
O presidenciável e governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), cumpriu agenda na Paraíba, neste sábado (14), e participou de encontro com membros de seu partido, o PSDB.
Eduardo fez críticas a polarização ‘Lula-Bolsonaro’, segundo ele, estimulada por parte da população, como as únicas alternativas ao Brasil nas eleições de 2022. Para o governador do RS, o Brasil precisa enxergar e apostar em outros nomes para conseguir avançar, deixando de lado a disputa política entre PT e extrema-direita.
“Essa polarização não serve para o Brasil. O Brasil não pode esperar que uma pessoa só resolva os problemas de um País. Não podemos estimular essa ideia de idolatrar pessoas. Já experimentamos isso e não funcionou. Defendemos uma cultura de paz, não uma cultura de ódio. Não é próprio do povo brasileiro querer destruir uns aos outros. Uma política do ‘nós contra eles’. Não podendo nos omitir diante esse cenário. A volta ao passado só vai contribuir para o país permanecer dividido e também não permitir que o Brasil continue do jeito que está”, disse Leite.

Sexualidade
Questionado sobre a decisão de ter assumido publicamente sua preferência sexual, Eduardo Leite afirmou que nunca negou ser gay, mas não acha que o tema deveria ser prioridade de seus atos públicos. “Nunca falei que não era, simplesmente não falava sobre o assunto, pois torço para um dia a gente chegue ao ponto de que isso seja um não assunto. Isso tem a ver com minha vida pessoal, embora que depois de ter falado sobre isso vi como acaba tocando na vida dos outros, pois provoca o debate, e as pessoas se sentem mais seguras para falar sobre isso”, disse.
Participaram de coletiva à imprensa, além de Eduardo Leite, os deputados federais Pedro Cunha Lima e Ruy Carneiro, os deputados estaduais Tovar Correia Lima e Camila Toscano, o suplente de deputado federal Rafael Pereira de Sousa, o Rafafá, além de prefeitos e outras lideranças tucanas.
O lema escolhido pelo PSDB para o evento em João Pessoa teve a frase ‘o amor vai vencer o ódio’.

PBVale


