23.4 C
Mamanguape
quarta-feira, 6 maio 2026
                          

Árabes e judeus se beijam em vídeo após livro ser censurado em Israel

Mais Lidas

Redação PB Vale
Redação PB Valehttp://www.pbvale.com.br
O PBVale é um veículo de comunicação ágil, com linguagem acessível e totalmente focada no digital. Informar, escutar, interagir, debater, denunciar, diversificar, entreter e prestar serviço à sociedade do Vale do Mamanguape e da Paraíba são especialidades do portal.
Árabes e judeus se beijam em vídeo da TimeOut Tel Aviv (Foto: Reprodução/YouTube)
Árabes e judeus se beijam em vídeo da TimeOut Tel Aviv (Foto: Reprodução/YouTube)

Após o Ministério da Educação de Israel banir o livro “Uma barreira viva” das escolas, a revista TimeOut Tel Aviv publicou nesta quinta-feira (7) um vídeo em resposta. Nele, seis casais israelenses e palestinos se beijam. (Clique aqui para assistir)

“Homens e mulheres, gays e heterossexuais decidiram fazer o ‘ato proibido’ e expressar o amor na frente de nossa câmera. Alguns deles eram casais, alguns apenas amigos, alguns nunca se encontraram antes da gravação. Judeus e árabes se recusam a ser inimigos”, diz o texto da TimeOut Tel Aviv. O vídeo tem mais de 100 mil visualizações.

O romance “Uma barreira viva”, da escritora Dorit Rabinyan, fala sobre a relação de amor de uma mulher judia com um homem palestino. O ministro da Educação, Naftali Bennett, líder do partido nacionalista religioso Lar Judaico, proibiu a obra por considerar que encoraja a “assimilação”.

Autora israelense Dorit Rabinyan com seu livro "Uma barreira viva", em 31 de dezembro em sua casa em Tel Aviv (Foto: GIL COHEN MAGEN / AFP)
Autora israelense Dorit Rabinyan com seu livro “Uma barreira viva”, em 31 de dezembro em sua casa em Tel Aviv (Foto: GIL COHEN MAGEN / AFP)

Polêmica
Dorit Rabinyan tinha passado quase despercebida com seu último livro até que vários professores de literatura hebraica pediram ao ministério para inclui-lo na lista de recomendados para os níveis avançados do ensino médio.

Os membros da comissão acadêmica pertinente lhe deram o selo de apto, mas dois altos funcionários do ministério consideraram que era inadequado e ordenaram que o título fosse apagado da lista, para o que contaram com o apoio de Bennett.

À campanha de protesto se somaram escritores de renome internacional como A.B. Yehoshua (“Me sinto ultrajado”), Hayim Beer (“Daria a Bennett o título de membro honorário da Lehavá”, uma organização de extrema-direita) e Natan Zach (“O ministro da Educação é tolo e com os tolos não há nada o que fazer”).

Assista ao vídeo:

Da Redação, com G1

- Publicidade -

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

- Publicidade -

Últimas

Bayeux: Ministério Público de Contas se manifesa pela reprovação das contas da gestão de Luciene Gomes

Em mais um parecer, Ministério Público de Contas da Paraíba aponta graves irregularidades na gestão da Prefeitura de Bayeux...
- Publicidade -

Relacionados

- Publicidade -