 5.519,61

As inscrições poderão ser feitas somente via internet, no endereço eletrônico http://www.cespe.unb.br/concursos/tce_pb_17  a partir das 10 horas da próxima terça-feira (14) até às 18h do dia 29 deste mês de novembro.

O pagamento das taxas, respectivamente de R$ 120,00 (auditor) e R$ 80,00 (agente) deverá feito até o dia 20 de dezembro. O boleto bancário estará disponível neste mesmo endereço, e pode ser pago em qualquer banco, nas casas lotéricas e nos Correios.

Locais e horários de realização das provas serão divulgados até o dia 4 de janeiro de 2018, via internet, no endereço eletrônico do concurso e pelo Portal do TCE-PB.

Confira o edital, na íntegra, AQUI.

Ascom TCE-PB

Ciclista morre ao ser atropelado na BR 101, em Mamanguape

Local do acidente. Foto: Portal T5
Local do acidente. Foto: Portal T5

Um ciclista, ainda não identificado, morreu ao ser atropelado na noite desta quarta-feira (8), próximo a ladeira da Usina Monte Alegre, na BR 101 – em Mamanguape. O acidente ocorreu por volta das 20h30, no trecho do Km 43, no litoral norte paraibano.

Segundo informações repassadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), a vítima estava numa bicicleta, transitando no meio da via, quando foi atingido.

Ainda de acordo com a PRF, o homem teria sido atropelado mais de uma vez.

O Inspetor plantonista Sousa, atendeu a ocorrência no local e o Delegado Deusdeth Leitão abriu a investigação do caso. Um exame toxicológico deve ser solicitado para saber se a vítima estaria sob efeito de álcool ou drogas.

Da redação

PRF prende assaltantes após fugir da fiscalização e capotar carro próximo a entrada de Mamanguape

Assessoria Regional de Comunicação Social - PRF/PB
Assessoria Regional de Comunicação Social – PRF/PB

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu no início da manhã desta quarta-feira (8), três elementos suspeitos de ter cometido assalto em uma perfumaria no Rio Grande do Norte.

O motorista do Ford Ka, de cor branca, não obedeceu a ordem de parada no km 38 da rodovia BR-101, município de Mamanguape, onde estava havendo uma fiscalização da PRF.

Uma equipe seguiu o veículo e após percorrer pouco mais de três quilômetros, o condutor perdeu o controle de direção e capotou o carro que estava em alta velocidade.

Dos quatro ocupantes dois foram detidos na hora pela PRF e outros dois conseguiram fugir. Depois um dos que fugiram foi preso pela Polícia Militar dentro da cidade de Mamanguape.

No veículo que possuía registro de roubo ocorrido em João Pessoa, foram encontrados 1 mil vidros de perfumes, de várias fragrâncias, além de centenas de cosméticos supostamente produtos subtraídos de um assalto ocorrido em uma perfumaria na cidade João Câmara, no vizinho estado do Rio Grande do Norte.

A Ocorrência foi encaminhada para Delegacia de Polícia de Mamanguape.

Assessoria Regional de Comunicação Social – PRF/PB

MPPB pede investigação federal na Operação Gabarito

Relatório da Operação Gabarito
Relatório da Operação Gabarito

O promotor de Justiça Arlan Costa Barbosa, responsável pela denúncia dos investigados na Operação Gabarito, que investiga um grupo suspeito de fraudar pelo menos 98 concursos, deu um parecer pedindo que a Justiça Federal investigue os casos. O pedido foi protocolarizado na 4ª Vara Criminal de João Pessoa na terça-feira (7), exatos seis meses depois da deflagração da primeira fase da operação.

Segundo o promotor, o pedido de declínio de competência da Justiça Estadual se deve pelo fato de que existem vários concursos à nível federal que teriam sido fraudados pela organização criminosa.

“Na denúncia inicial, as informações eram de que o grupo estaria atuando nos concursos do Ministério Público do Rio Grande do Norte e da Prefeitura de Bayeux, porém com a análise do material enviado pela polícia e com o depoimento dos investigados, ficou claro que a organização era muito maior do que se esperava e que atuavam em muito mais concursos do que os que estavam na denúncia”, explica o promotor.

A Operação Gabarito foi deflagrada no dia 7 de maio e desarticulou uma organização criminosa tratada como “empresa” pelos mais de 82 suspeitos envolvidos, sendo 31 já presos pela polícia. O grupo é suspeito de fraudar concursos em pelo menos 15 estados, e aprovar mais de 500 pessoas, movimentando mais de R$ 29 milhões em 12 anos de atuação.

Ainda de acordo com Arlan Costa, a possibilidade de desmembramento da investigação deve ser descartada uma vez que há uma conexão probatória de que os investigados fazem parte de um grupo maior com atuação interestadual.

Para o advogado Iarley Maia, que faz parte da defesa de um dos suspeitos investigados, o pedido de federalização da investigação já havia sido feito por vários outros advogados dos suspeitos. “É um parecer óbvio, uma vez que se tem concursos a nível federal com suposta fraude, a Justiça Federal é quem tem competência para estes casos”, explica.

O delegado Lucas Sá, da Delegacia de Defraudações e Falsificações de João Pessoa, que é responsável pelo caso, avalia que o parecer pode prejudicar as investigações.

“No caso da transferência da operação para a esfera federal, o processo vai ser analisado novamente, desde o início, e provavelmente muitos dos suspeitos que já estão presos podem ser soltos. O mais grave disso tudo é que além destes presos, existem outros investigados que nunca tiveram a prisão decretada e que podem estar atuando fraudando concursos recentes”, diz.

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