Diante da crise no setor privado, o número de pedidos de recuperação judicial disparou no país.
De acordo com o Serasa, entre janeiro e julho de 2016, 1.098 empresas fizeram solicitações judiciais, um número bem inferior aos 627 requerimentos registrados no mesmo período de 2015, quando já se registrava crescimento de 32% em relação a 2014.
A recuperação judicial é uma alternativa extrema a uma situação ainda pior: a falência. No processo, as empresas ganham 180 dias para se reequilibrar sem o risco de terem seus bens expropriados por demandas de credores.
“O objetivo é permitir que empresas viáveis mas com dificuldades se mantenham no negócio”, afirma o advogado Jonathan Saragossa.
Segundo informações da Folha de S.Paulo, alguns bancos criaram departamentos para acompanhar a situação das empresas em recuperação judicial.
De acordo com a publicação, Banco do Brasil, Santander, Bradesco e Itaú Unibanco já designaram equipes com esse objetivo.
Do Notícias ao Minuto


