
A Paraíba possui o 4º mais baixo Índice de Desenvolvimento Humano Municipal do País, com apenas 0,658, de acordo com o Atlas do Desenvolvimento Humano Brasil 2013. Apesar da posição no ranking (23º), a Paraíba avançou nos últimos 20 anos e saiu do nível considerado muito baixo (0,382 em 1991) e baixo (0,506 em 2000), para o nível médio, que oscila entre 0,600 a 0,699. Cinco municípios da Paraíba apresentam nível alto, entre 0,700 e 0,799: João Pessoa (0.763), Cabedelo (0.748), Campina Grande (0.720), Várzea (0.707) e Patos (0.701).
Entre os doze (12) município do Vale do Mamanguape, o pior índice da pobreza e desigualdade está com a cidade de Capim, ocupando a pior posição com porcentagem de 75% da população, segundo números do (IBGE). Atualmente com 5.601 habitantes e, localizada no Litoral Norte paraibano, Capim é administrada pelo prefeito Edvaldo Freire do (PMDB). Os números da ‘Princesinha do Vale’ são preocupantes e revela-se como um desafio a ser enfrentado pela atual gestão. Nesta área o melhor posicionamento está com Cuité de Mamanguape, ocupando uma porcentagem baixa em relação aos demais, com taxa de 56,73%.

Já no Índice de Desenvolvimento Humano dos Municípios (IDHM), o destaque de posição mais favorável está com a cidade de Rio Tinto, com uma população de 23.955 ela ocupa o primeiro lugar com taxa de 0,585.

A metodologia do estudo leva em conta a longevidade (esperança de vida ao nascer), educação (acesso ao conhecimento) e renda (padrão de vida, calculado pela renda per capita em agosto de 2010). Entre os números apresentados, alguns municípios tiveram destaque no levantamento. A cidade de Cacimbas é o que possui menor índice de longevidade do País (0,672), junto com a cidade de Roteiro (AL). Nos dois municípios, a expectativa de vida é de 65,3 anos. Mataraca também aparece no ranking, com o 3º menor índice de longevidade (0,675).
Crescimento
De 1991 a 2010, o Brasil quase dobrou o seu IDHM, passando de 0,493, em 1991, – considerado muito baixo – para 0,727, em 2010, o que representa alto desenvolvimento humano. Ou seja, nas últimas duas décadas, o País registrou um crescimento de 47,8% no IDHM.
Da redação
PBVale


