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quarta-feira, 18 março 2026
                          

WhatsApp bloqueia contas e investiga empresas suspeitas de integrar esquema de impulsionamento

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Redação PB Vale
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O aplicativo de mensagens WhatsApp anunciou nesta sexta-feira (19) que está investigando as empresas denunciadas na quinta (18) pelo jornal “Folha de S. Paulo”. Elas são suspeitas de integrar um esquema que visava a caluniar o candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad. As contas dessas empresas foram bloqueadas pelo WhatsApp.

O aplicativo de mensagens anunciou, em nota, que tem tomado providência similar desde o início do processo eleitoral.

Na nota, o WhatsApp afirma que está investigando empresas que infringem os termos de uso da plataforma, assim como as que o jornal “Folha de S. Paulo” denunciou na quinta por fazerem parte de um esquema de envio de mensagens em massa contra o candidato do PT, Fernando Haddad.

Na reportagem, o jornal afirmou que empresários pagavam até R$ 12 milhões por esse serviço. Afirmou ainda que esses empresários já se preparavam para uma grande operação para a reta final do segundo turno.

A prática é ilegal, pois se trata de doação de campanha por empresas, vedada pela legislação eleitoral, e não declarada.

O WhatsApp afirma também que já bloqueou diversas contas de divulgação maciça que estavam ligadas a essas empresas. Além das citadas pela “Folha”, o WhatsApp diz que não comenta quantas empresas já foram também notificadas, nem os seus nomes.

Na nota, o WhatsApp diz ainda que já baniu centenas de milhares de contas durante o período eleitoral, de forma proativa, ou seja, por iniciativa própria. A empresa afirma que isso foi possível porque dispõe de tecnologia de ponta capaz de detectar contas com comportamento anormal, como, por exemplo, espalhar desinformação ou mensagens não solicitadas pelos usuários, o chamado spam.

O jornal “Folha de S. Paulo” citou as empresas Quick Mobile, Yacows, Croc Services e SMS Market como sendo aquelas que estariam vendendo o impulsionamento em massa de mensagens contra o PT e seu candidato. E Luciano Hang, dono da Havan, como sendo um dos empresários que financiaram tal atividade. O jornal não exibiu documentos, nem mencionou relatos de testemunhas.

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