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“PSB anunciará segundo senador em breve”, diz RC

Governador Ricardo Coutinho (PSB) / Foto: Divulgação
Governador Ricardo Coutinho (PSB) / Foto: Divulgação
Governador Ricardo Coutinho (PSB) / Foto: Divulgação
Governador Ricardo Coutinho (PSB)

O governador Ricardo Coutinho (PSB) afirmou que nos próximos dias deve ser anunciado o nome que irá ocupar a segunda vaga na disputa para o Senado na chapa encabeçada por João Azevêdo. Ele inaugurou nesta sexta-feira (13) o novo presídio regional feminino no município de Patos, Sertão paraibano. As informações são do MaisPB. 

Conforme o governador, logo após o anúncio da segunda pré-candidatura ao Senado, as articulações irão se concentrar na escolha do nome que irá disputar a vice-governadoria.

“Nosso tempo está se desenvolvendo. Vamos ter uma chapa representativa, política e geograficamente, que possa dar continuidade às mudanças que a Paraíba precisa. João Azevêdo vai ter companhias adequadas e corretas. Nos próximos dias deve ter anúncio no campo senatorial e depois vamos cuidar da vice-governança”, explicou em entrevista ao Arapuan Verdade, da Arapuan FM. Ele ressaltou que, apesar de participar das articulações, a condução política é feita por Azevêdo.

Apoio a Lula será discutido

Durante encontro com a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffman, ontem, em João Pessoa, o governador Ricardo Coutinho discutiu conjunturas nacional e local. Coutinho destacou que a reunião não teve por objetivo “bater o martelo” em relação a uma aliança.

Segundo ele, a senadora petista pediu que o PSB da Paraíba vote, na Executiva nacional, pelo apoio a uma possível candidatura do ex-presidente Lula à Presidência da República. A demanda será discutida em encontros promovidos pela direção estadual com filiados.

Novo presídio

O novo presídio feminino inaugurado nesta sexta-feira conta com 120 vagas, escola e modernidade tecnológica. Conforme o governador, a unidade penal anterior contava com apenas 38 vagas, no entanto abrigava cerca de 100 mulheres.

Ministério cria banco de dados nacional para casos de criminalidade

O Ministério da Segurança Pública colocou em funcionamento um banco de dados que pretende ser o maior repositório de informações sobre ocorrências de crimes já criado no país. O “big data” é georreferenciado, o que permitirá ao analista ver, cidade por cidade, quais os endereços e horários de maior incidência dos crimes.

Além dos boletins de ocorrências, o sistema acumulará o banco nacional de mandados de prisão, que indica quem é procurado no país por algum crime, pelo sistema integrado de administração penitenciária, que deverá mapear todos os presos do país, e por departamentos de trânsito, entre outras bases de dados.

Quando o sistema estiver em plena operação, o que o governo espera ocorrer até 2019, todo cidadão envolvido no registro de um boletim de ocorrência, como vítima ou como suposto autor, por exemplo, poderá ter seu passado criminal analisado em poucos minutos.

O governo já investiu cerca de R$ 230 milhões na formatação do sistema e integração com os estados e espera que o banco nacional permita, a longo prazo, uma economia para os governos estaduais com a redução de gastos para manutenção de seus próprios sistemas de informática, liberando recursos para outras necessidades da segurança pública.

Os dados consolidados permitirão que o governo federal “enxergue” com precisão as áreas mais críticas no país e passe a cobrar adoção de medidas dos governos estaduais, sob pena de congelamento de recursos federais. Uma curadoria criada pelo ministério fará relatórios de análise de tempos em tempos sobre o desempenho dos estados, com cópias para órgãos de controle e Congresso Nacional.

O projeto Boletim Nacional de Ocorrências recebeu até agora a adesão de onze estados, com um acumulado de 2,2 milhões de boletins: Sergipe (100% de repasse da base estadual de dados), Mato Grosso do Sul (100%), Goiás (67%), Tocantins (100%), Roraima (54%), Rio Grande do Norte (11%), Acre (92%), Amapá (50%), Maranhão (3%), Piauí (12%) e Alagoas (2%).

Os maiores estados do país ainda estão em processo de negociação com o governo federal para o repasse de suas bases mas, segundo o ministério, atualmente nenhum estado está se recusando a colaborar.

Uma equipe do ministério está em São Paulo, por exemplo, discutindo com técnicos do governo estadual detalhes sobre o repasse dos dados, segundo o ministro Raul Jungmann. Atualmente São Paulo fornece “macrodados”, mas não o detalhamento das ocorrências, como hora, endereço e cópia da ocorrência. As mesmas conversas estão sendo travadas com as secretarias de Segurança Pública do Rio de Janeiro e de Minas Gerais, que prometeram repassar seus dados.

A base de dados a princípio não será aberta ao público na internet, por envolver informações que podem ferir a privacidade dos cidadãos, mas a ideia, segundo o ministério, é encontrar uma forma de tornar as informações públicas a médio e longo prazos, mesmo que ocultando dados de natureza privada. Seria uma forma de envolver a sociedade na fiscalização das políticas de redução da criminalidade, a exemplo do que ocorre com gastos do orçamento federal.

“Eu diria que, de todas as áreas sociais, a menos transparente é a segurança. Vocês [jornalistas] conseguem dados do Datasus, de mortalidade, de tudo. A área de segurança é a menos transparente e que menos produz informações em rede aberta. Uma das coisas é exatamente a ausência de um sistema nacional. Ontem eu dizia [aos secretários de segurança pública reunidos em Brasília]: ‘Olha, chegou a era da transparência da segurança pública. E quem não se preparar não vai conseguir, por exemplo, ter os recursos’. Nós precisamos caminhar nessa direção”, disse Jungmann.

Segundo o ministro, a lei que criou o Susp (Sistema Único de Segurança Pública) e entrou em vigor nesta quinta-feira (12) estabelece que os estados que não se integrarem à base de dados nacional “evidentemente ficam fora dos recursos de custeio e de investimentos. É lei e vamos ter que cumprir”. Com informações da Folhapress.

Fifa convida garotos tailandeses para entrega de melhor do mundo

Cerimônia ocorrerá em Londres, no Reino Unido, no dia 24 de setembro

A Fifa anunciou nesta sexta-feira (13) que convidou os garotos tailandeses e o treinador que ficaram presos em uma caverna na província de Chiang Rai, na Tailândia, para acompanharem a entrega do prêmio de melhor do mundo.

A cerimônia ocorrerá em Londres, no Reino Unido, no dia 24 de setembro. Anteriormente a entidade havia feito convite para que assistissem à final da Copa do Mundo, no próximo domingo (15), em Moscou, mas a viagem à Rússia foi vetada por orientação médica.

“Nós estávamos rezando quando os jogadores estavam lá, e depois quando saíram. Tocou bastante porque era um time de futebol. Vocês devem lembrar quando jogavam quando eram crianças. Nós os convidamos para vir à final, mas não puderam vir por questões de saúde. Vamos convidá-los para o [prêmio de] melhor do mundo, e estamos pensando em outras atividades”, disse o presidente da Fifa, Gianni Infantino.

Os meninos, com idades entre 11 e 16 anos, e o técnico de 25 anos acabaram presos na caverna no dia 23 de junho após forte chuva inundar o local. Eles foram encontrados com vida por mergulhadores e, em operação que durou três dias, todos foram resgatados até a última terça-feira (10).

Na sexta-feira da última semana (6), a Fifa enviou uma carta à FAT (Associação Tailandesa de Futebol, na sigla em tailandês) comemorando que o grupo foi encontrado com vida e apresentando o convite para eles irem à Rússia, com a ressalva de que a saúde deles permitisse a viagem.

Porém, ao final do resgate, o representante do Ministério de Saúde Pública do país, Thongchai Lertwilairattanapong, descartou a possibilidade. “Eles estão na fase de quarentena, o que obviamente leva tempo. Vamos tentar fazer com que vejam pela televisão”, declarou. Com informações da Folhapress.

EUA fica de fora em pacto global da ONU para migrantes

© Mike Blake/Reuters
© Mike Blake/Reuters
© Mike Blake/Reuters
© Mike Blake/Reuters

Sem os Estados Unidos, a ONU aprovou, nesta sexta-feira (13), um pacto global que assegura aos migrantes alguns direitos básicos, mesmo que estejam em situação irregular no país onde ingressaram.

O texto foi ratificado por consenso pelos demais 192 países e será adotado em 10 de dezembro, quando ocorre a conferência intergovernamental para adoção do pacto, em Marrakech (Marrocos).

Os objetivos do documento preveem, por exemplo, que o migrante que estiver irregular no país não poderá ser deportado imediatamente -terá o caso analisado individualmente. O texto diz ainda que ele terá acesso a justiça, saúde, educação e informação.

O pacto proíbe ainda deportações coletivas e discriminação na análise sobre a permanência ou não do migrante no país.Em plena crise nos EUA envolvendo a separação de famílias, o documento estabelece que as autoridades de proteção de crianças sejam informadas e participem dos procedimentos que determinem os melhores interesses delas uma vez que um menor desacompanhado cruze uma fronteira internacional.

Isso inclui o treinamento de agentes de fronteira sobre os direitos das crianças, assim como evitar a separação de famílias e promover a reunificação, caso isso ocorra.

O pacto também recomenda que a detenção de migrantes seja o último recurso, e que, se necessária, a pessoa fique o menor tempo possível detida. Os países também vão analisar dados e benefícios da migração e a contribuição dos migrantes ao desenvolvimento sustentável.

No documento, os signatários concordam em minimizar os fatores estruturais adversos que levam as pessoas a deixarem seus países de origem e também se comprometem a gerenciar as fronteiras de forma integrada e coordenada.

Pelas estimativas da ONU, há mais de 258 milhões de imigrantes no mundo, e esse número deve continuar crescendo nos próximos anos. Desde 2000, pelo menos 60 mil deles morreram na tentativa de entrar em outro país.

O acordo é não vinculante, ou seja, não tem a força de uma lei. Mas apresenta recomendações e melhores práticas a serem seguidas pelos países signatários, explica o ministro Ricardo Monteiro, da Missão Permanente do Brasil na ONU.”

Tem um peso político. Se um país descumprir, todo mundo vai saber que ele não cumpriu aquilo com que ele se comprometeu”, diz. Difere, porém, de uma resolução do Conselho de Segurança da ONU, em que o país que descumpre está sujeito a sanções.

Os Estados Unidos saíram das negociações em dezembro do ano passado, afirmando que a proposta infringia sua soberania. Nesta sexta-feira (13), o presidente americano, Donald Trump, voltou a fazer críticas aos imigrantes, durante entrevista coletiva ao lado da primeira-ministra britânica, Theresa May.

Segundo ele, a imigração está mudando “negativamente” a cultura da Europa. Dizendo que sabia não ser “politicamente correto” falar isso, o republicano afirmou que a imigração fez “muito mal” para a Europa.

“Vocês estão mudando a cultura, estão mudando a segurança. Olha o que está acontecendo em diferentes países que nunca tiveram dificuldade, nunca tiveram problema. É uma situação muito triste”, afirmou.

Já May adotou um tom mais moderado e destacou os benefícios que a imigração trouxe ao país. “O Reino Unido tem uma história de orgulho de receber pessoas”, afirmou. A primeira-ministra destacou que, no geral, a imigração fez bem ao país. Apesar disso, defendeu o maior controle das fronteiras e que o país decida quem entra nele. Com informações da Folhapress.

Lei obriga cartazes sobre direitos humanos e violência contra a mulher

Lei foi publicada no Diário Oficial do Estado (Foto: Reprodução)
Lei foi publicada no Diário Oficial do Estado (Foto: Reprodução)
Lei foi publicada no Diário Oficial do Estado (Foto: Reprodução)
Lei foi publicada no Diário Oficial do Estado (Foto: Reprodução)

Entrou em vigor nesta sexta-feira (13), lei de autoria do deputado Jutay Meneses (PRB), que obriga a divulgação, por meio de cartaz, da Central de Atendimento à Mulher (Disque 180) e do Serviço de Denúncia de Violações aos Direitos Humanos (Disque 100). A publicação pode ser conferida na página 1, do Diário Oficial do Estado (DOE).

De acordo com a lei, estão obrigados à divulgação os estabelecimentos comerciais e congêneres que, em caráter permanente, provisório ou eventual, exerçam ao menos uma das seguintes atividades: hotel, motel, pousada e hospedagem, bar, restaurante, lanchonete, eventos e shows, estação de transporte de massa; salão de beleza, casa de massagem, sauna, academia de ginástica, venda de produtos dirigidos ao mercado consumidor, através de mercados, feiras e shoppings.

Conforme publicação do Portal Correio, os estabelecimentos deverão afixar placas de 20×15 centímetros constando as seguintes frases: “Violência, abuso e exploração sexual contra a mulher é crime. Denuncie – Disque 180” e “Violação aos direitos humanos. Não se cale! Disque 100”. Quem infringir a lei estará sujeito a advertência por escrito da autoridade competente e multa.

Por Alexandre Freire

Conversas não avançam e Daniella Ribeiro é descartada da chapa do MDB

José Maranhão-MDB participa do programa Correio Debate. (Fonte: Reprodução/ Jornal Correio).
José Maranhão-MDB participa do programa Correio Debate. (Fonte: Reprodução/ Jornal Correio).
José Maranhão-MDB participa do programa Correio Debate. (Fonte: Reprodução/ Jornal Correio).
José Maranhão-MDB participa do programa Correio Debate. (Fonte: Jornal Correio)

As conversas com a deputada estadual Daniella Ribeiro (Progressista) e o senador e pré-candidato ao Governo do Estado, José Maranhão (MDB), não avançaram e o nome da parlamentar já começa a ser descartado da formação da chapa emedebista. Foi o que ficou estampado, nesta sexta-feira (13), quando Maranhão disse em alto e bom tom que a vaga para o Senado aberta em sua chapa não virá de Campina Grande.

“Nosso vice já é de Campina (Grande), eu preciso contemplar na chapa todas as regiões do estado. Não tenho o propósito de preencher toda a chapa apenas com João Pessoa e Campina Grande”, deixou claro Maranhão durante entrevista ao programa Correio Debate, da rádio 98 FM/Correio Sat.

A família Ribeiro vem conversando com vários partidos sobre a possibilidade de Daniella ser candidata a senadora. Uma das legendas que estava negociando essa aliança era o MDB, mas agora ficou claro que esse diálogo não avançará.

O PSC. Quem também tem conversando com Maranhão, já faz algum tempo, é o PSC de Marcondes Gadelha e do vice-prefeito de João Pessoa, Manoel Junior. Mas a reaproximação do gestor com o prefeito Luciano Cartaxo (PV) e a recente divulgação do apoio de André Gadelha a Lucélio Cartaxo (PV) para a disputa pelo Governo do Estado deixou Maranhão desconfiado.

O senador disse que o PSC não enviou, até agora, nenhum aviso contrário a aliança com o MDB e que o presidente Marcondes Gadelha sempre esteve conversando com ele. Maranhão falou ainda que tem conversado com todos os líderes e chefes de partidos políticos da Paraíba e que a rejeição do presidente Michel Temer (MBD) não influencia a sua pré-candidatura.

“A imagem que tenho na Paraíba é de um político que construiu a vida pública baseada na coerência e respeito. Na política, cada um responde por si”, enfatizou.  

Conversa com Cássio é administrativa

Sobre as conversas com o senador Cássio Cunha Lima (PSDB), Maranhão disse que são apenas administrativas. “Cássio senta à minha direita no Senado, nossas conversas são de interesse da Paraíba”.

O parlamentar acrescentou que não tem inimizade com nenhum político paraibano. “Faço uma política civilizada, onde tenho adversários políticos e não inimigos pessoais, não sou inimigo de nenhum político paraibano”. 

Por Caio Nóbrega e Nice Almeida, do Portal Correio

Litoral tem 49 praias apropriadas para o banho

Foto: Praia de Barra de Gramame Créditos: Reprodução/Instagram/lenicemmenezes

A Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) classificou 49 praias do litoral paraibano como apropriadas para o banho. A qualidade da água varia entre excelente, muito boa e satisfatória. 

De acordo com o relatório semanal, em João Pessoa deve-se evitar a praia de Manaíra, nos trechos em frente à residência nº 1461, na Avenida João Maurício; em frente ao estabelecimento Unigastro, na Avenida João Maurício; em frente à quadra de Manaíra, na Avenida João Maurício; em frente ao Flat Manaíra Palace, na Avenida João Maurício; em frente à Pousada Verde Mar, na Avenida João Maurício e 100 metros à direita e 100 metros à esquerda da galeria pluvial no final da Ruy Carneiro/Bahamas.

Ainda na Capital, a praia do Cabo Branco também está imprópria para o banho nos trechos próximo à desembocadura da galeria pluvial em frente ao estabelecimento comercial Bar do Cuscuz e ao final da Rua Áurea; e na rotatória do final da Av. Cabo Branco, 100 metros à direita e 100 metros à esquerda da desembocadura da galeria pluvial. Já na praia de Jacarapé, os banhistas devem evitar o trecho que fica 100 metros à direita e 100 metros à esquerda da desembocadura do rio Jacarapé, enquanto na praia do Arraial, o trecho 100 metros à direita e 100 metros à esquerda da desembocadura do rio Cuiá.

No município de Cabedelo, a Sudema recomenda não tomar banho na praia do Jacaré, no trecho à direita do estuário do rio Paraíba.

Já no município de Pitimbu, a praia de Pitimbu está imprópria nas proximidades do final da Rua da Paz; e a praia do Maceió, no trecho 100 metros à direita e à esquerda da desembocadura do Riacho Engenho Velho.

A Sudema ainda recomenda aos banhistas que evitem os trechos de praias localizados em áreas frontais a desembocaduras de galerias de águas pluviais, principalmente se houver indício de escoamento recente.

A equipe da Coordenadoria de Medições Ambientais da Sudema divulga, uma vez por semana, a situação de balneabilidade das 56 praias, por meio de coleta de material para análise nos municípios costeiros do Estado. Em João Pessoa, Lucena e Pitimbu, que são praias localizadas em centros urbanos com grande fluxo de banhistas, o monitoramento é semanal. Nos demais municípios do litoral paraibano a análise é realizada mensalmente.

Polícia prende quadrilha com documentos falsos e captura dois fugitivos

A Polícia Militar prendeu quatro pessoas suspeitas de aplicarem golpes no comércio de Santa Rita, utilizando documentos falsos. Entre os presos, dois deles já tinham mandado de prisão e eram fugitivos do regime semiaberto. A prisão aconteceu na noite desta quinta-feira (12), e os suspeitos foram encaminhados para a 6ª Delegacia Distrital.

Durante o policiamento preventivo no Centro da cidade, policiais do 7º Batalhão receberam uma denúncia de que um homem de 66 anos estaria sendo coagido e aliciado por um casal, nas proximidades de uma loja. Durante a abordagem feita nas três pessoas, nada de ilícito foi encontrado no primeiro momento, mas no carro do casal, um veículo Celta, três celulares que haviam sido comprados recentemente foram localizados, e a nota fiscal apontava como comprador o nome de uma pessoa desconhecida pela dupla.

“O casal que estava com a suposta vítima alegou que vinha de Campina Grande, mas estava sem documentos de identificação. Eles também não souberam informar quem era o dono dos celulares e nem reconheceram o nome que estava na nota fiscal”, explicou o major Josinaldo Lima, subcomandante do 7º Batalhão, que coordenou a ação.

A partir disso os policiais verificaram que contra o homem de 56 anos havia um mandado de prisão em aberto pelo crime de estelionato, e que ele teria fugido do regime semiaberto em Campina Grande. Em diligências na loja onde os celulares foram comprados, a PM chegou a outro suspeito, de 24 anos, que tinha comprado dois celulares com identidade falsa. “Esse suspeito confessou que era foragido há seis meses da cadeia de Itabaiana, e estava com duas identidades falsas: elas tinham a mesma foto em dois documentos diferentes”, disse o major Lima.

Em uma revista mais minuciosa no veículo, os policias conseguiram localizar duas identidades falsas que pertenciam ao homem denunciado como suposta vítima de aliciamento pela dupla. Todos foram encaminhados para a 6ª DD e autuados por estelionato (artigo 171), associação criminosa (artigo 288), e falsificação de documento (artigo 297), previstos no Código Penal. A participação deles em outros crimes deverá ser investigada.

Estado vai à Justiça para garantir manutenção de placas contra homofobia em estabelecimento

Reunião foi uma reivindicação das instituições que se organizaram para contestar a decisão da juíza

A Procuradoria-Geral do Estado ingressou com um Agravo de Instrumento no Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) contra a liminar concedida pela juíza da 1ª Vara da Fazenda Pública da Capital, Flávia da Costa Lins Cavalcanti, que determinou que o Estado se abstenha de aplicar qualquer sanção aos autores da Ação de Obrigação de Fazer pela não aplicação das Leis nº 7.309/2003 e nº 10.895/2017, que defendem a cidadania e os direitos da população LGBT (lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais).

A decisão da magistrada desobriga cinco estabelecimentos de ensino privado a não usarem as placas afixadas em ambientes públicos e privados que orientam sobre a discriminação contra LGBT, o que causou uma mobilização de integrantes do movimento, que, juntamente com a secretária da Mulher e Diversidade Humana do Estado, Gilberta Soares, da defensora pública do Estado, Maria dos Remédios Mendes, se reuniram com procurador-geral do Estado, Gilberto Carneiro, para discutirem a defesa das leis, e saber quais os encaminhamentos que vêm sendo dado com relação a esta liminar.

A reunião com o procurador Gilberto Carneiro foi uma reivindicação das instituições que se organizaram para contestar a decisão da juíza Flávia da Costa Lins Cavalcanti, publicada no dia 26 de junho determinando que o Estado da Paraíba se abstenha de aplicar, sobre cinco estabelecimentos requerentes, as sanções relativas às referidas legislações.

Durante a reunião, o movimento LGBT fez um relato sobre o diálogo que teve com parte dos estabelecimentos que protagonizaram o processo na Justiça, especificamente as instituições que trabalham com educação, e da decisão de manterem afixado o cartaz nas escolas, assumido em nota pública. Mas, afirmou, no entanto, que aguarda o recuo na posição dos autores da ação no sentido de retirar o processo, reconhecendo a constitucionalidade da lei, sua relevância e importância para reduzir a discriminação e minimizar a violência contra LGBT, promovendo uma cultura de respeito e paz.

Também foi abordada a importância do Ministério Público Federal (MPF) e do Ministério Público Estadual (MPE), entre outros órgãos, reativarem a campanha de esclarecimento sobre as Leis, veiculada na televisão. Desta vez com o objetivo de reforçar que a lei 10.895/2017 está em plena vigência e todos os estabelecimentos devem continuar cumprindo-a em toda a sua extensão, com a fixação dos cartazes, que foram afixados em mais de 10 mil estabelecimentos em todo o Estado.

O procurador-geral do Estado, Gilberto Carneiro, apresentou aos integrantes do movimento o procurador Lúcio Landim, corregedor da PGE-PB, que está responsável pelo recurso que será apresentado contra a liminar.  “Nós recepcionamos todas as informações prestadas pelos integrantes do movimento e pelos parlamentares que foram os autores das respectivas leis, consolidou todas as informações, e ajuizamos no Tribunal de Justiça o recurso agravo de instrumento, que visa suspender a decisão liminar em relação a esses seis estabelecimentos apenas que entraram com a ação”, informou.

Gilberto Carneiro lembrou que a iniciativa visa estabelecer minimamente uma proteção à diversidade sexual e garantir uma convivência saudável entre os diferentes. “Entendemos que a lei é constitucional, tem um caráter informativo e não vai ferir nenhum direito referente à iniciativa privada”, comentou.

Também estiveram presentes na reunião representantes das seguintes entidades: Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transsexuais (ABGLT), Aliança Nacional LGBT, Movimento do Espírito Lilás (MEL), Movimento de Pessoas Bissexuais (MOVBI), Grupo de Mulheres Lésbicas da Paraíba (Mª Quitéria), Associação de Travestis e Transexuais da Paraíba (Astrapa), Grupo Diversidade e os Mandatos da deputa estadual Estela Bezerra e do deputado estadual Anísio Maia.

Orquestra Infantil da Paraíba realiza audições para seleção de novos músicos

Serão selecionadas crianças e adolescentes de até 15 anos

A Orquestra Infantil da Paraíba (OIEPB) vai selecionar novos músicos para o período 2018.2. As inscrições ficarão abertas de 16 a 25 deste mês de julho, por meio do encaminhamento da ficha preenchida junto com a documentação necessária do candidato e seu responsável legal pelo e-mail oiepb2018@gmail.com, ou entregue pessoalmente na secretaria da orquestra, que funciona de segunda à quinta-feira, das 18h às 20h. Não será cobrada taxa de inscrição.

Serão selecionadas crianças e adolescentes de até 15 anos para ingressar na prática de orquestra, por meio de audição, para os seguintes instrumentos: violino, viola, violoncelo, contrabaixo, flauta, clarinete, oboé, fagote, trompa, trompete, trombone, tuba, harpa e piano. Os candidatos devem ter habilidade tanto no instrumento quanto na leitura de partitura, salvo exceções de alguns instrumentos que necessitam de crianças com idade superior.

A ficha de inscrição está disponível no site da Fundação Espaço Cultural da Paraíba (www.funesc.pb.gov.br) e pode ser acessada pelo link:https://docs.google.com/forms/u/2/d/e/1FAIpQLSdnjIVL51uTc0wHNhobKww68Lp-y5DNIqtceh6qiBai0jCf1g/viewform?usp=sf_link. O candidato pode também ter acesso à ficha solicitando pelo e-mail oiepb2018@gmail.com, ou ainda pessoalmente na secretaria da OIEPB, na Rampa 4 do Espaço Cultural da Paraíba, bairro de Tambauzinho, em João Pessoa.

A lista com os candidatos aptos a participar da audição será divulgada a partir do dia 26 de julho e disponibilizada no mural da administração da Orquestra Sinfônica da Paraíba, na rampa 4 do Espaço Cultural, e também nas redes sociais da OIEPB: Instagram – @orquestra.iepb e Facebook –  Orquestra Infantil do Estado da Paraíba – OIEPB.

As audições acontecerão nos dias 30 e 31 de julho na Sala da Orquestra Infantil, sempre a partir das 14h. No primeiro dia, a seleção será para os instrumentistas de cordas, e no segundo, sopros, harpa e piano. O processo de seleção se dará em uma etapa. O candidato deverá apresentar a escala/arpejo em tonalidade a ser determinada pela banca, uma peça de livre escolha e uma peça de leitura à primeira vista, que será fornecida pelos professores de apoio.

A banca examinadora será composta pelo maestro da OIEPB, dois professores dos instrumentos de cordas, um professor dos instrumentos de sopro e um professor dos instrumentos de percussão. Para a realização da prova prática não será permitida a permanência dentro do auditório de nenhum outro membro além da banca examinadora, da equipe técnica da OIEPB e do músico.

Os resultados serão publicados no mural da administração da OSPB e nas redes sociais da OIEPB, a partir das 9h do dia 3 de agosto e as atividades serão iniciadas no dia 7 de agosto, respeitando as seguintes datas e horários:

  • Segundas-feiras: a partir das 17h – Iniciação orquestral;
  • Terças-feiras: a partir das 18h – Ensaio de naipe (1ºs violinos, 2ºs violinos, violas e violoncelos);
  • Quartas-feiras: a partir das 18h – Ensaio com a orquestra completa;
  • Quintas-feiras: a partir das 18h – Ensaio de naipe (sopros, piano e percussão).

Serviço:

Seleção de músicos da Orquestra Infantil da Paraíba – Temporada 2018.2

Inscrições: 16 a 25 de julho, peloe-mail oiepb2018@gmail.com, ou pessoalmente na secretaria da orquestra

Ficha:  Site da Fundação Espaço Cultural da Paraíba, www.funesc.pb.gov.br, ou link:https://docs.google.com/forms/u/2/d/e/1FAIpQLSdnjIVL51uTc0wHNhobKww68Lp-y5DNIqtceh6qiBai0jCf1g/viewform?usp=sf_link

Audições: 30 e 31 de julho, a partir das 14h, de acordo com calendário

Local: Sala da Orquestra Infantil do Estado da Paraíba, rampa 4 do Espaço Cultural José Lins do Rego

Informações: oiepb2018@gmail.com

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