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sexta-feira, 23 outubro 2026
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Coreia do Norte rejeita autópsia de irmão de ditador morto na Malásia

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Redação PB Vale
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O enviado da Coreia do Norte à Malásia que acompanha as investigações do assassinato do meio-irmão do ditador Kim Jong-un descartou nesta quinta-feira (2) a autópsia que confirmou que Kim Jong-nam foi morto pelo gás VX, uma arma química de destruição em massa.

Para Ri Tong Il, um ataque cardíaco foi a provável causa da morte de Kim Chol, nome que constava no passaporte diplomático da vítima. O regime norte-coreano não reconhece que o meio-irmão de Kim Jong-un tenha sido morto. Ri disse ainda que a vítima tomava medicamentos para problemas cardíacos, diabetes e pressão alta.

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A autópsia realizada pelo governo malasiano confirmou que Kim Jong-nam morreu pela ação do agente químico VX, num intervalo de 15 a 20 minutos. A Malásia acusou por homicídio as duas mulheres presas dias após o crime, no aeroporto internacional de Kuala Lumpur. Um terceiro suspeito, norte-coreano, será libertado nesta quarta-feira por falta de provas.

As duas agressoras a indonésia Siti Aisyah e a vietnamita Doan Thi Huong- disseram à polícia que acreditavam estar participando de uma pegadinha de televisão.

Segundo a agência de inteligência da Coreia do Sul, o vizinho do norte planejou a morte de Kim Jong-nam, que era crítico ao regime do irmão.

Em meio à escalada na tensão diplomática entre Kuala Lumpur e Pyongyang, o governo da Malásia anunciou nesta quinta a suspensão da isenção de vistos para norte-coreanos.

Com informações da Folhapress

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