O empresário Luciano Hang negou que tenha comprado impulsionamentos e desafiou a “Folha de S. Paulo” a mostrar algum contrato seu com empresas que usam o WhatsApp.
A SMS Market, de Bauru, no Interior de São Paulo, publicou uma mensagem, no Facebook, afirmando que as regras da empresa não permitem nenhum tipo de divulgação do setor privado, para promoção ou incentivo de votação em qualquer candidato, e que, portanto, todas as informações relacionadas à empresa não passam de mentiras infundadas.
A Quick Mobile, de Belo Horizonte, em Minas Gerais, disse, em nota, que encaminhou a notificação do WhatsApp para o departamento jurídico, e que tomará as medidas necessárias, partindo do fato de nunca ter feito nenhum tipo de divulgação para o deputado Jair Bolsonaro, nem para o partido dele ou para qualquer empresário. E afirmou que não realiza divulgação de nenhum tipo de conteúdo difamatório ou ilícito.
As equipes da TV Globo em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, estiveram nos dois endereços divulgados pela empresa Croc Services na internet. O primeiro é uma residência e ninguém conhece a empresa. No segundo funciona uma consultoria empresarial.
A empresa Yacows, com sede na cidade de São Paulo, não quis comentar, nem recebeu a equipe da TV Globo. Mas, em seu site, publicou uma nota dizendo que foram citados erroneamente como participantes de um suposto esquema de favorecimento ao candidato à Presidência Jair Bolsonaro, e que não têm qualquer envolvimento com os fatos citados.
Tribunal Superior Eleitoral
Com base na reportagem da “Folha”, o PT entrou na quinta com uma ação de investigação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e pediu que o tribunal declare o candidato Jair Bolsonaro inelegível por oito anos.
Na ação, o PT afirma que o presente caso trata do abuso de poder econômico e uso indevido dos veículos e meios de comunicação digital, perpetrados pelos representados, uma vez que estariam beneficiando-se diretamente da contratação de empresas de disparos de mensagens em massa, configurando condutas vedadas pela legislação eleitoral.
O empresário Luciano Hang negou que tenha comprado impulsionamentos e desafiou a “Folha de S. Paulo” a mostrar algum contrato seu com empresas que usam o WhatsApp.
A SMS Market, de Bauru, no Interior de São Paulo, publicou uma mensagem, no Facebook, afirmando que as regras da empresa não permitem nenhum tipo de divulgação do setor privado, para promoção ou incentivo de votação em qualquer candidato, e que, portanto, todas as informações relacionadas à empresa não passam de mentiras infundadas.
A Quick Mobile, de Belo Horizonte, em Minas Gerais, disse, em nota, que encaminhou a notificação do WhatsApp para o departamento jurídico, e que tomará as medidas necessárias, partindo do fato de nunca ter feito nenhum tipo de divulgação para o deputado Jair Bolsonaro, nem para o partido dele ou para qualquer empresário. E afirmou que não realiza divulgação de nenhum tipo de conteúdo difamatório ou ilícito.
As equipes da TV Globo em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, estiveram nos dois endereços divulgados pela empresa Croc Services na internet. O primeiro é uma residência e ninguém conhece a empresa. No segundo funciona uma consultoria empresarial.
A empresa Yacows, com sede na cidade de São Paulo, não quis comentar, nem recebeu a equipe da TV Globo. Mas, em seu site, publicou uma nota dizendo que foram citados erroneamente como participantes de um suposto esquema de favorecimento ao candidato à Presidência Jair Bolsonaro, e que não têm qualquer envolvimento com os fatos citados.
Tribunal Superior Eleitoral
Com base na reportagem da “Folha”, o PT entrou na quinta com uma ação de investigação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e pediu que o tribunal declare o candidato Jair Bolsonaro inelegível por oito anos.
Na ação, o PT afirma que o presente caso trata do abuso de poder econômico e uso indevido dos veículos e meios de comunicação digital, perpetrados pelos representados, uma vez que estariam beneficiando-se diretamente da contratação de empresas de disparos de mensagens em massa, configurando condutas vedadas pela legislação eleitoral.
“Quem sofreu o que eu sofri nos quatro primeiro dias que antecederam o primeiro turno, e só eu sou capaz de saber, porque a minha família foi atingida, a minha filha foi atingida, a minha honra foi atingida, tem que demonstrar o mínimo de indignação”, continuou ele.
“Uma prática que nós, pela construção do fundo público de financiamento, esperávamos que pudesse ser superado, que é a utilização de dinheiro ilegal, desta vez para caluniar o adversário. Não foi nem para fazer propaganda… Se ainda tivesse sido para fazer propaganda deles, seria crime, mas vamos dizer assim, ‘po, tá fazendo propaganda do que fez’. Como ele não fez nada a vida inteira, ele é obrigado a atacar com calúnias, porque ele não vai botar o meu currículo no WhatsApp, o que eu fiz como ministro, o que eu fiz como prefeito, o que eu fiz na vida pública”, afirmou Haddad.
O candidato do PSL, Jair Bolsonaro, reagiu, desmentindo a reportagem da “Folha de S. Paulo”.
“A manchete da matéria é uma coisa, o corpo da matéria é outra. O corpo não é nada comprometedor. Eles têm que apontar que empresa é essa. Qual minha relação com essa empresa. Eu não tenho relação nenhuma com empresários nesse sentido”, disse Bolsonaro.
“E outra coisa, eles falam em ‘fake news’. Nós estamos derrotando o PT com verdades. Nós não precisamos mentir sobre o senhor Haddad. Agora, ‘fake news’ espalha ele, como ele tem dito que eu quero acabar com o 13º. Que eu quero acabar com o Bolsa Família. Que eu votei contra o projeto de lei que falava dos deficientes no Brasil. Ele tem dito barbaridades a meu respeito, inclusive botado no seu programa eleitoral. E nas inserções”, afirmou ele.
“E nós não temos feito isso. Eles estão desesperados. Não vão conseguir atingir seu objetivo até porque eu estou tranquilo. Diz mais ainda, o próprio Haddad agora diz que eu em jantares havia estimulado empresários a fazer isso aqui. Deixo claro, desde o dia 6 de setembro estou fora de combate. Fiquei 23 dias dentro de hospital e agora dentro da minha casa. Não participei de jantar com quem quer que seja.”
G1