
A redução do número de ministérios de 32 para 25 e o corte de cargos no governo Michel Temer vão gerar uma economia apenas simbólica de despesas, informa matéria publicada hoje na Folha de S. Paulo.
O total de ministérios cairá ainda para 23, porque dois cargos que hoje têm status de ministro perderão esta condição, de acordo com as mudanças anunciadas pelo governo. Essa mudança, porém, precisa de alteração na legislação.
A rigor, o dinheiro poupado com as medidas não irá além do salário das autoridades. Isso porque as ações, fundações e autarquias pertencentes às pastas que foram extintas serão realocadas em outras. O que pode acontecer, em tese, é que com a máquina mais enxuta haja melhoria na gestão, afirma a matéria.
Segundo o ministro do Planejamento, Romero Jucá, cerca de quatro mil cargos serão extintos até o final do ano. Eles fazem parte possivelmente do total de 23 mil cargos de livre nomeação à disposição do Executivo (dos quais 21,7 mil estavam ocupados, conforme os dados mais atualizados, de janeiro). “Embora o número de assessores e dirigentes comissionados seja elevado para padrões internacionais, os desembolsos com o pagamento de comissões são uma fatia minúscula do Orçamento”, diz o texto da Folha.
Da Redação, PBvale


