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terça-feira, 5 maio 2026
                          

Bolsas da Ásia abrem em baixa após mercados despencarem na segunda

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Redação PB Vale
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No Japão, Nikkei 225 caía mais de 3% pouco após a abertura.
No Japão, Nikkei 225 caía mais de 3% pouco após a abertura.

As bolsas da China e do Japão abriram em queda nesta terça-feira (25), no horário local, após preocupações com a economia chinesa derrubarem os mercados na segunda (24). Por volta de 23h30 no Brasil, apenas a bolsa de Xangai, na China, permanecia em queda. Os demais mercados estavam estáveis.

Na China, a bolsa de Xangai abriu com queda perto de 6% e seguia em baixa de 4% uma hora depois. No Japão, a Nikkei 225 caía cerca de 3,8% pouco tempo depois da abertura, mas subiu a 0,72% três horas depois. Já em Hong Kong, a Hang Seng Index caía menos de 1%, mas se recuperou e estava em alta de 2,5%.  Veja a cotação das bolsas

Na véspera, Tóquio registrou baixa de 4,61%.O índice Nikkei perdeu 895,15 pontos, a 18.540,68 unidades. A Bolsa de Xangai caiu 8,49%, gerando temor nos mercados internacionais e derrubando as bolsas.

Veja abaixo os destaques do mercado de ações no mundo na segunda (24):

Ásia: Bolsa de Xangai caiu 8,49%
EUA: Dow Jones caiu 3,57%, S&P 500 recuou 3,94% e Nasdaq perdeu 3,82%
Europa: FTSEurofirst 300 caiu 5,44%, a pior queda diária desde 2011
Petróleo: preço do barril nos EUA caiu para US$ 38,24, mínima desde fevereiro de 2009
Brasil: Bovespa caiu 3,03%, a 44.336 pontos, menor patamar desde abril de 2009

Na China, as bolsas de Xangai e Shenzhen desabaram na segunda, reforçando o quadro de preocupações com a segunda maior economia do mundo, que vem afetando o apetite por ativos de risco.

O movimento recente do banco central da China de desvalorizar o iuan, para incentivar as exportações, também levou a um choque negativo no apetite de risco e elevou a preocupação de contaminação no crescimento global.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) previu em seu último relatório que a China deve crescer 6,8% em 2015 – a menor taxa anual para o país em 25 anos. Entenda o que está acontecendo na economia chinesa.

Da redação, com G1 em São Paulo 

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