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terça-feira, 5 maio 2026
                          

Morte do humorista paraibano Shaolin completa um ano

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Redação PB Vale
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Shaolin tinha 44 anos
Shaolin tinha 44 anos

Neste sábado (14) faz exatamente um ano que o humorista paraibano Shaolin se despedia, vítima de um acidente em 2011 que o deixou sem movimentos do corpo. Ao longo dos anos, ele havia passado a recuperar alguns poucos movimentos e se comunicava com a família através do olhar e de leves expressões faciais.

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Conhecido em todo o Brasil, a trajetória artística do sertanejo nascido em Coremas começou em Campina Grande. Ainda criança, foi com a família morar na Serra da Borborema, enfrentando dificuldades financeiras. Isso o motivou a buscar emprego mesmo que muito jovem. Antes de completar 18 anos já havia passado por uma agência de propaganda e se tornado cartunista oficial do tradicional jornal A Palavra, editado pelo jornalista Marcos Marinho.

Mas foi no fim da década de 1980 que passou a fazer as imitações que mostrava apenas para os amigos de maneira profissional. Um dos primeiros trabalhos foi na antiga rádio Borborema, se destacando principalmente por imitar figuras locais, como lembrou o poeta, jornalista e dramaturgo Astier Basílio, em entrevista ao CORREIO na época da morte de Shaolin.

“De imediato ele me chamou a atenção por fugir do roteiro. Naquele tempo, era comum se fazer imitação de personalidade do eixo Rio-São Paulo. Me causou admiração que ele imitasse, justamente, os dois candidatos a governador da ocasião: Antonio Mariz – acentuando-lhe o pigarro – e Lúcia Braga (com perfeição)”, comentou.

Em pouco tempo, conquistou a mídia nacional. Inicialmente, conseguiu espaço em programas como o Programa da Eliana, A Praça é Nossa, Show do Tom, O Melhor do Brasil, Domingão do Faustão, até seu retorno a Record onde sua carreira já consolidada ganhou ainda mais destaque.

Dessa época, o humorista paraibano Cristovam Tadeu lembra que se destacou uma de suas maiores qualidades. “Ele era muito generoso. Não apenas fez seu trabalho com competência como também abriu espaço para mim e outros paraibanos da arte do riso”, recorda.

Por Redação, com André Luiz Maia (Correio Online)

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