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quinta-feira, 12 março 2026
                          

Representantes do Vaticano estão na PB para analisar beatificação do Pe. Ibiapina

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Redação PB Vale
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padre ibiapinaJá estão no Distrito de Santa Fé, município de Solânea, na Paraíba, os representantes do Vaticano que vão analisar o histórico e os restos mortais de José Antônio Pereira Ibiapina, o Padre Ibiapina, para o processo de beatificação do religioso.

Os membros da Congregação para as Causas dos Santos, que chegaram no último domingo (22), são o postulador Paolo Vilotta e o padre Paolo Lombardo. Eles devem passar mais nove dias no local.

De acordo com o padre Gaspar Rafael, um dos escolhidos como promotor da causa para o Tribunal da Diocese, que conta, ainda, com o padre Joanderson como juiz e o padre Alípio Martins como notário, as análises vão acontecer até esta sexta-feira (27) no município paraibano.

“Durante toda a tarde de ontem foi feita a exumação do padre Ibiapina no Memorial Padre Ibiapina”, contou Gaspar. “Estaremos hoje e durante toda a semana – o tribunal com a presença dos representantes do Vaticano – ouvindo testemunhas sobre os milagres do padre. Serão três por dia, entre bispos, padres e leigos”, acrescentou.

Ainda conforme Gaspar, no domingo (29) vai ser realizada uma missa a partir das 15h na capela de Santa Fé, mostrando para o público os restos mortais de Padre Ibiapina. “Depois, toda a documentação será apresentada no Vaticano, dando prosseguimento ao processo de beatificação”, explicou.

Padre Ibiapina
José Antônio Pereira Ibiapina nasceu no dia 5 de agosto de 1806, em Sobral, Ceará, filho de Francisco Miguel Pereira e Teresa Maria de Jesus. Aos 60 anos de idade, deixou a carreira de professor para começar seu trabalho missionário, percorrendo mais de 600 km pelas províncias do Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco.

Organizou missões, construiu capelas, igrejas, açudes, cacimbas, poços, cemitérios, hospitais e chegou a fundar mais de vinte Casas de Caridade para moças órfãs carentes, onde elas recebiam educação religiosa e moral, aprendiam a ler, escrever e trabalhos domésticos, além de terem assistência à saúde.

Para alguns pesquisadores ele está incluído na categoria dos iluminados, pessoas que sempre lutaram por um ideal de trabalho e fé. Foi ponte entre a Igreja e o povo pobre do Nordeste brasileiro, construindo uma obra missionária significativa e respeitada, partilhando água, alimento e abrigo com doentes, mendigos e retirantes, levando sempre uma palavra de conforto para aqueles que precisavam. As informações são do Jornal da Paraíba.

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