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sexta-feira, 13 março 2026
                          

Para 81% dos brasileiros, Joesley deveria ter sido preso

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Redação PB Vale
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Joesley Batista em depoimento à PF

Uma pesquisa do Datafolha mostrou que 64% da população acha que o Ministério Público agiu mal ao fazer o acordo de delação premiada com os donos da JBS, ao prever multa, mas não a prisão dos delatores. Já 27% acreditam que o Ministério agiu bem.

De acordo com o levantamento, 81% dos brasileiros disseram que os irmãos Joesley e Wesley Batista — que entregaram supostas provas e nomes sem serem denunciados criminalmente — deveriam ter sido presos pelos crimes que confessaram. Apenas 14% são a favor da liberdade deles.

Além disso, 83% da população crê que o presidente Michel Temer (PMDB) teve envolvimento direto nos esquemas de corrupção descobertos pela Lava Jato. Para 6%, o peemedebista não teve participação direta e 11% não souberam responder.

A pesquisa Datafolha foi realizada de 21 a 23 de junho com 2.771 entrevistados. A margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Esta semana, a PF (Polícia Federal) concluiu que o encontro gravado entre Temer e Joesley Batista não foi editado. De acordo com o jornal O Estado de S.Paulo, o laudo sobre a gravação aponta para mais de 100 interrupções, mas nenhuma delas realizada depois da gravação.

Especialistas consultados pela publicação afirmam que o modelo de gravador utilizado pelo dono da JBS realiza “cortes” em momentos em que há silêncio com a intenção de economizar bateria e espaço na memória do aparelho.

O laudo já foi encaminhado à PGR (Procuradoria-Geral da República), que tem até segunda-feira (26) para decidir se apresenta denúncia contra Temer. A divulgação do áudio da conversa entre o peemedebista e Joesley, há pouco mais de um mês, desencadeou a mais grave crise política do governo Temer.

Com base na delação de Joesley e outros executivos da J&F, controladora da JBS, que inclui o áudio, o Supremo autorizou a abertura de inquérito para investigar Temer por suspeita de corrupção passiva, obstrução da Justiça e organização criminosa.

A tese de que a gravação havia sido editada era um dos principais argumentos da defesa do presidente para desqualificar a delação de Joesley.

Por Redação, com R7

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