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quinta-feira, 12 março 2026
                          

Em Mamanguape: homem relata ameaças em emissora de rádio e é morto horas depois

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Redação PB Vale
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Polícia Militar informou que o jovem sofria ameaças após danificar motocicleta de mulher em acidente; ele apelou à mídia antes de denunciar o caso às autoridades.
Polícia Militar informou que o jovem sofria ameaças após danificar motocicleta de mulher em acidente; ele apelou à mídia antes de denunciar o caso às autoridades.

O jovem Edilson Carlos da Silva, de 27 anos, foi assassinado a tiros na cidade de Mamanguape, no Litoral Norte, a 62 km de João Pessoa, na tarde desta segunda-feira (16). Segundo o capitão Alberto Filho, comandante do Batalhão de Polícia Militar do município, a vítima teria ido à emissora de rádio Correio do Vale FM, componente da rede Correio Sat, para denunciar que estaria sofrendo ameaças.

“Ele pegou uma moto emprestada de uma mulher e o veículo foi danificado em um acidente. A mulher pediu que ele pagasse pelo transtorno e ele alegou que não teria condições. Sendo assim, ele disse que a dona da moto passou a ameaçá-lo”, afirmou o capitão.

Ainda segundo o policial, na noite desse domingo (15), a mulher teria feito mais uma ameaça e dito que mandaria um ‘pessoal’ resolver o assunto. Diante desse fato, o jovem partiu para a rádio na manhã seguinte, antes mesmo de informar as autoridades.

“Ele não procurou a Polícia Militar ou Civil e preferiu divulgar o caso na mídia. Enquanto ele fazia as acusações, a mulher chegou no estúdio da rádio para se defender. Os dois trocaram ofensas verbais”, contou Alberto Filho.

O jovem foi assassinado na Rua da Areia, Bairro Areal. De acordo com a PM, ele sofreu três disparos de arma de fogo. Ainda não havia suspeitas concretas pelo crime.

“A gravação do programa de rádio será encaminhada para o delegado local, que procederá com as investigações. Existe, inclusive, a possibilidade de que alguma outra pessoa, sabendo que a vítima acusava a mulher, poderia ter se aproveitado da situação para cometer o assassinato e tentar ficar livre da culpa”, concluiu Alberto Filho.

Por Gustavo Medeiros, do Portal Correio

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