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Em último dia de campanha, Marina Silva se reúne com familiares

© Nacho Doce / Reuters
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“A tia Marina quer tirar uma foto”, avisa um menino no lobby do hotel no centro de Rio Branco, capital do Acre, puxando os adultos para a escada da frente.

“Tia Marina” é a candidata da Rede à Presidência, Marina Silva, que em seu último dia de campanha decidiu fazer agendas privadas para encontrar a família na terra natal.

“Não tem nem a metade da metade da metade”, brinca a candidata, quando perguntada pela Folha sobre o tamanho da família, que enchia o saguão.

Uma caminhada no centro da cidade estava prevista, mas segundo dirigentes locais foi cancelada porque “não teria o impacto eleitoral desejado”. “No sábado à tarde aqui em Rio Branco não tem fluxo de pessoas”, diz Julio César de Sousa, porta-voz da Rede no estado.

Um grupo de cerca de 50 apoiadores e familiares da candidata se aglomerou no aeroporto para esperar a chegada da comitiva da campanha. Junto com Marina, vieram coordenadores, membros da equipe e o marido, Fábio.

Com a candidatura desidratada, tendo caído de 16% nas intenções de voto para 4%, segundo pesquisas Datafolha, o clima é de final de festa, apesar das afirmativas de que ainda espera chegar ao segundo turno.

O último ato público previsto da campanha de Marina Silva foi o encontro no aeroporto, em que deu breve entrevista coletiva.

“A população tem que ter a consciência de que uma eleição em dois turnos, no primeiro turno a gente vota em quem acredita”, afirmou. Em baixa nas pesquisas, a candidata sofre a migração do voto útil para candidaturas mais bem posicionadas.

“As pessoas não podem votar porque têm medo ou porque têm raiva”, disse. “Se a gente continuar dessa forma, a gente vai para um poço sem fundo.”

A candidata se emocionou as duas vezes que mencionou o pai, morto em janeiro deste ano, aos 90 anos. “É a primeira vez que eu vivo a experiência de chegar aqui e não encontrar meu pai”, disse.

Segunda mais velha de oito irmãos, todos ainda em Rio Branco, foi recepcionada por duas irmãs na chegada à cidade natal.

“O pessoal não entende o que é bom e o que é ruim”, diz Maria de Jesus, sobre o porquê de Jair Bolsonaro (PSL) ser o primeiro colocado nas pesquisas no Acre, com 53% de intenção de voto.

Mais baixinha que a candidata, a artesã de 57 anos é a quarta da família. Maria esperava com uma camiseta verde estampado com o 18, número de Marina nas urnas. Ela chama a irmã de corajosa, e diz que “toda campanha é difícil”. “É o sonho dela, então tem que ser o nosso.”

Já Maria Lúcia, a terceira, é um ano mais nova que Marina.

“Eu acho uma aventura muito grande da parte dela”, diz a irmã, sobre as sucessivas tentativas de Marina de chegar à presidência. A dona de casa tem de parecido com a candidata não apenas o físico e os cabelos arrumados em um coque, mas também a voz aguda.

Não à toa, durante a campanha de 2014, era confundida com a presidenciável nas ruas do estado -que, naquele ano, deu o primeiro lugar a ela, com 42% dos votos no primeiro turno.

Neste domingo (7) a candidata vota em Rio Branco e depois embarca para Brasília, onde mora, para acompanhar a apuração das urnas. Com informações da Folhapress.

“É preciso pegar pesado no combate ao crime”, diz Bolsonaro

Bolsonaro promete combater criminalidade
Bolsonaro promete combater criminalidade
Bolsonaro promete combater criminalidade
Bolsonaro promete combater criminalidade

Pelo Twitter, o candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, disse que vai ser preciso “pegar pesado” no combate ao crime. O post foi feito na manhã deste sábado (6).

“É preciso pegar pesado no combate ao crime para que o marginal entenda que suas ações não sairão impunes, e que é ele que deve ceder. A sociedade precisa de uma resposta! E nós daremos!”, escreveu o político.

O texto foi postado ao lado de uma foto do candidato e acompanhada pela legenda: “Vamos agir”.

“Quando entenderão que não é a vítima de latrocínio que morre por conta de um celular, mas o bandido covarde que mata por isso? Chega de inversão de valores!”, completou.

Na reta final para o primeiro turno das eleições, que acontece neste domingo (7), Bolsonaro optou por priorizar ações de campanhas pelas redes sociais.

Haddad diz que a esperança vencerá o ódio

Divulgação/Agência PT
Divulgação/Agência PT
Divulgação/Agência PT
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Do 247 – “A maioria do povo brasileiro rejeita o projeto de intolerância e do fim de direitos do povo. A esperança já venceu o medo uma vez. E, agora, vencerá o ódio e a mentira”, diz o candidato Fernando Haddad, que representa o projeto do ex-presidente Lula. “Eu, Manu e o presidente Lula contamos com cada um e cada uma de vocês. Tenho fé que, juntos, vamos vencer as eleições e devolver a Presidência para o povo. Acreditem quando digo que o Brasil que construímos ainda está na memória e no coração dos brasileiros e brasileiras”.

Leia, abaixo, a íntegra:

Meus amigos e minhas amigas,

Antes de mais nada, quero agradecer pela coragem, a alegria e a confiança. Vocês fazem algo extraordinário: fazem com que uma grande parcela do povo me olhe com os mesmos olhos com que vocês me olham e me sinta com o coração com que Lula sente cada um de vocês. Somos irmãos e irmãs em sonhos e esperanças de um Brasil justo e soberano.

Vocês, mais do que ninguém, sabem que o nosso caminho nunca foi fácil. Condenaram e prenderam injustamente o nosso presidente Lula. Eles fazem de tudo para impedir que a nossa mensagem chegue às pessoas. A campanha deles é feita basicamente de mentiras, todas urdidas no submundo, porque eles não têm coragem de enfrentar o debate democrático que se faz à luz do dia. Eles tem a força como ideia, nós temos nossas ideias como força. Mas não se intimidem nem caiam em provocações. Não importa o que eles façam, a gente jamais vai esmorecer, porque sabemos que não estamos sozinhos. A nossa luta não é por nós mesmos, mas pelos milhões que os nossos governos resgataram da miséria, garantiram direitos, oportunidade e trataram com o respeito de cidadãos.

Esse povo, a maioria do Brasil, estará com a gente sempre que estivermos com eles. Eles são o sonho de um Brasil melhor, que Lula nos ensinou que é possível, que é o que nos dá força para lutar. Nesse momento, todo voto é importante: todo debate, toda conversa, todo compartilhamento de material de campanha e notícias boas, como também de respostas contra as mentiras. A hora é de ficar alerta. Agora é nas redes e nas ruas, para consolidar a nossa ida para o segundo turno, para lutarmos juntos, uma vez mais, pelo futuro do nosso país.

Todas as pesquisas apontam para nossa ida ao segundo turno, quando deixaremos ainda mais clara a diferença entre os projetos que estão em disputa no Brasil. A maioria do povo brasileiro rejeita o projeto de intolerância e do fim de direitos do povo. A esperança já venceu o medo uma vez. E, agora, vencerá o ódio e a mentira.

Eu, Manu e o presidente Lula contamos com cada um e cada uma de vocês. Tenho fé que, juntos, vamos vencer as eleições e devolver a Presidência para o povo. Acreditem quando digo que o Brasil que construímos ainda está na memória e no coração dos brasileiros e brasileiras.

E o Brasil do futuro, onde celebraremos como irmãos a fraternidade, a tolerância, a democracia e a paz, onde teremos a alegria e a segurança para criar nossos filhos e construir nossas famílias, com orgulho de todas as cores, religiões e diferenças que fazem desse país o melhor do mundo, está logo ali à nossa frente.

O Brasil será feliz de novo. Com a força e a coragem de vocês.

Forte abraço e até a vitória.

Fernando Haddad 13

Confira qual é a ordem de votação na urna eletrônica

© REUTERS/Rodolfo Buhrer
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Neste domingo (7), os eleitores vão às urnas escolher o novo presidente do Brasil, os governadores dos 26 estados e do Distrito Federal. Também serão escolhidos os 1.059 deputados estaduais das assembleias legislativas e 24 deputados distritais, 513 deputados federais e dois terços, ou seja, 54 senadores (que ficarão os próximos oito anos no Congresso).

A ordem de votação sofreu uma pequena mudança este ano em relação ao pleito de 2014, quando o primeiro voto foi dado para o deputado estadual. A mudança decorre da Lei nº 12.976, de maio de 2014, que alterou o parágrafo 3º do artigo 59 da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997).

O eleitor escolherá primeiro o deputado federal (quatro dígitos). Depois, será a vez de votar para um deputado estadual (cinco dígitos), dois senadores (três dígitos), um governador (dois dígitos) e, por fim, o presidente da República (dois dígitos).

Ao digitar os números, aparecerão a foto, o número, o nome e a sigla do partido do candidato. Se as informações estiverem corretas, aperte a tecla verde Confirma. Para o cargo de senador, o eleitor deve fazer a operação duas vezes. 

A urna eletrônica também tem a tecla Corrige, que permite ao eleitor mudar o voto caso detecte algum erro.

A Justiça eleitoral disponibilizou um simulador de votação para o eleitor praticar e não se confundir no dia da votação. 

Nos casos de deputado federal e estadual, o eleitor pode votar no partido, sem escolher um candidato específico. Neste caso, é preciso apertar dois dígitos (números do partido).  Antes da confirmação do voto, a urna apresentará a informação do respectivo partido e mensagem alertando ao eleitor que, se confirmado o voto, ele será computado para a legenda. 

Há opção de anular o voto, nesse caso, basta votar em um número inexistente – que não seja de nenhum candidato ou partido – e confirmar.

Para votos em branco, há uma tecla específica na urna eletrônica. 

Os votos nulo e em branco não são considerados válidos, ou seja não entram na contagem para escolha de um candidato, são usados apenas para estatísticas. 

Para facilitar e dar agilidade à votação, a Justiça Eleitoral sugere que o eleitor leve para a cabine de votação a cola eleitoral, em papel, com os números dos seus candidatos. Celulares não são pemitidos na cabine de votação.

Para serem eleitos chefes do Poder Executivo já no primeiro turno, os candidatos a presidente e os governadores precisam receber mais da metade dos votos válidos, excluídos brancos e nulos. Caso isso não aconteça, será realizado um segundo turno, em 28 de outubro, entre os dois que obtiverem maior votação.

Acidente de trânsito mata 50 na República Democrática do Congo

© Lusa
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© Lusa
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Cinquenta pessoas morreram  e centenas sofreram queimaduras após a colisão de um caminhão-cisterna e um outro veículo em uma estrada nacional no oeste da República Democrática do Congo (RDC). 

“Lamentamos as mortes e os feridos, que tiveram queimaduras de segundo grau”, declarou o governador interino da província do Congo central, Atou Matubuana, citado pelo ‘site’ de informação ‘Actualité.CD’.

O caminhão-cisterna, carregado de combustível, colidiu com outro caminhão que estava chegando em Matadi, disse, acrescentando que estão no local especialistas judiciais para permitir o funeral das vítimas.

Segundo o site, o vice-primeiro ministro dos Transportes, José Makila, lidera uma delegação que está se deslocando para a aldeia de Mbuta, perto de Kisantu (Congo central), onde ocorreu o acidente.

“O governo da República enviou uma delegação conduzida pelo vice-primeiro ministro Makila, que está a caminho do local”, disse o governador, após uma reunião de crise realizada em Matadi.

“Este gênero de acidentes não é frequente. Acontece em cerca de 1% na estrada nacional N1 na nossa província. Não identificamos ainda o veículo porque está tão incinerado que os trabalhos ainda decorrem”, acrescentou o governador ao final da manhã, citado pelo ‘Actualité.CD’. Com informações da Lusa.

Sistema de rádio comunicação da Paraíba é utilizado pela PRF durante as eleições 2018

Os equipamentos de rádio comunicação digital adquiridos pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Segurança e Defesa Social (Sesds), estão sendo utilizados pela Polícia Rodoviária Federal na fiscalização das rodovias durante o pleito deste ano. Foram 60 unidades de rádios de comunicação portáteis, também chamados de rádio HT (hand-talk), cedidos aos agentes federais. Além dos aparelhos, a Sesds também forneceu treinamento e disponibilizou a rede de antenas para uso dos equipamentos.

De acordo com o gerente de Tecnologia de Informação da Sesds, Fabiano Abrantes, o sistema de rádio comunicação, com uso da tecnologia Tetra, irá gerar melhorias no trabalho da PRF. “Haverá uma integração maior entre as forças de segurança. Os policiais poderão entrar em contato de forma mais rápida e efetiva entre si e também com agentes de outras polícias”, observou.

O gerente ainda destacou que foi firmada uma parceria entre a PRF e a Sesds para a instalação de aparelhos de rádio comunicação também nas viaturas policiais. “Os equipamentos entregues à PRF serão interligados a uma estrutura tecnológica de redes de antenas, que vai gerar uma cobertura de 100% das rodovias”, destacou Abrantes.

Além da PRF, os novos rádios já vêm sendo usados pelas Polícias Civil e Militar e Corpo de Bombeiros Militar da Paraíba. A aquisição dos novos aparelhos representa um investimento de R$ 33 milhões na área de Segurança Pública e começou a ser realizada pela Sesds com objetivo de modernizar a estrutura de rádio comunicação do Estado, que antes funcionava de forma analógica.

Com a tecnologia, as mensagens de áudio e texto são protegidas por criptografia, o que impede que outras pessoas não interligadas ao sistema tenha acesso às informações policiais. Outro beneficio trazido pela tecnologia é que os aparelhos possuem GPS instalados, que informam o local exato onde viaturas ou os HTs estão presentes.

CNT/MDA confirma tendência de segundo turno entre Haddad e Bolsonaro

Foto: Rodolfo Buher/Reuters, Nelson Almeida/AFP

Do site da CNT – A 140ª Pesquisa CNT/MDA, divulgada pela CNT (Confederação Nacional do Transporte) neste sábado (6), traz as preferências dos entrevistados em cenários de primeiro e segundo turnos e o limite de voto nos candidatos. 

A pesquisa foi realizada entre os dias 4 e 5 de outubro de 2018. Foram ouvidas 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 Unidades Federativas, das cinco regiões do país. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais com 95% de nível de confiança. A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), sob o número BR-04819/2018.

Clique aqui para acessar a íntegra dos resultados​

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Análise dos resultados 

Os resultados da 140ª Pesquisa CNT/MDA mostram que, se a eleição fosse hoje, haveria segundo turno para a eleição presidencial, com a disputa ocorrendo entre Jair Bolsonaro (PSL), citado por 36,7% (42,6% dos votos válidos), e Fernando Haddad (PT), citado por 24,0% (27,8% dos votos válidos). Assim como na última pesquisa, Jair Bolsonaro e Fernando Haddad são os candidatos cujos eleitores se declaram como os mais decididos a confirmar o voto, com 90% para ambos nesse levantamento.

Em simulação de segundo turno, Jair Bolsonaro venceria Fernando Haddad, caso a eleição fosse hoje, por 45,2% a 38,7%. Jair Bolsonaro também venceria Geraldo Alckmin e aparece em empate técnico contra Ciro Gomes. Fernando Haddad perderia para Ciro Gomes, em eventual segundo turno e aparece empatado com Geraldo Alckmin.

Jair Bolsonaro confirma a tendência de crescimento na reta final, liderando os cenários de primeiro turno e ultrapassando Fernando Haddad no segundo. A rejeição do petista, agora, é a maior de todos os candidatos.

Eleição presidencial 2018

1º turno: Intenção de voto ESPONTÂNEA

Jair Bolsonaro: 33,9%

Fernando Haddad: 20,4%

Ciro Gomes: 7,3%

Geraldo Alckmin: 4,1%

João Amoêdo: 1,8%

Henrique Meirelles: 1,2%

Marina Silva: 1,1%

Alvaro Dias: 1,1%

Outros: 1,8%

Branco/Nulo: 9,7%

Indecisos: 17,4%

1º TURNO: Intenção de voto ESTIMULADA – VOTOS TOTAIS

Jair Bolsonaro: 36,7%

Fernando Haddad: 24,0%

Ciro Gomes: 9,9%

Geraldo Alckmin: 5,8%

João Amoêdo: 2,3%

Marina Silva: 2,2%

Alvaro Dias: 1,7%

Henrique Meirelles: 1,6%

Cabo Daciolo: 1,3%

Guilherme Boulos: 0,3%

João Goulart Filho: 0,1%

Vera: 0,1%

José Maria Eymael: 0,1%

Branco/Nulo: 7,8%

Indecisos: 6,0%

1º TURNO: Intenção de voto ESTIMULADA – VOTOS VÁLIDOS

Jair Bolsonaro: 42,6%

Fernando Haddad: 27,8%

Ciro Gomes: 11,5%

Geraldo Alckmin: 6,7%

João Amoêdo: 2,7%

Marina Silva: 2,6%

Alvaro Dias: 2,0%

Henrique Meirelles: 1,9%

Cabo Daciolo: 1,5%

Guilherme Boulos: 0,4%

João Goulart Filho: 0,1%

Vera: 0,1%

José Maria Eymael: 0,1%

A definição de voto é definitiva para: 90,2% dos eleitores de Jair Bolsonaro; 90,2% de Fernando Haddad; 66,2% de Ciro Gomes; 67,2% de Geraldo Alckmin; 70,2% de João Amoêdo e 63,6% de Marina Silva. 

2º TURNO: Intenção de voto ESTIMULADA

CENÁRIO 1: Jair Bolsonaro 41,9%, Ciro Gomes 41,2%, Branco/Nulo: 13,8%, Indecisos: 3,1%.

CENÁRIO 2: Jair Bolsonaro 45,2%, Fernando Haddad 38,7%, Branco/Nulo: 13,0%, Indecisos: 3,1%.

CENÁRIO 3: Jair Bolsonaro 43,3%, Geraldo Alckmin 33,5%, Branco/Nulo: 20,0%, Indecisos: 3,2%.

CENÁRIO 4: Ciro Gomes 40,9%, Fernando Haddad 31,1%, Branco/Nulo: 23,8%, Indecisos: 4,2%.

CENÁRIO 5: Ciro Gomes 46,1%, Geraldo Alckmin 24,4%, Branco/Nulo: 25,1%, Indecisos: 4,4%.

CENÁRIO 6: Fernando Haddad 37,0%, Geraldo Alckmin 34,3%, Branco/Nulo: 24,7%, Indecisos: 4,0%.

Limite de voto – Presidência da República

CIRO GOMES: é o único em quem votaria 6,7%; é um candidato em quem poderia votar 54,7%; não votaria nele de jeito nenhum 33,4%; não o conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar 3,3%.

FERNANDO HADDAD: é o único em quem votaria 18,6%; é um candidato em quem poderia votar 24,0%; não votaria nele de jeito nenhum 53,2%; não o conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar 2,4%.

GERALDO ALCKMIN: é o único em quem votaria 3,6%; é um candidato em quem poderia votar 45,4%; não votaria nele de jeito nenhum 46,9%; não o conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar 1,7%.

JAIR BOLSONARO: é o único em quem votaria 30,0%; é um candidato em quem poderia votar 17,5%; não votaria nele de jeito nenhum 50,2%; não o conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar 0,6%.

Segurança nas Eleições 2018 conta com areonaves Acauã 1 e 2

Divulgação / Secom-PB
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Divulgação / Secom-PB
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As duas aeronaves da Segurança Pública da Paraíba estão à disposição das Polícias Militar e Civil e do Corpo de Bombeiros para atuar nas demandas referentes às Eleições 2018. Segundo o comandante do Grupamento Tático Aéreo (GTA), coronel João Erivaldo de Pontes, os dois helicópteros já foram colocados à disposição da Justiça Eleitoral desde sexta-feira (5).

“Juntamente com outras forças de segurança, as duas aeronaves estão em operação a serviço da Justiça Eleitoral. Elas se encontram atuando no interior do Estado, atendendo demandas ligadas ao pleito. As unidades permanecerão à disposição da Justiça até o final das eleições”, afirmou o coronel.

As aeronaves Acauã 1 e 2 atendem demandas de todos os órgãos operativos da Secretaria de Estado da Segurança e da Defesa Social (Sesds), possibilitando a padronização de todos procedimentos operacionais e de manutenção e tripulação. Ambas têm capacidade para seis tripulantes e autonomia para 3h30 de voo, atuando em missões de resgate aeromédico, transporte de órgãos para transplantes, defesa civil, busca e salvamento, policiamento preventivo, patrulhamento ambiental, patrulhamento estabelecimento prisional, levantamento aerofotogrametria e patrulhamento litorâneo.

Efetivo nas Eleições – Cerca de 5.600 policiais civis e militares, além de bombeiros militares, serão mobilizados para atuar na segurança durante o período das eleições deste ano. O efetivo, composto em sua maioria, por PMs, embarcou para as regiões do interior do Estado na quarta-feira (3). Ao todo, estão sendo empregados quase 4.600 policiais e bombeiros nos trabalhos.  A Polícia Civil também reforçou as equipes e contará com mais de mil servidores extras nas delegacias do Estado.

PB tem custo da construção civil mais cara do Nordeste

A Paraíba teve o custo médio por metro quadrado mais caro do Nordeste em setembro, de acordo com o Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), divulgado nesta sexta-feira (5), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Conforme os dados do levantamento, considerando a desoneração da folha de pagamento de empresas do setor da construção civil, o custo médio do metro quadrado no estado foi de R$ 1.070,10, enquanto que a média para a região é de R$ 1.027. No contexto nacional, a média do custo foi de R$ 1.103,98.

As pesquisas dos três meses anteriores a setembro apontam um aumento crescente no custo médio do metro quadrado na Paraíba. Em junho deste ano, o valor era de R$ 1.052,11; em julho, R$ 1.057,09 e, em agosto, o preço subiu para R$ 1.061,07.

A variação mensal registrada no custo médio foi de 0,85% na Paraíba, enquanto que, na região, a média foi de 0,54% e, no Brasil, foi de 0,45%. A variação nos últimos 12 meses foi de 4,10%.

G1PB

Eleitores poderão usar camisetas de candidatos no dia da eleição

BRASÍLIA, DF, 06.06.2017: TSE-DF - Prédio do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília, onde será julgada a chapa Dilma-Temer, nesta terça-feira (6). (Foto: Lalo de Almeida/Folhapress)

O Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu recomendar aos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) que permitam, no dia das eleições, a manifestação individual e silenciosa do eleitor por meio do uso de camisetas de partido político, coligação e candidato. A decisão da Corte foi tomada em resposta a provocação feita pelo Ministério Público Federal (MPF), na sessão administrativa desta sexta-feira (5).

O vice-procurador-geral eleitoral, Humberto Jacques de Medeiros, justificou que o MPF tem sido provocado pelos procuradores regionais eleitorais sobre o nível de divergência entre os TREs acerca de ações penais por propaganda no dia da votação. O “ruído” é em torno da leitura exata do artigo 39-A da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997) e a sua regulamentação pela Resolução TSE nº 23.551, que dispõe sobre propaganda eleitoral.

Ao apresentar um estudo sobre a norma, o ministro Tarcisio Vieira de Carvalho Neto lembrou que o caput do artigo 76 da resolução, que regulamenta o artigo 39-A da Lei das Eleições, aborda a permissão, no dia das eleições, da manifestação individual e silenciosa da preferência do eleitor por partido político, coligação ou candidato, revelada exclusivamente pelo uso de bandeiras, broches, dísticos e adesivos. Já o parágrafo 1º do artigo 76 da resolução diz que são vedados, no dia do pleito, até o término do horário de votação, a aglomeração de pessoas portando vestuário padronizado e os instrumentos de propaganda referidos no caput, de modo a caracterizar manifestação coletiva, com ou sem utilização de veículos.

O ministro explicou que a questão central é saber sobre a possibilidade do uso de camisetas no dia da votação e, nesse ponto, ele ressaltou que a lei proíbe a propaganda eleitoral, mas não a manifestação pessoal, desde que seja respeitosa, silenciosa e, sobretudo, individual. “O que eu traria como sugestão hermenêutica para adoção, pelos Regionais, dentro do livre arbítrio de cada um deles, é de que se permita, no dia das eleições, a manifestação individual e silenciosa do eleitor por partido político, coligação ou candidato, revelada, também pelo o uso de camisetas, mas com alguns cuidados”.

A sugestão foi acolhida pelos demais ministros da Corte, que recomendaram o seguinte aos TREs:

É permitida, no dia das eleições, a manifestação individual e silenciosa das preferências do eleitor por partido político, coligação ou candidato, revelada pelo uso de camisetas, com as seguintes restrições:

1) não pode haver aglomeração de pessoas portando vestuário padronizado;

2) não pode haver caracterização de manifestação coletiva e/ou ruidosa;

3) não pode haver abordagem, aliciamento, utilização de métodos de persuasão ou convencimento;

4) não pode haver distribuição de camisetas.  

“A preocupação é exclusivamente no sentido de uniformização da atuação dos diferentes Regionais para que se observe, de maneira mais ampla, a orientação dessa Casa, pela explicitação do conteúdo da sua resolução”, concluiu a presidente do TSE, ministra Rosa Weber. 

Do TSE

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